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omUtindn

as discussers. A Mi jfia

do Buchenno

dr Iinlngneda

vaprrdiliilfH>'i'm din'Mfi ; a

theocla da const

rierfto*

nervosa ;

a (

Jo

peristetMEsmo de Lugrus

e Ouimus,

sustentnda par

Brieon

om

sim

these do roneurw

;

: a do Browns Serpiard e Vutpian da

atirarao

do * fucMos

,

aba ad Canada depots polos proprios

a nrU ires.

Arreditmi -

se qnc a dilatacSo vascular

pela

cxritacfio dos vaso

-dilatation

.

^

fosse inn

pheanmenn setmndario

,

resuHnndo

dors

-gotamento

das

vasO'

OoiisfcrictoresTo

quo

hoje esld

provado

ser um

phenomena

prunifivo

,

e

const

it

-

uir

o rmmrter

fundamental

do nervo vaso

-dUnlador. Emfim

torn so

muilas

vczes invocado o

mechanismo

da

accplo contripnt.

a

;

objcctou

-

se

a

cada rlcsco

-bertu do norvo va ^

o-

rti lata dor

, quo

a

oxcilatjan

dirigula sob re

rsm

nrrvo cm

IransilitHide

Elos n m I ] n s

pam Suspender a aeran

tunica

do # centres vaso

-

co nstria tore s

*

Rom duvida

miptos

nervo

?

provocam

a

vasa HiIa

(ai

; ao por cxfdtacao eentripeta ; pnrom nan

d

desle mode

cji.li' urhmin

os vaso

-

dilatadoros

.

Distrc

Moral

rsquerem cnmo

cararli'

r

(

Turn nervo vasodilaladorellc pmvoear a

vasjo-

dilatn

^

fio

direc

-tamento pela

n&

citagflo eentrifbga

,

Emfim a unica Idea nu melhor li

^ po these aceciiavel da

prfmftfva do

CL

Bernard

, isles e,

quo

os

yaso ^ Iifaladores

tysafii as pnredes

vnsewiares exiTcendo so bare ns

tores

lima arciTo

quo modem om annula

a i

illunacia

excitante

I ||S|, 'S sabre a s |tj11r:LS ' 1111>c iJ Llr« *s. S a o n t m d r p a r o d f i cuja

aeiivklade inliibidnra

sc ii\i'irr n;<

poriplieria

ja

vaso

aciirft c

mu

rtclo

de in

!

ubi

{:

uo

pertpherzna.

Ms

nervos

vasn

ilikitadores

. enja oxperiineniiiijSo

direct

tamenie provooa a artividadade

sno pnslns

rm jngo no

csiadn

pliysiolngicn mu

um grande niimerode

nirruinstaiKias

, Como

o piioumngnsiricn, osEo

nervos

Ifini

no eixo encepii

&louiiedul

-lar

ccnfrns ' pir iviirin n. stiu ju-

ltvidarie

,

olios

oatmni nm fiir.fm

r a v f i s o-

dilata

^

u i a n i v a apjrsonEa -s r i

tadoras acluam snbr

(r ostos rmlms. Uuites, roinn

para

i-oriK;

ao

, sne

as

i

para

-vaso

constric

-as raiisas iixci

-A s C r L i i s a s m u i s

imjmr

c x c i U u'd r s i h i s

nervos sen

-30

sitivns

.

U inerhanismo

physinlogico

d farilmente

provocado

pela

experimentueao: I

ma

irrilagan rentripeta dns

nervns sensitives

muis

di versos

r

rapazde provocar a vaso

dilatacun, consti

-tnindo isin o primeiro

caracter

dnstas oxperinncias, sendee s e g t m d o

manifesCnlo

pdas rrlaones entro

a

pmvhiieneia de ex

-ritaQao eentripcUi d'unia

parte e

il*1 oulra a

seder

*

a

extensile

da

vaso

dil;ihu;

an _

As mis

d a s vexes

, a

vaso

dilatarao lem logar

na

regiaodo

nervo

sensitive oxcilado

como nos reflexes de

Lo

-veiiP do Snellen

e

d e SrliiiT. Ontras

vezes

,

porem

, ella

se mani

-festa

a uma

grande disl i:ieia do

ponto excifcado , ern

lima regiao

rleierminada

;

eassiai

quo

a

vaso -

dilatacao

facial 6 provocada

pela excilardo do scialico e niuis (acilmente

ainda pela

exei

-taefio eenlripetn do pneimiogaslrioo ( DasIre o

Moral

) ;

a vaso

-dilalaeao do vasio lerritorio

abdominal

e

provocada pela

cxri

-lagfto do nerve

de Cyon

.

Os faelos dosta

ordem

siio

rettexos

, eimipamveis

ans

nm

-torcs ,

salvo

no

ponln terminal do phonomeiin

quo

e

nma pa

-rada.

Pmkvseaqtiifigurar

a

hypothuse quo a excitacao

cenlri

-pera

aelna

moderando

, supprimindn

mesmo a actividmle

dos

vasoM'

onstt

'irlorrs, hypolhese do ipieabnsaram ns

adversaries

da coiiccpeauda

vaso -

dilatacao directs

.

Quando

a exislencia

dos

vosc - dilatadores fleou demonstrada

,

comprehendeo sc queest

-

es nerves

,

como

os moiores

.

podiam enlrar

om actividadc tan to

pela aeefio rellexa

eomo pela

direrfa

.

E

verdade que um novo excesso

fni

commettido

o quiz

- se negar a

possibilidade d

um nutro meehanismn

(

por inhibiefio

central );

a vaso

dilatagao

por

iutluemda central e

etlectuada

frequeniemente

por um

ver

-dadeiro

inecanismo

reflexo

,

i

- sto

6

.

pela

acrao

centrifuga dns

vaso

dilaiadores sob a influencia d u m a eslimnhicao nentripeta. A

vaso dilalurao abdominal

provocada pela exeita

< ; ao

do

nerve

de Cyon

cessa de

se produzir

so enrta

-

se os nervos splanclmiens

;

estes nerves

sao

portanto

activos

no

phenomena

referido porque sc fosse

in passives,

a sua secern

o

nao mudaria

u

resultado .

Na

vaso -

dilatacao

facial

pela excitacao rentripeta do

pneumogas

-trico

i

Dastree

Moral )

est

:i. provarlo igualmente

que na

aorj&

o

dos

nervos centrifuges —

vasoolilatadores

porque esta

excita<

# o

centripeta

nao

produz mais

a vaso -

dilafutjao

assignalada se cor

-ta

*se o

sympathieo

cervical,

que Dastre e

Moral

mostraram ser

i

i

\ J loloAX

31

a via das flbras v

&

so -

dilalad

ores

burco

-

faeiaes* ( -unsintarries

analogs t.

&

msi|;j n feitn*

por Laffonl

Das(

re o

Murat

para o effeito vascndilatarlor das e

-

xcittiQrius

centripetns

do mumhro inferior

-Em nonclnsclo dirornos

snf >

a l

-nfljtynnria d

nma irriteujfm

centripetal , a vasu

dilatagfto pode

-

we prndu /ir

o ter por causa nan

somente a

paralysia i

inhibiQao

)

dos ctsntros vas ^ consfrictorns

conio tamlpeni

a

exritaorio do oulras

eentfies que nctuam pejlo

informediario

dos

nervos

centrifugos vast)

di In tad

tires*

Este mechanisms

refloxo,

provadn

pela

expeHrnentaefio , os hi

send du

vida cm jt

>

go n

'

iSm

grande

nmnern

du oireii

mstancias

physiologies EJ assim qnese

protiuz

a ve

^

jnelhidilo

localisada

mais

on monos dnrnvel

,

provocada

polo

a ltd to on qnalquni

1

outra xillar determinarln irritable

da polio

p

.Or ,

urn a vaso

a sonsardo

- dilalat gu ^ stall o da va

glarulula

; a congas subma

tun da

-mucosa estomacAl on intestinal no momento

da chegada

dos

alimentos, a congestao

do

pancr ® s

mi

dn

ligado

uas

jnesmas

condiijdes; a conges tuo

,

vermelhidSa

da

fare nn

pntumin-

nia

on

ou outras affect nos pntmnnares , etc

,

I 'm dos

cases mais ootaveis

do

reffexo vaso - dilalaclor e a vase

dila(

a

?

ao abdominal

,

pe

!n effoito da excilnouQ eenlWpelu

do

nervodepressor dcCyon

. Admlttc - se quo

n n

usbidu

physiologies

os

to

nervo, nerve senslvel

do

coracuo

,

serve

,

qnando

tontle*

so

a esiabeiecer urn forte pressao no

apparellio

circularcirio

,

para transmits

r

aus centres a

impressao quo dulle experiment

a

n

coraQfLo, do

maneiraa provocar

pelo

reflexo a vasn -

dtlataQ&

o

d

*tim

vasto

lerritoriq

ao

niesrno

tempo quo

el la

provoca

pela

excitaQao dus mudeos

ceutraes

du

pnoumagaslrico a lentidSo

do corurfio : donde

a regularisafjao da

pressuSo sanguines

.

Como

para o coracuo suo os centros

physicos

quo

trim

influencla

vaso - diUitadora accentimda

logo depois

dos casus cm que os centros vnso -

dl

bit

adores s3

o postos

etn

aotividade por uma ox

-citaqao sensiliva, cuino jd assignalamos

- Uma

lal

mfluenciad

sobretudo exercidn pela aeeun hnisca on

intensa

destes centros

on

pela

actividade

especial

de

cerios

d

entre etles

: 0

por exeru

-plo

uma

Impressao

repentina ,

emogfio,

um sentimento violento

,

nolera ,

um

scatinisnto

do-

ordem particular ,

pudoi\

etc . , quo deforminam

G

rubor de

um

territorio cutaneu mais ou memos

in

-tenso

*

r

9 |

sop

sapajud

uanssodsottudoad sup

saiEiiojiSrrs

uti

®

No documento Dos phenomenos de inhibição (páginas 36-39)

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