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Através da Cia de Dança Cabanos, o ritmo até então novo, foi consolidado na dança de salão em Belém do Pará. A criação de Jimmy de Oliveira, já levada a outros estados além do Rio de Janeiro, foi também direcionada a Belém. Num processo de aceitação natural através do tempo, o Funkeado tomou espaço na cidade paraense, ganhando novos admiradores e novos profissionais que a impulsionaram ainda mais. Contando a história da Cia Cabanos, da dança de salão em Belém, e da inserção do estilo à mesma, iniciaremos um novo capítulo.

4.1- Uma passagem pela dança de salão em Belém-PA

Airleise Rodrigues cita em sua monografia “a história da dança de salão em Belém do Pará é pouco conhecida por falta de registro, porém sabe-se que a mesma já era praticada há muito tempo por pessoas que tinham na dança o seu principal lazer”, uma dessas pessoas e o primeiro a abrir uma academia de dança em Belém, foi o engenheiro e arquiteto Camilo Porto, apaixonado pela dança de salão, era dono de dois espaços: sua academia “Só ele, só ela” e a boate “Gemini drive-in”.

Camilo Porto, interessado então em aprimorar a dança de salão em Belém, convidou pessoalmente em uma viagem para o Rio de Janeiro para vir a Belém, Maria Antonietta, para ministrar um curso de técnica da dança de salão, no ano de 1986. Maria Antonietta, na época considerada a melhor do mundo, esteve em Belém de 23 de setembro a 11 de outubro de 1986. Após o término do curso, muitos novos professores foram se formando posteriormente, trazendo para a dança de salão de Belém, novos discípulos, novos professores. Entre estes professores: Maria do Carmo, Marcelo Thiganá, Marina Benarrós, Junior Carvalho, Sidney Teixeira, Junior Cruz, Tereza Cruz, José Netto e João Mafra.

Diante do Cenário da dança de salão nos anos 90, o primeiro professor a abrir seu espaço – academia de dança – foi Marcelo Thiganá, considerado em dos pioneiros do ensino da dança de salão em Belém. No ano de 1997, a professora Marina Benarrós, convidou o já nomeado Jaime Arôxa para abrir uma franquia de sua escola em Belém, apesar da idéia ser genial, pois divulgaria ainda mais a dança de salão em Belém, o projeto não durou muito tempo.

Após a abertura da primeira escola de dança de salão em Belém, e posteriormente de outras, surgiram outros profissionais da área, uma nova geração de professores, empenhados em fazer a dança de salão crescer ainda mais: Cesar Cordeiro, Roberto Ribeiro, Lana Santos, Thiago Pinheiro, Darliete Moraes, Antônio Coimbra, Frank Coelho, Aderson Campos, Rolon Ho e outros, formaram a nova geração de professores de dança de salão na cidade.

Hoje, é possível observar que diante de acontecimentos, a dança de salão caminha de forma mais acelerada, os eventos (workshops, festivais, etc) acontecem com mais frequência e com muito mais profissionais juntos.

Uma conquista importante a ser ressaltada, é a criação de APDANS (Associação Paraense de Dança de Salão), no dia 29 de janeiro de 2004 teve sua primeira formação, porém ficou inativa por um período. No ano de 2015, com a união de alguns profissionais da dança de salão de Belém, foi reativada, tendo como foco a valorização da dança no estado. É uma associação sem fins lucrativos, congregando profissionais e representantes da dança de salão do estado, com a missão “trabalhar em prol da união, desenvolvimento e valorização da arte e através disso promover benefícios físicos, psicológicos e sociais para a população, bem como divulgar a dança de salão no estado e promover a cultura paraense através dos ritmos populares”.

Temos como representantes: Presidente: Rolon Ho, Vice-presidente: Roberto Ribeiro, Diretor Jurídico: Cristiane Esquerdo, Diretor de Comunicação: Sidney Teixeira, Diretor de Marketing: Johny Aviz, Diretor Administrativo: Vanessa Alves, Diretor de coordenação de projetos: Antônio Coimbra, Diretor de artes, estudos e pesquisas: Edilene Rosa, Diretor financeiro: Aderson Campos.

Além da promoção de eventos, a APDANS oferece para seus associados alguns benefícios, como descontos em eventos, entrada de bailes e até mesmo nas mensalidades de academias, além de estar com um projeto para a criação de um plano odontológico.

Com o investimento da APDANS, juntamente com os profissionais da área, o ano de 2015 foi importante para um verdadeiro boom na dança de salão, com uma grande quantidade de eventos realizados, presença de profissionais de outros estados, apresentações de espetáculos de várias escolas de dança, etc. Somando e contribuindo para a valorização e divulgação da dança de salão em Belém.

4.2- A chegada do Samba Funkeado na Cia de Dança Cabanos

O Samba Funkeado na Cia de Dança Cabanos, chega através de seu diretor geral Rolon Ho, ele juntamente com sua parceira na época, trouxeram as técnicas do Samba Funkeado para a Cia. A paixão pelo estilo era tamanha que se o diretor e seus integrantes começaram a se dedicar totalmente ao ritmo, no início assim como Jimmy de Oliveira, Rolon também teve dificuldades em consagrar o estilo em Belém, mas por acreditar que o ritmo funcionaria, Rolon não desistiu. Através de muita insistência conquistou seu espaço dando aulas a baixo custo e até sem cobrar nada para os profissionais da dança ou para quem se interessasse; além de ter a ajuda das vindas do Mestre Jimmy de Oliveira à Belém. Nos bailes (festas para dançar que acontecem na dança de salão) Rolon Ho dizia aos integrantes de sua companhia que não deixassem de dançar o ritmo se por acaso tocasse, com isso, estimulando a sociedade belenense da dança de salão a observar e dançar o estilo.

Criando seus “pupilos”, a Cia de Dança Cabanos cresce e constrói sua fama, tendo como principal referência o ritmo acima dito. Atualmente, segundo Rolon Ho, o ritmo é dançado ou procurado por oitenta por cento dos dançarinos de Belém-PA. Sobre a inserção do Samba Funkeado em Belém do Pará, Rolon Ho diz:

Quando eu iniciei o funkeado em 2006 aqui em Belém, não tinha nenhum professor nesse curso que o Jimmy ensinou, logo após que eu comecei a buscar ritmo, músicas do estilos, vídeos da internet, eu começei a fazer aulão (...) Porque eu achava que esse ritmo ia funcionar, que ele ia pegar. Então eu fiz muitas aulas de graça pra todos os professores, alguns professores aceitavam ‘Ah Rolon, eu quero aprender!’, outros não ‘Não, isso não vai pra frente’. E também as vindas do Jimmy, em Belém, fortificaram (...) Antes, até nos bailes de dança de salão, dificilmente tocava o funkeado, a gente tinha que pedir, e eu conversava com o meu grupo que dançava funkeado ‘Oh, mesmo se vocês tiverem cansados... Toca funkeado vai pro salão’, então foi um trabalho devagar, mas que hoje a gente vê quase 80% dos dançarinos dançando funkeado.”

(Rolon Ho, introdutor do ritmo em Belém-PA – 2013)

Além dos relatos de Rolon Ho, durante dois anos de observação é possível perceber que hoje, apesar das entradas e saídas de muitos integrantes, o Samba Funkeado continua sendo a paixão daqueles que fazem parte da Companhia, talvez por influência do local em que se está, talvez por identificação, ou para buscar melhorias para o corpo, etc. A Cia

é composta pelos chamados “bolsistas” (jovens selecionados para estarem presentes nas aulas, ajudando os alunos, isentos de mensalidade, que precisam cumprir algumas regras, como: pontualidade, estar presente nas aulas e festas, eventos, entre outros), além desses, temos os integrantes da Cia: aqueles que fazem parte dos espetáculos, coreografias para eventos representando o nome “Cabanos” e também professores e diretores da mesma. Diante desta divisão, podemos observar que todos os intérpretes da CIA, tem uma paixão pelo samba de modo geral, buscando o aperfeiçoamento, criando novos passos, compartilhando conhecimentos, mas, além de toda essa paixão, tiveram a percepção da mudança corporal que o Samba Funkeado trouxe para cada um. Em entrevista, falaram sobre o assunto.

[...]A dança de salão entrou na minha vida, na companhia de dança Cia Cabanos do diretor Rolon Ho. E dentro da mesma o ritmo samba é muito forte e o foi onde conheci o Funkeado. Meu corpo se identificou muito pois o Funkeado, você descobre novas possibilidades de conhecer seu corpo e é uma modalidade de liberdade de expressão, é algo que a música te leva e não o cavalheiro! Mudou muitas coisas no meu corpo pois como era de outras danças, na dança de salão você depende do cavalheiro e do ritmo que é proposto, sendo assim a dama tem que sentir para poder executar o movimento mas não esquecendo que a dama não é 100% presa, ela também pode propor algo. Então principalmente no Funkeado meu corpo ficou mais sensível ao tato, deixando eu perceber que a dança ela é conduzida!

(Aline Moreira, integrante da Cia Cabanos, 2016) Aline Moreira, mostrou seu ponto de vista como dama, teorizando sobre a maneira sensível de dançar, apontando que o Samba Funkeado pode de alguma maneira transformar o “tato” da dama, fazendo com que ela esteja muito mais sensível a condução de seu cavalheiro. O estilo, com seus movimentos diferentes, realizados em tempos diferentes, trabalham no corpo o pensar e agir rápido, para a dama: agir rápido ao sentir a condução do cavalheiro, e pensar rápido em algum “floreio” que possa ser encaixado em cada pequeno espaço que lhe é cedido. Já o cavalheiro, também precisa de algumas características marcantes, Wendell Silva, diz:

[...] Quando eu conheci esse ritmo, foi o ritmo que escolhi pra seguir foi o que que me encantou, é uma nova roupagem que o samba achou e ele tem uma... ele proporciona uma mudança incrível e foi o que me encantou... incrível no nosso corpo por que ele traz pra gente uma consciência corporal, por trabalhar diversas formas no corpo. Proporciona uma liberdade total que você tem que pensar rápido, agir rápido e... Ele te faz... Ele te faz, trabalhar o corpo em seus mínimos detalhes, ele te proporciona uma parada brusca, mudança de direção e não tem como fazer isso se... sem conhecer, sem entender o seu corpo, então ele vai desenvolvendo o teu corporal... Ele tem uma, ele puxa um pouco pro lado hip hop aquela questão de movimentações, até as músicas que a gente dança tem uma batida diferenciada, ela tem um algo a mais, um acento... E ele, o samba, ele te faz buscar sempre a acentuação musical, quebradas, paradas, e

como se a todo momento é... você fosse bater uma foto, então ninguém quer bater uma foto mal, em uma posição ruim, então a gente sempre busca é... Uma finalização, uma pose, uma carregada é... E sem contar no que ele te proporciona, ele não tem, nós temos uma base, claro, mas a o incrível do Funkeado não é você fazer a base, é você buscar a todo momento algo novo, ele te dá essa liberdade de criação, ele te faz pensar, te faz mudar a todo momento, um movimento existente que você aprenda, você já pode executar de diversas formas, já pode mudar alguma coisinha aqui, uma coisinha ali, já pode inovar um movimento que você aprendeu...” (Wendell Silva, integrante da Cia cabanos, 2016)

Como Wendell citou, a coordenação motora que segundo Regiele Bentes “é a capacidade do cérebro de equilibrar os movimentos do corpo, mais especificamente dos músculos e das articulações”, precisa é extremamente aguçada em quem pratica o gênero, trazendo para o corpo além desse, inúmeros benefícios, principalmente a agilidade no pensar rapidamente. Além dos aspectos posteriormente ditos, outra característica fortificada pelo Samba Funkeado é o hábito da criação, que é permitida a todo momento no gênero, isso acontece graças a liberdade trazida pelo ritmo.

Hoje a Cia de Dança Cabanos é referência no Samba Funkeado em Belém, e se destaca pelo trabalho que faz, buscando sempre se aperfeiçoar, trazendo Jimmy ou indo para o Rio de Janeiro, montando novas coreografias, procurando se superar a cada uma delas. O trabalho continua, com a paixão, a vontade de fazer arte, e a coragem pra sempre continuar.

4.4- O meu corpo que dança

Aos 23 anos, busco a melhoria da minha dança no salão, regada de muitas dificuldades corporais. Iniciei na dança de salão aos 16 anos, antes de fazer parte da Cia Cabanos, participei como intérprete em outra academia de dança de Belém, onde tive a oportunidade de conhecer e me apaixonar pelo samba de gafieira, permaneci na mesma por dois anos, antes mesmo de decidir sair, já pensava na possibilidade de fazer aulas com Rolon Ho, que desde sempre foi minha referência de samba em Belém. Meu professor e amigo na época, dedicava seu tempo livre para compartilhar comigo movimentos de samba de gafieira tradicional inicialmente; tivemos a oportunidade de treinar muitas vezes juntos, criando uma sintonia que nos permitia dançar no salão sem desconforto. O mesmo me apresentou o Samba Funkeado e minha primeira impressão foi dizer que aquilo era feio, parecia desconfortável, bruto... até me apaixonar.

A paixão surgiu quando me dispus a conhecer e estudar corporalmente esse até então “novo estilo”, o estudo corporal trouxe para meu corpo uma nova maneira de dançar, ainda difícil de adaptar por se tratar de alguém que se considerava até então “tradicional”. Aos poucos a vontade de aprender foi crescendo, porém, diante de alguns imprevistos tive que sair da escola que me iniciou.

Após minha saída de uma escola regular de dança de salão, me encontrei treinando através de vídeos tirados da internet, ao lado de um outro parceiro em potencial, que assim como eu carregava uma grande paixão pelo estilo, mas precisávamos de muito mais do que apenas vídeos, precisávamos de mais técnica. O reconhecimento dessa paixão não passou despercebida por muito tempo, o nosso talento foi reconhecido e então indicado para Rolon Ho que diante disso, chamou eu e meu parceiro na época para entrar na Cia Cabanos. O convite foi um susto, pois não fomos chamados apenas para sermos o que chamamos de “monitores”, fomos chamados para ser intérpretes no espetáculo “Subúrbios”, já renomado. Uma responsabilidade e tanto que carrego até hoje, com um nome que foi construído com mais precisão na Cia de Dança Cabanos. Perpassando por esses dois anos como intérprete na companhia, observo o quanto foi possível crescer corporalmente, aprendendo a cada aula como posicionar meu corpo, fortificando os movimentos através dos treinos e praticando nas rodas de improvisos e concursos realizados pela academia.

O Samba Funkeado entrou em minha vida, melhorando o meu corpo, com suas características marcantes, me permitindo o sentir mais facilmente ao dançar, me tornou uma intérprete mais criativa, me permitindo criar novas possibilidades na dança de modo geral. O mais importante de todo o processo de aprendizagem, com certeza, foi a possibilidade de mesclar diversas vertentes de dança para, trazendo outros corpos para o salão, transformando-se em um corpo peculiar.

Estar no curso de licenciatura em dança trouxe consigo um despertar para uma nova maneira de ensinar, diferente do que eu já havia visto, uma realidade que está mudando, e firmando novos olhares para a dança no cenário belenense, porém, que por muito tempo permaneceu de forma tradicionalista, com modelos de aulas pré-definidos. A conquista dessa mudança com certeza se deve a necessidade de mudar para continuar tendo os alunos dentro das academias de dança, ainda com passos curtos, novas metodologias tem ganhado o seu espaço. Como professora de dança de salão hoje, encontro-me na missão

de mostrar aos meus alunos novas visões para a dança, não somente a de salão, mas de modo geral. Levo para a sala de aula, dinâmicas e teoria, buscando relacionar com a realidade deles (e minha também), que é a dança de salão, utilizando de técnicas compartilhadas no curso de licenciatura em dança.

Como intérprete, me considero ainda com muitas dificuldades de aprendizado, memória e coordenação motora, aspectos que ao longo do tempo estão sendo treinados para melhorar, buscando a sintonia com o grupo que me encontro hoje. Como profissional, considero-me apaixonada por dança de salão, mas também, me vejo futuramente como professora do ensino básico, ou até mesmo como fisioterapeuta da dança, caminhos estes que de alguma maneira serão trilhados, diante de escolhas e através de muito esforço. Por enquanto, ser intérprete, professora e licenciada já compreende uma boa parte de ser Heloá Tavares.

CONCLUSÃO

A Cia de Dança Cabanos com seu surgimento em 2005, foi a principal responsável pela consolidação do Samba Funkeado em Belém-PA. Seu diretor, Rolon Ho, juntamente com seus integrantes não mediram esforços para que isso acontecesse, buscando sempre mostrar o ritmo de várias maneiras, para até então ser aceito pela sociedade da dança de salão, e posteriormente ganhar o seu lugar na mesma.

O Samba de Gafieira Tradicional é uma hibridização, assim como o Samba Funkeado também é. Os dois tem suas origens na “mistura de diversas mesclas interculturais”. Para Canclini (apud MARTINS, 2005), a mistura é das danças africanas como a umbigada, que se caracteriza pela utilização do quadril; com as danças de origem brasileira. Nota-se então que a principal influência diante da modernização e transformação do samba, desde o semba até a criação do Samba Funkeado, é de influência negra-africana, pois, segundo o criador da vertente, sua principal fonte de criação foram as Danças de Charme, citadas ao longo desta pesquisa.

Além da mescla corporal, ou seja, das danças, existe também a difusão musical trazendo para o Samba de Gafieira as orquestras, o Choro. E para o Samba Funkeado músicas com batidas diferenciadas, oriundas do hip hop. Para a criação do novo, sempre irá existir influências, miscigenação e diversidade que, para Bião (2009, p. 39) é “a categoria que permite ao sujeito reconhecer a coexistência das diferenças humanas”.

Jimmy de Oliveira, como criador do estilo diferenciado, exerce importante função para a dança de salão, ele é responsável, por através de suas influências, disseminar um novo conceito de dança, trazendo um novo estilo, que se configura hoje, como uma febre. Apesar do seu estilo já estar consolidado e ser reconhecido até mesmo como fonte de pesquisa, o Mestre do Funkeado não objetiva parar a criação tão rapidamente, pelo contrário, sua intenção é criar sempre algo novo.

A relação como intérprete e pesquisador, traz maneiras novas de pensar a dança de salão, além da descoberta de um novo corpo, o reconhecimento de uma história importante a ser lembrada.

REFERÊNCIAS

CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade . Tradução de Ana Regina Lessa e Heloísa Pezza Cintrão. São Paulo: EDUSP, 1997. p.283-350: Culturas híbridas, poderes oblíquos.

ANDRADE, Mário de. Ensaio sobre a música brasileira. 3ª ed. São Paulo: Vila Rica; Brasília: INL, 1972.

RODRIGUES, Arlise Rodrigues – NA MAGIA DO SALÃO: um olhar antropológico sobre o Zouk em Belém do Pará. Monografia (Conclusão do Curso de Licenciatura em Dança da UFPA) – Instituto de Ciências da Arte, Universidade Federal do Pará, Belém, 2011.

MEIRELLES, Paola – Samba, corpo e identidade cultural fora e dentro da TV. Seminário dos Alunos de Pós-graduação em Comunicação Social da PUC-Rio, Rio de Janeiro, 2012. KAEPPLER, Adrienne L. Dança e o conceito de estilo. In: Antropologia da Dança I. Organizadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo. Florianópolis: Insular, 2013. pp. 87 – 96. In SAPUCAHY, Ana Flávia Mendes – A dança imanente no ensino e criação em artes cênicas. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2014. KAEPPLER, Adrienne L. Dança e o conceito de estilo. Tradução de Gisele Guilhon Antunes Camargo.

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MINAYO, Maria Cecília de Souza – Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ, Vozes. 2007.

Eletrônicas

MARTINS, Carlos Henrique dos Santos – Os bailes de charme: espaços de elaboração de identidade juvenis. 2005. Disponível em: http://www.redalyc.org

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GOMES, Tiago de Melo – Resenha de VIANNA, Hermano, O Mistério do Samba. Unicamp/Fapesp, Rio de Janeiro, 2001.

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