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O PROFESSOR CRIADOR DE CONTEÚDO NO COMPONENTE CURRICULAR

TÓPICO 2 – A CONTEXTUALIZAÇÃO DA LÍNGUA INGLESA

3.2 O PROFESSOR CRIADOR DE CONTEÚDO NO COMPONENTE CURRICULAR

Podemos dizer que todo professor é um criador de conteúdo, pois todo profissional, ao longo da sua carreira, produzirá textos, exercícios, dinâmicas, enfim, diversos materiais serão produzidos para ensinar os alunos.

Uma boa opção para você, que é criativo e produz diversos materiais para o dia a dia na sala de aula, é vendê-los, e alguns sites permitem determinada ação. Você pode criar o seu site ou anunciar o seu material em alguma outra plataforma.

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Este é um ótimo exemplo de como um professor pode ganhar uma renda extra como produtor de conteúdo. Assim, muitas vezes você produz uma atividade diferente e muito eficaz. Por que não dividir a atividade com outros professores? Entretanto, se você dedicou tempo àquilo, também deveria ser recompensado financeiramente, já que o trabalho é de sua autoria.

O profissional de Letras não precisa ser necessariamente professor. Há um vasto campo de opções para uma pessoa formada em linguagem, que conhece a fundo a sua língua e uma língua estrangeira. Assim, talvez você não deva se prender apenas à sala de aula. Você pode trabalhar com a produção de conteúdo para ensinar pessoas on-line, por exemplo. Pode criar produtos para vender a professores que queiram utilizar em suas aulas, trabalhar com editoras, na produção de materiais didáticos. Enfim, há um grande campo profissional esperando por você.

Para algumas pessoas é muito difícil conseguir criar algum jogo ou atividade diferenciada enquanto que, para outras, é uma atividade do dia a dia. Então, se você é uma dessas pessoas, comece fazendo o seu portfólio. Bata fotos das suas produções, crie um passo a passo de como foi feito e anuncie. Com certeza alguém se interessará pelo seu produto.

Se você observar o site teacherspayteachers, todos os materiais que são vendidos lá são para impressão. Assim, não há problemas com entregas ou algo assim. A partir do momento que você produziu algo e está disponível para impressão, toda a venda que você realizar será lucro.

Falando em portfólio, aqui vai uma ótima dica para todo professor: crie o seu portfólio para apresentar o seu trabalho. Em uma entrevista de emprego, por exemplo, você falará sobre as suas habilidades, como você desenvolve o seu trabalho em sala de aula etc. E se você mostrar um pouco do seu trabalho? Tire fotos dos seus alunos jogando, trabalhando, coloque exemplos de atividades. Dessa maneira, quando você for a uma entrevista de emprego, terá algo para mostrar.

Um portfólio de ensino é um registro de seu desenvolvimento profissional como professor. Ele ilustra sua filosofia de ensino e sua abordagem geral. Na primeira página, coloque uma apresentação sobre você mesmo. Quais são os seus objetivos pessoais? Quais são os seus desejos de crescer como docente? Qual a sua filosofia de ensino? O que você gosta de ensinar? Quais são as suas estratégias de ensino? Como mostrar um bom gerenciamento da sua sala de aula? Enfim, é o momento de falar de você como profissional.

Já dentro do seu portfólio, comece pelo seu planejamento anual e explique como você faz o planejamento semanal ou mensal. Depois, mostre como você desenvolve as suas atividades, dê exemplos de avaliações. Se você trabalha com a educação infantil ou primeiro ano, como seria a avaliação descritiva? Dê exemplos de jogos e atividades lúdicas que você desenvolve em sala de aula.

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Descreva o exemplo de uma aula. Você viu como exemplificamos uma aula mostrando uma learning station? Então, você poderá fazer o mesmo, mostrando como uma aula começa, desenvolve e termina. Lembre-se de acrescentar seus cursos de formação. Um professor sempre precisa estar atualizado, em constante formação, seja realizando uma pós-graduação ou um curso de pequena duração.

Como estamos falando em tecnologias, lembre-se de que a maioria das empresas anuncia as suas vagas e solicita que você envie o seu currículo via e-mail. E se, além do seu currículo, enviar também um portfólio virtual ou seu website para mostrar um pouco do seu trabalho? Com certeza, você se destacará.

FIGURA 13 – TEACHING PORTFOLIO

FONTE: <https://br.pinterest.com/pin/187884615683422168/?autologin=true>. Acesso em: 30 mar. 2019.

Na internet você conseguirá encontrar vários exemplos de portfólios. Crie o seu da maneira que você preferir.

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FIGURA 14 – LIVROS

FONTE: <https://ready4english.wordpress.com/tag/material/>. Acesso em: 30 mar. 2019.

Os três livros são excelentes para professores de inglês que ensinam crianças e adolescentes, além de apresentarem diversos planejamentos de aula com instruções. A autora reuniu diversas ideias e atividades que desenvolveu ao longo dos anos como professora e lançou alguns livros. O seu público? Professores e demais profissionais que trabalham com o ensino de línguas.

O que estamos mostrando aqui é que, você, futuro professor, tem diversas opções no campo profissional e, com o avanço tecnológico, essas opções só aumentam.

Existiam teorias de que a tecnologia e os robôs ocupariam o emprego dos professores, mas fique tranquilo, isso não acontecerá. A humanização da educação nunca poderá ser substituída por robôs e telas de computadores. O professor continuará a desempenhar o papel de mediador. Em alguns momentos, a interação pode sim acontecer por meio da tela do computador, mas a figura do professor jamais poderá ser substituída. O professor é uma peça importantíssima na aquisição de conhecimento do aluno e não apenas no conhecimento cognitivo, mas também no conhecimento emocional.

Você, professor, tem um papel fundamental na formação dos seus alunos. Você é um modelo para eles. A sua palavra e as suas atitudes têm o poder de mudar e de transformar a vida de todo ser humano que está em sua volta.

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LEITURA COMPLEMENTAR

USING LEARNING STATIONS IN MIDDLE SCHOOL

Sarah Knutson Teaching via stations or learning centers feels familiar to elementary school teachers, but offering them in middle school may not feel entirely comfortable at first glance. I used to occasionally utilize stations to cover specific content very quickly but after I heard Catlin Tucker speak at a professional development seminar, I realized the potential impact I could have if I frequently used the Station Rotation model. I began making immediate changes in my classroom. The benefits of this type of instruction abound and can benefit a range of students.

Why offer learning stations?

Learning centers, learning stations, station rotations, blended learning — these labels all refer to the same general concept: rotating students through various learning activities throughout a single class period. When I moved from a middle school that allowed me to see my students for an average of 75 minutes each day to a site where I see my students for 60 minutes, four times a week, I had to change my method of instruction. The amount of content I needed to cover did not change, but the amount of time I had to cover it did. Enter the station rotation model.

In addition to fitting in more content in a day, this model allows me to meet the needs of different learners via the teacher-led station. During each station rotation lesson, I group together specific students who need extra time on a particular assignment, may need re-teaching, or are ready to move on with advanced content. This small group instruction offers the chance to discreetly scaffold or advance students without drawing attention to them.

Additionally, because this type of instruction offers variety, student choice (where possible), and more student conversation than direct instruction, student engagement increases. Whether students are interacting with an experiential learning station such as an interactive lab, survey, or video, students focus on tasks and their engagement in classroom activities increases. I have witnessed

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Interact with academic vocabular

Read a document related to our current project and add notes to a graphic organizer

Discuss our current class novel with peers and add notes to a shared document

Meet with me in a group that’s formed around a specific need

In this model, students have fifteen minutes at each station. Often, that does not feel like enough time, so I split the stations over two days.

Not every brain can focus on a single topic for an entire class period, and the station rotation model allows for smaller units of focus. While teachers may assign groups to follow a particular pattern, I often allow students or teams to choose their focus for the day and let them cycle through the stations at their own pace. This simple choice alone flexes some critical thinking muscles, asking students to prioritize tasks.

Catlin Tucker’s Ten Tips cover the basics of establishing stations in a classroom. The most valuable piece of advice Tucker provides, in my experience, is her 10th tip: mix up the stations. Just as students cannot always focus on a single topic for a class period, they cannot always engage in the same type of task. And, you can support different learning styles with a mix of online, print, individual, group, and teacher-led stations.

Ultimately, the key to successful stations is consistent expectations. I knew at the start of the year that I would like to implement stations so here are the steps I took:

I covered protocols, norm setting, and community building.

I established the model I expected to use but included low-risk content (nothing heavy in terms of topics or points).

I had students learn how to interact with print instructions (in stands on the tables), online instructions (to open links, view videos, complete written tasks, etc.), and with the different transition options (on a timer, when done as an individual, when done as a group).

This allowed me to cover the important beginning-of-the-year content and to establish norms around a key component of my ongoing classroom instruction.

Implementing stations with intention

In my first year at this particular site, I may have gone a bit heavy with the stations, and my students reached a wall. They felt that we were moving too quickly through content, and they were right. I was covering four lessons over two days, via the stations, and it felt like far too much for these students. Between my past experience seeing students for more time and their experience with teachers who implemented a less-than-rigorous curriculum, we needed to meet in the middle.

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I realized that I must utilize the station rotation model intentionally. Rather than introducing content early in a project, I have found that using the model after students have begun completing tasks makes more sense. With their work in front of me, I can more easily create groups for teacher-led stations. And, with a basic understanding of the project, they can more readily work independently. Additionally, recognizing the different patterns in how my students work, I tend to move away from timed stations and offer students more choice in how long they remain at each station, depending on their individual needs.

Now that I think more carefully about what students can accomplish independently while I work with a small group, my stations feel more beneficial and less frustrating for students. Stations work in my classroom as long as I pay attention to the students in my classroom and then design stations according to those needs. FONTE: KNUTSON, Sarah. Using learning stations in middle school. 2018. Disponível em: https:// education.cu-portland.edu/blog/classroom-resources/learning-stations-middle-school/. Acesso em: 18 abr. 2019.

RESUMO DO TÓPICO 3

Neste tópico, você aprendeu que:

• Learning Stations (também Learning Centers) são estações de aprendizados. Em uma mesma sala, durante cinquenta minutos, os alunos passam a desenvolver diversas atividades distintas, circulando por estações diferentes.

• Os centros de aprendizagem podem ter vários designs e formatos. Você pode criar diversas atividades para trabalhar o mesmo assunto.

• A maneira que você escolhe para configurar sua sala de aula depende dos espaços e dos tamanhos disponíveis.

• Indique cada aluno a um grupo e o centro em que eles irão iniciar. Use um relógio para cronometrar o tempo. O interessante é que cada grupo possa passar por todas as learning stations.

• Poste as regras e as expectativas de comportamento em um lugar onde os alunos possam vê-las. Não pense que tudo funcionará perfeitamente no primeiro momento.

• Para trabalhar com learning stations você precisa verificar a quantidade de alunos, espaço e o tempo disponível para realizar as atividades.

• O ensino por meio da tela do computador pode ser eficiente ou não. Tudo depende do estudante e da sua dedicação.

• Não estamos mais limitados a aprender o que está disponível em uma sala de aula física ou biblioteca. O acesso a um computador, tablet ou smartphone permite se conectar com mais informações do que imaginamos.

• Embora a Internet seja um espaço de comunicação e interação, antes da criação da plataforma de aprendizado on-line, muito do aprendizado que ocorria on- line era feito por autoestudo.

AUTOATIVIDADE

1 After everything you read, look at the pictures and choose T for true sentences and F for false sentences about Learning Stations.

a) ( ) Every learning station must have five students. b) ( ) Teachers have to do learning stations in every class.

c) ( ) You can use different activities to teach and practice the same subject. d) ( ) Teachers don’t need to explain the activities beforehand. Students will

know what to do in their learning station.

e) ( ) The teacher needs to prepare his class in advance.

3 About immersion is correct to say that: a) ( ) It’s just going to work abroad.

b) ( ) It doesn’t make any difference in the learning process.

c) ( ) It’s impossible to create an immersion situation in the classroom. d) ( ) Teachers can create immersion moments during their classes. e) ( ) Immersion is translating what you teach.

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