e relevantes em conjunto INSTRUMENTO N° DO
MUNICÍPIO DE BOTUCATU:
2.1 Remover os pescadores que estão ocupando irregularmente a APP, relacionados no Anexo I, até 31.10.16 e de notificar a AES da situação encontrada no local, nos 30 (trinta) dias subsequentes ao final desse período. 2.2 Se após 31.10.16 forem constatadas ocupações na área, o MUNICÍPIO procederá à ocupação temporária da área, assumindo sua posse indireta para, no prazo de 06 meses da constatação, adotar as seguintes providências:
Em cumprime nto
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓRI O EXIGÊNCIAS STATUS
2.2.1 Enviar Notificação Extrajudicial aos pescadores, para que desocupem a área sob sua posse, no prazo de 15 dias, contados da data da notificação, informando o MP e a AES a relação dos notificados;
2.2.2 Ingressar com ação de reintegração de posse em face das pessoas que permanecerem na área, se após os 15 dias contados da efetiva entrega das notificações previstas na cláusula 2.2.1 acima, ainda persistir a irregularidade.
2.2.2.1 Obtida a reintegração de posse mencionada nas cláusulas 2.1 ou 2.2.2 acima, o MUNICÍPIO assume o compromisso de, no prazo de até 60 dias, providenciar a demolição das benfeitorias e limpeza da área.
2.3.2 Enquanto persistir a posse indireta por parte do MUNICÍPIO, este deverá, zelar pela área de modo a impedir eventuais novas ocupações e a ocorrência de danos na área; 2.4 O MUNICÍPIO assume o compromisso de encaminhar Notificação à AES e ao MP, no prazo de 30 dias, após a completa demolição das benfeitorias e limpeza da área, para viabilizar a sua recuperação ambiental, seja na hipótese da clausula 2.1, seja na da 2.2.
AES Tietê:
2.5 No prazo de 90 dias após recebimento da Notificação do MUNICÍPIO, mencionada na cláusula 2.4, assume o compromisso de apresentar ao Órgão Ambiental Projeto de Recuperação Ambiental da área sob sua concessão, iniciando a execução do projeto no primeiro período de chuvas subsequente à sua aprovação, se necessário for, atendidas as respectivas recomendações do referido órgão, respeitado o cronograma inerente ao projeto.
2.5.1 O Projeto só será executado após integral limpeza e desocupação da área sob concessão da AES e na época de chuvas (outubro a fevereiro de cada ano), de forma a maximizar as chances de êxito do plantio do ponto de vista ambiental.
Termo de Cooperaçã o 111/2014 18/06/2014 AES Tietê e Prefeitura de Botucatu AES Tietê e Prefeitura de Botucatu Barra Bonita AES Tietê:
Em relação à Área 01 (área mencionada no TAC/ocupada por pescadores):
a) Permitir o acesso do MUNICÍPIO para fins de cumprimento do quanto disposto na cláusula 2.1.1, itens “c” e “f”;
b) Permitir ao MUNICÍPIO a ocupação temporária da área, para que dela assuma a posse indireta, a título gratuito, nos termos das obrigações acordadas no TAC, para fins de cumprimento da cláusula 2.1.1, item “e”;
c) Apresentar ao órgão ambiental competente e executar o projeto de recuperação ambiental para fins de cumprimento do TAC.
Em cumprime nto
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓRI O EXIGÊNCIAS STATUS
Em relação à Área 02 (área a ser revitalizada):
a) Cumprir e respeitar, no que lhe couber, as etapas do Cronograma
de Execução; b) Viabilizar, através de empreiteira por ela livre e diretamente contratada, arcando com os respectivos custos, o Projeto de Revitalização, com investimento limitado a R$2MM, conforme etapas do Cronograma, em até 25 meses contados da data de assinatura do presente Termo (agosto/16); c) Obter, perante os órgãos competentes, as autorizações necessárias à execução do Projeto de Revitalização, em atendimento à legislação aplicável; d) Disponibilizar o acesso ao MUNICÍPIO para fins de cumprimento da cláusula 2.1.2, item “b”; e) Ceder o Direito de Acesso e Uso Temporário da área, a título gratuito, para a utilização pelo
MUNICÍPIO e para fins de cumprimento da cláusula 2.1.2, itens “d” a “i”;
PREFEITURA:
Em relação à Área 01:
a) Indicar formalmente o local onde serão realocados os
Pescadores, mencionados na cláusula 1.1, no prazo de 12 (doze) meses contados da data de assinatura do presente Termo (junho/15); b) Garantir que o local para onde serão realocados os Pescadores esteja devidamente apto e regular para o fim a que se destina, atendendo aos requisitos urbanísticos e condições estabelecidas na legislação
competente, em especial, a Lei nº 6.766/79, inclusive no que se refere à infraestrutura necessária; c) Providenciar a realocação amigável dos Pescadores para o local definido até 31 de Outubro de 2016; d) Arcar com todos os custos, impostos, taxas e demais valores aplicáveis para o cumprimento da cláusula 2.1 objeto do presente Termo, inclusive aqueles eventualmente associados à elaboração de projeto arquitetônico, construção de moradias, regularização da propriedade em seu nome perante o Cartório de Registro de Imóveis competente; e) Ocupar
temporariamente a área, assumindo sua posse indireta, e ajuizar ações de reintegração de posse no caso de insucesso da desocupação amigável em face dos Pescadores que permanecerem irregularmente no local, até o dia 31 de
dezembro de 2016, conforme disposto no TAC e respeitando no que couber as disposições do Anexo II; f) A completa demolição das benfeitorias e limpeza da área, no prazo de 60 dias, seja na hipótese de desocupação voluntária, seja após a reintegração de posse; g) Comunicar a AES, por escrito, no prazo de 30 dias, quando do término da total remoção dos Pescadores, bem como da completa demolição das benfeitorias e limpeza da área,
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓ RIO EXIGÊNCIAS STATUS Em relação à Área 02:
a) Cumprir e respeitar, no que lhe couber, as etapas do Cronograma
de Execução; b) Vistoriar a execução do Projeto de Revitalização, de modo a atestar, a cada etapa, a regularidade das obras de
engenharia, via emissão da competente certidão de
conformidade/aprovação das obras, garantindo-se à AES plena, rasa, geral e irrevogável quitação em relação às obrigações assumidas na cláusula 2.2, item “a”; c) Disponibilizar à AES, se necessário, local apto a receber projeto de compensação ambiental decorrente das intervenções em APP que for exigido pelos órgãos ambientais; d) Receber formalmente a área após o término do Projeto de
Revitalização, respeitando as condições específicas do Anexo III; e) Promover a guarda e a manutenção preventiva, corretiva e contínua da área – nela compreendidas as ações de conservação e de reparação de danos provocados na área e respectivas benfeitorias por desgaste natural ou vandalismo, de forma a manter as condições de segurança aos usuários/frequentadores; f) Responder por todo e qualquer serviço ou atividade necessário à operação e ao uso da área revitalizada; g) Obter e manter válidas, durante todo o período de vigência desse Termo, as devidas licenças e autorizações necessárias ao exercício do Direito de Acesso e Uso da Área, emitidas pelos órgãos reguladores de suas atividades e pelas autoridades ambientais competentes; h) Dar quitação das obras à AES, por escrito, no prazo de 30 (trinta) dias, após o término do Projeto de Revitalização; i) Arcar com os investimentos necessários à realização de obras de
engenharia e de melhoria não integrantes do Projeto de Revitalização e/ou que superem o limite de R$2 MM previstos na cláusula 1.1, eventualmente de seu interesse; j) Na hipótese do item “f”, assumir integralmente a responsabilidade pela contratação, execução e licenciamento das referidas obras, em atendimento à legislação aplicável, o que somente poderá ter início após a quitação a que se refere o item “g” acima, devendo informar a AES, antecipadamente, sobre qualquer intervenção adicional que pretenda realizar na Área, declarando, desde já, que somente o fará mediante a elaboração de projeto acompanhado da necessária responsabilidade técnica e respectivas aprovações dos órgãos competentes; k) Restituir a área, nas mesmas condições recebidas, salvo desgaste natural de uso, ao final do prazo estipulado na cláusula 1.2 e/ou na ocorrência das hipóteses previstas na cláusula 4.2.
TCRA 69280 / 2011 29/07/2011 AES Tietê Energia S.A.
CETESB UHE Ibitinga Plantio de 5.100 mudas Em
cumprime nto
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓ RIO EXIGÊNCIAS STATUS
TCRA 37682/2012 25/04/2011 AES Tietê Energia S.A.
CETESB PCH São José Plantio de 16.630 mudas Cumprido
TCRA 37612/2011 25/04/2011 AES Tietê Energia S.A.
CETESB PCH São
Joaquim
Plantio de 22.466 mudas Cumprido
TCRA 62695/2012 15/06/2012 AES Tietê Energia S.A. CETESB UHE Promissão Plantio de 1.000 mudas Em cumprime nto
TCRA 93001/2012 13/09/2012 AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE Euclides
da Cunha Plantio de 5.810 mudas Em cumprime nto
TCRA 50/2002 2012 AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE Água
Vermelha Plantio de 128.880 mudas
Em andament o
TCRA 13/2005 2005
AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE
Promissão Plantio de 100.000 mudas Em andament o TCRA 199/2004 2004
AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE Limoeiro Plantio de 4.000 mudas
Cumprido
TCRA 69619/2013 19/062013
AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE
Promissão Plantio de 450 mudas Em cumprime nto TCRA 82818/2014 12/08/2014
AES Tietê Energia
S.A. CETESB UHE Limoeiro Plantio de 125 mudas
Em cumprime nto
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓ RIO EXIGÊNCIAS STATUS Obrigações do Município:
- Emitir Declaração de emergência (Defesa Civil), quanto à área objeto das obras complementares, no prazo de 05 dias úteis da assinatura da Ata (até 29/05/15) e disponibilizá-la à AES Tietê; - Envidar esforços na identificar do proprietário da área de acesso ao terreno marginal do rio Mogi objeto da obra, no prazo de até 15 dias após a emissão da Declaração;
- Envidar esforços com vistas a franquear o acesso e/ou adotar as medidas necessárias para esse fim, durante o período de
Ata de Reunião IC n° 14003420000253/ 2 011 22.05.2015 AES Tietê Energia S.A., Prefeitura de Mogi Guaçu e CETESB
MP Mogi Guaçu Mogi Guaçu
execução, de modo que a AES possa realizar as obras; - Tomar as medidas necessárias para disciplinar/interditar o trânsito na Estrada Municipal, durante o período de execução das obras;
- Refazer o sistema de drenagem de águas pluviais impactado pelas recentes obras realizadas pela
Em cumprime nto
Prefeitura, quando da implantação da adutora de água bruta na área.
Obrigações da AES:
- Comunicar o Município, a CETESB e o MP quanto ao início das obras, com antecedência de 05 dias úteis;
- Executar as obras complementares nos exatos termos do laudo anexado na investigação;
- Comunicar o MP e a CETESB quanto ao término das obras; - Realizar o plantio de mudas, com espécies nativas, da área (APP) onde ocorrerá a supressão de vegetação para a realização das obras, não se comprometendo com a manutenção dessas.
Obrigações da CETESB:
- Emitir Ofício à AES Tietê declarando a desnecessidade de autorização para intervenção em APP; na reunião, a CETESB já entregou cópia do citado ofício à AES Tietê, anexo.
- Vistoriar a obra em conjunto com representantes da AES Tietê, de modo a confirmar a regularidade e suficiência dessa à proteção da margem.
INSTRUMENTO N° DO PROCEDIMENTO DATA EM QUE FOI FIRMADO COMPROMISSA RIOS ÓRGÃO REQUERENTE - COMARCA RESERVATÓ RIO EXIGÊNCIAS STATUS
Água Aplicar o montante de R$ 4.402 mil em medidas
Parte dos recursos já Foi repassada ao Instituto. Atualmente, aguardamos a celebração de novo TCCA (considerando o vencimento do anterior) para quitação das obrigações O valor está depositado em conta- poupança da AES Tietê e os pagamentos são realizados conforme solicitação dos Institutos. TCCA - 30.12.2002 (aditado em 05.12.2006)
AES Tietê Energia S.A. Ibama (sucedido pelo ICMBIO) - Brasilia Vermelha, Caconde, Limoeiro, Euclides da
compensatórias em Unidades de Conservação federais indicadas pelo órgão (Parque Nacional da Serra da Bocaina, Estação Ecológica do Mico Preto, Estação Ecológica Tupiniquins e Parque Nacional da Serra dos Cunha, Órgãos), consistentes em planos de manejo e
Promissão, regularizações fundiárias, nas condições e prazos Ibitinga, Bariri estabelecidos no Termo de Compromisso de e Compensação Ambiental assinado para atendimento Barra Bonita aos requisitos de licenciamento ambiental das UHEs
Água Vermelha, Caconde, Limoeiro, Euclides da Cunha, Promissão, Ibitinga, Bariri e Barra Bonita.
TCCA Processo SMA
1154/94 05.10.2006 AES Tietê Energia S.A. Secretaria de Estado de Meio Ambiente – São Paulo PCH Mogi- Guaçu
Aplicar o montante de R$600mil na elaboração do plano de manejo no valor integrado das unidades de conservação: (i) Estação Ecológica Mogi-Guaçu; e (ii) Reserva Biológica Mogi-Guaçu, sob a coordenação do Instituto Florestal e Instituto de Botânica, para
atendimento aos requisitos de licenciamento ambiental da PCH Mogi Guaçu
PÁGINA: 58 de 374 A Companhia e suas controladas não possuem outras contingências relevantes além daquelas listadas nos itens
anteriores.
Não aplicável, uma vez que a Companhia é de origem brasileira e só possui valores mobiliários custodiados no Brasil.
a. se o emissor possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos, destacando, em caso afirmativo, o órgão que a aprovou e a data de sua aprovação, e, em caso negativo, as razões pelas quais o emissor não adotou uma política
A Companhia possui Política de Gestão de Riscos, aprovada pelo Conselho de Administração no dia 05 de maio de 2016. A Política fornece as diretrizes para a Gestão de Riscos, visando conceituar e documentar os princípios de Gestão de Riscos e atividades relacionadas, definindo os macroprocessos e a governança aplicada para o seu devido funcionamento.
b. os objetivos e estratégias da política de gerenciamento de riscos, quando houver, incluindo:
(i) os riscos para os quais se busca proteção Não aplicável.
(ii) os instrumentos utilizados para proteção Não aplicável.
(iii) a estrutura organizacional de gerenciamento de riscos
A área de Gestão de Riscos é liderada pelo Vice-Presidente de Finanças e Relações com os Investidores (CFO), que deverá acompanhar o modelo de Gestão de Riscos e assegurar que seja executado conforme metodologia definida, assegurar diretrizes, metas e que os recursos necessários sejam alocados para o bom funcionamento da área. A Gerencia de Riscos é responsável por disseminar a cultura de gestão de riscos, obter o grau de exposição a risco ao qual a Companhia está exposta, definir padrões a serem seguidos pela Companhia no que tange Gestão de Riscos, supervisionar e controlar relatórios de risco e definir gestores de riscos e responsáveis pelos riscos nas áreas de negócio.
A Companhia conta também com a área de Controles Internos que atua na definição de atividades de controle, estabelecidas por meio de políticas e procedimentos, para garantir o cumprimento das diretrizes determinadas pela administração para mitigar os riscos à realização dos objetivos da empresa.
O Conselho de Administração é responsável por deliberar sobre as questões estratégicas de Gestão de Riscos, incluindo aprovar e avaliar a política de Gestão de Riscos assim como o modelo de Gestão de Riscos adotados.
O Comitê de Gestão de Riscos é subordinado a diretoria da Companhia onde são apresentados os portfólios de riscos, avaliações e estudos de riscos relevantes e modelos de quantificação e qualificação de riscos.
c. a adequação da estrutura operacional e de controles internos para verificação da efetividade da política adotada
A auditoria interna supervisiona a governança do processo de Gestão de Risco, bem como cumprimento das políticas, normas e procedimentos internos, e pode considerar como parte da avaliação os subsídios fornecidos pela Gerência de Riscos.
A Companhia adota como política de gerenciamento de risco: (i) manter um nível mínimo de caixa como forma de assegurar a disponibilidade de recursos financeiros e minimizar riscos de liquidez; (ii) estabelecer diretrizes para contratação de operações de hedge exclusivamente para mitigação dos riscos financeiros da Companhia, bem como a operacionalização e controle destas posições. As estratégias e instrumentos utilizados estão especificados nos itens abaixo.
a. se o emissor possui uma política formalizada de gerenciamento de riscos de mercado, destacando, em caso afirmativo, o órgão que a aprovou e a data de sua aprovação, e, em caso negativo, as razões pelas quais o emissor não adotou uma política
A Companhia não possui uma política exclusiva para Riscos de Mercado, no entanto, os riscos macroeconômicos, crédito e riscos de mercado de energia são monitorados e reportados no âmbito do Comitê de Riscos da Companhia, previsto na Política de Riscos
b. os objetivos e estratégias da política de gerenciamento de riscos de mercado, quando houver, incluindo:
i. riscos para os quais se busca proteção
Risco de Crédito
Os contratos bilaterais de venda de energia no Ambiente de Contratação Livre apresentam risco de crédito decorrente das negociações com as contrapartes.
A Companhia possui três processos focados na mitigação deste risco:
• Rating de Crédito: Nota para a saúde financeira associada a uma probabilidade de default da contraparte. Separados em A, B, C e D, a política não permite fechamento de negócio com empresas de rating D.
• Limite de Crédito: Crédito (em milhões de reais por ano) máximo concedido para cada contraparte, é ponderado pelo Rating de Crédito e porte da companhia (Patrimônio Líquido).
• Garantia Financeira: Padrão é Fiança Bancária no valor de 3 meses de faturamento.
Adicionalmente, para mitigar o risco associado às aplicações financeiras depositadas em instituições financeiras, a Companhia e sua controlada atuam de modo a diversificar o risco de crédito junto às instituições financeiras, centralizando as suas transações apenas em instituições de primeira linha e estabelecendo limites de concentração, seguindo suas políticas internas quanto à avaliação dos investimentos em relação ao patrimônio líquido das instituições financeiras e aos respectivos ratings das principais agências.
Risco de Liquidez
A Companhia e sua controlada adotam como política de gerenciamento de risco: (i) manter um nível mínimo de caixa como forma de assegurar a disponibilidade de recursos financeiros e minimizar riscos de liquidez; (ii) estabelecer diretrizes para contratação de operações de hedge para mitigação dos riscos financeiros da Companhia, bem como a operacionalização e controle destas posições.
Risco de inflação
O principal risco de mercado para o qual a Companhia pode buscar proteção seria relacionado a uma eventual oscilação do IGP-M, índice de inflação que reajusta o preço da energia vendida via o Contrato de Venda de Energia. A Companhia pode buscar ainda proteção para o risco de liquidez, risco de crédito e risco cambial referente a eventuais obrigações atreladas à moeda não funcional.
Risco de Instabilidade Cambial
A Companhia também monitora potenciais necessidades de contratação de instrumentos para proteção de risco de liquidez, taxa de juros e risco cambial referente a eventuais obrigações atreladas à moeda estrangeira, mas no momento nenhum instrumento é utilizado diante da inexistência de risco efetivo.
ii. estratégia de proteção patrimonial (hedge)
Uma vez identificados os riscos a serem mitigados, a Companhia, bem como suas controladas, poderão buscar os instrumentos mais adequados para contratar o hedge. Os principais fatores que deverão direcionar a decisão do instrumento a ser utilizado estão listados a seguir:
Situação de liquidez da Companhia;
Condição de crédito junto a o mercado financeiro; e
Cenário de mercado. O valor de mercado do hedge é calculado com base nos preços médios divulgados diariamente pela BM&FBOVESPA e considera a variação cambial do período com base na PTAX- V (câmbio médio divulgado diariamente pelo BACEN após o fechamento do mercado) do dia imediatamente anterior da data inicial e do período analisado.
iii. instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge)
Os instrumentos financeiros disponíveis visando à proteção patrimonial são:
SWAPs, Juros Máximos (Cap) e Floor Agreements para proteção (Hedge) contra exposição a dívidas de taxa flutuante sem direito a reclamações (non-recourse); e
SWAPs e Contratos a Termo para proteção (Hedge) contra o risco de moeda estrangeira em certas obrigações atreladas à moeda não funcional.
Instrumentos derivativos de energia elétrica, incluindo SWAP, Opções, Contratos a Termo e Futuros para gestão do risco relacionado à compra e venda de energia elétrica.
Definido o objeto do hedge e o instrumento a ser utilizado, a Companhia precifica tais operações sempre seguindo as metodologias de mercado vigentes. Em 31 de dezembro de 2014, não havia instrumentos de hedge
contratados pela Companhia.
iv. parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos
A Companhia busca gerenciar perdas devido a um cliente ou uma contraparte de instrumento financeiro não cumprir com suas obrigações contratuais, sendo os principais contas a receber de clientes, caixa e equivalentes de caixa e investimentos de c urto prazo (instrumentos financeiros).
As vendas de energia da Companhia são efetuadas para a AES Eletropaulo, consumidores livres, comercializadoras e geradoras principalmente por contratos bilaterais ou mercado de curto prazo. As vendas para a Eletropaulo estão garantidas pelos seus recebíveis, tendo a Companhia o direito de requerer o bloqueio das contas bancárias de seu cliente até a recuperação do valor total a receber. Para os contratos bilaterais atuais e naqueles que substituirão o contrato da AES Eletropaulo a partir de 2016, a Companhia solicita em garantia produtos de mercado comuns a contratos de compra e venda de energia elétrica, tais como fiança bancária, seguro garantia e aplicações. Para o mercado curto prazo, eventuais inadimplências nos contratos de venda estão sujeitas à regulamentação da ANEEL, a qual tem a finalidade de garantir a liquidez no mercado de energia.
Quanto à proteção à sua exposição ao risco de crédito presente em instrumentos financeiros, selecionando instituições