Tocantins Distrito Federal
2001 2001 2002 2003 2004 2005 Número mínimo de linhas instaladas
(milhões)... 10,00 8,1 8,1 8,1 8,1 8,1 Serviços de telefonia fixa disponíveis a todas
comunidades maiores que (milhares de
habitantes)... – 1.000 1.000 600 600 300 Tempo máximo de espera para a instalação
de uma linha (semanas)(1)... – 4 3 2 1 1 Número mínimo de telefones públicos em
serviço (milhares) ... 285,7 216 216 216 216 216 Número mínimo de telefones públicos (por
1.000 habitantes) ... 7,07 – – 7,5 7,5 8,0 Mínimo de telefones públicos em
porcentagem de telefonia fixa ... 3,0 – – 2,5 2,5 3,0 Nível mínimo de digitalização da rede (%) ... 97,3% 85% 85% 95% 95% 99%
_____________________________________
(1) Aplica-se somente a áreas em que serviços de telefonia fixa estão plenamente disponíveis. (2) Estes requisitos de expansão e modernização incluem os requisitos para a concessão da CRT.
As metas que prevemos que exigiriam maiores esforços para alcançarmos, são aquelas em relação ao período médio de espera para a instalação de uma linha e a instalação de telefones públicos. Até o momento, fomos capazes em reduzir o tempo de espera máximo para a instalação de uma linha para quatro semanas. Atualmente, somos obrigados a reduzir o tempo de espera máximo para a instalação de uma linha para três semanas até o final de 2002. Caso não sejamos capazes de atender a este requisito, podemos estar sujeitos a multas aplicadas pela Anatel. Veja o Item 3 "Informações Importantes – Fatores de risco – Riscos em relação a nossa companhia – Poderemos não ser capazes de construir nossa rede a tempo ou sem custos desnecessários, a fim de cumprir às metas de expansão e modernização da rede estabelecida pelas nossas concessões, que podem
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resultar em multas aplicadas pela Anatel ou mesmo em uma potencial revogação de nossas concessões.”
Pelos termos das Regulamentações da Telecomunicação e nossas concessões, fomos obrigados em ter 216,3 mil telefones públicos em serviço até o final de 2001. Em 31 de dezembro de 2001, possuíamos 285,7 mil telefones públicos em serviço.
Tarifas
Nossas tarifas para os serviços de telecomunicações estão sujeitas a um extenso regulamento. Veja “– Competição” e “– Histórico e desenvolvimento da companhia – Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações – Regulamentação das Tarifas”. Desde a relativa estabilização da economia brasileira em meados de 1994, houve duas grandes mudanças nas tarifas de serviços locais e de longa distância. Vigorando a partir de janeiro de 1996, as tarifas de todos os serviços foram aumentadas, basicamente para compensar os efeitos da inflação acumulada. Vigorando a partir de maio de 1997, a estrutura tarifária foi modificada por meio de um rebalanceamento de tarifas, o que resultou em maiores tarifas por serviço medido e assinaturas mensais e tarifas mais baixas para serviços intra-regionais, inter-regionais e internacionais de longa distância.
Nossas concessões estabelecem mecanismo de teto tarifário de reajustes anuais, que coloca um limite superior numa média ponderada das tarifas para uma cesta de serviço local, longa distância e para interconexão. A cesta inclui taxas de ativação e assinatura e taxas de uso medido por serviços locais, de longa distância e telefones públicos. Sujeito a certos limites, as tarifas para alguns serviços da cesta podem ser aumentados em até 9% acima do limite, desde que a tarifa média ponderada da cesta inteira não ultrapasse o limite. Nossas concessões oferecem o teto do preço a ser reajustado periodicamente pela Anatel, tendo em consideração a inflação medida pelo IGP-DI. Em 1999, 2000 e 2001 a cesta de serviços locais foi reajustada, em média para aproximadamente 8%, 13% e 10% respectivamente.
Tarifas Locais
Nossa receita de serviços locais da consiste basicamente de tarifas de ativação e instalação, tarifas de assinatura mensal, tarifas de serviços medidos e telefonia públicos.
A tarifa de assinatura mensal é o valor pago para a disponibilidade do serviço de telefonia fixa comutada, independente de utilização. O pagamento desta tarifa inclui 100 pulsos grátis por mês para clientes residenciais e 90 pulsos grátis por mês para clientes não residenciais. Quaisquer pulsos excedentes de tais valores são cobrados para o cliente como serviço medido.
Desde 24 de junho de 2001, as tarifas de assinatura mensais (líquida de impostos) foram de R$ 16,64 para consumidores residenciais e R$ 25,58 para consumidores comerciais.
Os usuários do serviço medido, tanto os residenciais como os não-residenciais, pagam as chamadas locais dependendo da utilização. O uso é medido em pulsos. Os pulsos ocorrem em todo o sistema a cada quatro minutos na maioria das chamadas locais e a cada sessenta segundos em chamadas locais feitas entre determinados municípios. Estes pulsos de varredura são gravados
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independentemente de quando as chamadas são feitas. Além dos pulsos de varredura, o sistema registra um pulso para cada chamada quando a chamada é completada. Depois do primeiro pulso, somente pulsos de varredura são usados para determinar a tarifa da chamada. Em conseqüência, o tempo entre o primeiro pulso e o segundo (de varredura) pode variar. Por exemplo, para uma chamada cobrada usando pulsos de quatro minutos, o tempo entre o primeiro pulso e o segundo (de varredura) pulso pode variar entre um segundo e quatro minutos.
As tarifas de chamadas locais realizadas em dias de semana de 6:00 h. às 12:00 h, e aos sábados das 6:00 h. às 14:00 h. são definidas multiplicando o número de pulsos pela tarifa por pulso. As chamadas feitas em qualquer dia da semana, entre a meia-noite e 6:00, em sábados entre as 14:00 e a meia-noite e durante todo o dia nos domingos e feriados, são cobradas somente por um único pulso independente da duração da chamada.
A tabela a seguir apresenta informações selecionadas em relação a nossos preços de assinatura da Companhia e dos serviços medidos de serviços telefônicos locais nos períodos indicados.
Ano findo em 31 de dezembro de 1999(1) (3) 2000(1) (3)(4) 2001(4)(5) Média das tarifas por serviços telefônicos locais(2): (reais) (1)
Assinatura mensal:
Residencial ... 12,93 14,11 16,58 Comercial ... 19,39 21,97 24,59 Serviços medidos (por pulso local) ... 0,0751 0,0708 0,07065
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(1) Em reais de poder aquisitivo constante de 31 de dezembro de 2000. (2)
Média das tarifas mensais, líquido de impostos de valor agregado.
(3) Média de tarifas por serviços telefônicos locais levemente reduzidos em 1999 e 2000, principalmente devido à correção monetária
para reais constantes de 31 de dezembro de 2000.
(4) As informações do ano 2000 e 2001 incluem as tarifas da CRT.
(5) De acordo com a Legislação Societária, as informações financeiras de 2001 não foram corrigidas em reais.
A partir de 24 de junho de 2001, cobramos uma taxa de instalação entre R$12,63 e R$77,93 (dependendo do Estado) pela instalação de uma nova linha e uma taxa de R$74,72 quando um assinante muda de endereço.
Tarifas Intra-regionais de longa distância
Tarifas de chamadas intra-regionais de longa distância são computadas com base na hora do dia, e do dia da semana, duração e distância da chamada e também variam dependendo se os serviços especiais, tais como auxílio de operador, forem usados. A tabela a seguir, apresenta informações selecionadas de acordo com nossas tarifas domésticas de longa distância nos períodos indicados.
Ano findo em 31 de dezembro de
1999(1) (3) 2000(1) (3) (4) 2001(4) (5)
Tarifas domésticas de longa distância(2): (reais) (1)
0 a 50 km ... 0,35 0,39 0,47 50 a 100 km ... 0,58 0,59 0,70
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100 a 300 km ... 0,90 0,90 0,81 Mais de 300 km ... 1,20 0,96 1,07
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(1) Em reais de poder aquisitivo constante de 31 de dezembro de 2000.
(2) Tarifa média de uma chamada doméstica de longa distância (interestadual) de três minutos de duração entre as 9 da manhã e o meio
dia e das 14:00 às 18:00. (horas de pico) em dias de semana, líquido de impostos de valor agregado.
(3) Tarifas para os serviços de longa distância intra-regional tiveram uma pequena redução em 1999 e 2000, principalmente devido à
correção monetária para reais constantes de 31 de dezembro de 2000.
(4) As informações do ano 2000 e 2001 incluem as tarifas da CRT.
(5)
De acordo com a Legislação Societária, as informações financeiras de 2001 não foram corrigidas para reais constantes.
Tarifas de Uso da Rede
Nossa receita de serviços de rede consiste basicamente em duas categorias: (1) pagamentos de outros provedores de serviços de telecomunicações, baseados em tarifa por minuto, por chamadas completadas usando a nossa rede da Companhia e (2) pagamentos fixos de outros provedores de serviços de telecomunicação em base contratual para usar parte de nossa rede. A tarifa pelo uso da rede varia dependendo se o provedor de serviços de telecomunicações usa a nossa rede local ou a de distância. Similarmente, pagamos a outros provedores de serviços de telefonia fixa e celulares uma tarifa pelo uso da rede para completar chamadas em suas redes. Os termos e condições de interconexão são negociados livremente entre as partes, sujeitos à aprovação pela Anatel. Somos obrigados a disponibilizar nossa rede para interconexão sempre que solicitada por qualquer outro provedor de telecomunicação, se for tecnicamente viável, em base igual e não- discriminatória.
Os serviços de telefonia celular no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, são oferecidos de maneira que “quem faz a chamada, paga”. Nessa política, o assinante de serviços de celular geralmente paga tarifas de uso de celular somente por chamadas feitas pelo assinante dos serviços de celular e não por chamadas recebidas. Além disso, um assinante paga tarifas de roaming em chamadas feitas ou recebidas de fora de sua área de registro de domicílio. Chamadas recebidas por um assinante de serviços de celular são pagas pela parte que faz a chamada, de acordo com uma taxa baseada nas tarifas de celular por minuto. Por exemplo, um cliente de serviços de telefonia fixa paga uma taxa baseada nas tarifas de celular por minuto por chamadas feitas para um assinante de serviços de celular. As tarifas básicas de celular por minuto são geralmente VC1, para chamadas locais, VC2, para chamadas fora da área de registro do assinante do celular, mas dentro da região na qual o respectivo provedor oferecer serviços de celular, e VC3, para chamadas fora da área de registro do assinante e fora da região na qual o provedor oferecer serviços. Debitamos de nossos clientes de serviços de telefonia fixa taxas por minuto baseado nas tarifas VC1, VC2, ou VC3 quando um cliente de serviços de telefonia fixa chama um assinante de celular. Em contrapartida, pagamos os provedores de serviço celular uma tarifa de uso da rede móvel para estas chamadas.
Nossa receita de serviços de rede também inclui pagamentos de outros provedores de serviços de telecomunicações contratados para usar parte de nossa rede. Outros provedores de serviços de telecomunicações, tais como provedores de serviços de tronco e busca, podem usar nossa rede para conectar uma central de comutação à nossa rede. Alguns provedores de serviços de celular usam nossa rede para conectar centrais de comutação celular às estações rádio-base celulares. Também arrendamos linhas de transmissão, infra-estrutura e outros equipamentos para outros provedores de serviços de telecomunicação.
14.02 - INFORMAÇÕES RECOMENDÁVEIS, MAS NÃO OBRIGATÓRIAS
A tabela a seguir, apresenta a média por minuto das tarifas que cobramos por serviços de rede durante os anos indicados.
Ano findo em 31 de dezembro de 1999(1) (3) 2000(1) (3) (4) 2001 (4) (5)
(reais)(2)
Taxa de uso da rede (local) ... 0,0428 0,0444 0,0501 Taxa de uso da rede (longa distância ) ... 0,0759 0,0777 0,0819 Taxa por minuto por chamadas feitas para a rede de celular:
VC1 ... 0,297 0,287 0,306 VC2 ... 0,613 0,546 0,626 VC3 ... 0,699 0,585 0,689
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(1) Em reais de poder aquisitivo constante de 31 de dezembro de 2000.
(2) Líquido de Impostos de valor agregado Tarifas de uso de rede (local e longa distância) referem-se às tarifas que nós cobramos. (3) As tarifas médias diminuíram levemente em 1999 e 2000, principalmente devido à correção monetária para reais constantes de 31
de dezembro de 2000.
(4) As informações do ano 2000 e 2001 incluem as informações da CRT.
(5)
De acordo com a Legislação Societária, as informações financeiras de 2001 não foram corrigidas em reais constantes.
Em 24 de junho de 2001, as tarifas de uso da rede local e de longa distância foram de aproximadamente R$0,0482 e R$0,0838, respectivamente.
Em junho de 2001, a Anatel autorizou um aumento médio de aproximadamente 10% para o TU-M (tarifa de interconexão fixa-móvel) por toda a nossa região. Em janeiro de 2002, o TU-M foi ajustado, em média, 10,6% em nossa área de concessão.
Em 14 de fevereiro de 2001, a Anatel estabeleceu um novo teto de preço para as tarifas do VC-1, VC-2 e VC-3. A tarifa do VC-1 aumentou para 9,5% enquanto as tarifas do VC-2 e VC-3 aumentaram aproximadamente 7,5% cada, todas líquidas de impostos de valor agregado. Em janeiro de 2002, a tarifa do VC-1 foi ajustada em 9,9% e as tarifas do VC-2 e VC-3 foram ajustadas em 8,8%, passando a vigorar a partir de 1 de fevereiro de 2002.
Tarifas de Transmissão de Dados
A maior parte da receita de serviços de transmissão de dados é gerada por cobrança de aluguel mensal de linhas arrendadas para circuitos privados. O restante consiste principalmente em cobranças nominais por acesso à rede de transmissão de dados e pela cobrança de serviços medidos baseadas na quantidade de dados transmitidos. A tabela a seguir, apresenta informações selecionadas sobre a nossa média mensal de cobranças mensais de aluguel de linha para serviços de circuitos arrendados privados nos anos indicados.
Ano findo em 31 de dezembro de 1999(1) (3) 2000(1) (3) (4) 2001 (4) (5)
(reais) Tarifa média por aluguel mensal de linha por circuito
arrendado Circuito local
4,8 Kbps ... 191,86 174,49 152,37 9,6 Kbps ... 191,86 174,49 152,37 64Kbps ... 394,46 358,75 264,94
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2Mbps... 4.997,53 4.545,1 2.534,16 Circuito de longa distância (2)
4,8 Kbps ... 824,65 750,0 612,94 9,6 Kbps ... 824,65 750,0 612,94 64Kbps ... 2.230,69 2.028,76 946,19 2Mbps... 28.295,36 25.731,20 25.731,20
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(1) Em reais de poder aquisitivo constante de 31 de dezembro de 2000. (2)
Média de tarifas, líquido de impostos de valor agregado, presumindo uma distância de transmissão entre 300 e 500 quilômetros e um contrato de três anos.
(3) As tarifas médias diminuíram levemente em 1999 e 2000, principalmente devido à correção monetária para reais constantes de 31
de dezembro de 2000.
(4) As informações do ano 2000 e 2001 incluem as tarifas da CRT.
(5)
De acordo com a Legislação Societária, as informações financeiras de 2001 não foram corrigidas em reais constantes.
O custo de uma linha residencial ADSL é a seguinte:
• R$59/mês para o Plano Rápido; e
• R$175/mês para o Plano Super Rápido.
O custo de uma linha empresarial ADSL é a seguinte:
• R$99/mês para o Plano Rápido;
• R$209/mês para o Plano Super Rápido; e
• R$409/mês para o Plano Profissional.
Estes custos não incluem as taxas normalmente pagas pelos consumidores a seus provedores de serviço de internet.
Impostos sobre serviços de telecomunicação
O custo dos serviços de telecomunicação no Brasil inclui diversos impostos. O imposto principal é o imposto de valor agregado estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ("ICMS") que o estado brasileiro impõem em diversas alíquotas sobre os preços dos serviços de telecomunicações. A alíquota atual média de ICMS para serviços de telecomunicações é de 25%. Entretanto, a alíquota de ICMS varia em alguns estados. No Estado do Acre, por exemplo, a alíquota do ICMS é de 25%, enquanto que no Mato Grosso, a alíquota do ICMS é de 30%. No estado do Mato Grosso do Sul, a alíquota do ICMS é de 25%. No estado do Goiás, a alíquota do ICMS é de 26%.
Os encargos tributários na área de telecomunicações também incluem quatro outros impostos federais: o Programa de Integração Social ("PIS"), a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ("COFINS"), o FUST e o FUNTTEL, impostos em certos serviços de telecomunicações em taxas de 0,65%, 3,0%, 1,0% e 0,5%, respectivamente, da receita operacional bruta de certas deduções. Veja o Item 10 "Informações Adicionais – Tributação – Considerações Fiscais Brasileiras – Outros impostos brasileiros."
Em 2001, os impostos nos serviços de telecomunicações representaram aproximadamente 26% de nossa receita operacional anual.
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