j) Ser Unifra: oportuniza aos estudantes espaços para convivência em grupos, com vistas ao crescimento pessoal e ao compromisso evangelizador, pois tem como base a
Anexo 4 Normas que disciplinam os projetos experimentais
Anexo 4 - Normas que disciplinam os projetos experimentais
Artigo 1º - Esse regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e avaliação dos Projetos Experimentais em Rádio e em Televisão, do curso de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano, e é exigência legal e requisito para a colação de grau e obtenção do diploma de bacharel em jornalismo.
Artigo 2º - Os projetos experimentais consistem em produções exclusivamente de caráter jornalístico, o que exclui experiências ligadas à ficção, e devem demandar a organização do processo de planejamento por meio da pauta, pesquisa e apuração, contato com fontes, levantamento e tratamento de dados, redação de textos, captação de imagens e sons, edição e apresentação do material final, desenvolvidos no sétimo e oitavo semestres do curso.
Artigo 3º - Os Projetos Experimentais de Rádio e os de Televisão devem ser realizados, obrigatoriamente, em equipes de três a cinco integrantes, organizados a partir de sugestão dos estudantes no começo do semestre ou por orientação do professor.
Parágrafo único - A equipe formada não pode se destituir no decorrer do semestre. Salvo se durante o desenvolvimento do projeto houver a constatação, pelo professor orientador, de que um ou mais participantes não cumpre as tarefas estabelecidas. Em tal caso, o estudante poderá ser excluído da equipe, sem direito à participação na defesa do projeto.
Artigo 4º - Os projetos experimentais serão desenvolvidos a partir de pré-projetos elaborados na disciplina de Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação, no sexto semestre.
Artigo 5º - O processo dos projetos experimentais compreende etapas sucessivas a partir de encontros semanais de orientação, definidos no começo do semestre, com o controle da frequência e acompanhamento do trabalho desenvolvido fora da sala de aula.
Artigo 6º - A orientação caberá a um professor-orientador, designado pela coordenação do curso.
Parágrafo único - O professor-orientador será o responsável pela supervisão de todo o processo, desde a definição do projeto até o acompanhamento de sua implantação e apresentação de relatórios. É atribuição do professor avaliar os encaminhamentos do projeto, sugerir aprimoramentos e possíveis alterações, para qualificar a apresentação do produto final e relatório.
Artigo 7º - Cabe às equipes de estudantes:
a) frequentar as reuniões convocadas pela coordenação do curso e/ou professor-orientador;
b) manter contatos semanais com o seu professor-orientador, para discussão do trabalho em desenvolvimento;
c) cumprir calendário divulgado pela coordenação do curso e professor-orientador, para entrega e defesa de memorial e produto piloto;
d) comparecer em dia, hora e local determinados, para apresentação e defesa oral do memorial e produto piloto, perante banca examinadora;
e) sugerir à coordenação do curso e ao professor-orientador, dois nomes de professores ou profissionais da área para compor a banca, desde que implique ônus para a instituição.
Artigo 8º - Serão aceitos os seguintes formatos para Projetos Experimentais em Televisão:
- Documentário de dez a quinze minutos: entende-se como documentário a exploração audiovisual e jornalística de um tema, escolhido a critério do autor. O trabalho jornalístico deverá ser acompanhado de texto no qual o grupo justifica seus procedimentos.
- Duas séries de grandes reportagens de cinco minutos cada: entende-se como grande reportagem os trabalhos jornalísticos não ficcionais que relatem ou interpretem fatos ou aspectos da realidade, a utilizar técnicas de produção e linguagem próprias da televisão, escolhidos a critério do grupo.
- Programa de entrevista ou debate de quinze minutos: programas de entrevistas ou debates são os trabalhos jornalísticos não ficcionais, que tratam de fatos da realidade. Com temas de interesse coletivo, escolhidos a critério do grupo. O programa de entrevistas deve ter de um a dois convidados, e o programa de debates não poderá conter menos de duas pessoas com o apresentador (estudante).
- Telejornal de dez minutos: entende-se como telejornal a produção de um trabalho jornalístico que contenha matérias, notas cobertas, notas, escalada e chamadas para os blocos. Os estudantes deverão produzir, editar e gravar as matérias do telejornal, conduzir as gravações e todos os procedimentos (espelho, acompanhamento na suíte).
- Revista Eletrônica de quinze minutos: entende-se como revista eletrônica a produção de um trabalho jornalístico que contenha matérias, notas cobertas, entretenimento, escalada e chamadas para os blocos. Os estudantes deverão produzir, editar e gravar as matérias da Revista Eletrônica, conduzir as gravações e todos os procedimentos (espelho, acompanhamento na suíte).
§ 1º - Não se devem incluir nos trabalhos anúncios publicitários, apresentação dos programas por terceiros e entrevistas com estudantes, professores ou servidores da Unifra.
§ 2º - As técnicas utilizadas de produção e linguagem serão próprias da televisão. O fio condutor da peça em vídeo deverá ser a linguagem jornalística, ou seja, as regras básicas do jornalismo a exemplo de temas de interesse coletivo, pluralidade de fontes e clareza.
§ 3º - O tempo disponível para uso dos equipamentos e do Laboratório por equipe de trabalho será previamente definido pelo professor, a partir do horário da disciplina, em comum acordo com os estudantes.
§ 4º - As peças em vídeo são atividades acadêmicas e integram o acervo de produção curso, sendo armazenadas em meio digital. Os estudantes poderão dispor de uma cópia em DVD, desde que forneçam as respectivas mídias para a cópia ao Laboratório de Produção Audiovisual.
Artigo 9º - Serão aceitos os seguintes formatos para Projetos Experimentais em Rádio:
- Documentário radiofônico, de vinte a trinta minutos: entende-se como documentário radiofônico a exploração jornalística em áudio de um tema, escolhido a critério do grupo. O trabalho radiojornalístico deve ser acompanhado de roteiro e texto no qual o grupo justifica seus procedimentos.
- Série de reportagens, com pelo menos quatro partes de cinco minutos cada: entende-se como reportagem os trabalhos radiojornalísticos não ficcionais, que relatem ou interpretem fatos ou aspectos da realidade, a utilizar técnicas de produção e linguagem próprias do rádio, escolhidos a critério do grupo.
- Programa de entrevista ou debate, de vinte a trinta minutos: programas de entrevistas ou debates são os trabalhos radiojornalísticos não ficcionais, que tratam de fatos da realidade. Os temas devem ser de interesse coletivo, escolhidos a critério do grupo. Os programas devem ter de dois a quatro convidados, e até dois apresentadores/mediadores (estudantes).
- Radiojornal, de vinte a trinta minutos: entende-se como radiojornal a produção de um trabalho jornalístico que contenha notícias, notas, entrevistas, boletins, comentários, reportagens e crônicas. O radiojornal é constituído por diversas seções ou editorias. Os estudantes devem produzir, editar e gravar o material do radiojornal; conduzir as gravações e todos os procedimentos (roteiro, acompanhamento na central técnica).
- Síntese noticiosa de cinco a dez minutos em série de edições que totalizem pelo menos vinte e cinco minutos: entende-se por síntese noticiosa o informativo radiojornalístico não ficcional em que os fatos são hierarquizados em ordem crescente de importância. Cada acontecimento corresponde a uma notícia ou nota e deve ser de interesse coletivo. As técnicas utilizadas serão as do rádio.
- Radiorrevista ou programa de variedades, de vinte e cinco a trinta minutos: entende-se por radiorrevista ou programa de variedades a produção que reúne aspectos informativos e de entretenimento não ficcionais, a englobar prestação de serviços, temas diversificados e execução de músicas, por meio de notícias e entrevistas. É um espaço voltado para a cultura e o lazer. Os estudantes devem produzir, gravar e editar o material, observando as técnicas do rádio. O programa precisa ter dois terços de informação (cerca de vinte minutos) e um terço de entretenimento (cerca de dez minutos).
§ 1º - Serão admitidos, nos trabalhos, hora certa, previsão do tempo, boletim do trânsito e até três intervalos comerciais, em radiojornal e síntese noticiosa, além de intervenção de terceiros, de até três minutos, na condição de comentaristas em radiojornal.
§ 2º - Não devem ser incluídos, nos trabalhos, anúncios publicitários, apresentação dos programas por terceiros e entrevistas com estudantes, professores ou servidores da Unifra.
§ 3º - As técnicas utilizadas de produção e linguagem serão próprias do rádio. O fio condutor da peça em rádio deve ser a linguagem jornalística, ou seja, as regras básicas do jornalismo a exemplo de temas de interesse coletivo, pluralidade de fontes e clareza.
§4º - O tempo disponível para uso dos equipamentos e do laboratório por equipe de trabalho será previamente definido pelo professor, a partir do horário da disciplina, em comum acordo com os estudantes.
§ 5º - As peças em áudio ficarão sob a responsabilidade da Unifra em CD-ROM. Os estudantes poderão dispor de uma cópia, desde que forneçam as mídias ao Laboratório de Rádio.
Artigo 10º - A coordenação do curso juntamente com os professores-orientadores marcará datas, horários e locais para a defesa dos Projetos Experimentais, além de comunicar, paralelamente, às bancas examinadoras.
Artigo 11º - A banca examinadora será constituída pelo professor-orientador, que a preside, e por dois professores ou profissionais da área, designados pelo coordenador do curso.
Artigo 12º - Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de sete dias para realizar a leitura do memorial e análise do produto piloto que irão avaliar.
Artigo 13º - A banca examinadora somente executará seus trabalhos com a presença dos três membros.
§1º - O não comparecimento de algum dos membros designados para a banca examinadora deverá ser comunicado, por escrito, ao coordenador do curso, para definição de nova data de defesa, conforme o calendário letivo.
Artigo 14º - A apresentação dos projetos experimentais ocorrerá mediante entrega do produto piloto desenvolvido e de um memorial de no mínimo vinte páginas e no máximo quarenta páginas, sobre o processo realizado, até sete dias antes da data da banca de avaliação.
Parágrafo único - O memorial deve ser formatado segundo as normas da ABNT adotadas pela instituição e entregue em três cópias junto com o produto. O memorial deve conter:
- apresentação do projeto: formato, tempo, tema, objetivos, justificativa;
- descrição da produção: detalhamento das atividades desenvolvidas para a aplicação do projeto, com as atribuições de cada integrante da equipe;
- considerações finais: observações do grupo sobre o processo de aprendizado e aplicação dos conhecimentos da área no projeto, levantamento de aspectos positivos e negativos do trabalho;
- referências: citação das fontes de pesquisa.
Artigo 15º - Ao término da data limite para a entrega das cópias dos Projetos Experimentais, a coordenação do curso divulgará, publicamente, a composição das bancas examinadoras, as datas e os locais das defesas.
§ 1º - Quando o memorial e o produto não forem entregues no prazo estabelecido, caberá à coordenação do curso, junto ao professor-orientador, analisar a relevância ou não da justificativa apresentada pela equipe.
§ 2º - Caso a justificativa seja válida e com o assentimento do professor-orientador, poderá ser estabelecida data específica, para a defesa, no mesmo semestre letivo.
§ 3º - Entende-se por projeto concluído a entrega do memorial e do produto na data estabelecida no calendário das defesas. Não será aceita a entrega de uma parte do projeto, conforme art. 21 deste regulamento.
Artigo 16º - Na defesa dos projetos experimentais, a equipe disporá de, no máximo, vinte minutos para apresentação oral de seu trabalho; cada membro da banca disporá até dez minutos para fazer sua arguição e comentários; e a equipe poderá usar mais dez minutos, após a arguição de todos os membros da banca para responder as questões não esclarecidas. Parágrafo único - A apresentação e a defesa oral só serão permitidas mediante a presença de todos os membros da equipe.
Artigo 17º - A banca examinadora avalia o memorial entregue, apresentação oral e produto jornalístico desenvolvido, a partir dos critérios de: clareza, objetividade, pertinência do tema, domínio da linguagem jornalística, cumprimento dos objetivos propostos, relevância do produto desenvolvido.
Artigo 18º - A nota final dos projetos experimentais é definida pela média aritmética atribuída pelos membros da banca examinadora.
Artigo 19º - Os projetos experimentais que atingirem nota mínima sete (7.0), na defesa oral em banca, serão considerados aprovados.
Artigo 20º - A banca examinadora, por maioria, após a defesa oral, pode sugerir à equipe que reformule aspectos do seu projeto experimental.
§1º - Em caso de reprovação e se o estudante for formando, aplica-se o previsto no item 7 da resolução 16/02 de 23/12/02 do Conselho Universitário da Unifra.
§ 2º - Neste caso, o prazo para apresentar o projeto experimental reformulado é de, no máximo, trinta dias. A banca examinadora deverá reunir-se para nova avaliação, sem a inexistência de nova defesa oral.
Artigo 21º - A equipe que não entregar os projetos experimentais no formato exigido neste regulamento, com memorial e produto, ou que não se apresentar para a sua defesa oral, sem motivo justificado, está
automaticamente reprovada e, somente, poderá apresentar novo projeto no semestre letivo seguinte, mediante nova matrícula.
Artigo 22º - Após defesa oral e possíveis alterações sugeridas pela banca, a equipe deverá entregar uma cópia impressa e em CD do produto e memorial para arquivo no curso, no prazo de trinta dias.