Decorrente da introdução das Normas Internacionais de Contabilidade e no que diz respeito à “IAS 19 – Benefícios dos empregados”, foi registado em 1 de Janeiro de 2007 o valor dos ajustamentos de transição referentes a 31 de Dezembro de 2016.
Em 1 de Janeiro de 2007, o valor das responsabilidades com complementos de pensões de reforma, prémio de antiguidade e SAMS e respectivas coberturas, em NCA’s foram as seguintes:
1-01-2007 Fundo de pensões
A.1. Responsabilidades PCSB 43,977
A.2. Impacto da transição para IAS 19: 99,933
A.2.1. Tábua de mortalidade 7,193
A.2.2. Pressupostos financeiros 92,740
A.3. Responsabilidades IAS 19 (A.1. + A.2.) 143,910
A.4. Valor da quota-parte do fundo de pensões em 31-12-2006 51,779 A. Insuficiência de cobertura pelo Fundo de Pensões (A.3. – A.4.) 92,131
1-01-2007 Encargos com saúde (SAMS):
B.1. Com trabalhadores no ativo e ex-trabalhadores 309,060
B.2. Com licenças sem vencimento 0
C.1. Com trabalhadores no ativo e ex-trabalhadores 236,265
C.2. Com licenças sem vencimento 0
C. Total 236,265
De acordo com o Aviso nº 12/2005, de 30 de Dezembro, o acréscimo de responsabilidades decorrente da alteração da tábua de mortalidade em data posterior a 1 de Janeiro de 2005 pode ser reconhecido através da aplicação de um plano de amortização de prestações uniformes anuais até 31 de Dezembro de 2013 (7 anos).
De acordo com o Aviso do Banco de Portugal nº 4/2005, de 21 de Fevereiro, o aumento de responsabilidades com o Fundo de Pensões, decorrente da introdução da IAS 19 deverá ser reconhecido através da aplicação de um plano de amortização de prestações uniformes anuais até 31 de Dezembro de 2011 (5 anos).
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado)
Adicionalmente, de acordo com o Aviso do Banco de Portugal nº 4/2005, de 21 de Fevereiro, as responsabilidades com o SAMS, decorrente da introdução da IAS 19 deverá ser reconhecido através da aplicação de um plano de amortização de prestações uniformes anuais até 31 de Dezembro de 2013 (7 anos).
Durante o ano de 2008, o Banco de Portugal emitiu um novo aviso (Aviso nº 7/2008, de 14 de Outubro de 2008), no qual permite diferir os impactos da transição acima identificados, por um período adicional de três anos face ao período estipulado inicialmente.
Foi decisão da CCAM ALTO CÁVADO E BASTO prolongar o diferimento dos impactos de transição tal como permitido no Aviso nº 7/2008, de 14 de Outubro de 2008.
Assim, em 31-12-2007 o valor por reconhecer em resultados transitados, que deriva dos impactos da adopção do IAS 19, e o número de anos pelos quais agora serão reconhecidos em resultados transitados, é como segue:
31-12-2007 Nº anos a diferir Data limite de diferimento A.2.1.2007 Alteração da tábua de mortalidade 6,165 9 anos 2016 A.2.2.2007 Alteração dos pressupostos financeiros 74,192 7 anos 2014
A.2.3.2007 Excesso de cobertura em PCSB 6,242 7 anos 2014
B.2007 Encargos com saúde (SAMS) 288,067 9 anos 2016
No exercício de 2014 terminou o prazo limite de diferimento do impacto de transição na adopção da IAS 19, no que respeita a:
- Alteração dos pressupostos financeiros;
- Excesso de cobertura em PCSB.
Ficaram por ainda diferir em 2015 e 2016, o valor respeitante a:
- Alteração da tábua de mortalidade;
- Encargos com saúde (SAMS).
Assim sendo, o reconhecimento anual nos resultados transitados no atual exercício é o seguinte:
31-12-2016
A.2.1.2015 Alteração da tábua de mortalidade 685
B.2016 Encargos com saúde (SAMS) 32,007
2016 TOTAL 32,692
TOTAL = A.2.1.2016 + B.2016
* Terminou no final do exercício de 2016, o diferimento total do impacto de transição da IAS 19.
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado)
Registo do impacto do movimento do Fundo de Pensões e do custo com o SAMS e Prémios de antiguidade a 31/12/2016
Os pressupostos actuariais e financeiros utilizados no cálculo das responsabilidades da CCAM ALTO CÁVADO E BASTO com referência a 31 de Dezembro de 2016 e de 2015 foram os seguintes:
Presupostos demográficos: 31-12-2016 31-12-2015
Taxa de crescimento dos salários e outros benefíios 1,40% 1,40%
Taxa de crescimento das pensões 1,00% 1,00%
Taxa de revalorização de salários para a Segurança Social:
de acordo com n.º2 Art.º 27 do Decreto Lei 187/2007 1,40% 1,40%
de acordo com n.º1 Art.º 27 do Decreto Lei 187/2007 1,40% 1,40%
(*) Taxa de desconto diferente para diferentes grupos da população:
Trabalhadores no activo e licenças com idade actuarial < 55 anos 2,30% 2,30%
Trabalhadores no activo e licenças com idade actuarial >= 55 anos 2,10% 2,30%
Pré-reformas, reformados e pensionistas 1,75% 2,00%
(**) De acordo com o Decreto Lei nº.167-E/2013
Em 31 de Dezembro de 2016, o valor das responsabilidades por serviços passados com o pagamento de complementos de reforma e sobrevivência e encargos com cuidados médicos de saúde pós-emprego (SAMS), com trabalhadores no activo, licenças sem vencimento, pré-reformados e pensões em pagamento, é o seguinte:
31-12-2016 F.2015 Valor actual das Responsabilidades por serviços passados 1.179.175
F.1 Com trabalhadores no activo e ex-trabalhadores 863.704
F.2 Com licenças sem vencimento 70.345
F.3 Com pré-reformados 0
F.4 Com pensões em pagamento 245.127
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado)
O acréscimo anual de responsabilidades com pensões de reforma e sobrevivência referente à CCAM ALTO CÁVADO E BASTO é o que a seguir se apresenta:
G.1 + Custo do serviço corrente 40.324
G.3 + Custo dos juros Líquido “Net Interest” 1.306
G.4.Ano +/- (Ganhos) e Perdas atuariais 55.004
G.4.1.Ano Relativos a diferenças entre os pressupostos e os valores realizados -34.215 G.4.2.Ano Relativos a alterações verificadas nos pressupostos e nas condições
dos planos 89.219
G.5 + Acréscimos de responsabilidades resultantes de reformas antecipadas 0
G.6 = Acréscimo anual de responsabilidades 96.634
O movimento ocorrido na quota-parte do fundo de pensões referente à CCAM ALTO CÁVADO E BASTO foi o seguinte:
A.4.2015 (+) Valor da quota-parte do fundo de pensões em 31-12-2014 1.004.778
H.1 (+) Contribuições efectuadas 130.790
H.1.1 Pela CCAM ALTO CÁVADO E BASTO 102.282
H.1.2 Pelos empregados 28.508
H.2 (+) Capitais recebidos de seguro 46
H.3 (+) Rendimento dos activos do Fundo de Pensões (liquido) 28.002
H.4 (-) Prémios de seguro pagos 36.130
H.9 (+) Participação de resultados no seguro 22.529
H.5 (-) Pensões pagas pelo fundo de pensões 6.760
H.5.1 Por reformas antecipadas 0
H.5.2 Outros 6.760
H.6 (-) SAMS pago pelo fundo de pensões 4.935
H.7.2016 (=) Valor da quota-parte do fundo de pensões em 31-12-2016 1.138.321 H.8. Variação do valor da quota-parte do fundo de pensões em 2016
(H.7.2016 – A.4.2015) 133.543
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado)
O movimento ocorrido durante o exercício de 2016 relativo ao valor actual das responsabilidades por serviços passados foi o seguinte:
F.2014 (+) Responsabilidades Totais em 31 de Dezembro de 2015 1.066.234
G.1 (+) Custo do serviço corrente 40.324
G.1.1 Custo do serviço corrente da Entidade 11.816
H.1.2 Contribuições para o Fundo efectuadas pelos empregados 28.508
G.2 (+) Custo dos juros 26.632
G.4.1 (+/-) (Ganhos) e perdas actuariais nas responsabilidades 57.680 G.5 (+) Acréscimos de responsabilidades resultantes de reformas antecipadas 0
H.5 (-) Pensões pagas pelo fundo de pensões 6.780
H.5.1 Por reformas antecipadas 0
H.5.2 Outros 6.760
H.6 (-) SAMS pago pelo fundo de pensões 4.935
F.2015 (=) Responsabilidades totais em 31-12-2016 1.179.175
K. Variação nas responsabilidades em 2014 (F.2016 – F.2015) 112.941
O nível de cobertura das responsabilidades em 31 de Dezembro de 2016, de acordo com o Aviso 12/2001 do Banco de Portugal, era o seguinte:
F.2016 Valor actual das responsabilidades com serviços passados 1.179.175 I.1 Valor por amortizar em 31 Dezembro de 2016 (Aviso 7/2008) 0 I.2 Responsabilidades por serviços passados (Aviso 12/2001) 1.132.473
I.3 Nível de cobertura (Aviso 12/2001) (%) 101
*Terminou no final do exercício de 2016, o diferimento total do impacto de transição na adopção da IAS 19.
Com a implementação em 1 de Janeiro de 2013 das alterações decorrentes da IAS 19 Revisto, os desvios actuariais por amortizar apurados à data de 31 de Dezembro de 2012, foram transferidos para uma rubrica do rendimento integral “reservas de reavaliação”.
No exercício de 2016, o valor dos desvios actuariais existentes e o movimento ocorrido no exercício no “rendimento integral”, foi o seguinte:
RI.2015 Desvios actuariais em 31-12-2015 -65.758
RI.ano Desvios actuariais gerados em 2016 – Ganhos e perdas actuariais -68.558
RI.2015 Desvios actuariais em 31-12-2016 -134.317
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado) Prémios de antiguidade:
A evolução do valor das responsabilidades por serviços passados, com prémios de antiguidade futuros, com trabalhadores no activo e licenças sem vencimento, foi a seguinte:
Prémio de Antiguidade 31-12-2015
N.1.2015 Com trabalhadores no activo 273.291
N.2.2015 Com licenças sem vencimento 0
N.2015 Total 273.291
Prémio de Antiguidade 31-12-2016
N.1.2016 Com trabalhadores no activo 266.762
N.2.2016 Com licenças sem vencimento 0
N.201 Total 266.762
Prémio de Antiguidade Variação
O.1. Com trabalhadores no activo -6.529
O.2. Com licenças sem vencimento 0
O. Total -6.529
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(Montantes expressos em euros, excepto quando expressamente indicado)