O Que Eles Estavam
Alma 22:15–18. O abandono de nossos
pecados e a disposição de sacrificarmos tudo o que temos nos proporcionará a vida eterna e a alegria de conhecermos a Deus. (25–30 minutos)
Escreva no quadro-negro batismo, dom do Espírito Santo,
ordenação ao sacerdócio e selamento no templo. Pergunte:
• Por que essas ordenanças são tão importantes?
• O que vocês estariam dispostos a sacrificar para receber essas ordenanças?
Leia a seguinte declaração do Élder Dallin H. Oaks:
Se desejar, conte histórias recentes de membros que fizeram grandes sacrifícios para aceitar o evangelho ou receber as ordenanças, ou peça aos alunos que dêem exemplos. Não deixe de ressaltar as bênçãos decorrentes de tal sacrifício. Explique aos alunos que às vezes precisamos fazer sacrifícios materiais para recebermos algumas das bênçãos do
evangelho. E embora as ordenanças sejam sempre gratuitas, temos de cumprir os requisitos para recebê-las. Peça aos alunos que leiam Doutrina e Convênios 64:34 e sugira que sublinhem o que o Senhor pede. Leia Alma 22:15 para ver ao
“Duas qualidades complementares evidentes na vida dos pioneiros antigos e modernos são o altruísmo e o
sacrifício. Os pioneiros de Utah distinguiram-se por
colocarem ‘o bem-estar geral e as metas comunitárias acima dos benefícios e da ambição pessoal’. [Carol Cornwall Madsen, Journey to Zion: Voices from the
Mormon Trail (1997), p. 6] A mesma qualidade é
evidente nas histórias de conversão dos pioneiros modernos. Após receberem um testemunho da veracidade do evangelho restaurado, eles sacrificaram sem hesitação tudo o que lhes foi exigido para assegurarem que suas bênçãos estariam ao alcance dos filhos e das gerações futuras. Alguns venderam suas propriedades para viajarem para o templo. Alguns perderam o emprego. Muitos perderam amigos. Alguns perderam até mesmo parentes, sendo rejeitados devido à fé. Este deve ser o maior de todos os
sacrifícios.” (A Liahona, janeiro de 1998, p. 84)
S M T W TH F S
“Qual é o significado para cada um de nós do sofrimento do Salvador no Getsêmani e no Calvário? O que significa para nós a redenção da Queda? Nas palavras de Alma, cantamos ‘o cântico do amor que redime’? (Alma 5:26)” (Conference Report, abril de 1987, p. 107, ou Ensign, maio de 1987, p. 85) Criação Versículos 10–11. Deus criou os céus e a Terra. Versículo 12. Deus criou o homem à Sua própria imagem. Queda Versículos 12–13. Devido à transgressão, o homem encontra- se num estado decaído e carnal. Versículo 14. O homem decaído “nada [pode] merecer”. Expiação de Jesus Cristo Versículo 13. O plano de redenção foi preparado durante a existência pré- mortal. Versículo 14. “Os sofrimentos e a morte de Cristo expiam [nossos] pecados por meio da fé e do arrependimento.” Versículo 14. A Expiação de Cristo rompe as ligaduras da morte. (Todos ressuscitarão.) “O conhecimento de Deus e de Suas leis é essencial para a salvação. Ninguém pode ser salvo em
ignorância de Deus.” (A New Witness for the Articles of
Faith, p. 43)
que o rei Lamôni estava disposto a renunciar a fim de alcançar a alegria do evangelho. Pergunte:
• Como o oferta do rei começou a cumprir a exigência mencionada pelo Senhor em Doutrina e Convênios 64:34? • Por que o rei teria que abrir mão de mais do que bens
materiais para receber a alegria do evangelho?
• Que evidências temos de que o rei estava com a atitude correta?
Leia Alma 22:16–18 e peça aos alunos que marquem em suas escrituras o que o rei ofereceu e o que ele deseja em troca. Faça algumas das perguntas abaixo:
• Como a disposição do rei de abandonar todos os seus pecados mostrava que ele estava oferecendo um “coração e uma mente solícita”?
• De que forma o pecado pode ser visto como um bem ao qual nos apegamos?
• O que significa abandonar todos os nossos pecados? • Qual das ofertas do rei (a do versículo 15 ou a do versículo
18) vocês acham que exigiria maior sacrifício? Por quê? • Por que é tão difícil abandonar nossos pecados?
Pergunte aos alunos o que eles acham que significa conhecer a Deus. Peça-lhes que pensem no que precisamos fazer para abandonar nossos pecados. Mostre-lhes as declarações contidas em “Abandonar Nossos Pecados”, no apêndice (p. 297). (Você pode mostrá-las no retroprojetor ou no quadro- negro ou ainda entregá-las aos alunos numa folha.) Peça à classe que identifique palavras ou expressões nas declarações que indiquem o que podemos fazer para abandonar nossos pecados e discuta as idéias mencionadas.
Alma 23–29. Aqueles que se convertem ao Senhor se rejubilam em Seu poder e bondade, temem o pecado mais do que a morte, sentem alegria ao ajudar a salvar almas e são fortalecidos contra a apostasia.
(35–40 minutos)
Pergunte aos alunos se eles já ouviram pessoas relatarem sua conversão ao evangelho. Pergunte: Por que elas costumam ser entusiásticas em relação ao evangelho? Ajude os alunos a verem que a verdadeira conversão ao evangelho traz muitas bênçãos. Leia a seguinte declaração do Presidente Ezra Taft Benson e peça à turma que identifique palavras que descrevam as pessoas verdadeiramente convertidas:
Separe a classe em quatro grupos. Designe para cada um deles um dos blocos de escrituras a seguir:
• Alma 23:1–7, 16–18 • Alma 24:6, 16–26 • Alma 26:11–17, 35–37 • Alma 29:1–3, 9–14
Entregue a cada grupo uma cópia das citações que acompanham o respectivo bloco de escrituras e estão em “Aqueles que Verdadeiramente Se Convertem”, no apêndice (p. 297). Peça-lhes que leiam os versículos designados e as citações e chame cada grupo para relatar ao restante da classe o que aprendeu acerca da verdadeira conversão.
Ajude os alunos a explicarem, em poucas palavras, como a conversão nos modifica. (Uma idéia seria relacionar no quadro-negro algumas maneiras.) Testifique-lhes que essas mudanças podem continuar no decorrer de nossa vida à medida que guardarmos fielmente nossos convênios.
Alma 28–29. Lamentamo-nos por aqueles que morrem em iniqüidade. Ensinamos o evangelho de Jesus Cristo a todos os filhos de Deus para que escapem das conseqüências da morte em pecado.
(40–45 minutos)
Peça aos alunos que digam qual é, em sua opinião, a experiência mais triste da vida. Pergunte:
• O que torna essa experiência tão triste? • Ela pode ser evitada? Como?
Alma 28 traz o relato de uma experiência muito triste. Leia com a classe os versículos 1–11, fazendo uma pausa após os versículos 2 e 6 para aplicar as perguntas acima. Leia o versículo 12 e pergunte:
• O que há de diferente nessa descrição?
• Por que o fato de alguém morrer em iniqüidade é motivo de tristeza?
• Por que podemos regozijar-nos quando uma pessoa justa morre, ainda que sintamos saudade dela?
• Como nossa tristeza por ocasião da morte física de um ente querido difere de nossa tristeza quando alguém morre espiritualmente?
Eles não só estariam dispostos a morrer pelo Senhor, mas, ainda mais importante, desejam viver por Ele. Ao entrarmos na casa de um deles, os quadros da parede, os livros da estante, a música no ambiente, as palavras proferidos e os atos praticados, tudo revelará que eles são cristãos.
Eles servem de testemunhas de Deus em todos os momentos, todas as coisas e todos os lugares. (Ver Mosias 18:9.)” (Conference Report, outubro de 1985, p. 6, ou Ensign, novembro de 1985, pp. 6–7)
“Os homens dirigidos por Cristo, em Cristo consumirão sua vida. Parafraseando o Presidente Harold B. Lee, eles acendem a chama nas outras pessoas porque eles próprios estão em chamas. (Ver Stand Ye in Holy Places [Salt Lake City: Deseret Book Co., 1974], p. 192.) A vontade deles está circunscrita na de Cristo. (Ver João 5:30.)
Eles fazem sempre o que agrada ao Senhor. (Ver João 8:29.)
Leia Alma 28:13–14 e cruze essa referência com Doutrina e Convênios 93:38–39. Peça aos alunos que discutam as seguintes perguntas:
• Todas as pessoas nascem inocentes. (Ver D&C 93:38.) Qual é a causa da desigualdade mencionada em Alma 28:13? (O pecado, a transgressão e a desobediência.)
• Por que nem todas as pessoas encaram a morte com a mesma perspectiva?
• O que podemos fazer para proporcionar uma melhor visão da vida e da morte às pessoas?
• Como podemos “trabalhar (…) nas vinhas do Senhor”? (Alma 28:14)
Peça que alguém leia Alma 29:1–3 e pergunte: • Qual era o desejo de Alma?
• O que o deixava frustrado?
Leia agora os versículos 4 e 5 procurando identificar o que Alma compreendia acerca da pregação do evangelho às pessoas. (As pessoas têm o arbítrio e podem optar por rejeitar a mensagem do evangelho.)
Explique aos alunos que a pregação do evangelho traz grande alegria, mas também pode ser extremamente difícil. Muitos têm o desejo de proclamar a mensagem do Senhor, mas não sabem como fazê-lo.
Separe os alunos em cinco grupos. Peça-lhes que se preparem para encenar as seguintes situações:
1. Você considera a Monique sua melhor amiga. Vocês fazem inúmeras coisas juntos, mas nunca conversaram sobre o evangelho. Seu desafio é apresentar-lhe o Livro de Mórmon e convidá-la a começar a lê-lo.
2. Você fez amizade com o Dênis. Ele é muito divertido, mas não é membro da Igreja. Ele possui padrões morais elevados e sempre o trata bem. Ele reside dentro dos limites de sua ala. Seu desafio é trazê-lo para assistir às reuniões da Igreja com você.
3. Você faz parte de uma equipe esportiva da escola. Todos os dias depois dos treinos você vai para casa a pé com Lucas, um excelente atleta e muito querido por todos. Você, que até pouco tempo não tinha muito contato com ele, ficou impressionado com sua atitude. Sua ala programou uma atividade para os jovens. Seu desafio é convidá-lo para ir com você.
4. Um grupo de amigos está em sua casa certa noite. Ricardo é o único não-membro. Vocês passaram uma noite agradabilíssima brincando com jogos e desfrutando a companhia uns dos outros. Subitamente, Ricardo diz: “Parece que vocês mórmons sabem mesmo se divertir”. Seu desafio é mostrar-lhe por que os mórmons se divertem de maneira tão saudável e edificante e convidá-lo para ir à Igreja com você no domingo.
5. Você trabalha num restaurante com Joana. Ela está casada há cerca de dois anos, e está passando por sérias
dificuldades conjugais. Quando ela explica os problemas que está enfrentando, torna-se evidente que os
ensinamentos da Igreja podem ajudar Joana e o marido a
encontrarem o que parece estar faltando. Seu desafio é convidá-la a ouvir os missionários de tempo integral. Se desejar, discuta as seguintes perguntas:
• Leia Alma 29:8. De que forma o Senhor realiza o que está descrito neste versículo?
• Como vocês podem auxiliá-Lo?
• Leia os versículos 9–10. Como o fato de pregarmos o evangelho traz glória ao Senhor?
• De que forma a pregação do evangelho nos traz alegria? (Convide os alunos que já tiverem partilhado o evangelho para relatarem como essa experiência os aproximou da pessoa a quem ajudaram e do Pai Celestial.)
• Leia os versículos 14 e 15. Por que vocês acham que os ex- missionários têm tanto amor pelos companheiros com quem serviram?
Leia a seguinte declaração do Presidente Gordon B. Hinckley:
Introdução
A fim de ajudar-nos a crescer espiritualmente nestes tempos conturbados, nosso Pai Celestial concedeu-nos Sua palavra. O Presidente Ezra Taft Benson explicou: “A palavra de Deus, conforme encontrada nas escrituras, nas palavras dos profetas vivos e na revelação pessoal, tem o poder de fortalecer os santos e armá-los com o Espírito para que tenham condições de resistir ao mal, apegar-se ao que é bom e encontrar alegria nesta vida”. (“The Power of the Word”, Ensign, maio de 1986, p. 80) Alma 30–35 ilustra o poder que a palavra de Deus tem
Alma 30–35
“[O Senhor] espera que sejamos bons vizinhos, cristãos em todas as acepções da palavra, que sigamos a Regra de Ouro: ‘Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós’. (Mateus 7:12; 3 Néfi 14:12.) Irmãos e irmãs, precisamos ser bons vizinhos. Precisamos ser pessoas cordiais. Precisamos reconhecer o que há de bom em todas as pessoas. Não podemos sair falando mal das outras igrejas. Devemos pregar e ensinar de modo positivo e afirmativo. Devemos dizer às pessoas de outras crenças: ‘Tragam tudo de bom que possuírem e permitam-nos acrescentar algo’. Nisso (…) reside a essência de nosso grandioso programa missionário, que tem dado frutos excepcionais.” (“Messages of Inspiration from President Hinckley”,
Church News, 7 de novembro de 1998, p. 2)
de mudar a vida das pessoas e fortalecer os santos contra os inimigos da obra do Senhor.
Alguns Princípios Importantes do Evangelho a
Ponderar
• Satanás usa as pessoas que se submetem a seu poder para ensinar suas doutrinas falsas. As palavras dos profetas e as escrituras ajudam a desfazer as mentiras de Satanás. (Ver Alma 30:6–18.)
• A paz e alegria que provêm do Espírito, juntamente com o testemunho dos profetas, as escrituras e toda a criação, constituem evidência de que Deus existe. (Ver Alma 30:34–44; ver também Moisés 6:63.)
• A palavra de Deus tem o poder de transformar os
pensamentos e atitudes das pessoas e induzi-las a escolher o que é certo. (Ver Alma 31:5; 35:3; ver também 1 Néfi 11:25; Helamã 6:37.)
• As pessoas precisam ser humildes antes de arrependerem- se e aceitarem o evangelho. (Ver Alma 31:24–28; 32:6–8, 12–16, 25; ver também D&C 136:32–33.)
• Fé é a “esperança nas coisas que se não vêem e que são verdadeiras”. (Alma 32:21) Alcançar fé em Jesus Cristo pode ser um processo gradual. (Ver Alma 32:21–43; 33:12–23; ver também Hebreus 11:1; Éter 12:6.)
• Deus ouve nossas orações e responde a elas. As orações diárias ajudam-nos a reconhecer nossa dependência do Salvador. (Ver Alma 33:2–11; 34:17–27, 39.)
• A infinita e eterna Expiação de Jesus Cristo é a parte central do plano de redenção. (Ver Alma 34:2, 6–16.) • A mortalidade é o momento de arrependermo-nos.
Levaremos conosco para o mundo vindouro as qualidades e hábitos que desenvolvermos nesta vida. (Ver Alma 34:32–35.)
Recursos Adicionais
• Livro de Mórmon Manual do Aluno: Cursos de Religião 121 e
122, pp. 87–92.
Sugestões Didáticas
Alma 30:1–18. Satanás usa as pessoas que se