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Constatou-se, ao avaliar os dados, a ausência de ambientes em condição de conforto ambiental pleno, havendo deficiências em algum de seus componentes.

Situações similares foram observadas em estudos (KOWALTOWSKI et al., 1999; BERNARDI, 2001; GEMELLI, 2009; OCHOA, 2010; OCHOA; ARAÚJO; SATTLER, 2012), em que características como a localização do ambiente ou de elementos arquitetônicos que compõe as edificações, causavam problemas na compatibilização dos confortos acústico, lumínico e térmico, fazendo com que atingir a condição conforto em uma dessas áreas significava a penalização em alcançar a condição de outra.

Pode-se observar no Quadro 1 um resumo do atendimento as condições de conforto acústico (CA), lumínico (CL) e térmico (CT), nos ambientes de forma total (verde), parcial (amarelo) ou nula (vermelho).

Quadro 1 - Atendimento das condições de conforto acústico, lumínico e térmico, de forma total, parcial ou nula, nos ambientes avaliados da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – campus Campo Mourão. Ambiente CA CL CT B103 B105 C102 C105 D105 D108 F105 F110 G102 G104 Sala de Integração Restaurante Universitário Fonte: Autoria própria (2019).

Destaca-se que, ao avaliar o Quadro 1 e os dados levantados presentes nos anexos, as salas de aula B105 e F110 foram as que atenderam a maioria das condições de conforto ambiental avaliadas nesse estudo, necessitando avaliações mais aprofundadas para implantação de adequações quanto ao conforto térmico (verão) e melhor uniformidade na iluminação do ambiente. Contudo, supõe-se que com o funcionamento dos equipamentos de ventilação já instalados nos ambientes e a manutenção dos elementos que são fonte de luz, o conforto ambiental nesses locais, provavelmente, será alcançado.

A sala de integração ainda que tenha apresentado condição de conforto lumínico e térmico, sua adequação em relação ao conforto acústico seria complexa, visto que está sujeita a um fluxo considerável de usuários em seu entorno, o que insere carga sonora elevada no ambiente.

5 CONCLUSÃO

Verificou-se nos ambientes avaliados comportamentos, tanto favoráveis, quanto desfavoráveis, no desempenho das componentes que constituem o conforto ambiental.

Realizar o estudo do conforto ambiental, de maneira conjunta, abrangendo os aspectos acústico, lumínico e térmico, torna possível uma melhor compreensão das necessidades do ambiente, visto que essas componentes tem influência entre si.

Ainda que existam, em alguns casos, incompatibilidade entre as condições ideais de conforto ambiental, é necessário buscar soluções que objetivem o conforto ambiental para o melhor desempenho de seus usuários. Pois, mesmo que seja difícil otimizar o desempenho da edificação de maneira holística, devido à complexidade inerente a quantidade de fatores associados, é algo necessário devido a tantos prejuízos que situações de desconforto acústico, lumínico e/ou térmico podem causar. Assim, salienta-se a importância da continuidade da avaliação do conforto ambiental nos ambientes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, a fim de realizar um diagnóstico mais completo na instituição.

Recomenda-se para futuros trabalhos, como forma de continuar o presente estudo, aprofundar a avaliação em relação a cada componente do conforto ambiental nos ambientes que compõe a instituição, a fim de elaborar um histórico de dados para os problemas relacionados ao conforto ambiental, onde esse possibilite soluções viáveis e, consequentemente, evite intervenções pouco eficientes e desperdícios econômicos.

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APÊNDICE A - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula B103 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE B - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula B105 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE C - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) do laboratório C102 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE D - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) do laboratório C105 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE E - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula D105 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE F - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula D108 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE G - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula F105 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE H - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula F110 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE I - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula G102 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE J - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de aula G104 da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE K - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) da sala de integração da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE L - Níveis de Pressão Sonora e Nível de Pressão Sonora Equivalente (LAeq) do restaurante universitário da Universidade

Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão em relação aos valores recomendados pela ABNT NBR 10152:2017.

APÊNDICE M - Comparação da iluminância na sala de aula B103, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE N - Comparação da iluminância na sala de aula B105, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE O - Comparação da iluminância no laboratório C102, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE P - Comparação da iluminância no laboratório C105, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE Q - Comparação da iluminância na sala de aula D105, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE R - Comparação da iluminância na sala de aula D108, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE S - Comparação da iluminância na sala de aula F105, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE T - Comparação da iluminância na sala de aula F110, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE U - Comparação da iluminância na sala de aula G102, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE V - Comparação da iluminância na sala de aula G104, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE W - Comparação da iluminância na sala de integração, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE X - Comparação da iluminância no restaurante universitário, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão, entre a iluminação natural e iluminação artificial com valor estipulado pela ABNT NBR ISO/CIE 8995-1:2013.

APÊNDICE Y - Distribuição do conjunto de dados térmicos pelas zonas da carta psicrométrica da sala de aula B103 da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão ao longo das estações do ano.

APÊNDICE Z - Distribuição do conjunto de dados térmicos pelas zonas da carta psicrométrica da sala de aula B105 da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - campus Campo Mourão ao longo das estações do ano.

APÊNDICE AA - Distribuição do conjunto de dados térmicos pelas zonas da carta psicrométrica do laboratório C102 da Universidade

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