• Nenhum resultado encontrado

O CRAS e o trabalho infantil em Barrocas (BA)

O Centro de Referência da Assistência Social- CRAS do município de Barrocas é constituído por uma equipe mínima, conforme recomenda a legislação vigente, ele desenvolve ações em consonância com a Política Nacional de assistência Social, Norma Operacional Básica - NOB-SUAS, Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais através dos Serviços e Proteção e atendimento Integral a família- PAIF.

O PAIF organiza- se em diferentes níveis de proteção. A Proteção Social Básica e a Proteção Social Especial de alta e média complexidade, sendo que a porta de entrada para esse sistema são os Centros de Referência de Assistência Social-CRAS e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social-CREAS.

A implantação do Sistema Único da Assistência Social-SUAS configura-se como o esforço de romper com o modelo de atendimento socioassistencial pautado numa visão fragmentada, focalizada e pontual de suas ações e, marcado pela ausência da primazia do estado no que diz respeito a política de direito e consolida um novo modelo, que introduz mudanças nas referências conceituais na base organizativa e na lógica de gerenciamento e controle das ações que contribui para o desenvolvimento de capacidades e habilidades de seus usuários reduzindo os níveis de desigualdade social no municípios de Barrocas-BA. O SUAS consolida o modelo de gestão compartilhada, estabelece corresponsabilidades para instalar, regular,

manter e expandir as ações de políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes.

O município por ser habilitado na Gestão Básica da Assistência Social vem realizando ações de caráter protetivo e preventivo através do desenvolvimento de serviços, programas e projetos de convivência e socialização de famílias e indivíduos com fins de responder às situações de vulnerabilidade social e prevenir situações de risco como é o caso do trabalho infantil. Nesse processo o Centro de Referência de Assistência Social- CRAS unidade pública estatal é o responsável pela oferta de serviços, programas projetos e benefícios socioassistenciais que poderá contribuir na prevenção da referida demanda do trabalho infantil.

A oferta dos serviços, programas projetos e benefícios são articulados com outras políticas públicas garantindo assim, a identificação das necessidades das famílias referenciadas, possibilitando ao direito à convivência familiar e comunitária, o desenvolvimento de potencialidades e habilidades e o fortalecimento de vínculos dado o seu caráter preventivo das situações de risco, mesmo assim, verificou se que no âmbito do combate ao trabalho infantil ainda há muito a se fazer.

Uma outra demanda a ser destacada dentro das prerrogativas do CRAS se dá no âmbito do PAIF regulamentado por meio da Tipificação Nacional de Serviços socioassistenciais, aprovado por meio da Resolução CNAS 109 de 2009 é o principal serviço ofertado no Centro de Referência de Assistência Social - CRAS local é por meio deste, que o trabalho social com as famílias se materializa no âmbito da Proteção Social do Sistema Único da Assistência Social - SUAS. O CRAS para o SUAS é a porta de entrada para a execução dos serviços do PAIF que, integrado a ele está o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos programa este que contribui na garantia de direitos proporcionando aos indivíduos que realizam a prática da atividade do trabalho infantil a sua inserção.

O trabalho infantil acaba sendo visto pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) local, como um problema de extrema relevância social, tendo em vista a transformação negativa na vida das crianças e adolescentes que acabam colocando em risco de forma exorbitantemente, a promoção dos seus direitos socioassistenciais e o seu desempenho cognitivo. Assim, o CRAS tem o condão de proporcionar o devido acompanhamento não só as crianças e adolescentes envolvidas na praticada do trabalho infantil como também as famílias as quais são peças fundamentais dessa prerrogativa e se faz necessário o enfrentamento pelo poder público das situações

dessas vulnerabilidades com fins de evitar as situações de risco, e fomentar as potencialidades de mudanças junto a esses indivíduos em conjunto com ações intersetoriais de outros serviços e políticas públicas advindas do município.

Se torna visível, que em toda sua formação a criança e adolescente passa por influências, a qual, preponderam de transformações tanto positivas como também negativas, e o trabalho infantil é mais um viés que contribui na violação dos denominados direitos os quais encontra se preconiza no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Nesse sentido, é admissível afirmar que, para as crianças e os adolescentes que atuam de forma direta nas atividades denominadas de trabalho infantil se encontra em um elevado patamar de vulnerabilidade social, em especial no município de Barrocas, visto que, foi possível notar com a realização dessa pesquisa que ainda existe uma visão cultural, onde o trabalho infantil acaba sendo visto por muitos como algo normal no qual, o filho tem que contribuir com a sua mão de obra para ajudar os seus familiares, essa pratica de atividades realizadas por crianças e adolescentes acabam sendo visto como algo peculiar mesmo nos casos em que a criança e o adolescente não tem estrutura física e nem psicológica para realizar denominada tarefa.

Entretanto, se fez notar que mesmo existido uma vasta gama de garantias de direitos voltados para a criança e o adolescente existe de forma visível a ausência de aplicação na pratica dessas denominadas prerrogativas de defesa. Visto que, a família em muitos dos casos acaba contribuído na violação desses direitos se omitindo de suas responsabilidades, a sociedade se torna egoísta e, em muitos dos casos acabam a contribuir com a pratica dessas atividades e o Estado o qual deveria proteger e fazer valer a dignidade da pessoa humana acaba falhando quando deixa de ofertar a promoção de políticas públicas para que haja a efetivação dos denominados direitos.

O CRAS, aduz de prerrogativas voltadas para a inclusão desses sujeitos no âmbito familiar e social, realizando atividades de integração e apoio, no entanto, em via de regra o que é ofertado a essas famílias, ainda é muito pouco, visto que, a âmbito de proteção aduz de institutos dotados de garantias, e mesmo assim, no sentido da efetivação dessas denominadas garantias de transformação da pessoa humana ainda deixa a desejar.

No que se refere a logística de exposição de política pública pode ser definida como a função sistêmica do fluxo submisso que desde sua implementação poderia ir

crescendo de acordo a mediação interativa entre as formas do ambiente do ponto de origem ao ponto de destino, com o princípio de adequá-los às necessidades dos sujeitos.

O denominado fator jurídico busca a integridade de direitos sociais propostos como garantias para cumprir direitos adquiridos da sociedade.

Klein (2017), aborda o planejamento como um fator preponderante relatando que:

Em linhas gerais, o processo de planejamento é um meio sistemático de determinar o estágio em que se está, onde deseja-se chegar e qual o melhor caminho para alcançá-lo. O planejamento é um processo contínuo que envolve a coleta, organização e análise sistematizada de informações, através de procedimentos e métodos, para chegar a decisões ou escolhas inerentes às melhores alternativas para o aproveitamento dos recursos disponíveis (KLEIN, 2017).

Na concepção de Giana Goveia Pires (2014), o Brasil, diferente de alguns países é uma República Federativa Presidencialista, instituída pela União, Estados, Distrito Federal e Município, onde o pleno exercício do poder é dado aos órgãos distintos e independentes. Subordinado a um rigoroso sistema de controle para resguardar a eficácia das leis e da Constituição.

Corroborando com a autora anteriormente citada, denota-se que o Brasil, é um República Federativa presidencialista, com uma composição de três entes União dos Estados, Distrito Federal e Município. Possui assim uma estrutura político-administrativa, conforme previsto no art. 18 da Constituição Federal de 1988, os municípios elevaram-se a entes federativos. É por meio do Poder executivo e Legislativo que é pacificado de maneira institucional a autonomia municipal, política, administrativa e financeira, quais sejam: O Poder Legislativo, o Poder Judiciário, e o Poder Executivo.

Vivemos num mundo de transformações, que afectam quase tudo o que fazemos. Para o melhor ou para o pior, estamos a ser empurrados para uma ordem global que ainda não compreendemos na sua totalidade, mas cujos efeitos já se fazem sentir em nós. (GIDDENS, 2010).

Ao debruçar sob as transformações ocorridas, tornam evidentes as diversas falhas, tanto pelo poder Estadual como o poder Municipal, a falta de compromisso de ambos, com relação à problemática da infância e da juventude abarcadas na sociedade, dificultando assim, a existência de uma política que poderia ser

denominada como eficaz.

Dessa forma para que se possa garantir um âmbito promissor de defesa destes indivíduos é necessário que se busque uma maior integração na realização de práticas dotadas para o bem-estar do indivíduo e faça valer o que está preconizado tanto na Constituição Federal como também no Estatuto da Criança e do adolescente.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estudo permitiu compreender a criança e adolescente como sujeitos de direitos amplamente requerido no Brasil, isso decorre do processo de constitucionalização de uma nova visão sobre o direito da criança e adolescente, visto que, seria impossível conviver com o avanço do estado democrático de direito e, especificamente defesa e garantia dos direitos fundamentais sem o amparo das crianças e adolescentes encontradas em situações de vulnerabilidade social.

A vulnerabilidade social é algo que acaba contribuído para vários fatores negativos na vida destes denominados sujeitos, visto que, enfrentam uma realidade em que são provedores da sua própria subsistência afetando o seu desenvolvimento tanto social como também cultural.

O presente estudo também demostra que o ECA tem a finalidade de assegurar o acesso efetivo aos direitos, assim como prevê a proteção integral às crianças e adolescentes. Haja vista que, é dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação de direitos, considerando que deve zelar pela dignidade das crianças e adolescentes.

Vem demonstrar que o trabalho infantil é algo prejudicial no qual acaba afetando a infância de denominados sujeitos de direitos, que vivem dentro de um contexto de vulnerabilidade social e acabam tendo a sua infância perdida por ter que assumir responsabilidades onde venha a suprir as suas necessidades básicas como alimentação, vestimentas entre outras, essas necessidades são fatores primordiais faz com que haja um grande aumento nos casos de trabalho infantil não só no município de Barrocas, local onde se deu o referido levantamento como também na sociedade em geral.

Foi possível notar que o período ao qual antecedeu o século XX não há muitos registros de políticas sociais que trate de forma direta do acolhimento a crianças e ao adolescente, nesse período estes indivíduos, era tratada com certo descaso por parte dos governantes e até mesmo por parte da sociedade.

A denominada pratica do trabalho infantil é algo que vem de muito tempo, muitas crianças eram tidas como escravas tendo que exercer atividades que não era compatível com a sua idade, a situação da pobreza era um dos principais fatores para

essa ocorrência, visto que, muitos não aduziam de recursos básicos nem mesmo para sua sobrevivência e por essa razão acabavam se submetendo a pratica do denominado trabalho escravo.

Depois de muitos anos, as crianças e os adolescentes se tornaram sujeitos de direitos, assim sendo criado o ECA, o documento que reúne as leis específicas que asseguram os direitos desses sujeitos no Brasil. Direitos esses, que devem ser exercidos e protegidos por toda sociedade, pela família e pelo Estado.

Embora ainda não cumprido em sua totalidade, com o ECA, é possível observar o quanto as vidas das crianças e dos adolescentes se tornam mais dignas.

Depois da implantação do ECA, houve mudanças em questões, como, nas medidas punitivas, na educação, sobre o trabalho infantil, violência contra crianças e adolescentes, dentre outros.

Contudo, é importante considerar que ainda há muito a se fazer, visto que as pessoas precisam se dar conta de que os prejuízos e os danos causados a estes indivíduos acarretam detrimentos onde corrompe uma parte de suma importância na vida destes indivíduos o que pode desencadear uma grade negatividade de si mesmo.

A criança e o adolescentes são dotados de direitos, direitos estes, que vem preconizados em lei no entanto muitos indivíduos que deveriam estar amparados por estas leis acabam sendo vítimas de uma gama de negligencia que afeta não só o seu desenvolvimento físico, como também o seu desenvolvimento psicológico, muitos acabam assumindo uma responsabilidade de provedor familiar introduzindo na sua vivencia algumas atividades voltadas para o que denominamos como trabalho infantil, abdicando de toda a sua infância, em muitos casos tem como consequências o abandono escolar, doenças psicológicas ou até mesmo proporcionando consequências negativas de ordem psicológicas e autoestima.

Assim, se faz de fundamental importância o provimento dos direitos desses indivíduos de forma efetiva, visando sempre contribuir na formação de políticas públicas voltadas para a inserção destes indivíduos na sociedade, perpetrando uma maior segurança de representação e amparo destes indivíduos fazendo com que se sintam dignos e provedores de direitos.

O artigo 227, da Constituição Federal, aludiu de forma clara as garantias e efetivação dos direitos da criança e o adolescente, demonstrando que assim como essa normativa o Estatuto da Criança e do Adolescente também dispõem de normas que venha a proporcionar meios em que esses indivíduos pudessem obter uma vida

digna usufruindo de todas as prerrogativas a qual lhe é conferida.

Se torna notório a questão de que para haver a garantia e a dignidade da pessoa humana de forma direta ainda há muito a se fazer, principalmente com relação a efetivação e aplicabilidade da proteção trazida pelas normativas da CF e o ECA.

É perceptível que, as mudanças decorrentes da Constituição Federal de 1988, capta os anseios e transformações da sociedade, mostrado uma nova ordem de valores, onde o campo central do Direito de família é a efetividade, acarretando assim, profundas transformações na seara familiar.

A composição familiar vem sendo estruturado de diversas formas, muitos vêm essa composição como o alicerce para se obter um desenvolvimento social, porque profundas foram as modificações, em especial, nas relações jurídicas privadas promovidas com o começo da Constituição Federal de 1988, visto que, por um bom lapso de tempo, a estrutura familiar foi compreendida como uma unidade de reprodução, onde era rígida sob uma organização patriarcal.

Atualmente as famílias devem espelhar a própria formação democrática do convívio em sociedade, tais como, o afeto, a compreensão, o respeito, assim, afastando os valores autoritários e patriarcalistas que vinculava a família tutelada pelo Código Civil de 1916.

Denota-se que um dos grandes fatores que contribui para que haja a precariedade da efetivação dos denominados direitos de crianças e adolescente se dá na ausência de políticas públicas voltadas para a pratica de atividades que possa contribuir na formação do sujeito. No entanto, outro fator que prepondera se dá na desigualdade social, a qual acaba levando diversas crianças e adolescentes a desempenhar tarefas árduas por ter que contribuir como sujeito provedor e dotado de responsabilidades, na qual acaba prejudicando de forma direta o seu desenvolvimento, muitos desses sujeitos acabam desistindo dos estudos por não ter condição de se manter no trabalho e na escola, e por ter que fazer escolhas acabam optando por aquela atividade que proporciona em muitos dos casos o seu sustento e de seus familiares.

É uma realidade na qual acabou sendo vista como uma grande problemática, visto que, envolve uma gama de violação de direitos, é notório a questão de ainda haver muito a ser feito para que haja uma mudança nesse atual quadro de violações de direitos e assim, se possa garantir o que preconiza a legislação.

Diante de todas as considerações fica evidente que a sociedade necessita de

políticas públicas, sejam elas para efetivar direitos sociais, ou implementar políticas econômicas, devem ser direcionadas para o desenvolvimento dando condições para que haja a devida efetivação dos direitos que se encontram previstos no ECA. E assim, fazer com que se tonem preciosas e passem a atingir o desenvolvimento de um maior número de indivíduos da sociedade passando a participar do processo econômico e social da sociedade sem que seja necessário a existência da exploração da mão de obra infantil a qual acaba contribuindo na formação de sujeitos com uma infância comprometida por não ter os seus devidos direito efetivados.

REFERÊNCIAS

ÁVILA, Humberto. Teoria dos princípios – da definição à aplicação dos princípios jurídicos. 13. ed. São Paulo: Malheiros, 2012.

BRASIL, “Constituição da República Federativa do Brasil”. 1988.

BRASIL, Lei 8.069/90. Estatuto da Criança e do Adolescente. ECA. Porto Alegre:

CRESS,2000

Brasília, DF, 16 jul. 1990. Disponível em: Acesso em: 12 mai. 2020.

CARVALHO, F. P. de B. Reforma do Código de Menores. Rio de Janeiro: Editor Borsoi, 1970.

CASTRO, Giana Goveia Pires. Controle de Constitucionalidade de Lei ou Ato Normativo Municipal. Recife UFPE, 2014.

DELGADO, Ana Cristina Coll; MÜLLER, Fernanda. Sociologia da Infância: pesquisa com crianças. Revista Educação e Sociedade, São Paulo, v. 26, n. 96, p.351-360.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21. ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.

(Estudos).

FONSECA, J.J.S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza, 2002.

GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

GUIMARÃES, Tacielly Araujo Rodrigues. Sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente: conselho tutelar de Brasília. 2014. 76f. Trabalho de Conclusão de Curso em Serviço Social Pela Universidade de Brasília. Brasília-DF, 2014.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.

MORAES, Alexandre de. “Direito Constitucional”. 19ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.

NUNES, Rizzatto. Manual da monografia jurídica: como se faz - uma monografia, uma dissertação, uma tese. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.

OLIVEIRA, Maria Marly de. Como Fazer Projetos, Relatórios, Monografias, Dissertações e Teses – 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

Política Nacional de Assistência Social – PNAS

PRIORE, Mary Del. Histórias das crianças no Brasil. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2007 ROSEMBERG, Fúlvia; MARIANO, Carmem Lúcia Sussel. A convenção internacional sobre os direitos da criança: Debates e tensões. Caderno de pesquisa. v.40, n.141, p. 693 – 728, set/dez. 2010.

Sistema Único de Assistência Social – SUAS

SUPLICY, E, M. Renda de cidadania. A saída é pela Porta. 2002

VERONESE, Josiane Rose Petry. A proteção integral da criança e do adolescente no Direito brasileiro. Revista TST, Brasília, vol. 79, n 01, Jan/Mar, 2013.

PEREIRA, Tânia da Silva. O princípio do melhor interesse da criança: da teoria à prática. II Congresso Brasileiro de Direito de Família, 1999, Belo Horizonte. Anais [...] IBDFAM: OAB-MG: Del Rey, 2000

CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito constitucional e teoria da constituição. Coimbra: Almediana, 1998.

NOGUEIRA, Paulo Lúcio. Estatuto da Criança e do Adolescente comentado. São Paulo:

Saraiva:1991.

Documentos relacionados