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25 Nota do Tradutor:

No documento Escuridão Espiritual (páginas 25-41)

E

m uma de minhas meditações orava ao Senhor pedindo-lhe que me desse sabedoria para ser mais eficaz em meus esforços dirigidos à salvação e edificação de almas, enquanto pensava em meu coração em algum método específico que pudesse atender a tal objetivo, quando o Senhor me disse que não há método que seja dado ao homem porque Ele usa o método necessário para cada pessoa em particular, segundo o Seu próprio poder, e isto não se encontra na esfera de capacidade de qualquer criatura, por mais sábia que ela seja.

Então, nossa obrigação é a de pregar e ensinar a verdade das Escrituras, e deixar a eficácia do resultado nas mãos de Deus, porque usará o testemunho e as circunstâncias que Ele julgar as mais eficazes para atuar em cada caso promovendo salvação e edificação.

Assim como um bisturi não tem qualquer uso senão somente quando se encontra nas mãos de um cirurgião habilidoso, de igual forma somos apenas instrumentos sem qualquer uso, quer no que falamos, quer no que escrevemos, até que o grande Cirurgião decida usar-nos para que Ele próprio promova a cura de uma alma enferma.

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Não tem sido assim em nossa própria experiência, em que fomos abençoados por Deus através da instrumentalidade de muitos dos Seus servos, em diversas ocasiões diferentes?

De igual modo espero que o que passo a descrever adiante, possa de alguma forma ser usado pelo Senhor para abençoar a vida de algum leitor.

Em uma tarde ensolarada de primavera, vi passar em louca disparada um cavalo de porte médio, ainda jovem, com a pelagem muito suja, esquelético e de andar desconjuntado, montado por um cavaleiro alto, adulto e desvairado, que o chicoteava repetidamente sob o proferimento de vários impropérios de baixo calão que dirigia a ele em grande fúria, exigindo que se deslocasse mais rapidamente.

O pobre animal espumava e mal conseguia se deslocar, estando debaixo de grande sofrimento, e eu fui despertado em um grande clamor por justiça em meu coração, sentindo ao mesmo tempo uma grande impotência e incapacidade para poder fazer algo que pudesse impedir a continuidade daquela crueldade.

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À noite, mal conseguia conciliar o sono, pensando nas muitas injustiças que desde a mais remota época, vêm acontecendo no mundo, e que atingem não apenas os animais, mas inclusive a criancinhas e especialmente mulheres que são estupradas ou assassinadas por pessoas cruéis, que continuam impunes em sua grande maioria, dando prosseguimento às suas crueldades.

Como Deus vê tudo isso?

Muitos consideram que Ele é indiferente e que também é impassível em relação a tais ocorrências.

Outros colocam toda a culpa no diabo, a quem atribuem todo o tipo de mal e injustiça que há no mundo.

Outros, isentam a Deus de qualquer culpa ou indiferença, e ainda que admitam a participação do diabo em muitos eventos, todavia atribuem toda a culpa ao próprio homem, em razão de ser pecador.

Mas a grande questão que se levanta é a relativa à aplicação da justiça. Há um clamor moral natural para que a justiça seja feita sempre que houver a manifestação do mal. Mas como

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poderia haver uma justiça perfeita para um homem cujo coração imagina continuamente o mal?

Esperar tal justiça perfeita da parte dos homens seria equivalente a uma utopia, uma vez que o próprio juiz é pecador. E por melhor que ele fosse não é dado a nenhum homem conhecer perfeitamente o seu próximo no que diz respeito a todos os seus pensamentos, ações, omissões, sejam boas ou más, ao longo do curso de toda a história das suas vidas.

Deus tem todo o poder, sabedoria, conhecimento, inclusive presciente, e é perfeitamente santo e justo para exercer juízos, porque conhece perfeitamente o coração de cada pessoa e todo o histórico de sua vida desde a formação no ventre até o dia da sua morte.

Se Ele não tivesse se revelado nas Escrituras, sobretudo na forma como exerce o juízo com base na mais perfeita justiça, nos encontraríamos em um labirinto infinito do qual jamais acharíamos a saída.

Antes de tudo, vejamos o caso do cavaleiro cruel e seu cavalo.

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Deus tem proibido e ameaçado nas Escrituras, aqueles que causam danos à Terra e que maltratam os animais.

Mesmo no caso de animais que são sacrificados para serem consumidos, não é admitido que recebam maltratos enquanto vivem, ou que sejam submetidos a qualquer tipo de morte dolorosa e prolongada.

Tratar qualquer criatura com crueldade não é admitido de nenhuma forma pelo Criador que afirma que trará em juízo até uma palavra proferida de forma ociosa.

Não há qualquer indiferença da parte de Deus em relação aos pecados que são praticados na Terra, porque os tem registrado para uma posterior imputação no Dia do Juízo Final.

Além desse julgamento final do qual ninguém escapará, há intervenções de juízos localizados e temporários da parte de Deus, nas quais a Sua misericórdia e longanimidade devem ser levadas em consideração, antes de serem apreciadas, como foi o caso do tempo dado a Sodoma e Gomorra, aos amorreus, e em vários outros exemplos destacados na Bíblia, e registrados na própria história geral da

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humanidade, com vistas a manter a continuidade da vida na Terra.

Mas, a questão moral da aplicação da justiça ainda permanece em aberto com todas estas informações já dadas. É preciso prosseguir adiante e entender que além de ser poderoso, juiz e justo, Deus é amor, bondade, misericórdia, paciência, longanimidade etc.

Todos os Seus atributos encontram-se em perfeita harmonia e equilibrados nEle, de forma que um não se sobressai sobre o outro.

Ele determinou salvar a muitos pecadores ao longo de toda a história da humanidade, e sabia que teria que fazê-lo em um mundo hostil, cruel e contrário a Ele e às Suas leis justas.

Isto demanda então que seja paciente e longânimo para com todos, inclusive os maus, dos quais a propósito, serão gerados muitos que se converterão a Ele e o amarão e temerão.

Enquanto a crueldade corre desenfreadamente na face da Terra, em diversas formas de injustiça, inclusive em guerras, o amor, a bondade e a misericórdia de Deus seguem ao lado resgatando a muitos das trevas do pecado, para trazê-los para a luz.

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Além disso, em nenhum momento a justiça divina deixa de ser exercida, inclusive em relação àqueles que não mais responderão perante Ele para serem condenados a um sofrimento eterno no inferno, porque Jesus sofreu no lugar deles, morrendo na cruz, e recebendo contra Si mesmo toda a ira da justiça divina contra os pecadores, que eles deveriam sofrer.

O cavaleiro cruel chicoteava e xingava o cavalo, e os pecadores, quando pecam, chicoteiam e xingam a Deus. Isto não pode ser deixado sem um juízo de retribuição eterna, de vergonha e dor, porque é praticado contra um Ser infinito e eterno.

Devemos lamentar e chorar por causa dos nossos pecados, porque na salvação, o que está implícito não é apenas a questão moral da satisfação da justiça através do sangue derramado por Jesus, mas o sentimento dolorido que devemos ter por saber que aquela morte foi causada pela nossa própria crueldade.

Não é cruel ofender a um Deus que é todo bondade e amor?

Não é cruel ter rejeitado e cuspido na mão que nos alimentou e cuidou?

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Por isso é dito no profeta Zacarias que quando víssemos Jesus sendo transpassado pelos nossos pecados, nós choraríamos amargamente, por sabermos que fomos nós mesmos que demos ocasião a isto.

Foi doloroso ver o cavalo sendo chicoteado cruelmente e injustamente, e seria menos doloroso ver Jesus sendo cravado na cruz e perfurado pela lança, e cuspido, escarnecido, e oprimido por Satanás e todos os demônios?

Seria menos culpável o fato de continuarmos rejeitando-o enquanto Ele estende suas mãos feridas em nossa direção para que acreditemos nEle?

A questão do juízo, da justiça e do próprio pecado giram em torno da pessoa sagrada de Jesus.

Ele é a régua da medida dos nossos pensamentos e atos.

O que for conforme a Ele é aprovado e justo, e o que é contra Ele está condenado.

Entreguemos todo o juízo nas mãos do Justo Juiz, que a seu tempo dará a cada um segundo as suas obras.

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Enquanto isso, continuemos suspirando e lamentando por todo o mal que há em nós e no mundo, porque de fato, não é coisa pequena esta terrível crueldade chamada pecado.

“5 Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração;

6 então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.

7 Disse o SENHOR: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito.” (Gênesis 6.5-7).

“Não atarás a boca ao boi quando debulha.”

(Deuteronômio 20.4).

“8 Em nascendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental; o sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que desfalecia, pelo que pediu para si a morte, dizendo: Melhor me é morrer do que viver!

9 Então, perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira por causa da planta? Ele respondeu: É razoável a minha ira até à morte.

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10 Tornou o SENHOR: Tens compaixão da planta que te não custou trabalho, a qual não fizeste crescer, que numa noite nasceu e numa noite pereceu;

11 e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de cento e vinte mil pessoas, que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda, e também muitos animais?” (Jonas 4.8-11).

“O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel.” (Provérbios 12.10).

“3 Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.

4 Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.

5 Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades;

o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

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6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.

7 Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.

8 Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido.

9 Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.

10 Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos.

11 Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.

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12 Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Isaías 53.3-12).

“10 E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito.

11 Naquele dia, será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom, no vale de Megido.

12 A terra pranteará, cada família à parte; a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte;

13 a família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família dos simeítas à parte, e suas mulheres à parte.

14 Todas as mais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte.” (Zacarias 12.10-14);

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“6 Levanta-te, SENHOR, na tua indignação, mostra a tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e desperta-te em meu favor, segundo o juízo que designaste.

7 Reúnam-se ao redor de ti os povos, e por sobre eles remonta-te às alturas.

8 O SENHOR julga os povos; julga-me, SENHOR, segundo a minha retidão e segundo a integridade que há em mim.

9 Cesse a malícia dos ímpios, mas estabelece tu o justo; pois sondas a mente e o coração, ó justo Deus.

10 Deus é o meu escudo; ele salva os retos de coração.

11 Deus é justo juiz, Deus que sente indignação todos os dias.

12 Se o homem não se converter, afiará Deus a sua espada; já armou o arco, tem-no pronto;

13 para ele preparou já instrumentos de morte, preparou suas setas inflamadas.

14 Eis que o ímpio está com dores de iniquidade;

concebeu a malícia e dá à luz a mentira.

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15 Abre, e aprofunda uma cova, e cai nesse mesmo poço que faz.

16 A sua malícia lhe recai sobre a cabeça, e sobre a própria mioleira desce a sua violência.

17 Eu, porém, renderei graças ao SENHOR, segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do SENHOR Altíssimo.” (Salmo 7.6-17).

“Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras.” (Mateus 16.27).

“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (II Coríntios 5.10).

“11 Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.

12 Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.

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13 Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.

14 Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.

15 E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” (Apocalipse 20.11-15).

“10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.

11 Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.

12 E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.

13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.

14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que

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lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.

15 Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.

16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã.

17 O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida.

18 Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro;

19 e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro.

20 Aquele que dá testemunho destas coisas diz:

Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!

21 A graça do Senhor Jesus seja com todos.”

(Apocalipse 22.10-21).

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“2 O SENHOR é Deus zeloso e vingador, o SENHOR é vingador e cheio de ira; o SENHOR toma vingança contra os seus adversários e reserva indignação para os seus inimigos.

3 O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em poder e jamais inocenta o culpado; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.”

(Naum 1.2,3).

No documento Escuridão Espiritual (páginas 25-41)

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