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1.
J*.-
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-
43ronsidiTMvi1! : os
membros
s<loesquelrtieos
, ix (mrcdoabdu
-minill parcce
odlierir
a column uvertebral ,
as isellinns sansolientns , a pelle
r seeen orugosa
^a
presentando
ulgumus vexesuma
cor bronzeada ; formam-
seescharas
uo nivel dosacrum e dos ischions .
Os
desgragadas
dysenterices chegados a cstn estadodr miserin organica
.
sao incommod aduspor dOres
pru-fundas
,
sem localisaeiin deternunadajoccupando
de prefe-renda
os membrosinferiores
e augmenf&ndo do intcnsidodedurante
a unite;
;isenslbilidade
aofrio
6exaggerates
, eeste estado persisto aW que a morte venha pfir termo a
tantos soffrimentos .
*
i:i
Diagnostico
A dvsenteria nao
obstante ser uma
das entidudes no-sologicas , que
menosduvidu pude
truzcr ao espirito domedico ,
pelns signaes mais on menos p&loghomonicos queapresenta cm
sua rvohnjao;comludo
em certas occasionstern
podido
sri'confumlidu
com outras nas suas primeirasmanifestacues
< estas sfio : ashemorrhoidos , oolites , cancros
do recto
, polvpos ,
a enlerorhagiaT etc.
; e dos envenena-rnentos os
quo
innis siniilhnwja apiesentain em soussvm
-ptomas com a
dysenterio
, sun as inloxicnruespclos
com-postos de
eobre .
Com as
hemorrboidcs
lodos as suspeitns deixsm dew u n se remnluvn mis evfleuaoues o
olvlnas
,proprio
dos fluxesde
*
44
dermos purfi
sun
extrema hemgnidade^ c o souprom
pindesupparecimonto sob
a mnisinsignificant ^ therapeutics
;ao passo
que a colito groveulcerosav
a le.gilimfl dysentcriarosigle miiilas vezes :i.
medieatuo
a mats energira a recto-nalj &
tie
longadtrra
<j5nf e dejiais tic sentlesappart
^cimento deixa oimlividut
> nos mais precamscondiroes
dovital
t-dado
,cntrcgue
auma convalescent
;apmlongada
* 0 camrro do recto, debcu
irnnspareeer averdado
dodiugnostieo
,nao
so pela cachexia cancerosa
quoo
acompanJia, estem
-pando no facies do doente um cunho todo especial
ecuraoteristieo
dodiathese cancerosa ; romo tambem pclap
11ores
loealisadas
no ponloaffectado
e reveladas
on desper-tadns pela apnlp
&riio,
csobretudn polos oommemorativos
quefnrilo
dissipartodas
asduvidas
, t >spajypos
sSofacilmente duignosticfulos
, japel
ns drjechoesquo sao sempre fecnlmdes ,
jn purproeminurern rmiito duranic
o acto dadefecagfio
, pdos esforras
(olios ; e fimdmentepelo
toquerectal * A enterorhogia sc distmgutrij
pela rapid
ezdas
dejec-*;nesT sua abundancia e frequefteia
,
opresentundo 0 dnente os signalsproprios das
gniridesperil
as sanguineus; pnllidoz, vertigons,
syncopes,
pequenezde pulso , etc
,, desappare
-can do
prom ptamedtet
misterminates fnvoraveis
peiosmeios
hamostatiros racionalmente applicados .
A in toxicacao peios silt's fiecobrc ,
cujosprinciples
symptoftins, poderium
concorrerpara
Um cm* dediagnostico ,
serafucilmente distinguida
dadysenteri
-ti, nfio s6 pela eonstanciadas
nauseas* dos
vomitos
o snbnr de rahre prormneiado,
comb
pela general
!s;u;i3o dnsd
&resulnlominaes
queesten
-dom
-
sca tod
a regiiio gastrointestinal, local tsando
^se depreferencia na
regifto epignstrica,pclo ptyalismo abundante
sega ido
de
constricgOo irsophagiana, os rommcmunitivos,
c etulim a analyse dos alimratos,
dos vomilos
,do
vasi-lhnrnc e n\r das malarias
feenes; nos cosos duvidosos , levelorfi a
present docobrc
: estabelecendo^se assim um/
j
*
1
\
‘(fh *
V
45
dofinitivo
, Ha casesr iinpnssiv<:l, trufuiido
-
sej
-
sr nmia rliiirrh ^
sic
endcmieiiniente nn i n r s i u n
local
idnde*liu
-liagnnsticn
iXnosi in i LI
opirnl
, embusMiivm CM11 cjuc^
da dvsontcrrii chronica
^nnioa, remnndo
4 1 I
I
I'I
I
Prognostico .
A> dysotiLcrins sporadieas san srmijiro mui bcnignus, us epidcmicus e
endemicos
E*' n» o wi;u prognosiuu muitn neservadn para quo o elinicu antedpndamenfe julgtre da ®un terminw;rm
, Asedm, nan
n raninbservar -
se <1\ H'literius
extremainrn to hcuJgruisj cm sou
tornam -
sc E M 11 i t E > 'LJuraves.
sphacelo do intestinn
napio fatal ;
podend
obstante
eslos sympfomas desugruduvris.
Todnvia* ua grande maioria dos
Comoro, o qua mais Lanlr Uma enteforaghia
presngiam
quasi
sempre UIIUI tenid*o
-
se algumas vexes dar-so a cum* nanCOpJOSn, 11
tsosT siirnaos
ha
, sobru avisosubro
Tiimim
-
;pela cura
oursladn elirujiicG Assiin ;i e*nistnnllc dr biles nas eviieuftOcVs, cnructerisaudu
serf! ii preinmcto da
pussugem
ai >esludo chmnico
; osphennmenos
algidns, eliolcrilurnies
etyphoides constStmndo
formas distinctas,
c aldm disso as pontonites, abcessos
ramente do ligrnlo,occliis
/inintestinal ,
levumquasi
segti-o
medico
aestabelecer
um prognostico Fatal.
Xndysentoria
chronica
tornn-
se de m&u agouro,
afrequencin
this drjnviVs, a
extrema
seccura dapelle ,
o oedemadas
exlrem
abides in
foriores,
o enfraquecimenlo todos os sym|ifcoiiuisquo
traduzem a0 mais
adiantado
,**
P
quo nuns uu monos prierii u
medico
dro modo |torque a
molestia
tern dc fapela morfa\ eu pm
pussugem
uoexisteneia
a forma hMiosu,
*
geral ;
cinBm ,
cachexia
no scu grau46
prognostieos quo levaiu o medico Invoravel, sobresohem os se -desnpparecimeuto das colicas n diminuiefio nn
evaeuaedes
,
a volta do appetite e da trans-lesnppnrccimento dos vnmilns, e emfim ah inns*
LVentre os signnes
a julgar do umo terminogao
guintes :
frequencia das
pira?ao cutanea
.
u »a fec(iiisai;an das mnlerias
i
Marcha
, duragao, terminagao e compficagoes .
A dysenlerin npresontn uma mmrlia vorinvel segundo olio cumiuhn de modu rnpidu e fevoravel para
os casus ; uu
a curuf ou tende a nggravnr-se; frnquniitemente transfor
-ma
-
se em dvsenLerin chronicam Lomnndo-
sc reboldo a medi-cnyfm a mnis energiea c racionat, e vai poueo a pouco
compromeltendo
os funegoes vitues, nenhando niuitas vezespor extinguil
-
as completamente.
Quanto a sua
durable
ello apresentn ditferemjas se-gundu as diverges formas quo affeetn, seu grfto de
gravi-dnde, e seu caroeler de agiideza ou chronicidnde
,
o quetorna impossivel fixer, de umo maneira precise, essa dura -ainda acliar-se ella suhordinada a eertas eon
-coo ; orcresce
didoes
dependontes ou estranhas no individuo, fazendo coinLjue seja muito vnriovel segundo os casus. Comtudo esto
-belooemos que a dysenteria benigna
.
dura na media setecontar
,
pclo monos,
um tempo igual para*
dies
,
devendo-
seeonvaloeen ^
n ; as dysenterias graves duram dous ou Iresalem disso idgumas semanas para a deve ser vigiada com todo o cuidado, grande fragilidnde
.
Emfim e de todo irnpossi-vel, ainda mesmo vagamente, fixar
-
se a dura^
ao dos fluxostie ventre clironicos; podem durar Inezes ou annos, segundo os cases ; sua convalecenca 6 too longa e sujeita a tantas
a
septenatos c requerem
, convalecenca
quevisto a sun
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