CAPÍTULO II O CAMPO DE FORMA
O CAMPO VITAL
Este é o campo da L N Ph Sh cH Y H. Ele nos interessa à medida em que interfere junto dos campos psíquicos aos quais nos limitamos ao máximo em nossos propósitos. Apagá-los sem pieda- de seria um erro, ainda mais porque é fácil colocá-lo em evidência sobre o vivo, ao qual é específico.
O vivo equilibrado não emite de uma forma sensível e eviden- te o Campo Vital, somente no estado potencial. Para descobri-lo, nesse caso, é preciso usar certos artifícios: seja apoiar o polegar da mão livre sobre o mindinho dobrado; seja segurar um “canhão” ¹ 8+10+5 ou 8+10+10+24; seja, simplesmente, segurar a ponta da folha de qualquer planta entre o polegar e o indicador.
Evitemos esses artifícios desequilibrando uma planta num vaso por meio de uma inclinação pronunciada. Detectamos vibra- ções dignas de nota nas três dimensões de espaço.
1. Em cima, na vertical, o Shin, 21º caractere do alfabeto he- braico.
No domínio das ondas de forma que nos interessa, o Shin ori- entado bem para o Norte, no interior de um círculo desenvolve so- bre esse círculo, o espectro de cores não diferenciadas do equador Chaumery-de Bélizal: tornamos a encontrar nosso tronco de árvo- re.
Isso é importante, pois o sentido do Shin, a orientação do es- pectro não-diferenciado no espaço, nos darão indícios sobre a “ma- gia” das formas... e mesmo sobre magia e nada mais...
1. Um “canhão” é um prisma ou cilindro alongados para emissão axial de ondas de forma.
Uma rotação a 180º do espectro não-diferenciado sobre um testemunho de ser vivo, em relação ao normal, deve nos incitar à maior circunspeção.
2. A Oeste, a vibração do Nó de vida em fase “Magnética”, a Leste em fase “Elétrica”. O Nó de Vida, materializado por dois cír- culos iguais tangentes na linha horizontal dos centros Leste-Oeste, é uma forma fundamental que reencontraremos ao tratar sobre o Magnetismo Vital. Ela indica uma trans- ferência.
3. Ao Sul, a vibração de dois círcu- los iguais tangentes à linha dos centros Norte-Sul ou vertical. Ao norte, a mesma vibração em fase Elétrica. Chamamos essa forma de Eq. Ela indica um repouso.
Num vegetal de um certo volume, como era nosso tronco de árvore, essas duas últimas vibrações tangenciam o tron- co ou o corpo polarizado: ao Sul e ao Les- te em fase Magnética, ao Norte e ao Oes- te em fase Elétrica.
Esses três componentes estão pre- sentes em toda parte e o ser vivo, partici- pante do Campo Vital, não é mais que o revelador disso. Um material inerte como
um estilhaço de rocha natu- ral não emite o Campo Vital salvo em certas condições de movimento que seria neces- sário precisar — o que não fizemos — pois o movimen- to é uma determinada ex- pressão de vida.
Dissemos em nossa introdução que a base de nosso estudo—mesmo não expressa—seria o Campo Vital. Com efeito, este cam- po, por sua expressão geo- métrica, se ligará aos polí- gonos que poderão definir o campo físico e sua estrutu- ra. Voltará a juntar-se, tam- bém, ao hebraico, pelos nú- meros, confirmando em que ponto este último adere à re- alidade experimental.
Damos, portanto, essa figura de base essencial construída so- bre os componentes horizontais e que, por si mesma, emite o Shin, desde que o centro da figura seja furado de um lado a outro em seu suporte material.
O círculo que tem esse ponto furado como centro de um raio igual ao diâmetro de um dos círculos do Nó de Vida é onde se as- senta o espectro não-diferenciado do equador Chaumery-de Béli- zal, nas condições normais.
O círculo circunscrito às formas do Nó de Vida e do Eq é onde se assentam as cores diferenciadas da Aura.
Pode-se fazer um bom emissor dessa forma, independente- mente da orientação, com a condição de se traçar (ou escavar) os eixos retangulares nas direções cardinais a partir do centro para eliminar a R W cH eventual de origem.
Uma agulha reta em fio de cobre rígido, de comprimento útil inferior do raio de círculo que representa o Corpo Polariza- do, dobrada em ângulo reto para ter um eixo vertical no furo cen- tral, envia ao Sul artificial as cores indiferenciadas do equador Chaumery-de Bélizal.
Uma agulha com a mesma for- ma, cujo comprimento útil seja compreendido entre o raio do Cor- po Polarizado e o da Aura, expede na mesma direção as cores da Aura. Se se coloca sobre o suporte no qual a forma foi desenhada ou gravada uma figura supostamente “mágica” ou pêlos de vacas enfei- tiçadas, por exemplo, a agulha mais curta regulada no Violeta não-dife- renciado envia Vermelho ao Sul ar- tificial. O Corpo Polarizado girou em 180º enquanto que a Aura não se modificou. A primeira constata- ção desse fenômeno nos deixou estupefatos, mas é preciso aceitar a realidade. Nessa ocorrência, o Shin a direito passa de cabeça para baixo sobre o centro.
Essa figura não nos dá mais do que uma porção limitada do campo. É preciso entendê-la, multiplicando os círculos o mais que permita o suporte.
Apercebemo-nos, então, que os círculos sucessivos têm di- âmetros duas vezes maiores que os de seus precedentes imedia- tos. Falando de outra maneira, o crescimento obedece a uma lei de forma:
y = A . 2x
ou se você preferir a uma progressão geométrica de razão 2. Vale dizer que y é igual a A multiplicado x vezes por 2.
Essa lei exponencial com base 2 dá a estrutura primeira do Campo Vital e enquadra tudo o que virá aí se inserir.
A multiplicação celular, por divisão em dois de cada célula mãe, obedece a essa lei (mitose).
Em certos lugares, se diz, a vida está em ebulição...
Feche os olhos e imagine esse balé fantástico de bolhas ima- teriais em expansão a partir de cada um dos infinitos pontos do espaço, e você não terá mais que uma idéia pequena e bastante vaga do que seria a explosão permanente do Campo Vital se este se ma- terializasse diante de nossos olhos...