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OITAVA ETAPA: HIERARQUIZAÇÃO DOS ELEMENTOS

No documento SISTEMATIZAÇÃO DE PRINCÍPIOS DE (páginas 113-120)

TAPA: DE la realizada

4.8 OITAVA ETAPA: HIERARQUIZAÇÃO DOS ELEMENTOS

Depois de criadas as subfacetas, é necessário um processo de ordenação e hierarquização das mesmas, configurando, por fim, a taxonomia dos princípios de solução da natureza. Faz parte desta fase a conceituação de cada subfaceta, identificando o critério de organização dos elementos dentro das mesmas. A taxonomia está organizada segundo os esquemas indicados na Figura 67. Com base nas subfacetas e categorias da taxonomia, é também realizada uma intervenção sobre o banco de dados dos princípios de solução da natureza, agrupando os termos nos seus grupos correspondentes, o que será útil posteriormente para a configuração da ferramenta de pesquisa (apêndice 08).

Figura 67: Esquema de apresentaçção da taxono

Fonte: a aumia dos princ

utora ípios de soluçção da naturezza

4.8.1 mentares, de

as 24 funç gia, materia dos de Koll

unções indi Entrada (A

ocamento ( ecionar, Iso nsformação

2 Faceta Obj ndo é realiz e o qual ela o + substan ro da faceta problemas f formas que do sólido, o Segundo os da matér

ão

(Figura 68 compostas ções elemen

al e inform ler e da am icadas no e Acumular e

(Guiar, Tra olar, Disper

(Reproduzir

jeto da Açã ada a busca a incide. De ntivo. Conhe a Objeto da

funcionais d as substânc liquido e o o Valadares

ria. O plasm

8) é formad das funçõe ntares defin mação em s mostra recolh

squema da e Absorver ansmitir, O rsar, Dividir

r, Ampliar,

Figura 6

ão

a por uma aç sta forma, t ecendo as n Ação (Figu de um prod cias assume

gasoso os m (2010), alé ma é um de

da por algu es globais o nidas por K

sistemas té hida dos pr

Figura 67.

r), Movim Oscilar), Un r, Interromp

Moldar, Re

8: Taxonomia Fonte: a au

ção, o proje tem-se uma necessidade ura 69) deve duto. Um do em, os cham mais conhec ém de sólid eles, conside

umas funçõ originais. A Koller, que s

cnicos (BA rincípios da Os grupos mento de S nião (Agrup per), Estrut eduzir, Conv

a da Faceta Aç utora

etista também a função com es do projeti

em estar ord os critérios mados “esta cidos.

do, líquido erado um ti

ões que po organizaçã se referia a ACK et al., a natureza, identificad Saída (Em par, Ligar, turação (Es verter).

ção

m precisa d mpleta: ação

ista, entend denados de

possíveis d ados físicos

e gasoso, e ipo diferent

odem ser co ão proposta

cobrir as a , 2008). A

chega-se às dos foram: M mitir e Des

Misturar), struturar, Eq

definir o obj ão + objeto de-se que os

forma que de ordenaçã s da matéria

existem out te de gás, p

onsideradas a tem como ações sobre A partir dos s funções e Movimento sacumular), Separação quilibrar) e

eto/matéria da ação, ou s elementos respondam ão é através a”, sendo o

tros estados pois conduz s

eletri

icidade e po l. Em produ rescentes e

a matéria LADARES

Há muit não é o ob rso. Desta

do e gasoso stificar um o fazem pa oondas, luz

3 Faceta Me rupo Meio/

rior, também do design.

acial. Orient rno ou a ou a, em baixo, éria segundo mesma form ados aqui o ção da subf mulação do p

ode emitir lu utos, podem em alguns a, os qua

, 2010).

as discussõ bjetivo dest

forma, serã o) e um qua

consideráv arte todos o z visível, rai

F

eio/Espaço /Espaço (Fi m precisa se

Dois gran tação Espac utro objeto.

, ao lado, in o a condiçã ma como es os meios sól faceta Inde princípio de

uz. Alguns mos encontr

monitores is variam

ões a respeit te trabalho ão consider arto estado, vel grupo d

os tipos de os X, entre

Figura 69: Tax

igura 70), s er organizad

des grupos cial se refere Alguns ex nclinado, ve o que esta s stes estados

lidos, líquid eterminado

solução.

exemplos d rar uma sub

tipo plasm segundo

ito de quais se aprofun rados os tr

o qual será de elemento e radiação e

outros.

axonomia da F Fonte: a au

seguindo os do visando

podem ser e à posição xemplos de

ertical e ho se apresenta s estão send dos, gasosos para aquel

de plasma n bstância no a. Há ainda

as condiçõ

s são, de fa ndar neste a

ês estados denominad os identifica eletromagné

Faceta Objeto utora

s mesmos interligar o r identificad

em que o o orientação orizontal. O

a, os chama do tratados s e eletroma les casos e

a natureza s o estado de a outros est

ões de tem

to, os estad assunto, po

consagrado do “eletroma ados na am

ética, tais c

da Ação

critérios de os princípios

dos: Meio M objeto se en

no espaço grupo Mei ados “estado

na faceta O agnéticos. É m que o m

são o raio, a plasma na tados físico emperatura

dos físicos ois é bastan os da maté magnético”, p

mostra realiz como onda

 

e relevância s naturais d

Material e ncontra com o são: dentr

io Material dos físicos d Objeto da A É também n meio não i

as auroras e as lâmpadas os possíveis e pressão

da matéria.

nte amplo e ria (sólido, por integrar zada. Deste as de rádio,

a da faceta de solução à Orientação m relação ao o, fora, em classifica a da matéria”.

Ação, serão necessária a nterfere na e

4.8.4

4 Faceta Efe aceta Efeito o: mecânico e da Física

icações par ânico conte

tração, flex O Efeito éria, ou seja hecidos esta

tância se m ociando os de fenômen zada pelos v

eito Físico Físico (Fi o, químico, a que estud ra os fenôm empla os f xão, curvatu

o Físico pr a, pelo mov ados físicos antém a me reflexão da outros (ALV nômeno quím

ovas substâ mente na fo ção ou ef átomos e p nos o enfer vegetais clo

Figura 70: T

gura 71) po , físico e el da os movim

menos oco fenômenos ra, fissão, e opriamente vimento de da água, qu esma (água) a luz em um VES, 2011)

mico, segun âncias. Nes orma, mas fu feito quími

possibilitand rrujamento orofilados (A

Taxonomia da Fonte: a au

ode ser sub letromagnét mentos dos orridos na

relacionad entre outros.

dito carac agregação ue variam d ). Alguns ex m espelho, a

.

ndo a mesm ste caso, sã fundamental ico, haverá do novas f do ferro, a ALVES, 20

Faceta Meio/E utora

bdividida em tico. Segun s corpos e

natureza. D dos ao mov

.

cteriza-se p e desagreg do sólido ao xemplos des a dilatação

ma autora, ão realizada

lmente na s á modificaç formações m a respiração 011).

Espaço

m quatro d ndo Silva (2

através de Desta form

vimento do

ela mudanç gação de mo o gasoso. A ssa natureza dos corpos

é todo aqu as alteraçõe

ua natureza ção dentro moleculares dos seres

 

diferentes n 2011), a Me

ela o home ma, a subfa

os corpos,

ça na form oléculas, ta A forma mud

a de efeito s s, os pontos

uele que oc es mais pr a. Quando u o de suas s. São exem

vivos e a f

aturezas de ecânica é a em procura ceta Efeito tais como

ma física da ais como os da, porém a são a queda s de fusão e

orre com a ofundas na um material moléculas, mplos deste fotossíntese

ocorr

Por fim, re em funç menos, os q diano como,

ransformado icina moder

feitos atra menos eletr ação atômic

5 Faceta Por ceta Portad

ocorrência te quando s mecanismo nados conf tificar dois re não simp ocam no es em ser peças

o Efeito E ção de for quais podem

, por exemp ores de ten rna, o eletro avés da res romagnético ca.

rtador do Ef dor do Efeito

do fenôme e integra um portador forme o tip grandes gr plesmente a spaço, não p

s de junção,

Eletromagné ças elétrica m ser perce

plo, o funci nsão, os c omagnetism ssonância n os são o raio

Figura 71: T

feito o (Figura 7 eno. Confor m efeito fís do efeito e po de efeito rupos: Mec aos dispositi

possuindo p , apêndices

ético pode as e/ou ma ebidos em d ionamento cartões mag mo está apli

nuclear (SI o, a aurora

Taxonomia da Fonte: a au

72) se refere rme Rozenf sico (físico, em questão o que geram canismos M tivos que se pontos de f ou ainda co

ser conside agnéticas. É diversos me

da campain gnéticos, en cado nos di ILVA, 201 boreal, esp

Faceta Efeito utora

e precisame feld et al. ( fixação. Os omponentes

erado todo É um cam ecanismos e nha elétrica

ntre muitos iagnósticos 11). Na na ectros lumi

Físico

ente aos disp (2006), o pr

mecânico o orma, os di os efeitos Mecanismos mas precisa mecanism s de uma sup

aquele fen mpo bastant e equipamen a, os motore

s outros. N por imagem atureza, ex inosos e tod

 

positivos re rincípio de ou eletroma

ispositivos mecânicos

Fixos. O p amente àqu mos fixos, p

perfície.

nômeno que e vasto de ntos de uso es elétricos, Na área da m, os quais xemplos de do o tipo de

esponsáveis solução só ngnético) e podem ser é possível primeiro se eles que se or sua vez,

4.8.6 aceta Temp mento espec nidora, poré ou baixa f vância nos po bastante Compree tas/subfacet uma ferrame

uto.

Fi

po (Figura cífico. Para ém pode com frequência,

fenômenos vasto ainda endidos os tas, segue o enta de trab

igura 72: Taxo

73) pode s a a escolha

mplementar etc. São a naturais p a a ser explo

component próximo ca balho, para u

Figura 73

onomia da Fa Fonte: a au

ser compre a de princíp

r a busca, qu spectos int pesquisados

orado.

tes da taxo apítulo, no q

uso do desi

3: Taxonomia Fonte: a au

aceta Portador utora

eendida com pios de sol uando se de eressantes, . Entende-s

nomia e re qual é propo

gner, duran

  da Faceta Tem utora

do Efeito

mo duração lução, a ca seja uma so

porém apr se que a ca

alizada a h osta a aplica nte a fase co

mpo

o ou defini ategoria Tem

olução rápid resentados

ategoria Te

hierarquizaç ação prática onceitual do  

ção de um mpo não é da, lenta, de com pouca empo é um

ção de suas a da mesma o projeto de m

5.1 P Após para conc são f porta melh o esq

5. FE PROPOSIÇ

s criada a t que de fat eitual. Não fornecidas anto, visa à hor entender quema da Fi

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