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Parede sem aberturas sobre viga biapoiada

6.3 Modelos e resultados

6.3.1 Parede sem aberturas sobre viga biapoiada

A Figura 7 representa a modelagem do tipo 1 feita no programa Robot. A Tabela 6 mostram as características de cada modelo feito. A interação parede-viga é solidária, ou seja, não há perda de contato entre parede e viga.

Tabela 6 – Características do tipo de modelagem 1.

Modelo Características

Vão

(m) Seção (cm) Ec (MPa) (MPa) Ep próprio Peso parede (kN) Peso próprio viga (kN) Carga “q” (kN) Carga total (kN) 1 4,00 20x30 31878 3600 5,04 1,50 340 346,54 2 4,00 20x30 31878 4800 5,04 1,50 340 346,54 3 4,00 20x30 31878 8000 5,04 1,50 340 346,54 4 4,00 20x30 35426,7 3600 5,04 1,50 340 346,54 5 4,00 20x30 38811,85 3600 5,04 1,50 340 346,54 6 4,00 20x45 31878 3600 5,04 2,25 340 347,29 7 4,00 20x60 31878 3600 5,04 3,00 340 348,04 8 5,00 20x30 31878 3600 6,30 1,50 425 432,80 9 6,00 20x30 31878 3600 7,56 1,50 510 519,06

Figura 7- Representação da modelagem tipo 1.

Fonte: Autoria própria (2018).

A Tabela 7 mostra os valores de momento fletor máximo, força normal máxima e tensão normal máxima de compressão, segundo Riddington e Sttaford Smith. Já a Tabela 8 mostram os mesmos dados, incluso o momento no centro da viga, segundo o método de Davies e Ahmed, com os valores de α, β e γ sendo 0,35, 1,4 e 0,05, respectivamente. Na Tabela 9, os resultados encontrados através do software. Tabela 7 – Resultados através do método de Riddington e Smith(1983).

Modelo

Dados

Ks Nmáx (kN) (kN.m) Mmáx Tensão normal máxima (MPa)

1 7,01 101,92 26,02 8,33 2 7,53 101,92 23,65 9,03 3 8,55 101,92 19,95 10,42 4 6,82 101,92 26,95 8,09 5 6,67 101,92 27,78 7,88 6 5,17 102,14 39,07 5,94 7 4,17 102,36 52,17 4,67 8 8,28 127,29 32,51 10,04 9 9,50 152,66 39,01 11,70

Tabela 8 – Resultados através do método de Davies e Ahmed (1977). Modelo Características ka Kd r λ Nmáx (kN) Mmáx. (kN.m) (kN.m) Mcen. Tensão normal máxima (MPa) Tensão cisalhante máxima (MPa) 1 0,79 5,36 0,25 0,33 107,59 25,02 14,88 4,91 1,53 2 1,05 5,76 0,25 0,33 103,03 23,75 13,81 5,24 1,56 3 1,76 6,55 0,25 0,33 90,850 21,83 12,90 5,87 1,54 4 0,71 5,22 0,25 0,33 108,96 25,52 15,35 4,80 1,51 5 0,65 5,1 0,25 0,33 110,04 25,97 15,79 4,70 1,49 6 0,53 3,96 0,20 0,25 112,40 27,27 17,62 3,78 1,22 7 0,40 3,19 0,20 0,25 114,94 26,02 16,90 3,17 1,05 8 0,99 6,34 0,25 0,33 130,10 35,38 22,28 5,70 1,71 9 1,19 7,27 0,33 0,50 150,90 42,57 24,74 6,44 1,87 Fonte: Autoria própria (2018).

Tabela 9 – Resultados da modelagem tipo 1 através do software Robot.

Modelo Dados Nmáx (kN) (kN.m) Mmáx (kN.m) Mcen Tensão normal máxima (MPa) Tensão cisalhante máxima (MPa) 1 109,07 19,44 3,77 5,35 1,10 2 105,54 17,19 2,78 5,63 1,18 3 97,53 15,32 1,70 6,13 1,33 4 110,10 20,29 4,23 5,25 1,07 5 110,89 21,03 4,69 5,16 1,05 6 110,08 28,75 15,08 4,06 0,82 7 102,29 40,28 33,79 3,26 0,64 8 134,35 24,64 2,85 6,84 1,39 9 159,16 29,93 2,39 8,26 1,69

Fonte: Autoria própria (2018).

As Figuras abaixo (de 8 a 27) mostram os diagramas de momento fletor e força normal, além do mapa de tensões normais e cisalhantes na parede. Os diagramas de forças normais estão em kN, os de momentos fletores estão em kN.m, e os mapas de tensões na parede, em MPa.

Figura 8- Diagrama de força normal do modelo 1.

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 9- Diagrama de força normal do modelo 2 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 10- Diagrama de força normal do modelo 3 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 11- Diagrama de força normal do modelo 4 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Figura 12- Diagrama de força normal do modelo 5 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 13- Diagrama de força normal do modelo 6 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 14- Diagrama de força normal do modelo 7 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 15- Diagrama de força normal do modelo 8 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 16- Diagrama de força normal do modelo 9 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 17- Diagrama de momento fletor do modelo 1.

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 18- Diagrama de momento fletor do modelo 2 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 19- Diagrama de momento fletor do modelo 3 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Figura 20- Diagrama de momento fletor do modelo 4 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 21- Diagrama de momento fletor do modelo 5 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Figura 22- Diagrama de momento fletor do modelo 6 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 23- Diagrama de momento fletor do modelo 7 (aumento da inércia da viga).

Figura 24- Diagrama de momento fletor do modelo 8 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 25- Diagrama de momento fletor do modelo 9 (aumento do vão).

Figura 26- Mapa de tensão normal do modelo 1.

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 27- Mapa de tensão normal do modelo 2 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 28- Mapa de tensão normal do modelo 3 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 29- Mapa de tensão normal do modelo 4 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 30- Mapa de tensão normal do modelo 5 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 31- Mapa de tensão normal do modelo 6 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 32- Mapa de tensão normal do modelo 7 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 33- Mapa de tensão normal do modelo 8 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 34- Mapa de tensão normal do modelo 9 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 35- Mapa de tensão cisalhante do modelo 1.

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 36- Mapa de tensão cisalhante do modelo 2 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 37- Mapa de tensão cisalhante do modelo 3 (aumento do módulo de elasticidade da parede).

Figura 38- Mapa de tensão cisalhante do modelo 4 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 39- Mapa de tensão cisalhante do modelo 5 (aumento do módulo de elasticidade da viga).

Figura 40- Mapa de tensão cisalhante do modelo 6 (aumento da inércia da viga).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 41- Mapa de tensão cisalhante do modelo 7 (aumento da inércia da viga).

Figura 42- Mapa de tensão cisalhante do modelo 8 (aumento do vão).

Fonte: Autoria própria (2018).

Figura 43- Mapa de tensão cisalhante do modelo 9 (aumento do vão).

Observa-se que, comparando com as modelagens obtidas em software, o método proposto por Riddington e Stafford Smith (1983) gera poucos dados, esses têm valores superestimados. Já o método de Davies e Ahmed (1977) permite encontrar um conjunto maior de informações, e com maior precisão.

Entre as modelagens feitas, é visível a influência da rigidez da parede e da viga para a ocorrência e intensidade do efeito arco: o aumento da rigidez da parede gera aumento das tensões na parede e redução da força normal e do momento fletor na viga, em oposição ao aumento da rigidez da viga. Quando a seção da viga aumentou, observou-se uma diminuição das tensões na parede e, mesmo que o aumento do momento fletor máximo na viga tenha crescido também pelo consequente aumento da carga total devido aumento do peso próprio da viga, o diagrama de momento fletor tomou uma forma próxima a de uma parábola, evidenciando a influência da inércia da viga no efeito arco.

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