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CASO 1 p-valor CASO 2 p-valor CASO 3 p-valor Tempo de formado (anos)

5.5. Percentual do gabarito geral do questionário

Em relação às situações clínicas expostas no segundo bloco do questionário, quinze médicos (19%) reconheceram as opções consideradas corretas nas três questões, acertando assim este bloco.

O quarto bloco do questionário contendo questões objetivas incluindo os critérios preconizados pela ANVISA para o diagnóstico neonatal foi acertado em sua totalidade por 9 (11%) médicos.

Três médicos (4%) assinalaram as opções consideradas corretas dos blocos dois e quatro, sendo estes os profissionais que acertaram o questionário como um todo.

A figura 3 representa os acertos pelos médicos entrevistados dos blocos dois e quatro e o acerto do questionário de maneira geral (intercessão).

Figura 3: Representação da intercessão dos acertos das situações clínicas e questões objetivas (n=21).

Acertos (Bloco 2) Acertos (Bloco 4)

Acerto geral do questionário

6. DISCUSSÃO

A pneumonia neonatal caracteriza-se por uma infecção do trato respiratório, geralmente relacionada à assistência à saúde e apresenta importante papel na mortalidade neonatal (Duke, 2005). Trata-se de uma doença cujo diagnóstico é um desafio, por ser difícil distinguir clinicamente da sepse neonatal com comprometimento respiratório, bem como de outros distúrbios respiratórios neonatais, como a DMH, pneumonia por aspiração de mecônio, TTRN, entre outros (Puopolo, 2015).

Este desafio diagnóstico foi contemplado nesta pesquisa, nas situações clínicas referentes ao diagnóstico, diagnóstico diferencial e tempo de tratamento, visto que apenas quinze (19%) médicos acertaram todas as questões.

A partir de situações clínicas formuladas baseadas nos critérios preconizados pela ANVISA, este estudo observou que apesar de mais da metade dos médicos entrevistados (56%) terem reconhecido o diagnóstico de pneumonia neonatal e o diagnóstico diferencial (DMH grave) (72%), identificou-se que ainda existe um importante índice de erro das questões. Da mesma forma, ao analisar o aparecimento das respostas individualmente relacionadas às situações clínicas, constatou-se expressivo índice de incerteza no diagnóstico de pneumonia e DMH grave.

As constatações acima descritas (a incerteza por parte dos médicos relacionado a protocolos específicos) também foram demonstradas no trabalho de Magalhães e cols. (2016). Estes pesquisadores avaliaram o conhecimento de médicos intensivistas sobre morte encefálica no município de Teresina, Piauí, Brasil, no período de janeiro a março de 2014. Foram entrevistados 110 médicos intensivistas através de um questionário baseado em protocolo específico de morte encefálica. Apesar de o resultado neste estudo ter apresentado um maior índice de respostas corretas, percebeu-se que ainda existiam médicos intensivistas que não

conheciam a definição de morte encefálica (14,4%) e que ignoravam a necessidade, pela lei, de exames complementares para o diagnóstico (5,6%).

O presente estudo demonstrou também que apesar da maioria dos médicos sempre ou quase sempre investigarem pneumonia neonatal, existe uma parcela (6%) que quase nunca investiga. A dificuldade no diagnóstico diferencial entre sepse e pneumonia neonatais também foi identificada, visto que apenas 8% dos médicos entrevistados referiram quase nunca associar o diagnóstico de sepse neonatal ao diagnóstico de pneumonia já instalado, enquanto os demais referiram sempre ou quase sempre realizar esta associação.

Todos estes resultados apontados por esta pesquisa podem interferir na morbidade e na mortalidade por pneumonia neonatal, à medida que este diagnóstico não é realizado adequadamente.

Não foi encontrada na revisão da literatura uma uniformidade para o tempo de antibioticoterapia em pneumonia neonatal (Hillman & Lam, 2019; Barnett & Klein, 2016; Hooven & Polin, 2017; Reiterer, 2013; Jackson, 2018; Engle e cols., 2000). Apesar de 10 dias ser o tempo mais frequentemente relatado pela maioria dos autores, 7 dias foi o mais prevalente no presente trabalho (56%).

As características dos médicos (tempo de formado em medicina, tempo de trabalho em neonatologia, formação profissional em neonatologia ou em outras áreas, titulação em pediatria, em neonatologia ou em outra área de atuação) não apresentaram significância estatística no diagnóstico, diagnóstico diferencial e tempo de antibioticoterapia para pneumonia neonatal, exceto a associação entre a formação em neonatologia e o tempo ideal de tratamento de 10 dias (p<0,05).

Da mesma forma, o estudo de Campanha (2010) sobre a avaliação do conhecimento de profissionais de saúde quanto as práticas para prevenção das lesões cerebrais hemorrágicas e isquêmicas no recém-nascido prematuro de muito baixo peso, em UTIN públicas no município

do Rio de Janeiro, encontrou significância estatística (p<0,05) no total de acertos das questões relacionados ao tempo de formado, à formação profissional e à titulação de especialista.

Há 5 anos, a ANVISA definiu critérios diagnósticos em IRAS em neonatologia, revisados em 2017, a fim de permitir a harmonização para identificação do caso, coleta e interpretação das informações de modo sistematizado pelos profissionais e gestores do sistema de saúde.

Segundo a ANS, existem variações nos objetivos que motivam a elaboração de diretrizes, sendo estes objetivos: (i) promover a utilização dos resultados de pesquisa clínica de maneira mais rápida na prática clínica; (ii) uniformizar a prática clínica em situações clínicas semelhantes; (iii) reduzir os custos do sistema de saúde; (iv) examinar os gastos na prática clínica (ANS, 2009), o que corrobora com a importância da implementação dos critérios diagnósticos preconizados pela ANVISA, bem como divulgação destes.

No questionamento sobre os critérios preconizados pela ANVISA para o diagnóstico de pneumonia neonatal, apenas 33% dos médicos afirmaram conhecê-los, porém, nenhum soube descrevê-los. Além disso, ao serem perguntados quanto à necessidade da radiografia de tórax para o diagnóstico de pneumonia neonatal (critério indispensável, segundo a publicação da ANVISA), apesar da maioria considerar indispensável, 23% não consideraram. De maneira semelhante, quanto ao teste padrão-ouro para diagnóstico de pneumonia neonatal, a maioria referiu não existir (62%), porém 23% afirmaram existir e 15% relataram não saber se existia teste padrão-ouro, o que ressalta a necessidade de melhorar o conhecimento destas diretrizes.

Analisando as questões objetivas que apresentavam os critérios propostos pela ANVISA para o diagnóstico de pneumonia neonatal, poucos médicos (11%) reconheceram todos os critérios.

Resultados semelhantes foram observados por Melech & Paganini (2016), que encontraram baixa prevalência de acertos das situações clínicas e do reconhecimento de sinais

e sintomas ao avaliarem o conhecimento de 92 profissionais, nas ocorrências de sepse em adultos, sendo 27 médicos, 24 enfermeiros, 10 técnicos de enfermagem e 31 auxiliares de enfermagem. Os pesquisadores verificaram um conhecimento inadequado pelos profissionais, tanto no reconhecimento de sinais e sintomas relacionados a Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica e a disfunção orgânica, quanto na identificação dos quadros clínicos.

Esta pesquisa é inédita visto não ter sido encontrado estudos semelhantes na literatura consultada. Entretanto, o tipo de amostra (de conveniência) atua como fator limitante.

7. CONCLUSÕES

A análise da presente pesquisa concluiu que:

1. Pneumonia neonatal é realmente um desafio diagnóstico. As situações clínicas referentes a pneumonia neonatal e seu diagnóstico diferencial não foram identificados por 44% e 28%, dos médicos entrevistados, respectivamente. 2. Há um desconhecimento dos médicos entrevistados em relação aos critérios

preconizados pela ANVISA para o diagnóstico de pneumonia neonatal, apesar de 75% serem especialistas em neonatologia.

3. Na revisão da literatura, houve variabilidade quanto ao tempo de tratamento antimicrobiano para pneumonia neonatal, observação esta constatada nas respostas dos médicos entrevistados.

8. SUGESTÕES

Os resultados desta pesquisa salientam a necessidade de maior conhecimento por parte dos médicos sobre a pneumonia neonatal e seu diagnóstico, bem como a importância na uniformização do seu tempo de tratamento antimicrobiano. Portanto, sugere-se:

1. Ampliar a divulgação dos critérios preconizados pela ANVISA, para melhor uniformidade deste diagnóstico, reduzindo assim potenciais agravos na saúde do RN, contribuindo para redução dos índices de morbidade e mortalidade neonatais. 2. Estimular a comunidade acadêmica na elaboração de estudos clínicos randomizados

sobre a duração do tratamento antimicrobiano na pneumonia neonatal. Espera-se assim obter uma padronização do tempo de tratamento ideal, evitando complicações relacionadas ao tratamento insuficiente ou à exposição prolongada a antimicrobianos, surgimento de cepas bacterianas resistentes, aumento dos custos hospitalares e aumento a morbidade e mortalidade neonatais.

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10. APÊNDICES

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