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FORMA DE AÇÃO RIO DE JANEIRO.

5 ORDENANÇAS LEGAIS.

A participação das Forças Armadas na segurança pública deve ser apoiada por ordenanças legais que permitam sua atuação neste tipo de missões já que, como é conhecido pela população em geral, os exércitos marinhos e as Forças Aéreas do mundo são instituições constituídas com a Missão Principal para defender o território nacional, a população e a infraestrutura nacional de um inimigo estrangeiro, cabendo à função de segurança pública a responsabilidade da Polícia, sendo necessário justificar as ações das Forças Armadas com bases legais que indiquem o que, quando, de suas ações, bem como os comportamentos que lhes são proibidos no cumprimento dessas missões complementares, de apoio, de coadjuvância ou com o nome que lhes é conhecido nos respectivos países em apoio às autoridades de Segurança Pública.

RIO DE JANEIRO.

A Constituição Federal de 1988, en su Art. 142; Parágrafo único, Artigo 15 da Lei Complementar No. 97 de 09 de junho de 1999; o decreto No. 3.897, de 24 de agosto de 2001, em seu parágrafo único; Lei Complementar No. 117, de 2 de setembro de 2004; Decreto No. 9.382 de 25 de Maio de 2018; Decreto 9.288 de 16 de fevereiro de 2018. ANEXO “A”

ACAPULCO.

Artigo 73 fraccion XIV Y Art. 89 Fraccion VI da Constituição Politica dos Estados Unidos Mexicanos, tesis jurisprudenciales 34/2000; 35/2000; 36/2000; 37/2000; 38/2000; 39/2000; A Lei Orgânica do Exército e da Força Aérea Mexicana artigo 110; O Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2018; O Programa Nacional de Defesa Setorial 2013-

6 CONCLUSÕES

No Brasil e no México existem procedimentos legais e processuais que permitem que as forças armadas realizem atividades de segurança pública; mas deve-se levar em consideração que sua participação não é a "solução mágica" para os problemas de insegurança, pois requer o envolvimento das agências dos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) tais como: Saúde, Educação, Segurança Público, Desenvolvimento Social, considerando que é contraproducente excluir qualquer um deles pela suposta incapacidade de exercer suas funções, de forma que, se forem declarados incompetentes, não é visto o motivo pelo qual lhes é atribuído um salário do cargo do estado para uma função que eles não cumprem, e devem "obrigar" a participação de todos os órgãos envolvidos em alguma fase das atividades (planejamento, execução ou supervisão).

O uso das forças armadas em missões de segurança pública não é o mais adequado, mas às vezes é necessário contribuir para a segurança pública para reduzir a violência na área em que são utilizadas, levando em conta que não devem negligenciar sua treinamento em sua missão principal de Defesa Nacional.

A participação das forças armadas em atividades de segurança pública no Rio de Janeiro, Brasil e Acapulco, no México, embora compartilhem semelhanças de geografia e problemas, têm diferenças em relação a: Pensamento da população em relação à intervenção militar; alguns setores da população apóiam atividades militares por terem uma maior sensação de segurança, enquanto outros setores (minorias) consideram que, como a segurança pública não é a principal missão das forças armadas, elas ultrapassam essas funções ao cometer abusos; Ideologia do pessoal militar que considera que sua principal missão é a Defesa Nacional.

O autor deste trabalho considera que o uso das forças armadas em missões de segurança pública é uma tendência mundial, motivo pelo qual é necessário intensificar

sua doutrinação, treinando neste tipo de atividades para tornar seu trabalho mais

Treinamento intensivo para a reação a emboscadas (considerando que esse treinamento é a base para reagir a qualquer agressão), Níveis de uso da força (a fim de dosar a letalidade de suas ações), Incluir na legislação militar as penalidades e crimes cometidos ao agir em apoio à segurança pública, agitação civil, segurança de instalações estratégicas.

É importante conscientizar o pessoal militar de que sua função é contribuir para as instituições responsáveis pela segurança pública, por isso é importante: um uso

moderado da força, porque não é uma guerra na qual ela é operada, se em um problema

de segurança que tem que ser resolvida com o mínimo de letalidade e considerar que são tomadas medidas contra os infratores da lei e não de inimigos, a importância vital é a proteção da integridade física de pessoas inocentes (danos a terceiros).

Da mesma forma, as penalidades a serem pagas pelos oficiais militares que cometem crimes por suas ações de segurança pública e/ou contra a população devem ser claramente estabelecidas.

O uso das forças armadas em atividades de segurança pública não deve substituir os corpos que correspondem a tal atividade por lei, para que as ações das forças armadas sejam mantidas em coadyuvancia com as respectivas agências por um período de tempo definido, áreas perfeitamente definidas com objetivos específicos.

O mero desempenho das forças armadas em segurança pública, não garante que o desmantelamento de grupos criminosos seja alcançado, deve ser acompanhado por várias ações que permitam ações abrangentes como: enfraquecer sua estrutura econômica (fontes de renda), criação de programas social e educacional em busca do bem comum, bem como a melhoria das condições de trabalho, segurança social, treinamento de policiais, destacando-se em relação a uma formação adequada no uso da força, valores e virtudes policiais para que atuem da melhor maneira possível em sua tarefa principal, que é a Segurança Pública.

Existem grupos descontentes para as Forças Armadas ou para as instituições democraticamente constituídas que pensam e aproveitam a mídia e tecnologia existentes

divulgam que o desempenho militar em segurança pública é improdutivo porque não pode materializar em dados concretos (estatísticas) um de seus principais propósitos que é inibir o crime (dissuasão) e não ser um dado facilmente contável pode, às vezes, parecer improdutivo.

Independentemente do planejamento e coordenação estabelecidos com os diversos órgãos responsáveis pela segurança pública e levá-los às forças policiais; É importante promover programas sociais (sem interesse político) que permitam à população marginalizada maiores oportunidades para: educação, trabalho, moradia decente com serviços básicos (eletricidade, água e eletricidade).

Um papel importante é o dos órgãos de justiça que devem realizar seu trabalho de maneira profissional, a fim de impedir que qualquer um que cometer crimes fique impune, com a velocidade do processo como premissa.

Ao realizar funções de segurança pública, as forças armadas podem voluntariamente e involuntariamente conduzir condutas contrárias à sua missão principal e em detrimento da população civil, razão pela qual é necessário que os crimes incorridos pelas forças armadas sejam estabelecidos e disseminados entre as forças participantes cometer atos ilícitos que denigram a imagem institucional das forças armadas, sejam elas cometidas "por ação ou por omissão".

É importante a constante difusão nos diferentes meios de comunicação da missão das forças armadas nas atividades de segurança pública, como nos jornais, nas cápsulas informativas dos cinemas (anteriores ao início dos filmes), espetaculares nas ruas, programas especial em televisão aberta e rádio, onde são divulgadas as ações realizadas pelas forças armadas, visando atingir todo tipo de público.

Ressalta-se a importância na divulgação de informações relacionadas às atividades das Forças Armadas em Segurança Pública pelos meios de comunicação ou representativos das funções desempenhadas, essa ação pode ajudar a conscientizar a população, enfatizando que o trabalho que desenvolvem está em busca do bem comum, produtivo e em apoio às autoridades de segurança pública e nunca em busca de uma

militarização da área, pois em muitas ocasiões ela é disseminada por grupos descontentes para as forças armadas.

A diversificação das atividades do crime organizado requer que as forças armadas sejam empregadas em atividades contra o narcotráfico, mas também para prevenir o tráfico de armas, homicídio, sequestro, tráfico de pessoas, lavagem de dinheiro, extorsão e desaparecimento involuntário de pessoas, tudo isso deve ser feito em coadjuvância das autoridades de segurança pública.

REFERÊNCIAS.

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Acceso em: 28 de Junho de 2018.

ALVAREZ VELOSO, D; DAMMERT, L. Forças Armadas em segurança pública.

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BAILEY, JOHN E LUCIA DAMMERT. "Reforma policial e participação militar na luta contra o crime, análise e desafios para a América Latina", Revista Forças Armadas

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promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível

em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 29 de Março de 2018.

_________Decreto 3.897 de 24 de agosto de 2001. Dispoe quando os órgãos de segurança pública são considerados "esgotados" Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3897.htm Acesso em: 14 de Mayo 2018.

_________Decreto 9.382 de 25 de maio de 2018. Dispoe o emprego das Forças

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