2. A DISCUSSÃO DE GÊNERO SOBRE A PERSPECTIVA DO SERVIÇO SOCIAL EM UM INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
2.2. Percepções e breve análise sobre o olhar das coordenadoras do NUGEDIS do IFF Campos – campus Centro
Este item tem como objetivo problematizar o processo de construção histórica do NUGEDIS Campos campus Centro, a partir da percepção das três servidoras do IFF Campos campus Centro, que serão tratadas ao longo do trabalho
como C110, C211 e C312. As mesmas coordenaram o Núcleo ao longo dos primeiro
quatro anos pós sua implantação (2015-2018), por meio da análise de uma entrevista semi-estruturada13na qual pode ser traçado o perfil das profissionais, e as
interferências de suas formações e vivências na construção das atividades e debates promovidos no Núcleo no período de suas respectivas coordenações.
O período de estágio oportunizou a aproximação e vinculação da estagiária ao NUGEDIS como voluntária, possibilitando um maior aprofundamento sobre as questões abordadas pelo Núcleo e a observação crítica das respostas e realidades vivenciadas.
Através da entrevista semi-estruturada pode-se perceber a trajetória histórica desse projeto através do olhar de suas respectivas coordenadoras ao longo dos quatro anos de sua existência. A primeira coordenadora, C1, que coordenou do ano de 2015 até a metade do ano de 2016, traz argumentos que apresentam o processo de implantação do Núcleo no campus. É interessante ressaltar, que a construção do primeiro edital14 foi elaborada na Reitoria do IFF, e uma de suas
organizadoras, também foi coordenadora do NUGEDIS. O movimento de construção do edital e sua divulgação, foi feita pela C3, que também, foi a responsável por fazer a divulgação do projeto com os servidores do Campos campus Centro que tinham interesse na temática de gênero, tratada como prioridade no primeiro edital, como afirma a C1.
A C1 então, se propõe a coordenar o Núcleo, compondo a equipe multidisciplinar para a construção e submissão do edital, porém, enfatiza, como retratado em sua entrevista, que sua participação veio através de um acordo com os demais participantes de que sua vinculação como coordenadora não possuísse caráter personalista, de forma a não estar sendo vista como principal responsável
10 Graduada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia de Campos. Coordenadora do Núcleo de
Gênero, Diversidade e Sexualidade do Instituto Federal Fluminense Campos campus Centro de janeiro de 2015 a agosto de 2016.
11 Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade de Santo Amaro, pós graduada em
Docência e Gestão Escolar pela Faculdade Santo André. Coordenadora do Núcleo de Gênero, Diversidade e Sexualidade do Instituto Federal Fluminense Campos campus Centro de agosto de 2016 a agosto de 2017.
12 Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense, graduada em Ciências Sociais
e mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Coordenadora do Núcleo de Gênero, Diversidade e Sexualidade do Instituto Federal Fluminense Campos campus Centro de agosto de 2017 até 2019.
13 Roteiro em anexo
pelo Projeto, e que no ano seguinte, a coordenação fosse ocupada por outro integrante do Núcleo.
A participação da servidora, que possui graduação em Pedagogia, e pós graduação em Gestão pela Qualidade Total, realizadas em universidades privadas, atualmente cursa mestrado na área de educação do campo na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e afirma ter tido como um de seus principais motivadores, os diversificados tipos de alunos existentes na instituição, “mas que eram tratados com formatações”. Como exposto pela mesma, à implantação do NUGEDIS possibilitou “abrir espaço para a diversidade e trabalhar com equidade” no local.
A C1, que se declara sendo do gênero feminino, mestiça e heterossexual, também traz em sua fala que no ano de implantação do NUGEDIS a temática em evidência advinda das demandas dos alunos dentro da instituição foi à homossexualidade, sendo posta como temática para a agenda das ações e intervenções do Núcleo no ano de 2015, e também no ano de 2016. Segundo C1, o NUGEDIS deu “voz e visibilidade ao público homossexual que transita na instituição, quer seja no âmbito docente, discente, técnico administrativo, visitantes; isso não importava”. A entrevistada afirma que o tema foi direcionado através do planejamento das ações do plano de trabalho do projeto.
A partir dessa perspectiva, podemos avaliar um certo distanciamento da proposta trazida no edital nº 14, de 23 de janeiro de 2015, que submete a proposta de implantação do NUGEDIS, já que o mesmo, enfatiza o tratamento e discussão de questões que perpassam pela desigualdade de gênero no que tange a relação entre homens e mulheres, sem enfatizar as temáticas sobre sexualidade.O direcionamento do edital reflete em seu objetivo características que expressam a padronização da heteronormatividade, na qual expressa
as relações de poder que determinam a sociabilidade humana é que vão ditar o modelo heterossexual como aquele que deve ser seguido [...] fincadas na consciência humana e dizem respeito a construção histórico-social do que é tido como masculino e daquilo que é considerado como feminino( ASSUNÇÃO, 2018, p. 56).
Dessa forma, através de um olhar crítico, pode-se perceber que a ênfase para tratar a temática de gênero a partir da visão sobre homem e mulher, se distancia de uma perspectiva mais abrangente sobre as constituições das questões
de gênero que perpassam a sexualidade, o que reflete a inexistência do aprofundamento desses conhecimentos pelos próprios organizadores do projeto, e pode ser afirmado pela C1 em sua entrevista, de forma que a mesma assume ter se aproximado e compreendido mais as discussões a partir das vivências no Núcleo e a convivência com seus integrantes, enfatizando que “teve mais a aprender do que contribuir com o NUGEDIS”, dando destaque à participação ativa e expansiva do primeiro estagiário que compôs o NUGEDIS.
Ao longo da entrevista pode-se perceber uma grande valorização da participação dos alunos no desenvolvimento das atividades e discussões realizadas pelo Núcleo no seu processo de implantação, e que a presença de pessoas que não possuíam vinculo concreto ao NUGEDIS, sempre se repetia, participando das atividades sempre os mesmos indivíduos, o que ela vê como “ao menos os mesmos, estão se qualificando mais”.
A servidora também fala das tensões que presenciou no processo de implantação como ponto positivo para a visibilidade do Núcleo dentro da instituição. Ela também lembra da existência de um movimento de depreciação do Núcleo, que muitas vezes, foi tratado por formas pejorativas e preconceituosas. No entanto, ela ressalta que essa tentativa de desqualificação do NUGEDIS já demonstrava a sua relevância dentro do Instituto.
Como parte das tensões também é retratada a censura de falas, imagens15,e outras formas de constrangimentos. Mas, ressalta as conquistas de se
poder falar sobre assuntos que decorrem da homossexualidade e diversidade, de forma que “mesmo com a censura, era dito [...] dando voz à diversidade sexual”.É retratado que as resistências eram, e ainda são, advindas, principalmente, de grupos de servidores, que referenciavam a C1 como a pessoa “que trabalha com esse negócio de homem que beija homem e mulher que beija mulher”, que se refletia nas conversas de grupos de coordenações, por parte de servidores, desqualificando o trabalho realizado no NUGEDIS, sem possuir compreensão sobre o mesmo e, principalmente a abertura para o entendimento através do diálogo. Diferente, os
15Referente, principalmente, a arte feita no período de implantação do NUGEDIS, que representava o
indivíduo com dois sexos biológicos; e a retirada, sem autorização, de um mural com imagens de pessoas diversificadas, que escondiam palavras de cunho preconceituoso e violento, exposto no pátio do campus da atividade “Quem vê cara, não vê coração” realizada no ano de 2018 na Feira do Saber Fazer Saber.
grupos de alunos que se demonstraram resistentes às propostas trazidas pelo Núcleo, sempre se mostraram mais acessíveis e abertos ao diálogo.
É interessante, que a profissional afirma que sua aproximação com o Núcleo teve como influência pessoal a sua condição como mulher. A mesma enfatiza reconhecer as expressões de desigualdade de gênero que afetaram e afetam sua vida, seja no âmbito do trabalho, quanto na vida social. No âmbito do trabalho.
Pode-se observar que tais expressões se refletem no tratamento dos demais servidores com todas as mulheres que estiveram na gestão do Núcleo ao longo do tempo tratado, ainda mais, no período de implantação do mesmo, o que pode ser considerado uma forma de manifestação expressiva no que diz respeito à expressiva quantidade de representações masculinas que ocupam cargos de coordenação dentro da instituição.
Ainda que a mesma não associe em sua fala a ligação entre esses fatores, existe uma construção social de desvalorização das ocupações femininas no mercado de trabalho, como corrobora Resende e Quirino (2017, p.5 apud HIRATA; KERGOAT, 2007, p.599)
[...] o princípio da hierarquia ou da valorização. Conforme tal princípio as profissões e ocupações femininas têm menor valor econômico no mercado de trabalho, assim como menor valor social, sendo quase sempre associado a uma ajuda ao homem provedor. Ou seja, existe trabalho de homem e existe trabalho de mulher definidos pelo sexo biológico, e o trabalho de homem vale mais que o trabalho de mulher. Sendo assim há uma valorização econômica, cultural e simbólica do trabalho do homem.
A C1 retrata, também, a união, em algumas situações especificas, com demais Núcleos que tratam sobre temáticas e pessoas que fazem parte de grupos excluídos socialmente, tais como Núcleo de Estudos e Pesquisas Afrobrasileiros e Indígenas (NEABI) e Núcleo de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (NAPNEE). O primeiro promove “o acompanhamento, estudo e desenvolvimento da educação das relações étnico-raciais por meio de ações de ensino, pesquisa e extensão”, e o segundo, tem como objetivo “contribuir na implementação de políticas de acesso, permanência e conclusão com êxito dos alunos com necessidades educacionais especiais”, como exposto do PDI.
A promoção de atividades em conjunto pelos Núcleos, expressa a identificação dos mesmos sobre a importância do debate sobre as categorias de
forma articulada, reafirmando que não é possível dizer que a discriminação é promovida somente pela construção patriarcal, já que se vincula as classes sociais e ao racismo (SAFFIOTI, 1987, p. 61). Também possibilitam um espaço de mobilização e protagonismo aos grupos socialmente oprimidos, considerados ‘minorias’, no qual
[...] a noção contemporânea de minoria- isto que aqui se constitui em questão- refere-se à possibilidade de terem voz ativa ou intervirem nas instâncias decisórias do Poder aqueles setores sociais ou frações de classe comprometidas com as diversas modalidades de luta assumidas pela questão social. (SODRÉ, 2005, s.p.)
Os Núcleos citados anteriormente possuem diferenças no que tange às formalizações no âmbito institucional, já que o NUGEDIS e o NEABI são submetidos a editas como projetos de extensão, e o NAPNEE foi institucionalizado, se tornando um setor, que o incluí no organograma da instituição e possibilita com que tenha seus próprios servidores, de diferentes áreas de atuação.
A entrevista feita com a C2, que passou a coordenar o NUGEDIS em meados do ano de 2016, após a necessidade de substituição da C1 da função devido ao seu afastamento para a realização do mestrado. A mesma é graduada em matemática, e possui pós- graduação na área de educação, em universidades privadas, e já participava de forma voluntária no Núcleo desde sua implantação.
A servidora se considera do gênero feminino, branca e heterossexual, possui vinculo com a religião católica e retrata em sua entrevista que se fosse por sua percepção religiosa e a educação dada pelos seus pais, não teria se aproximado do NUGEDIS, afirma que “A educação que tive em casa, os princípios... Eu estudei em colégio de freira a vida inteira, eu não tinha ido nem para o Núcleo”, mas que as vivências proporcionadas pelo IFF no que tange a percepção política e a sua aproximação com os jovens no espaço educacional a proporcionaram o interesse em se vincular ao Núcleo.
A mesma também reflete que a sua inserção no NUGEDIS possibilitou um aprofundamento maior da temática do gênero e da diversidade. Segundo ela “foi uma imersão, pois tiveram problemas seríssimos na instituição por conta de fatores que perpassavam as questões tratadas pelo Núcleo”. Retrata, ainda, que já acompanhou casos em que não ser permitia a entrada de “gay” no ginásio.
A C2 também reforça a importância do Núcleo no que se refere ao apoio e ao reconhecimento das demandas apresentadas pelo grupo homossexual dentro da instituição, ressaltando que aquela visibilidade negativa inicial foi lentamente sendo substituída pelo discurso da diversidade e de uma agenda afirmativa. Tudo isso, graças à ação do NUGEDIS e seus apoiadores na instituição. O NUGEDIS, pouco a pouco foi se transformando em um local onde os alunos podiam recorrer e serem acolhidos de forma legitima.
Como a C2 retrata, a relação com os servidores sobre o Núcleo foi um processo de conquistas, já que muitos acreditavam e ainda acreditam que o acolhimento da população LGBT16 está diretamente relacionado ao incentivo à
homossexualidade,ou seja, a “mudar a sexualidade das pessoas do IFF”. Ao problematizar sobre a necessidade desses espaços reivindicatórios dentro da instituição, a C2 afirma que “o ideal era não ter nada de negro, nada de gay, nada de nada”, mas como ainda não existe um olhar social de igualdade sobre as diversidades, esses locais se tornam extremamente necessários.
Através da fala da entrevistada é possível confirmar que as perspectivas e atividades do NUGEDIS, ao longo da sua gestão, também foram direcionadas ao debate sobre a sexualidade, e que como a C1 também aborda, o tema é evidenciado pelas experiências e demandas dos alunos, principalmente, pela influência do estagiário e voluntários, que formavam o Núcleo ao longo desse período, já que os mesmos participavam das agendas de alguns movimentos sociais relacionados a população LGBT em Campos dos Goytacazes e tinham aprofundamento sobre as discussões pautadas.
A C3, que passa a coordenar o NUGEDIS em meados de 2017 e permanece como coordenadora até o ano de 2019, possui duas graduações, sendo uma em Ciências Sociais e a outra, em Serviço Social, além de possuir pós- graduação em Políticas Sociais, por universidades públicas. A mesma, enquanto possuía vinculo com a Reitoria do IFF, fez parte da construção do primeiro edital para a implantação do NUGEDIS no campus Campos Centro, e participa do mesmo como voluntária desde 2015.
A assistente social se considera do gênero feminino, branca e heterossexual, e diz ter se interessado em construir a proposta e participar de ações
16 Sigla sujeita a mudanças ao longo do tempo, que no período tratado era refenciada a Lesbicas,
do Núcleo por conta da vontade de se aproximar dos temas tratados e fez contato direto com pessoas do campus Campos Centro para que outros servidores se vinculassem ao NUGEDIS e se submetessem ao processo de seleção,já que estando vinculada a uma função na Reitoria, ela não poderia se candidatar à coordenação do mesmo.Além disso, ela também não possuía contato direto com os alunos.
Ainda que não trabalhasse diretamente com as demandas dos alunos, a C3 retrata que a preocupação na Reitoria com as questões vinculadas à diversidade já estavam sendo conversadas a tempo. É interessante ressaltar, que a mesma retrata sua primeira experiência pós vinculo ao campus Campos Centro, e já inserida como coordenadora do NUGEDIS, na qual, enquanto Assistente Social foi chamada para o atendimento de um aluno que trazia questões sobre violência familiar motivada pela sua orientação sexual. O aluno, que era homossexual, havia sido expulso de casa pelos pais.
A partir dessa fala, podemos perceber um diferencial na perspectiva de atendimento das profissionais, enquanto coordenadoras, dentro do Núcleo. Na qual a percepção da Assistente Social, diante das demais profissionais que já ocuparam o lugar de representação no mesmo, se baseia num direcionamento de atendimento, acolhimento e encaminhamento proporcionados pela visão de totalidade reforçada por sua formação. Além da importância da abordagem do atendimento e acompanhamento individual, que as demais profissionais não citam em suas entrevistas.
A atuação enquanto Assistente Social e toda sua bagagem de formação, a possibilita enxergar nos atendimentos as questões que perpassam pelas relações desiguais de gênero, classe e raça, construídas socialmente. A mesma retrata a importância de um olhar mais aguçado da profissão para tais questões, já que muitas vezes, os próprios alunos não enxergam que suas vivências estão atreladas a simbiose patriarcado-racismo-classe estruturalmente instaurados. Pode-se perceber então, um reflexo do direcionamento dado pela profissional através de reconhecimento diante das três categorias e que vai em direção a um “projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação-exploração de classe, etnia e gênero” (BARROCO; TERRA, 2012, p. 129).
A mesma também retrata que esse olhar mais apurado sobre a diversidade, no qual corrobora Barroco e Terra (2012) como uma demonstração de “empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças” (p.128), também, esta atrelado ao seu trabalho no Núcleo de Apoio a Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (NAPNEE), no qual os acompanhamentos são feitos com alunos com deficiência auditiva, alunos com deficiência visual, alunos com transtornos mentais e psicológicos, e alunos autistas.
A C3 diz que a condição de mulher e mãe de meninas, a incentivou a participar no Núcleo, de forma que se sente “chamada a participar de algo que mostre caminhos para a violência de gênero”, o que demonstra um reconhecimento das desigualdades no que tange as construções de mulheres e homens na sociedade.
A percepção da profissional influenciou muito nas atividades promovidas ao longo dos anos inserida como coordenadora no Núcleo, no qual foram articuladas atividades de diversas temáticas, mas em alguns momentos, mais aprofundadas sobre violência de gênero, enfatizando as vivencias das mulheres no âmbito social, como forma do próprio reconhecimento da profissional sobre suas vivências. Tais como as atividades apresentadas abaixo:
Tabela 9 - Atividades desenvolvidas pelo NUGEDIS Campos campus Centro de 01/08/2017 – 31/12/2017
ATIVIDADE PROPOSTA PARTICIPANTES
Mesa: Sobre Ter Pai e Ser Pai: Direito a Paternidade e Abandono
Afetivo - 11 de Agosto de 2017
DiverCine: Moonlight: Sob A Luz do Luar
Palestrantes: Suelange Geraldo Andrade Neres (Defensora pública)
Igor MosiahNeres( professor de direito - Uniflu)
Debatedor: Paulo Freitas Santos Júnior
DiverCine - Filme: O Sorriso de Monalisa - 29 de Agosto de 2017
Exibição e debate do filme “O
Sorriso de Monalisa”. -
Exposição "Se Toca" OUTUBRO ROSA - 03 a 12 de Outubro 2017
Exposição fotográfica de mulheres em tratamento. Ponto de corte e coleta de cabelo para confecção de perucas,
mulheres com câncer.
- Exposição “Se Toca” na Reitoria
do IFF
Exposição fotográfica com o
grupo “Mulheres Guerreiras”, - DiverCine - Filme: Grandes Olhos
- 17 de Outubro 2017
Exibição e debate do filme
“Grandes Olhos” Govinda Vallabhi Dasi. Roda de Conversa Sobre a
Violência Conjugal Contra a Mulher e o Câncer de Mama
19/10/2017
Anne Caroline Barroso
XIV Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2017 - 27 de
Outubro
Extensão - Mostra de Extensão
IX IFF - UENF – UFF -
Painel Mulheres na Ciência
Exposição sobre “Mulheres na Ciência” no pátio do IFF
Campus Campos Centro -
Intervenção Cultural Nugedis - 7 de Novembro 2017
III Encontro Nacional de NEAB e NEABI e grupos correlatos da
Rede Federal de Educação Profissional.
EncresCampos (Oficina de Tranças e Turbantes) e KBIDE Mulheres
Negras (Apresentação Musical
DiverCine - Filme: Estrelas Além
do Tempo - 14 de Novembro 201 Debate sobre mulheres negras na ciência
Gabby Maturana (Licenciada em Geografia) e Mirna de Almeida
Glória Lucio (Licenciada em Química).
Pesquisa sobre Violência de Gênero - Mês de Novembro
(início)
Pesquisa sobre de Gênero no IFF Campus Centro, direcionado
à alunos e servidores.
-
Circuito Difusão – 11 ° Mostra de Cinema e Direitos Humanos – 06
a 08 de dezembrode 2017
Exibição de curtas (recebidos pelo projeto 11°Mostra de Cinema e Direitos Humanos),
debate com profissionais atuantes, convidados internos e externos.
Parceira com NEABI e NAPNEE
Fonte: Elaboração própria com base em relatório de atividades das bolsistas17
17Informações retiradas de relatório de atividades desenvolvidas pelos bolsistas do NUGEDIS
Tabela 10 - Atividades desenvolvidas pelo NUGEDIS Campos campus Centro de 31/12/2017 – 31/07/2018
ATIVIDADE PROPOSTA PARTICIPANTES
Dia da mulher e 8M - 7 de Março
No Dia Internacional das Mulheres vem lembrar que a
culpa não é da vítima! Intervenção no pátio e a
exposição “A culpa não é da Vítima”.
-
Participação do 8 M Campos - Mulheres Pela Democracia
Audiência Pública, distribuição de panfletos sobre cronômetro da
violência contra à mulher e manifestações culturais na rodoviária. - Mesa: Mulher, Educação e Direitos Humanos (organização UNIFLU, NUGEDIS E UENF)
- Patrícia Teles Álvaro Educação Sana Gimenes e Vanessa Henriques DiverCine - Filme: Lady Bird - 14 de Maio de 2018 - Exibição e debate
do filme “Lady Bird” - Rebecca Marcilio Capdeville
Evento Nugedis +