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O beijo libera neurotransmissores

No documento 1 (páginas 39-53)

Sabe o que acontece com o seu corpo quando você está beijando? Não muito?

Então vamos entender melhor... Existe uma explicação biológica para o beijo nos proporcionar sensações tão prazerosas. Quando beijamos alguém, liberamos (além de saliva e outras coisas) alguns neurotransmissores - substâncias químicas que transmitem mensagens ao corpo - causando uma leveza física e psicológica.

No ato de beijar, regiões encefálicas chamadas glândula pituitária, tálamo e hipotálamo liberam esses neurotransmissores. Isso é a química do beijo! Quando alguém sofre de “paixonite”, seu corpo é afetado por várias substâncias, sendo uma delas a feniletilamina. Uma simples troca de olhar, um aperto de mão ou beijo apaixonado podem desencadear a produção de feniletilamina. Há décadas os cientistas conhecem essa substância, mas só agora foi descoberta sua relação com o amor. Pesquisadores sugerem que o cérebro de uma pessoa apaixonada contém elevadas taxas de feniletilamina, e que essa substância poderia ser a responsável,

em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.

Sabe aquelas sensações de quando se está amando? A euforia, a insônia, a perda de apetite e o pensamento obsessivo em quem você ama (ahh... e um certo estado de demência também. Hehehe). Esses comportamentos estão ligados ao neurotransmissor dopamina. A dopamina está, de alguma forma, que não se sabe, ao certo, relacionada com as endorfinas que são neurotransmissores do prazer e sensação amorosa. O beijo também está relacionado com os nossos sentidos.

Durante o beijo visualizamos a pessoa amada mais de perto, sentimos o seu cheiro, sentimos o seu gosto e tocamos uma das partes mais sensíveis no nosso corpo, os lábios. Tudo isso nos leva a liberar adrenalina, o que nos causa aumento do ritmo da respiração, acelera os batimentos cardíacos e dá aquela sensação de borboletas no estômago.

Durante um beijo, são mobilizados 29 músculos, sendo 17 linguais. Há uma melhora na oxigenação do sangue, o que mostra que o beijo tem também benefícios para a saúde. Mas há um detalhe: no beijo, há uma considerável troca de substâncias, como água, albumina, matérias gordurosas, sais minerais e, sem falar em outras 18 substâncias orgânicas, cerca de 250 bactérias, e uma grande quantidade de vírus.

Mesmo assim, do ponto de vista médico, beijar faz muito bem para a saúde!

(Disponível em: http://edsonclaudia.blogspot.com.br/2012/11/a-quimica-do-beijo.html)

13 - Apêndice

Orientações para a aula prática

Para a realização da investigação da presença de micro-organismos no corpo humano e ambientes, sugere-se a preparação de um meio de cultura. Dissolva um envelope de gelatina incolor, substituindo metade da água por caldo de carne.

Despeje uma pequena quantidade dessa mistura, ainda líquida, em pequenos pratos ou em placas de petri. A mistura terá que ser conservada na geladeira para evitar o

derretimento e coberta com filme plástico para evitar sua contaminação. Explique o experimento à turma:

Prepare as placas antecipadamente, explique o experimento aos alunos e entregue duas placas a cada dupla, que deverá manter uma placa protegida pelo filme plástico para não ser contaminada; e, na outra, deve friccionar, esfregar um swab de algodão estéril ou um cotonete nas seguintes fontes: dentes sem escovação, dentes recém-escovados, mucosa da bochecha e língua,

Depois de 48 horas ou 72 horas tire amostras da geladeira e leve-as para observação em microscópios ou lupas, para que os estudantes possam analisá-las.

Peça que registrem o que ocorreu em cada placa e desenhem o que conseguirem observar.

Debata sobre a diferença da quantidade de colônias de micro-organismos. Aponte que o corpo humano é o lar de milhões deles e que a cavidade bucal, dentes e saliva é o “lar” de alguns deles.

Aproveite para destacar a importância da saúde bucal e, finalmente, contextualize o resultado com o tema, abordando os vírus causadores da mononucleose.

1 – Tema: Diga-me seu grupo sanguíneo e eu te direi quem és!

2 – Subtema: Genética

3 – Componente curricular: Biologia 4 – Série: 2ª

5 – Introdução

A genética é um dos temas da biologia que mais despertam interesse e curiosidade dos estudantes, uma vez que trata dos mecanismos da transmissão das características que recebemos de nossos ancestrais e daquelas que vamos passar aos nossos descendentes. Algumas dessas características representam uma identidade química para nossa espécie e para cada indivíduo, contribuindo, inclusive, para a construção social dos diversos grupos humanos.

Para esta sequência didática, foi escolhido dentro da Genética o tema Herança de Grupos Sanguíneos da Espécie Humana. Acredita-se que a sequência, além de facilitar o aprendizado do assunto, propiciará o desenvolvimento de valores de cidadania, como, por exemplo, a solidariedade e a anulação da concepção da existência de raças humanas.

A metodologia escolhida para atingir os objetivos propostos possui caráter investigativo e participação efetiva do educando na construção do conhecimento, com produção de materiais informativos e de sensibilização, realização de debates na comunidade escolar, promovendo a informação e a conscientização sobre questões relacionadas à doação de sangue e de órgãos. Dessa forma, o conteúdo trabalhado possui um significado mais abrangente do que simplesmente aplicação de conceitos e leis da genética.

6 – Conteúdo13 Conceitual

 Herança genética Sistema sanguíneo ABO.

 Sistema sanguíneo Rh e a incompatibilidade materno fetal.

Procedimental

 Identificar a compatibilidade sanguínea em transfusões.

 Interpretar heredogramas.

 Usar probabilidade para solucionar problemas relacionados a genética

Atitudinal

Ajuizar a importância da doação sanguínea e de medula óssea como atitude solidária e cidadã.

7 - Objetivos14

Os objetivos desta sequência foram estabelecidos de forma a atender as dimensões Conceitual(C), Procedimental (P) e Atitudinal (A) do processo de ensino e aprendizagem.

Descrever os aspectos teóricos da herança genética dos grupos sanguíneos do Sistema ABO e Sistema Rh.

C/P

Identificar, através de atividades práticas, as possibilidades de transfusões no Sistema Sanguíneo ABO e Rh.

P

Calcular a probabilidade de ocorrência de eventos hereditários do Sistema C/P

13Estabelecidos de acordo com o Currículo Básico da Escola Estadual – SEDU.

14Descritores Paebes: D16 relacionar as características do indivíduo com as informações genéticas.

Habilidades propostas pela Matriz do Enem 2013:H15 Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos. H19 Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental. H30 Avaliar

 Você conhece seu tipo sanguíneo?

 Qual a importância da compatibilidade sanguínea e de órgãos? Você conhece alguém que necessitou de doação de órgão ou de sangue?

 Você se tornaria um doador de órgãos e de sangue?

Sanguíneo ABO e Rh.

8 - Tempo estimado: 05 aulas 9 – Desenvolvimento

1a Etapa: Problematização

Como primeira etapa para o desenvolvimento da sequência didática, é proposta a projeção do vídeo Campanha de doação de órgãos15ou outro similar, que proporcione informações sobre fatos reais relacionados ao tema. Ao final, o professor deverá promover discussão sobre a importância da ação solidária de doação de medula e de sangue, evidenciando as situações reais de necessidade de transfusões de sangue e transplantes de medula. É interessante que os estudantes sejam confrontados com questões como:

2a Etapa: Levantamento de hipóteses

A partir da problematização é possível estimular os estudantes a trabalhar as seguintes hipóteses e/ou situações problemas, além de outros que poderão ser levantados por eles próprios.

15 Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=wuu79LuqfSo

 Pessoas portadoras de doenças infectocontagiosas não podem doar sangue ou órgãos.

 Casais com incompatibilidade sanguínea não podem ter filhos.

 Existem grupos sanguíneos melhores que outros, como, por exemplo, o tipo O negativo, que é doador universal.

3a Etapa: Propostas de atividades prevendo recursos diversificados

AULA ATIVIDADE

A atividade deverá ser desenvolvida conforme as orientações apresentadas nos itens: problematização e levantamento de hipóteses.

2ª Aula Atividade 2: Aula expositivo-dialogada sobre o padrão de herança genética do Sistema Sanguíneo ABO e Rh.

3ª Aula

Atividade 3: Aula prática para determinar a tipologia dos sistemas ABO e Rh dos estudantes. Na indisponibilidade de laboratório de biologia na escola, recomenda-se parceria com o Hemocentro mais próximo da escola. Na ocasião, o professor deverá trabalhar o conteúdo de Compatibilidade sanguínea em transfusões.

Os estudantes deverão ser orientados a elaborar vídeos e folders divulgando a importância da doação de órgãos e de sangue, para posterior socialização dos conhecimentos adquiridos.

4ª Aula Atividade 4: Aula expositivo-dialogada: resolução de problemas com aplicação de probabilidade à genética.

5ª Aula Atividade 5: Avaliação por meio de teste escrito.

Caro professor, considere a avaliação como uma tarefa pedagógica, que se desenvolvida processualmente, propicia ajustes necessários dessa ferramenta que é o guia pedagógico. Dessa forma, é necessário que ocorram momentos avaliativos durante todo o desenvolvimento do tema, e que esses momentos assegurem não somente a aferição dos conceitos próprios da biologia, mas também que contemplem a perspectiva formativa, ou seja, comportamentos e atitudes. Para facilitar seu trabalho pedagógico, organize formulários com os critérios a serem observados em cada instrumento de avaliação.

ATENÇÃO: Para a elaboração dos instrumentos de avaliações escritas ou para estabelecer critérios das avaliações qualitativas, não deixe de levar em conta os objetivos e conteúdos

propostos.

10 – Avaliação

Sugere-se:

Qualitativa: participação nas atividades práticas como: aula prática; elaboração de folders e vídeos; participação nas discussões da problematização e levantamento de hipóteses.

Quantitativa: teste escrito com uso aplicação da probabilidade na resolução de problemas.

11 – Referências

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia. 3.ed. São Paulo:

Moderna, 2010.

BRITO, Elias Avancini; FAVARETI, José Arnaldo. Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica. 2.ed. São Paulo: Moderna, 2003.

LOPES, Sônia; ROSSO, Sérgio. Bio. 1.ed. São Paulo: Saraiva. 2012.

SADAVA, David et al., Vida: A ciência da biologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed.

2009. vol. 1.

1 – Tema: Biotecnologia - vida a favor da vida 2 – Subtema: Genética e Evolução

3 – Componente curricular: Biologia 4 – Série: 2ª

5 – Introdução

Manipular organismos vivos para obter ou transformar produtos e bens não é uma prática restrita do homem contemporâneo. Já na antiguidade, o homem, mesmo sem a percepção científica dos fenômenos, exercia práticas biotecnológicas como, por exemplo: produção de vinhos, cerveja, vinagre, pães e coalhadas.

Muito do que comemos, utilizamos e conhecemos é fruto de processos biotecnológicos: como medicamentos como insulina, antibióticos e vacinas produzidos a partir da manipulação de micro-organismos; plantas resistentes a doenças; biocombustíveis; centenas de testes diagnósticos; seleção de embriões;

reprodução humana assistida, dentre outros, são resultados dos avanços biotecnológicos.

Destaca-se, ainda, o papel da biotecnologia na promoção do desenvolvimento sustentável, quando investe em processos industriais que agridam menos o ambiente como, por exemplo: produção de detergentes mais eficientes e menos poluentes; tratamento de despejos sanitários pela ação de micro-organismos em fossas sépticas; redução de resíduos sólidos e de águas residuais por biodigestão;

substituição de fertilizantes por micro-organismos fixadores de nitrogênio; produção de bioplásticos; usos de biopesticidas no lugar dos agrotóxicos.

Mas a biotecnologia nos remete também a inúmeros desafios e polêmicas como as questões da biossegurança, terapias gênicas, manipulação de células-tronco, produção de alimentos transgênicos, clonagem e outros.

Com efeito, a Biotecnologia vem, ao longo das últimas 50 décadas, transformando nossa vida cotidiana. Seu impacto atinge vários setores produtivos, oferecendo novas oportunidades de empregos e novos produtos em favor do bem estar humano em todos os seus aspectos. Assim, a relevância desse tema se apresenta pela imperativa necessidade de ensinar Ciência e Tecnologia como forma de promover o desenvolvimento tecnológico do país.

6 – Conteúdo17 Conceitual

 Biotecnologia na escala do tempo.

 Biossegurança.

Procedimental

 Identificar e refutar práticas de Biopirataria.

 Argumentar, a partir de experimentos, sobre os fundamentos biológicos da

Os objetivos desta sequência foram estabelecidos de forma a atender as dimensões Conceitual(C), Procedimental (P) e Atitudinal (A) do processo de ensino e aprendizagem.

Relatar a evolução histórica da biotecnologia. C

Debater, a partir de experimentos, os fenômenos biológicos que C/P

17 Estabelecidos de acordo com o Currículo Básico da Escola Estadual – SEDU.

18Descritores Paebes:D15 Compreender os processos de manipulação gênica.Habilidades propostas pela Matriz do Enem 2013:H11Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.

Professor, os vídeos sugeridos têm duração de 58 e 42 minutos respectivamente, assim verifique a disponibilidade de tempo ou utilize o texto para fomentar a problematização.

 .

fundamentam a biotecnologia.

Identificar práticas de biossegurança e biopirataria. C/P Avaliar a importância das técnicas e processos biotecnológicos para o desenvolvimento social e ambiental.

C/A

8 – Tempo estimado: 04 aulas 9 – Desenvolvimento

1a Etapa: Problematização

Para o desenvolvimento da sequência didática, propõe-se para o primeiro momento, a apresentação do tema por meio de vídeo documentário Revolução da Biotecnologia19 ou o vídeo Biotecnologia20, ou o texto Biotecnologia: história e tendências (Anexo1), que retrate a revolução biotecnológica.

Tanto os vídeos quanto o texto permitem o levantamento de questionamentos capazes de aguçar o interesse dos estudantes como, por exemplo:

 Você já viu o processo de fabricação caseira de pão? O que acontece com a massa?

 Na sua família, vocês já fizeram a coalhada ou o iogurte caseiro?

 Você sabe como é fabricado o queijo?

 E a cerveja?

 Na sua família, há alguém diabético que toma insulina diariamente?

 Você já precisou fazer uso do antibiótico penicilina? Sabe como ele é produzido?

 A biotecnologia, aplicada de modo responsável pode amenizar os impactos ambientais gerados pela ação do homem.

 A revolução tecnológica garante melhoria da qualidade de vida humana.

 O desenvolvimento tecnológico poderá aumentar a expectativa de vida humana.

 Técnicas e processos biotecnológicos poderão amenizar a crise da fome e da subnutrição entre os povos mais pobres.

2a Etapa: Levantamento de hipóteses

A partir das discussões geradas na problematização o professor deve estimular os estudantes a trabalhar as seguintes hipóteses, além de outras que poderão ser levantados por eles próprios.

Professor, caso prefira utilizar um dos vídeos na problematização, poderá aproveitar o texto Biotecnologia: história e tendências como ferramenta para discutir as hipóteses com os estudantes.

3a Etapa: Propostas de atividades prevendo recursos diversificados

AULA ATIVIDADE

1ª Aula

Problematização

Atividade 1: Projeção do vídeo ou leitura do texto (ver problematização).

Após a projeção do vídeo ou leitura do texto o professor deverá suscitar debate sobre o tema, tendo como referência as questões propostas para a problematização.

2ª Aula

Levantamento de hipótese

Atividade 2: Discussão das hipóteses levantadas. Ponderando o papel do tema para a promoção do desenvolvimento científico e tecnológico, sugere-se ao professor que destine uma aula integral para essa atividade, que, de modo geral, permite um frutífero debate.

3ª Aula

Atividade 3: Aula teórico-expositiva apresentando os fundamentos teórico-práticos das técnicas de biotecnologia.

Sugere-se que o professor lance mão de recursos didáticos que propiciem uma condição mais efetiva e significativa para o aprendizado, como, por exemplo, o uso de imagens.

Ao final da aula, o professor deverá organizar os estudantes em grupos e solicitar uma pesquisa, via internet, sobre Os Caminhos da Biotecnologia no Brasil.

Professor, disponibilize o laboratório de informática, para uso dos estudantes, no turno oposto de suas aulas.

Caso queira, e com a finalidade de conferir maior organização ao Minisseminário, o professor poderá selecionar previamente, com os estudantes, o subtema que será pesquisado por esses estudantes, em cada grupo.

 4ª Aula

Atividade 4: Aula prática – realização de experimentos e/ou observações (Anexo 2)21. Os alunos deverão receber um roteiro de aulas e ao final registrar suas impressões.

5ª Aula

Atividade 5: Minisseminário. A fim de socializar os conhecimentos, o professor deverá coordenar a apresentação dos diversos grupos, para que exponham as informações levantadas na pesquisa.

10 – Avaliação Sugere-se:

Qualitativa: participação nos debates, na aula prática e no minisseminário.

Quantitativa: registro das impressões da aula prática, apresentação no minisseminário.

21 Disponível em: http://labcienciasescolabeni.blogspot.com.br/2013/01/pratica-de-fermentacao.html

Caro professor, considere a avaliação como uma tarefa pedagógica que, se desenvolvida processualmente, propicia ajustes necessários dessa ferramenta, que é o guia pedagógico. Dessa forma, é necessário que ocorram momentos avaliativos durante todo o desenvolvimento do tema, e que esses momentos assegurem não somente a aferição dos conceitos próprios da biologia, mas também que contemplem a perspectiva formativa, ou seja, comportamentos e atitudes. Para facilitar seu trabalho pedagógico, organize formulários com os critérios a serem observados em cada instrumento de avaliação.

ATENÇÃO: Para a elaboração dos instrumentos de avaliações escritas ou para estabelecer critérios das avaliações qualitativas, não deixe de levar em conta os objetivos e conteúdos

propostos.

11 – Referências

AMABIS, José Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia. 3.ed. São Paulo:

Moderna, 2010.

BRITO, Elias Avancini; FAVARETI, José Arnaldo. Biologia: uma abordagem evolutiva e ecológica. 2.ed. São Paulo: Moderna, 2003.

LOPES, Sônia; ROSSO, Sérgio. Bio. 1.ed. São Paulo: Saraiva. 2012.

SADAVA, David et al., Vida: A ciência da biologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed.

2009. vol. 1.

12 - Anexos

ANEXO 1. Biotecnologia: História e Tendências

No documento 1 (páginas 39-53)