• Nenhum resultado encontrado

formação continuada de professores da área das ciências da natureza do ensino médio

5 PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE: cultura profissional e formação continuada

6.2 OS PARTICIPANTES E O CONTEXTO DA PESQUISA

A pesquisa foi desenvolvida com treze professores da área das Ciências da Natureza da 1ª a 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas estaduais do Rio Grande do Norte, situadas nas Cidades de Santa Cruz e Natal. Dentre os participantes, oito professores lecionam a disciplina de Biologia; três, a disciplina de Química e dois a disciplina de Física.

A seleção dessas escolas deveu-se ao fato de a pesquisadora atuar como técnica pedagógica da Secretaria de Estado da Educação e da Cultura, sendo a responsável por acompanhar estas instituições de ensino, com relação a sua formação didático pedagógica. Esses profissionais participam do ProEMI, programa criado pelo Ministério da Educação, com o objetivo de contribuir com a melhoria da qualidade do desse nível de escolaridade. Incluem em seus planejamentos a

184

articulação entre os macrocampos4 Iniciação Científica e Pesquisa; Leitura e

Letramento e Cultura Digital, orientação do ProEMI e do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (2012a).

6.3 O PERCURSO METODOLÓGICO: desenvolvimento do experimento pedagógico

A estratégia metodológica utilizada neste estudo, propõe-se organizar e sistematizar a investigação sobre a orientação que professores da área das Ciências Naturais do ensino médio utilizam para orientar estudantes desse nível escolar a elaboração de relatórios de trabalhos práticos experimentais, como constitutivo do seu conhecimento e atividade profissional, e, toma-se como referência o enfoque dialético; a teoria histórico cultural de Vigotski; a teoria da assimilação das ações mentais por etapas e formação de conceitos de P. Ya. Galperin; o método sistêmico funcional estrutural de Reshetova e a teoria da atividade de Leontiev.

Este estudo constitui-se como uma proposta de um modelo de orientação, representada por uma base orientadora da ação do tipo III elaborada a partir da teoria de Galperin (estabelecida junto aos professores), e o método sistêmico funcional estrutural de Reshetova (1988) que tem como referência para sua elaboração o diagnóstico inicial realizado com professores da área das Ciências da Natureza do ensino médio, cujo objetivo principal foi o de identificar o conhecimento profissional desses indivíduos acerca da orientação que utilizam para ensinar estudantes a escrita de relatórios de trabalhos práticos experimentais. Identificada a orientação utilizada por esses profissionais para escrita desse estilo de texto, buscou-se reelaborar com a sua participação uma nova orientação.

O estudo é de natureza quantitativa/qualitativa. De acordo com os relatos de Nocedo de León et al. (2002), a pesquisa quantitativa parte da identificação metafísica entre a realidade natural e a realidade social, que embora sustente-se, na atualidade, no positivismo ou em posições do neopositivismo contemporâneo: positivismo lógico e semântico (conhecido como paradigma positivista), do ponto de vista histórico, complementa a análise dos dados na pesquisa qualitativa.

4 Macrocampo – dimensão compreendida como campo de desenvolvimento pedagógico que viabiliza

185

Existe um acordo geral entre aqueles que pesquisam nas Ciências da Natureza que o pluralismo metodológico, é de fato, essencial para o estudo apropriado de uma questão de investigação; e, a conjunção qualitativa/quantitativa as permite conceitualizar a investigação. Por essas vias, à medida do possível, conhecer e compreender o objeto de estudo, ampliará as possibilidades de poder pesquisá-lo, embora constituam-se como dimensões dicotômicas, que nem por esse fato são irreconciliáveis para produzir conhecimento da realidade.

Por meio dessa perspectiva, defende os autores, que permite a elaboração de descrições generalizadoras das características e regularidades observáveis dos fenômenos, sem aprofundar-se em sua essência (uma de suas limitações). Além de, conforme suas ideias, apoiar-se em técnicas estatísticas, tanto para seleção de amostras (preferencialmente representativas) como para o processamento e análise quantitativa da informação – análise dos dados (uma de suas potencialidades).

Segundo Freitas (2011), fazer pesquisa qualitativa na perspectiva histórico cultural consiste não apenas em descrever a realidade, mas também em explicá-la realizando um movimento de intervenção nessa mesma realidade, de modo que as categorias conteúdo-forma; essência-fenômeno; particular-geral estão em constante movimento e transformação. Ou seja, novos conhecimentos estarão sempre sendo incorporados à profissionalidade do professor, mediante discussões dialéticas, passando este, a ter um novo olhar para sua prática de sala de aula, de modo a transformar o estudante, e também transformar-se.

Nocedo de León et al. (2002) ressaltam que essa concepção, quando na interpretação dos dados, centra-se na descrição do individual, do particular, do singular dos fenômenos, não havendo a preocupação em estabelecer generalizações nem leis e, portanto, não aspira o incremento do conhecimento teórico. Segundo eles, parte de problemas e necessidades percebidas pelo objeto social, como nesse estudo – a necessidade de uma orientação qualitativa que garanta a ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais como conhecimento profissional de professores da área das Ciências Naturais do ensino médio.

A pesquisa qualitativa tem como objetivo analisar os fenômenos de acordo com o contexto. Leite (2008, p. 100) explica que diferente das pesquisas quantitativas, o método qualitativo fundamenta-se em objetivos classificatórios, utilizando, de maneira mais adequada, os valores culturais e a capacidade de reflexão crítica dos indivíduos. Segundo o autor, uma investigação realizada sob essa visão “não peca

186

por desconsiderar as causas e interrelações sutis que possam permear-se entre a análise e as conclusões, desconsiderações essas que podem distorcer verdades entre o meio e o fim”.

O estudo consiste em reelaborar junto aos professores uma base orientadora da ação para escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais na área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, de modo que possa propiciar a ressignificação e a reconfiguração do conhecimento profissional de professores dessa área de conhecimento, com relação à orientação que utilizam para ensinar estudantes à produção desse estilo de texto, no processo de atualização desses conhecimentos (conceitos e habilidades). E, dessa forma, integrar novas qualidades a sua profissionalidade, passando essas a serem constitutivas de sua docência como atividade profissional e necessária para ensinar conhecimentos biológicos, químicos e físicos, bem como, serem produtores de conhecimento e de sua própria história como professor.

Conforme Leontiev, Luria e Vigotski (1998) o comportamento humano difere qualitativamente do comportamento animal, e defende a ideia de que o desenvolvimento psicológico dos seres humanos é parte do desenvolvimento histórico geral dessa espécie, pois esses constituem-se como sujeitos históricos, à medida que é transformado e transforma a realidade, atualizando desse modo, os seus conhecimentos acerca do mundo dos objetos.

Para estudar os conhecimentos de professores da área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, para reelaborar orientação a fim de escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais, e, assim, ensinar em suas aulas, foi delineado o percurso metodológico, que nele se estabelece a organização do conteúdo do objeto de estudo, a partir do método sistêmico funcional estrutural de Reshetova (1988); a elaboração de uma base orientadora da ação do tipo III com base na teoria de Galperin (1978, 1979, 2001a), combinando-se sempre com elementos qualitativos, analisados segundo diferentes instrumentos de coleta de dados, os quais permitirá a triangulação dessas fontes para verificar os respectivos dados.

Após revisão bibliográfica sobre o conhecimento profissional de professores da área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, acerca da orientação que utilizam para ensinar estudantes a escrever relatórios das respectivas atividades nas suas aulas; leitura das atividades respondidas por eles e seus textos entregues sobre a escrita dos respectivos relatórios; e a observação nos momentos da

187

experiência formativa, identificou-se alguns elementos de natureza didático pedagógicas que dificultavam a realização da escrita dos relatórios por parte desses.

Uma das dificuldades residia em uma orientação que não garantia fazer generalizações, e, assim, chegar a essência do fenômeno, visto que, a orientação ministrada pelos professores para a execução da escrita do relatório, restringia-se na maioria das vezes, ditar para os estudantes uma suposta orientação – expressando apenas os objetivos da atividade e os elementos estruturais do texto (introdução, desenvolvimento e conclusão).

Outra dificuldade encontrada no percurso desse estudo, diz respeito aos conhecimentos sobre trabalhos práticos experimentais (definição e classificação), e as habilidades cognitivo linguísticas, como por exemplo, explicar e argumentar etc, condição necessária para escrever o relatório da referida atividade. Conhecimentos esses que passaram a constituir-se imprescindíveis ao desenvolvimento da pesquisa. Ao estabelecer a base orientadora da ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais na área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, baseada na teoria de Galperin (1979, 2001b, 2011d), pensou-se também como proposta futura para assimilação desse conteúdo, a elaboração de um experimento pedagógico e um sistema didático fundamentado na respectiva teoria, a qual permitirá a generalização, a independência, a completude e a obtenção da ação por parte daquele que a realiza, de modo consciente. Condições necessárias, segundo Talízina (1988) para garantir a qualidade da ação, nesse caso, a de escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais nas aulas das Ciências da Natureza no referido nível escolar.

O desenvolvimento da pesquisa, envolveu desde a revisão teórica e análise de pesquisas sobre o conteúdo estudado; a formulação do problema até a elaboração dos instrumentos de coleta de dados; a realização do experimento pedagógico (diagnóstico inicial; etapa motivacional; estabelecimento da B.O.A. tipo III das ações “realizar trabalhos experimentais nas Ciências da Natureza do Ensino Médio” e “escrever relatórios de trabalhos prático experimentais nesse nível de escolaridade”; “diagnóstico final”).

A partir do processamento das respostas às perguntas dos instrumentos de coleta dos dados, utilizou-se como procedimentos a análise de conteúdo (BARDIN, 2011). Essa análise de conteúdo das respostas viabilizou estabelecer categorias (pré- estabelecidas e integradas) características das representações mentais dos professores em relação ao objeto de estudo.

188

De acordo com a perspectiva histórico cultural (VIGOTSKY, 2001, 2005), com a teoria da atividade de Leontiev (2010) e com a teoria de assimilação das ações mentais por etapas e formação de conceitos de Galperin (1979, 2001a, 2011b), as representações mentais são construções individuais elaboradas na interação com outros sujeitos e mediadas por instrumentos (materiais e simbólicos) nos contextos socioculturais.

Os instrumentos de coleta de dados tiveram como finalidade a obtenção das informações para a elaboração de categorias que possibilitaram agregar conteúdos semânticos para inferências e interpretações das representações mentais dos professores das Ciências da Natureza do Ensino Médio acerca da orientação da ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais. A principal questão incluída em todos os instrumentos, diz respeito ao modelo de orientação que esses profissionais utilizam em suas aulas para escrita desse gênero textual.

A análise de conteúdo possibilitou a elaboração de campos semânticos (grupos de significados) que se expressaram comuns os componentes semânticos. Segundo Núñez, Ramalho e Oliveira (2014) as análises dos campos semânticos permitem inferências sobre o conteúdo das representações que caracterizam o grupo, o que não significa que sejam compartilhados por todos os participantes do grupo.

Os campos semânticos que resultaram dos instrumentos aplicados foram cruzados e comparados com as respostas mais frequentes em relação às perguntas sobre trabalhos práticos experimentais (uma necessidade surgida no processo) e a orientação da ação escrever relatórios desse tipo de atividade, durante os diagnósticos inicial, processual (momentos de intervenção) e final.

A análise de campos cruzados propiciou fazer inferências e interpretações acerca do objeto de estudo. Por sua vez, os campos semânticos foram enriquecidos com as categorias das respostas às perguntas abertas dos instrumentos e, dessa maneira, inferiu-se a representação mental dos professores que caracteriza o pensamento do grupo desses profissionais nessa pesquisa.

189

Figura 3 - Cronograma da pesquisa

Fonte: Elaborado pela autora.

Para o cumprimento do desenvolvimento do trabalho organizou-se o percurso metodológico de acordo com os objetivos propostos para a pesquisa, representados na figura 4.

Semestre 2013. 1 e 2

Revisão teórica e análise de referenciais teóricos. Replanejamento do problema e dos objetivos. Reorganização do projeto de pesquisa.

Reescrita da problematização do problema e dos objetivos.

Semestre 2014. 1 e 2

Organização do conteúdo – método funcional estrutural Elaboração da proposta da B.O.A. tipo III.

Reorganização da metodologia da pesquisa. Validação dos instrumentos de coleta de dados.

Escrita dos capítulos teóricos da tese (primeira versão).

Semestre 2015. 1 e 2 e 2016. 1

Reescrita da metodologia da pesquisa.

Adequação e correções dos capítulos da tese (segunda versão).

Elaboração do experimento pedagógico e do sistema didático.

Realização do experimento pedagógico. Organização, análise e escrita dos resultados.

Adequação e correção da escrita dos resultados. Reescrita dos resultados.

Revisão e negociação do texto geral. Orientações finais e reelaboração do texto. Defesa da tese.

190

Figura 4 - O percurso metodológico

Fonte: Elaborada pela autora.

Sistema Didático

Tratamento dos Dados Diagnóstico Final

Experimento Pedagógico

Instrumentos de Coleta de Dados

Diagnóstico Inicial Seleção e Organização do Conteúdo (Método Funcional Estrutural) Definição dos Objetivos

Definição dos Pressupostos Teórico

Metodológicos

Organização dos Dados Análise dos Dados

Questionários Textos dos professores Atividades diagnósticas e observação Entrevista Primeira Etapa Segunda Etapa Terceira Etapa Etapa de reelaboração com a B.O.A. III

(ERTPE) Estabelecimento da

Base Orientadora da Ação – B.O.A. III

(TPE/ERTPE) Etapa Motivacional

Elaboração e reelaboração com as

191

O percurso metodológico materializou-se em um decurso com oito encontros, nos quais foi desenvolvido um experimento pedagógico, mediante um sistema didático, que por meio dele, buscou-se responder aos objetivos da pesquisa. Trata-se de um estudo que se efetuou entre 2015 e 2016 com 13 professores da área das Ciências da Natureza que lecionam as disciplinas de Física; Química e Biologia no Ensino Médio de escolas públicas estaduais do Estado do Rio Grande do Norte, pertencentes às 1ª e 7ª DIREC, com sede nas cidades de Natal e Santa Cruz/RN, respectivamente.

No estudo, foram selecionados como instrumentos de coleta de dados: os registros das atividades propostas (os questionários; a entrevista; as atividades diagnósticas; a observação; e uma atividade não diagnóstica) para reelaboração/reestruturação da orientação da ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais na dita área de conhecimento; como também os textos escritos pelos professores e estudantes sobre relatórios e trabalhos práticos.

A pesquisa versou em uma intervenção de caráter formativo direcionada à reconfiguração do conhecimento profissional de professores da área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, acerca da orientação no processo de reelaboração/reestruturação/atualização da ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais. Em função da natureza do estudo e dos objetivos, foram organizadas as etapas em sequência, segundo as ideias de Talízina (1984) e Galperin (1979) para o desenvolvimento da experiência formativa, que consistiu em um sistema didático constituído pelos procedimentos abaixo relacionados.

Pela sua natureza principalmente qualitativa, os instrumentos de coleta dos dados objetivaram realizar a mediação entre os marcos teórico metodológicos e a realidade empírica, conforme defende Minayo (2004). Esses instrumentos foram aplicados em cada etapa do percurso metodológico, desde o diagnóstico inicial até o diagnóstico final, concluindo o processo com uma avaliação realizada pelos professores participantes da pesquisa sobre a experiência formativa.

O percurso metodológico foi organizado em três etapas. A primeira, consistiu na apresentação da proposta da pesquisa na escola (conhecimento e preparação do contexto situacional); na realização de parte do experimento pedagógico, envolvendo o desenvolvimento de um sistema didático desenhado para a realização: do diagnóstico inicial; das etapas: motivacional e estabelecimento da B.O.A. III para a realização de trabalhos práticos experimentais e a escrita do relatório das respectivas atividades nas

192

Ciências da Natureza no ensino médio. A segunda, constituiu-se na realização do diagnóstico final e da avaliação da experiência formativa pelos professores (segunda parte do sistema didático), concluindo dessa forma, o experimento pedagógico; e a terceira, consistiu na organização, interpretação, análise e escrita dos dados coletados.

6.3.1 O experimento pedagógico

O experimento pedagógico nessa pesquisa constituiu em uma via que possibilitou investigar um conjunto de ações orientadas pela pesquisadora, e executadas pelos participantes da pesquisa, o qual permitiu propiciar mudanças qualitativas no desenvolvimento do psiquismo, no processo de reelaboração de ações mentais desses indivíduos, o que lhes possibilitou ter um novo olhar acerca do objeto do conhecimento. Nessa experiência formativa, considerou-se para reelaboração do modelo de orientação da ação escrever relatórios de trabalhos práticos experimentais por professores da área das Ciências da Natureza do Ensino Médio, preparação do contexto situacional para o desenvolvimento de um experimento pedagógico, mediante um sistema didático (detalhado mais adiante) considerando-se:

a) A preparação do contexto situacional para o desenvolvimento do experimento pedagógico;

b) O diagnóstico inicial, o que mostrou o contexto situacional inicial, ou seja, as condições pelas quais o experimento deveria ser desenvolvido;

c) A etapa motivacional, que permitiu durante todo processo de desenvolvimento do experimento pedagógico criar disposição positiva nos participantes da pesquisa para realizar as tarefas que lhes foram propostas; d) O estabelecimento das B.O.A. III, que possibilitou dirigir todo o processo de

reelaboração da orientação da ação escrever relatórios de trabalhos experimentais;

e) O diagnóstico final, que propiciou identificar se os professores identificaram o limite de aplicabilidade da nova orientação – a familiarização com a teoria; f) A avaliação dos professores com relação a experiência formativa – os fatores que possibilitaram e aqueles que obstaculizaram durante o processo de realização das atividades.

193

A figura 5 representa o delineamento do experimento pedagógico.

Figura 5 - O experimento pedagógico

Fonte: Elaborada pela autora.

O experimento pedagógico foi a via que, sobretudo, buscou estudar a gênese das novas formações mentais nos participantes desse estudo, tendo em vista as ações orientadas para alcançar os objetivos propostos. Para Davidov (1988) é

Experimento pedagógico Objetivos Via da reelaboração B.O.A. Inicial Diagnóstico inicial Conhecimento profissional Etapa estabelecimento

das B.O.A. III

B.O.A. III