4.5 OS COLONOS NACIONAIS
4.5.3 O decreto de 1867 e a matrícula dos nacionais ,
Nota-se que as correspondências foram enviadas já após a criação do decreto 3784 de 19 de janeiro de 1867, que regulamentava as colônias do Império, o qual já foi analisado no capítulo anterior. Reiterando, os capítulos desta lei se refere a fundação das colônias, distribuição de terras e condições de propriedade (Capítulo I), administração das colônias (Capítulo II), recepção e estabelecimento dos colonos (Capítulo III), disposições diversas (Capítulo IV). Neles se estabelece a regularização das colônias, os parâmetros para colonização e o papel do colono e da colônia. Em suma, o decreto regulamentou a quantidade de terra e a dimensão das propriedades dos colonos; os benefícios e deveres dos colonos que se estabelecerem nas colônias do Império do Brasil; a participação administrativa do Presidente da Província e do diretor da Colônia; trabalho, moradia e salário dos colonos. Como esse decreto regularizava as colônias em todo o Império do Brasil, algumas questões não estavam explícitas, como se havia uma distinção nos direitos e deveres dos nacionais e estrangeiros. Mas o problema mais apontado pelas autoridades era a incompreensão de alguns artigos, como se observa em 5 correspondências enviadas ao Presidente da Província. Essas correspondências tratam da incompreensão, entre outros, de dois artigos em específico, do artigo 29 e 30. O decreto 3784 dispõe no artigo 29 que o colono que reclamar poderá receber auxílio nos dez primeiros dias, já o artigo 30 trata sobre um auxílio gratuito de 20$000, quando o colono tomar posse do lote, mais um donativo igual para por pessoa de sua família maior de 10 e menor de 50 anos. Nas correspondências oficiais constam os registros dos diretos pedindo esclarecimentos sobre o referido decreto. Como na correspondência de 15 de janeiro de 1869, em que o diretor aponta entre outras questões, a falta de compreensão do regulamento de 1867, de tal forma que colonos ingleses mandaram reclamações para autoridades inglesas no Rio de Janeiro, alegando que o tratamento em Curitiba era melhor do que na Colônia e que na capital eles recebiam mais fornecimentos. Outras duas correspondências demonstram que para o diretor da colônia alguns artigos desta lei
não estavam claros. A primeira é a correspondência de 12 de outubro de 1868, em que o diretor acha que
o Reg. de 23 de novembro de 1861, em parte contrario ao de 19 de Janeiro de 1867, pois que neste ([ileg], art. 30) faz-se entender que o colono chega aqui com dinheiro, e que não tem necessidade de diárias para alimentos, dando-se unicamente como donativo 20$000 a cada colono.
Na segunda correspondência, de 31 de outubro de 1868, a reclamação sobre o artigo 30 se repete; pede o diretor “a V.Exª se digne resolver a dúvida que me apresentam os artigos 29 e 30 do Reg. que baixou com o Decreto nº 3784 de 19 de janeiro de 1867”, pois segundo a autoridade “somente pela prática na direção d’uma Colônia pode-se averiguar as dificuldades que esses artigos causam”. Esse problema fazia com que os colonos não permanecessem em Assunguy. Na correspondência 10 de novembro de 1868, a direção da colônia alegou que a falta de esclarecimento do regulamento de 19 janeiro de 1867 fez com que os colonos não permanecessem para além daquele dia em que o governo lhe deu dinheiro, segundo a fonte
Sinto muito que recebendo os colonos ingleses nesta Colonia, não viesse informação alguma a respeito das dificuldades do Reg. de 19 de Janeiro de 1867 sobre as quaes tive a honra de informar a V. Exa. em meu officio de 31 do mes passado. A experiência desta colônia mostra que colonos solteiros podem chegar aqui sem o mesmo desejo de permanecerem. Depois que se fizer rancho, derrubado o caminho para os terrenos por elles escolhidos (e os quaes, neste caso, elles não se importão que sejão ou não bons) vão se embora; por exemplo o inglês Charles Welles que chegou a 19 de março e se retirou a 19 de julho último, depois de ter escolhido as piores terras que existem nesta Colonia e exigido que se fizesse rancho e caminho que custarão perto de 400$000, isso debaixo da pressa do Exmo. Presidente, e por conseguinte esta com o aviso do Delegado das terras foi assentar praça na Companhia de Polícia! Agora, Exmo. Imo., estou prevenido, por ouvir dizer, que alguns solteiros ingleses não querem ficar aqui mais tempo do que aquelle que recebem dinheiro do Governo. Vamos então suppor que este homens se retirão no dia seguinte ao que receberam os 20$000 de que fala o regulamento acima citado, e neste caso quem tomará a responsabilidade dessa quantia?
O problema sobre o regulamento afetava diretamente os cofres da colônia, pois na medida em que ele dava o direito de dinheiro aos colonos, estes, principalmente os
solteiros, recebiam e se ausentavam, sem sanar as dívidas. Outra correspondência, datada de 16 de janeiro de 1869, também aponta erros no regulamento e indica algumas alterações em Assunguy; para o diretor era necessário: primeiramente que os colonos solteiros trabalhassem na terra antes de receber os benefícios concedidos pelo governo; que se adiantassem seis meses de mantimentos às famílias pobres (por ser lhe debitado), doando gratuitamente 10 mil réis, no dia em que se acabarem os seis meses, a cada membro da família de 10 anos; que se ordene aos diretores de conformar-se ao espírito e não a interpretação literal do regulamento em vista do bem do serviço público.114
Sobre essas correspondências que se referem ao regulamento de 1867, podem-se pensar duas razões para as reclamações em Assunguy. Primeiramente, que o decreto tratava de todas as colônias do Império, sendo que os artigos 29 e 30, incompreendidos pelos diretores, poderiam servir mais para colônias em que houvesse outras formas de garantir a permanência do colono, mas não para Assunguy, em que alguns colonos solteiros recebiam dinheiro e abandonavam a colônia. Segundo, que o problema gerado pelo regulamento pode representar a fragilidade da colônia em manter os colonos, pois se o colono se ausenta após receber os benefícios poderia ser por que a colônia não oferecia atrativos para a sua permanência.
Apesar de não ter sido encontrado nenhuma correspondência em que diretores demonstrassem dúvidas a respeito do regulamento de 1867 para concederem matrícula aos nacionais, foram recuperadas as correspondências dos estrangeiros com a finalidade de entender possíveis relações dessa legislação na inscrição de colonos brasileiros. Como o regulamento não especifica a colonização do estrangeiro e do nacional, e para se referir aos habitantes das colônias usa somente a expressão “colono”, pode-se pensar que a falta de esclarecimento sobre o direito dos nacionais, ausente também no regulamento de 1867, fazia com que esses sempre pedissem ao presidente da Província (autoridade máxima na Província) autorização para concessão de matrícula. Ainda que não tenha sido encontrada nenhuma correspondência tratando sobre esse aspecto, a análise do regulamento de 1867 se torna mais interessante quando se observa nos livros de
114 PARANÁ. Registro de correspondências dirigidas à Presidência pelos colonos da Colônia do Assungui entre 1866 e 1872. Códice 380. DEAP. pp. 28 – 46.
matrículas de colonos que a inscrição de nacionais na colônia torna-se mais comum a partir dessa data. Segundo esta documentação, a maioria desses colonos foram matriculados a partir de 1867, somando 13 grupos familiares – até essa data haviam sido registrados somente 5. Esse dado pode indicar uma interferência do regulamento de 1867 na entrada de colonos em Assunguy, pois como houve problemas na interpretação dos diretores a respeito de alguns artigos que concedia benefícios a colonos (reclamados por estrangeiros), os nacionais poderiam ter sido beneficiados pela possível fragilidade desta legislação.
Desses nacionais que solicitavam a sua inserção como colono em Assunguy, deve-se ressaltar que evidentemente nem todos eram pobres ou não possuíam terra, pois a documentação oficial apresenta brasileiros proprietários de terras. Como na correspondência de 1 de março de 1868, a qual informa que filhos de colonos tinha que andar uma grande distância para freqüentar a escola, uma vez que “o centro da Colônia é estrangulado por terras do Sr. Joaquim Severo Correa Miró, coronel Ferreira, além dessas propriedades, é que se pode dar terras às famílias.”115
Os habitantes mais pobres da colônia vendiam sua mão-de-obra por que existiam muitos problemas na condução da colonização de Assunguy, como se observa na requisição do diretor de 16 de outubro de 1867. Neste documento o diretor pedia que fossem expulsos colonos estrangeiros que não queriam trabalhar nos serviços públicos, apontando que em certa ocasião, colonos brasileiros foram chamados para ajudar nos trabalhos que eram para ser executados por tais estrangeiros.116
Em 2 de janeiro de 1867, em meio a sugestões para desenvolver Assunguy, o diretor constata:
Concluir estradas que comunique a Colônia com alguns pontos principais da Província, isto é abrir uma que comodamente dê transito a cargueiros [ileg] no município de Castro [ileg] pela Assembléia Provincial, sendo indispensável para a realização delas abrir-se para primeira seis léguas de
115 PARANÁ. Registro de correspondências dirigidas à Presidência pelos colonos da Colônia do Assungui entre 1866 e 1872. Códice 380. DEAP. pp. 20 – 20v.
sertão e oito para a segunda, inclusive seis por terrenos já cultivados, para estes trabalhos os Brasileiros se prestam ainda com diminutos salários.117
Como se observa, as obras necessárias para desenvolver a colônia poderiam ser feitas por brasileiros que a fariam com um salário pequeno. A partir dessas últimas correspondências, pode-se pensar que os colonos nacionais pobres entravam na colônia pela ineficiência da mão-de-obra imigrante e também pela necessidade da colônia, em determinados momentos, de se adquirir trabalhadores que davam menos despesas; esses trabalhadores nacionais entravam na colônia sem, a princípio, uma legislação que os amparasse e posteriormente viam a possibilidade de serem inseridos através de um pedido intermediado pelo diretor da colônia.
Após investigar nas fontes a experiência da colonização em Assunguy e o papel do colono nacional dentro da colônia, pode-se apresentar algumas considerações a esse respeito.
Ao se observar as correspondências de colonos estrangeiros e nacionais entre 1860 e 1870 na Colônia Assunguy, pode-se perceber diferentes questões. Na voz dos diretores dessa colônia, os estrangeiros, sobretudo, os ingleses, reclamam das condições de trabalho, já os trabalhadores brasileiros requerem admissão como colonos. A partir destes documentos, fica evidente que as cartas desses dois tipos de colonos tinham propósitos distintos, mas ambas também evidenciam problemas ocorridos na Colônia, ocasionados por uma administração colonial mal estruturada. No entanto, não constam reclamações de estrangeiros requerendo inscrição como colonos, uma vez que instalados na Colônia já deveriam possuir título de colonos. Já os brasileiros, em geral, quando aparecem na documentação oficial, são para reclamar a condição de colono. Pensando na constatação feita por Roberto Lamb, de que vários colonos brasileiros foram tratados como intrusos, pode-se pensar que estes colonos dificilmente eram regularizados quando da sua estavam habitando a
117 PARANÁ. Registro de correspondências dirigidas à Presidência pelos colonos da Colônia do Assungui entre 1866 e 1872. Códice 380. DEAP. pp. 3 e 4.
colônia. Pode-se pensar também que a admissão como colono geraria benefícios que os deixariam em melhores condições. Entretanto, se a condição em que se encontravam os colonos estrangeiros não era a das melhores, então em que condições se encontravam tais brasileiros? Possivelmente a condição de trabalhador irregular na colônia, não desse ao colono nacional as condições necessárias para sua permanência na colônia, como por exemplo, dinheiro suficiente para adquirir terras.
Confrontando os dados das matrículas dos colonos em Assunguy com as correspondências, pode-se concluir que ao final da década de 1860 havia mais colonos estrangeiros que nacionais; que havia pessoas pobres que queriam ser aceitas na condição de colonos; que os colonos nacionais, quando matriculados, recebiam os mesmos benefícios que os estrangeiros; que há um registro maior de colonos nacionais após o decreto 3784 de 19/01/1867, mas uma vez que os diretores tiveram dificuldades de interpretação de parte dessa legislação, poderiam ter beneficiado os brasileiros; e que mesmo com o amparo legal, ainda havia nacionais habitando a colônia de forma irregular, pois somente foi dado aos nacionais a condição de poderem comprar terras, mas se realmente fosse pobre, não poderiam adquirir lotes e por conseqüência usufruir das mesmas condições dos estrangeiros.
Essas considerações possibilitam pensar que alguns colonos nacionais conseguiram se matricular na colônia de Assunguy ajudados pelo ofício do Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, de 1861. Amparados por esse ofício, os colonos, intermediados pelo diretor, enviavam correspondências ao presidente da província requerendo a matrícula como colono – demonstrando conhecimento de seus direitos. No entanto, mesmo havendo tais requerimentos, ao final da década de 1860, o número de colonos nacionais ainda é inferior ao de estrangeiros.
5 CONCLUSÃO
Desde 1861 um ofício do Ministério dos Negócios da Marinha permitia a venda de terras a famílias de nacionais. Esse ofício durante vários anos foi a base do argumento de pedidos de nacionais para serem aceitos como colonos em Assunguy. Esta pesquisa teve como objetivo entender como estava acontecendo estes pedidos e se ao final da década de 1860 os nacionais estavam efetivamente inseridos como colonos em Assunguy.
Entre 1860 e 1870 vários nacionais foram inscritos como colonos em Assunguy. No entanto, o problema da irregularidade das propriedades de brasileiros persistia ao final dessa década.
Com relação à experiência estrangeira, observou-se nas correspondências a existência de muitos problemas, a maioria deles relacionados a desobediência dos colonos, conflito desses com as autoridades, dificuldades administrativas dos diretores para desenvolver a colônia. Com os nacionais se observou os pedidos de matrículas que estes faziam para serem aceitos como colonos.
Após a analise das correspondências oficiais e dos livros de matrículas de colonos, pode-se obter algumas conclusões. Confrontando os dados das matrículas dos colonos em Assunguy com as correspondências, pode-se concluir que havia mais matrículas de colonos estrangeiros que nacionais ao final da década de 1860; que havia pessoas pobres que queriam ser aceitas na condição de colonos, como aponta as correspondências oficiais, em que trabalhadores nacionais aparecem como mão-de-obra barata, bem como faziam muitas vezes os trabalhos que os estrangeiros se negavam; que os colonos nacionais, quando matriculados, recebiam os mesmos benefícios que os estrangeiros, cita-se como exemplo a quantidade de terra, pois a maioria dos nacionais e estrangeiros receberam 605.000 m2 de terra; que a maioria dos colonos eram solteiros e com idade entre 2 e 27 anos; que entre os brasileiros todos eram católicos, e que entre os estrangeiros o eram a maioria; que há um registro maior de colonos nacionais após o decreto 3784 de 19/01/1867 o qual regulariza as colônias do Império, podendo indicar que isso era resultado da dificuldade de interpretação do regulamento; que, uma vez que os diretores tiveram
dificuldades de interpretação de parte dessa legislação, poderiam beneficiar os brasileiros; e que mesmo com o amparo legal, ainda havia nacionais habitando a colônia de forma irregular, pois somente foi dado aos nacionais a condição de poderem comprar terras.
Até 1870 o número de colonos nacionais matriculados em Assunguy é menor que o de estrangeiros, e isso pode indicar havia uma preferência com relação aos estrangeiros.
Muitos colonos foram inscritos, mas muitos nacionais permaneceram sem matrículas. A correspondência de 15 de janeiro de 1869118 aponta esse problema. A partir desse documento se percebe que havia muitos habitantes irregulares, pois ele indica cerca de 300 pessoas inscritas como colonos, mas dizia também que Assunguy possuía cerca de 800 habitantes, então 500 pessoas estavam em situação irregular. Como os estrangeiros eram registrados na chegada à colônia, pode-se pensar que era os nacionais a maioria desses 500 habitantes irregulares. Mesmo porque o problema se arrastou pela década de 1870. No relatório do diretor Buarque de 1876 registrou-se cerca de 200 nacionais irregulares, que segundo Buarque haviam permanecido assim por conta das promessas informais de antigos diretores.119
Ao longo da década de 1860 muitos nacionais pediram matrícula na colônia de Assunguy, amparados principalmente pelo aviso do Ministério dos Negócios da Agricultura de 1861. Das correspondências analisadas nenhum registro foi efetivado nos livros de matrículas, ou seja, confrontando os dois tipos documentais, nenhum nome de nacional que pediu matrícula foi registrado nos livros da colônia até 1870, isso demonstra que havia grande dificuldade para se conseguir a matrícula. Mesmo havendo amparo legal, percebe-se que ao final da década de 1860 havia muitos nacionais irregulares. Conclui-se portanto, que esses nacionais que estavam alheios ao regime colonial de Assunguy não podiam adquirir terras pois, como aponta as correspondências e também como indicou o ofício de 1861, as famílias brasileiras eram pobres. Enfim, analisando as informações da correspondência datada de 1869,
118 PARANÁ. Registro de correspondências dirigidas à Presidência pelos colonos da Colônia do Assungui entre 1866 e 1872. Códice 380. DEAP. p. 44.
119 LAMB, Roberto Edgar. Uma jornada civilizadora: imigração, conflito social e segurança pública na Província do Paraná 1867-1882. Curitiba: Aos Quatro Ventos, 1997. p. 49.
pode-se concluir que havia muito colonos nacionais sem possuírem direitos sobre os seus lotes. E desta forma se conclui que o aviso de 1861 e as demais legislações não possibilitaram a todos os nacionais o direito de inscrição, mesmo porque o ofício apenas proporcionava à famílias pobres a compra de terras, e se eram pobres não poderiam adquirir as terras e finalmente não receberiam os mesmos benefícios dos colonos inscritos.
FONTES
BRASIL. Colecção das leis do Império do Brasil, Tomo 10 parte 1, secção 13. Decreto n. 511 de 4 de outubro de 1848. Disponível em: http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/colecoes/Legislacao/legimp-
34/Legimp-34_3.pdf. Acesso em 31 de outubro de 2010.
BRASIL. Colecção das leis do Império do Brasil,Tomo 11, parte 1, secção 44. Lei n. 601 de 18 de setembro de 1850. Disponível em: http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/colecoes/Legislacao/Legimp- 36_26.pdf. Acesso em 31 de outubro de 2010.
BRASIL. Decreto n. 3784 de 19 de janeiro de 1867. Disponível em: http://www.camara.gov.br/Internet/InfDoc/conteudo/colecoes/Legislacao/leis1867/Lei s1867-30.pdf. Acesso em 31 de outubro de 2010.
BRASIL. Ofícios do Ministério dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. 03/06/1861. DEAP.
PARANÁ. Leis, decretos, regulamentos e deliberações do Governo da Província do Paraná 1855. Typ. da Penitenciária – Coritiba. DEAP, 1912.
PARANÁ. Livro 1 de entrada de colonos em Assunguy até 1880. DEAP, Códice 383.
PARANÁ. Livro 2 de entrada de colonos em Assunguy até 1880. DEAP, Códice 385.
PARANÁ. Ofícios. DEAP, ano 1866, vol. 002, ap. 248.
PARANÁ. Registro de correspondências dirigidas à Presidência pelos colonos da Colônia do Assungui entre 1866 e 1872. Códice 380. DEAP.
PARANÁ. Relatório apresentado a Assembléia Legislativa da Província do Paraná na 1 sessão da 4 legislatura, pelo Presidente da Província do Paraná José Francisco Cardoso, no dia 1 de março de 1860. Curityba: Typ. C.M. Lopes, 1860.
PARANÁ. Relatório apresentado a Assembléia Legislativa da Província do Paraná na 1 sessão da 5 legislatura, pelo Exm. Sr. Dr. Antonio Barbosa Gomes Nogueira, no dia 15 de fevereiro de 1862. Coritiba: Typ. Do Correio Oficial, 1862.
REFERÊNCIAS
ANDREAZZA, M. L.; NADALIN, S. O. Imigração e sociedade. Curitiba: UFPR, Departamento de História, 1993.
BALHANA, Altiva Pilatti; MACHADO, Brasil Pinheiro; WESTPHALEN, Cecília Maria. História do Paraná. Curitiba: Grafipar, 1969.
CARNEIRO, Cíntia Maria Sant’Ana Braga. Colônia do Assunguy: Plantando esperanças em terras do Paraná, no século XIX. Revista da Academia Paranaense de Letras. Curitiba. N. 46.
GILLIES, Ana Maria Rufino. Os ingleses da colônia do Assunguy (1859-1882) sob a perspectiva do processo civilizador: um estudo comparativo com outra comunidade
britânica do século XIX. 2007. Disponível em:
http://www.uel.br/grupoestudo/processoscivilizadores/portugues/sitesanais/anais10/ Artigos_PDF/Ana_M_R_Gillies.pdf. Acesso em: 28 de fevereiro de 2010.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. História Geral da Civilização Brasileira – O Brasil Monárquico: reações e transações. Tomo II, v. 5. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
IOTTI, Luiza Horn. A Política Imigratória Brasileira e sua legislação – 1822-1914.
p. 4. Disponível em:
http://artigocientifico.tebas.kinghost.net/uploads/artc_1153944668_79.doc. Acesso em: 20 de maio de 2010.
KLEIN, Herbert S. Migração Internacional na História das Américas. In: FAUSTO, Bóris (org). Fazer a América. A imigração em massa para a América Latina. São Paulo: Edusp, 2000
KLUG, João. Imigração no sul do Brasil. In: GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo