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1 Simplificam e sumarizam as informações de gerência coletadas. 1 Integram-se com outros sistemas, criando uma interface única.
1 Organizam dados de gerenciamento, apresentando-os de maneira mais adequada (gráficos tabelas e relatórios).
1 Plataforma gratuitas versus comerciais.
Em um conceito simples, um sistema de gerência de redes (NMS) é uma combinação de hardware, software e protocolos utilizados para administrar todos os elementos da rede. Os diferentes elementos a serem gerenciados variam de uma organização para outra e a sua definição é um dos pontos básicos para a escolha de um sistema de gerência com o objetivo de mapear todos os elementos que são importantes para a organização e, preferencial- mente, conseguir visualizar seus relacionamentos de forma conjunta.
Entre as centenas de sistemas de gerência existentes, é preciso que o administrador da rede consiga escolher qual, ou quais, melhor de adaptam às suas necessidades.
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1 As ferramentas escolhidas para o NOC devem ser úteis e utilizáveis;
1 Muitas ferramentas são excelentes, mas exigem alto nível de conhecimento para tirar proveito delas;
1 Uma boa ferramenta permite tanto customização quanto reconhecimento automati- zado da rede;
1 Ideia fundamental: quanto menos informação o usuário precisar inserir, melhor. O ponto fundamental que rege a escolha do NMS a ser implementado é sem dúvida que ele seja adequado às necessidades e expectativas que se tem. Investir em ferramentas caras nem sempre é a melhor solução, já que as inúmeras funcionalidades dispendem um conhe- cimento não desprezível para o seu uso.
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1 A interface gráfica deve mostrar claramente as falhas da rede; 1 Ter suporte a web e níveis de usuários é importante.
Um dos pontos fundamentais para essa definição é sempre a interface de uso, já que existem sistemas que exigem a instalação de um cliente específico para realizar algumas funções, fazendo distinção entre um acesso web e um acesso pelo cliente instalado (exemplo: edição dos mapas da rede).
Outro ponto relevante é a possibilidade de definir-se perfis e grupos de usuários como administrador e operador, o que evitará que configurações da gerência de determinados segmentos (exemplo: banco de dados) sejam alterados por outra equipe de trabalho (exemplo: equipe de suporte a redes). Grupos e subgrupos de trabalho são bastante úteis, mas são poucas ferramentas que os implementam de uma forma efetiva e integrada usando plataformas de autenticação, como Ldap.
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1 O software escolhido é passível de integração?
2 Um bom NMS permite integração com outros padrões da indústria, permitindo interação via mail, sistema de tickes, SMS etc. Quanto maior a possibilidade de integração, melhor.
Na maioria das vezes, não é possível adquirir uma solução de gerência totalmente integrada e completa que abarque todos os elementos e serviços da rede. Nesse ponto, a possibili-
G er ên ci a d e R ed es d e Co m pu ta do re s
dade de integração com as ferramentas existentes acaba sendo necessária. Um fato comum é uma nova solução de gerência ter de se integrar com um sistema de registro de problemas já existente na empresa. Um caso é a necessidade de abertura de tickets via API ou e-mail para realizar essa integração.
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1 Existe uma boa interface de relatórios:
2 É possível extrair diversos relatório de forma facilitada, customizável e em tempo real. Em outros pontos a operação da empresa possui portal de clientes e gostaria de disponi- bilizar os dados da gerência e seus relatórios diretamente para os clientes nesse portal ou emiti-los diretamente e de forma regular aos seus clientes. Algumas ferramentas possuem módulos específicos para esse fim (exemplo: integração com Crystal Reports ou geração de relatórios em PDF ou planilhas de Excel), enquanto em outras os relatórios precisam ser extraídos manualmente.
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1 Modularidade:
2 Possibilidade de agregação em módulo de novas funcionalidades prevendo aumento da gerência;
2 Permite acompanhar futuras demandas da empresa.
A modularidade das ferramentas é um item obrigatório para empresas maiores ou que pre- tendem adotar um NMS como uma plataforma de gerência institucional. Na prática, a modu- laridade da ferramenta é o que permitirá a integração de novas funcionalidades na gerência da rede, permitindo a gerência de novos serviços. Alguns módulos são desenvolvidos pelo próprio fabricante e outros por empresas terceiras baseado em APIs que o fabricante do software provê. Alguns exemplos módulos que podem ser integrados a posteriori são: 1 Auditoria de sistemas;
1 Service Desk e sistema de registro de problemas; 1 Gerência de bens e inventário;
1 VOIP e Telefonia IP; 1 Gerência de Configuração; 1 Gerência de Impressão;
1 Gerência de Processos e Nível de serviço (SLA).
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Cada rede tem suas necessidades, defina o seu ideal de gerência: 1 O que você quer gerenciar: processo, serviços etc.;
1 Defina as áreas em que você quer agir (FCAPS?); 1 Defina se uma gerência integrada é ou não vital.
2 Estabeleça seu orçamento; 2 Defina o tempo para implantação; 2 Planeje o tempo de vida da sua solução; 2 Defina e treine recursos humanos.
É imprescindível definir anteriormente “o que” se deseja gerenciar dentro da instituição, levando em conta que a cada nova gerência existe um custo considerável associado, tanto para compra do produto (se for o caso), quanto para a manutenção da solução e o treina- mento da equipe responsável pelo processo.
Ca pí tu lo 5 - A sp ec to s e a pl ic aç õe s d e p la ta fo rm as d e g er ên ci a
Entre a extensa lista de possibilidades de ferramentas, a máxima integração deve ser um dos objetivos. Infelizmente, ela acaba sendo cerceada pelo custo das plataformas, fazendo com que a utilização de várias soluções gratuitas seja sempre considerada como algo factível, muitas vezes se desprezando o custo de manutenção de uma solução múltipla em vez de uma solução integrada. Nesse ponto, alguns itens devem ser considerados, como o tempo de vida que você planeja para a solução e o custo de pessoal. Algo que é frequentemente desconsiderado na adoção de plataformas de gerência de redes gratuitas é que um software gratuito possa ser descontinuado ou ser incompatível com a versão anterior, fazendo com que o trabalho de configuração da gerência tenha de ser refeito. Outro ponto a considerar é que a curva de aprendizagem de muitas ferramentas freeware não são desprezíveis.
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1 Plataformas comerciais: 2 Integradas;
2 Curva de aprendizado relativamente rápida; 2 Intuitivas.
1 Plataformas gratuitas: 2 Funcionalidades básicas; 2 Reaprendizado constante; 2 Risco de descontinuidade.
Quando se chega nesse ponto, uma boa saída é novamente a avaliação do modelo FCAPS para definir quais as funcionalidades são necessárias para definir o que precisa ser geren- ciado na instituição. A análise inevitavelmente passa pelo fator financeiro, e deve-se ter em mente que muitas vezes existe somente uma substituição entre custo da ferramenta e custo de pessoal para manter ferramentas gratuitas ou de baixo custo.
Os NMSs de primeira linha geralmente possuem uma plataforma totalmente modular, permi- tindo o crescimento e melhorias no gerenciamento das organizações através da aquisição de novos módulos de gerência. As plataformas comerciais de primeira linha em geral disponibilizam centenas de módulos e plug-ins que aumentam a lista de elementos que podem ser gerenciados, possibilitando o reconhecimento de praticamente todos os softwares e hardwares conhecidos.
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Entre a lista dos NMS comerciais mais completos, podemos citar: 1 CA Spectrum (www.ca.com/spectrum);
1 HP IMC – Intelligent Management Center;
1 HP NNM: Network Node Manager (www.hp.com/go/nnm); 1 IBM Tivoli Netcool Network Management (www.ibm.com/tivoli); 1 BMC Suite.
Existem ainda NMSs que não são tão completos no que se refere à integração com dife- rentes modelos e processos de negócio, mas possuem um crescimento mais limitado e enfoque mais técnico (para administradores de sistemas e gerentes de rede).
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Alguns NMS têm custos acessíveis para empresas pequenas e médias, como por exemplo: 1 OPManager;
1 SNMPc; 1 WhatsUP Gold; 1 Zabbix;
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Em redes menores, existe ainda a possibilidade de utilização de ferramentas comerciais que permitem o uso limitado de funcionalidades, geralmente disponibilizado como uma versão gratuita ou como um opensource ou freeware. Normalmente essas limitações são quanto à quantidade de serviços e funcionalidades disponibilizados nessas plataformas gratuitas, mas em alguns casos podem ser oferecidas o conjunto completo de funcionalidades, porém para um número limitado de dispositivos ou elementos gerenciáveis.
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Versões opensource/freeware de ferramentas comerciais: 1 HP INM permite uso completo para até 25 nodos;
1 OPManager permite uso gratuito para até 10 elementos de rede; 1 Zabbix possui uma versão comercial e outra gratuita com restrição; 1 Nagios – versão opensource.
Existem ainda NMSs para fins específicos, ou seja, atreladas a algum fabricante de hardware, em geral switches ou roteadores. Essas plataformas normalmente são disponibilizadas junto com a compra de determinados equipamentos, para a gerência específica daqueles equipamentos. Na maioria dos casos, essas ferramentas permitem a gerência limitada para equipamentos de outros fabricantes (exemplo: somente suporte a MIB-II e ICMP), e têm de ser abandonados no momento da troca dos equipamentos (hardware) da rede.
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Alguns exemplos de ferramentas de gerência específicas: 1 Ericson IPECS NMS (Network Management Solution);
1 Extreme Networks RIDGELINE Network and Service Management; 1 HP Procurve Manager;
1 Cisco Works LMS.