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A composição dos modelos de classes de objetos representados na base de dados MDPP

é agora descrita em suas formas básicas. Cada modelo segue as regras de mapeamento

anteriormente citadas, com seus elementos de composição e respectivas classes básicas definidas.

4 .6 .1 - Modelo funcional do produto

O modelo de classes de objetos que representa a estrutura funcional de produto é composto pelas seguintes classes de objetos:

• Classe _FG = classe função global do produto; • Classe FP = classe função parcial do produto; • Classe FE = classe função elementar do produto.

Outras classe podem ser definidas de acordo com cada caso específico de projeto. Cada uma destas classes contém atributos referentes ao projeto funcional do produto, de acordo com os dados e as informações provenientes desta etapa do processo de projeto do produto, que já deve estar concluída. Nos estudos de caso, este modelo funcional do produto será alimentado com informações da estrutura de funções do produto.

No modelo funcional do produto, as classes se inter-relacionam formando grades de interfaces com associações diversas. Observe a Figura 2.11, do Capítulo 2.

4.6 .2 - Modelo conceituai do produto

O modelo conceituai de produto é a principal fonte de dados e informações para o início do projeto de peças via modelamento de dados MDPP, pois é dele que derivam as informações e dados que serão manipulados na atividade de modelamento e representação de peças subseqüentes, sendo composto pelas seguintes classes:

• Classe _EF = classe efeito necessário à realização da função elementar do produto; • Classe PE = classe portador de efeito da função elementar do produto;

• Classe PS - classe princípio de solução do produto;

• Classe ModReal = classe módulos realizáveis, escolhidos para compor a estrutura conceituai do produto.

Conceitualmente, um princípio de solução do produto é formado pelo efeito e seu correspondente portador. No caso de sistemas mecânicos, o princípio de solução constitui-se de uma possível configuração dada por um mecanismo composto por peças. Uma estrutura de módulos realizáveis, com base nesses possíveis mecanismos deve ser definida e somente depois inicia-se o projeto de cada módulo realizável e suas peças.

A estrutura conceituai de um produto escolhida com base em alternativas de concepção para o produto, são apresentadas na forma de uma matriz com princípios de solução, refinados posteriormente a módulos realizáveis, ordenadamente dispostos e com elementos que interligam- se definindo suas interfaces.

A possível estrutura, assim escolhida, deve compor a solução final que desta forma é disponibilizada ao projeto funcional e conceituai específico das peças que a compõem.

Do modelo conceituai do produto é que serão utilizados dados e informações necessários ao prosseguimento do processo de projeto de produto, agora com o modelamento específico de cada peça, proposto. Com base neste modelo, são gerados os modelos funcional e conceituai de peça.

4 .6 .3 - Modelo funcional da peça

A estrutura de funções de cada peça é definida após a análise de cada módulo realizável. Cada peça vai desempenhar uma função global no módulo realizável ou conjunto, realizando-a através de sua interface com outras peças que integram o mesmo conjunto. As classes que integram o modelo funcional de peça são:

• Classe FGp - classe função global da peça; • Classe_FPp = classe função parcial da peça;

Cap. 4 - Base de modelamento de dados para o projeto de peças -

MDPP

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• Classe _FEp = classe função elementar da peça.

• Classe Feature, Subclasse J e F U - classe feature e especialização feature funcional.

• Classe Req Proj Peça = classe requisitos de projeto de peça. derivados das

necessidades funcionais do módulo realizável.

De forma análoga ao modelo funcional do produto, existe um inter-relacionamento entre

as funções parciais e elementares de uma peça, acrescentando-se que, as interfaces são sólidas, pois existe a necessidade de continuidade material entre os grupos funcionais de uma peça.

4 . 6 . 4 - Modelo conceituai da peça

A peça após fabricada, é um volume de material isolado, onde as ligações entre seus grupos funcionais devem possuir continuidades materiais. Desta forma, cada função parcial será realizada numa determinada região do espaço disponível para a peça no módulo realizável. Como já abordado no Capítulo 3, nas regiões funcionais da peça, através dos princípios de

solução de peça, há a alocação dos grupos funcionais da peça. A estrutura conceituai da peça é

composta assim, pelas classes que correspondem a esses elementos, salientando-se que os grupos

funcionais da peça ainda são formados pelas Ufeatures” conceituais da peça, da classe Classe JeC o .

Na classe C lasseP Sp descreve-se e esquematiza-se princípios de solução de peça. Caso nenhum deles satisfaça às restrições ou limitações de projeto para a peça, o projetista deverá inserir, com base em sua experiência prática, aqueles que melhor adaptarem-se à solução requerida para o grupo funcional da peça em questão, ou mesmo criar novos princípios de

solução de peça e igualmente, inseri-lo nesta classe. Os princípios de solução de peça devem

satisfazer às restrições impostas pelos requisitos de custos, manufatura, montagem, manutenção uso/operação e descarte, para permitir a realização das funções das regiões funcionais da peça e assim realizar sua função global através dos grupos funcionais da peça.

O modelo conceituai de peça é formado pelas seguintes classes de objetos: • Classe RFp = classe região funcional da peça;

• Classe PSp = classe princípio de solução da peça; • Classe GFp = classe grupo funcional da peça.

• Classe_Feature, Subclasse J e C O = classe feature e especialização feature conceituai. A classe Classe Feature, na base de dados MDPP Geral, especializa-se nas subclasses:

conceituai da peça, Subclasse J e P R = etapa de projeto preliminar da peça e Subclasse J e D E = etapa de projeto detalhado da peça.

4.7 - As consultas

A s consultas são utilizadas para visualizar, alterar e analisar dados de diferentes maneiras

e também como origem de registros para formulários e relatórios. O tipo mais comum de consulta é uma consulta seleção. Uma consulta seleção recupera dados de uma ou mais tabelas utilizando critérios previamente especificados e, em seguida, exibe-os na ordem desejada.

A criação de consultas pode ser feita com a ajuda de um assistente ou a partir do zero, no modo estrutura da consulta. Diversas recomendações a respeito de consultas são encontradas na “ajuda” da base de dados.

A grande maioria das consultas da base MPDD Geral, são do tipo “seleção” que são criadas tomando-se por base as tabelas e associações do modelo de objetos que está sendo mapeado. A Figura 4.2, mostra, por exemplo, a consulta Consulta Custo Atividade, que envolve cinco tabelas ou classes, definidas dentro da estrutura referente à base de dados MDPP Custos, do estudo de caso 2. Nesta consulta, são de interesse as operações referentes aos cálculos dos custos hora operacional das atividades de fabricação envolvidas especificamente naquele estudo de caso.

Assim, as classes Classe Atividade, suas subclasses Subclasse Hom e Subclasse Máq e ainda as consultas Consulta Custo H H e Consulta Custo HM, derivadas das subclasses

Subclasse Hom e Subclasse Cotação Hom e Subclasse Máq e Subclasse Cotação Máq,

respectivamente, são selecionadas.

Dg* Corisulta_t:usto_Alividade Consulta seleção -=1SÍJÜ

Código DoOperador NomeDoOperador HoraHomem

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CódgoOaAHvidade NomeDaAtiv idade CottgoDoOperador NomeDoOperador NívelDoOperador CódigoDaAtividade _________ GãdgaDaMáqiÉta NomeDaMáquina NívelDaMáquina CódigoDaAtividade CódigoDaMáquina NomeDaMáquina HoraMáquina

Campo: NomeD aAtividade HoraHomem HoraMáquina CHOP (R$): Sorv^. T abela: Classe Atividade Classe Atividade Consulta Custo Hh Consulta Custo HK __

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. 4 - Base de modelamento de dados

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MDPP

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