(15 minutos)
Introdução
A atualização 2 do vSphere 6.7 é uma plataforma universal de aplicativos que oferece suporte a novas cargas de trabalho (como gráficos 3D, Big Data, HPC, aprendizado de máquina, na memória e nativas de nuvem), assim como aplicativos de missão crítica existentes. Ele também é compatível e aproveita algumas das mais recentes inovações de hardware do setor, oferecendo desempenho excelente para diversas cargas de trabalho.
Este módulo destaca os seguintes recursos:
• Melhorias nas vGPUs Nvidia GRID™: melhora o gerenciamento do ciclo de vida do host e reduz a interrupção para os usuários finais.
• vSphere Persistent Memory: melhora consideravelmente o desempenho de aplicativos existentes e novos.
• vSphere Integrated Containers 1.3: o modo mais fácil de trazer contêineres para um ambiente vSphere já existente.
• Instant Clone: reduz os tempos de aprovisionamento; especialmente benéfico para aplicativos de dimensionamento horizontal.
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NVIDIA Grid: otimize o uso de GPU para VM nos servidores vSphere 6.7
Saiba como otimizar o uso de GPU em máquinas virtuais em servidores vSphere. Ao ativar gráficos 3D, você pode selecionar um renderizador de gráficos de hardware ou software e otimizar a memória gráfica alocada para a máquina virtual. É possível aumentar a quantidade de telas em configurações com vários monitores e alterar as definições de placa de vídeo de acordo com os seus requisitos gráficos.
Vídeo: otimizar o uso da GPU (3:24)
Persistent Memory
Com o vSphere Persistent Memory, os clientes que usam servidores de hardware compatíveis podem receber os benefícios de armazenamento de altíssima velocidade por um preço próximo a velocidades semelhantes ao DRAM. O diagrama a seguir mostra a convergência de memória e armazenamento.
A tecnologia no topo da pirâmide (composta do DRAM e do cache e dos registros de CPU) tem a menor latência (melhor desempenho), o que acarreta um custo maior relacionado aos itens na base da pirâmide. Todos esses componentes são acessadas diretamente pelo aplicativo, também conhecido como acesso de carga/armazenamento.
A tecnologia na base da pirâmide, representada pela mídia magnética (HDDs e fita) e pelo flash NAND (representado por SSDs e aceleradores de carga de trabalho PCIe), tem maior latência e custos mais baixos em comparação com a tecnologia no topo da
pirâmide. Esses componentes de tecnologia têm acesso em blocos. Isso significa que os dados são normalmente comunicados em blocos e que os aplicativos não são acessados diretamente.
PMEM é uma nova camada chamada memória não volátil (NVM, pela sigla em inglês), que fica entre o flash NAND e o DRAM, oferecendo um desempenho mais rápido em relação ao flash NAND, além da não volatilidade que não costuma ser encontrada em
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ofertas de memória tradicionais. Essa camada de tecnologia oferece um desempenho de memória com a persistência do armazenamento tradicional.
Osaplicativos corporativos podem ser implantados em máquinas virtuais, que são expostas a datastores do PMEM. Os datastores do PMEM são criados com base no armazenamento da NVM, vinculado localmente a cada servidor. Com eles, é possível obter os seguintes benefícios de desempenho:
• O vSphere pode alocar uma parte do datastore do PMEM e apresentá-lo à máquina virtual como um disco virtual de memória persistente, que é usado como um disco ultrarrápido. Nesse modo, não é necessária nenhuma alteração de SO guest ou de aplicativo.
• O vSphere pode alocar uma parte do datastore do PMEM em um servidor e apresentá-lo a uma máquina virtual como um NVDIMM virtual. Esse tipo de dispositivo virtual expõe uma memória persistente endereçável por byte para a máquina virtual.
◦ O NVDIMM virtual é compatível com os sistemas operacionais guest mais recentes, que oferecem suporte à memória persistente. Os aplicativos não são alterados e podem acessar arquivos com mais rapidez, à medida que o sistema de arquivos modificado do SO ignora o cache do buffer.
◦ Os aplicativos podem ser modificados para aproveitar o PMEM e ter o maior aumento de desempenho com acesso direto e contínuo ao hardware.
Os aplicativos implantados nos datastores incluídos no PMEM podem aproveitar a
migração em tempo real (VMware vMotion) e o VMware DRS (isso não é possível com o PMEM em implantações físicas).
Acesso remoto direto à memória
A atualização 2 do vSphere 6.7 apresenta um novo suporte de protocolo para acesso remoto direto à memória (RDMA, pela sigla em inglês) no Ethernet convergente, ou RoCE (pronunciado como "rocky") v2, um novo adaptador Fiber Channel over Ethernet (FCoE) para softwares, e a Extensão de iSCSI para RDMA (iSER). Esses recursos
permitem uma integração dos clientes com sistemas de armazenamento de
desempenho ainda maior, o que garante mais flexibilidade no uso do hardware para complementar as cargas de trabalho.
O suporte ao RDMA é aprimorado com a atualização 2 do vSphere 6.7 para proporcionar ainda mais desempenho às cargas de trabalho corporativas, aproveitando o kernel e o bypass do SO que diminuem a latência e as dependências. Isso está ilustrado no
diagrama a seguir.
Quando as máquinas virtuais são configuradas com RDMA no modo de passagem, a carga de trabalho é basicamente associada a um host físico sem capacidade de DRS (isto é, sem capacidade para o vMotion). No entanto, os clientes que desejam aproveitar os recursos do vMotion e do DRS e ainda usufruir dos benefícios do RDMA, mesmo com uma redução muito pequena no desempenho, poderão usar o software RDMA
paravirtualizado (PVRDMA, pela sigla em inglês). Com o PVRDMA, os aplicativos podem ser executados até quando não há um cartão de adaptador de canal do host (HCA, pela sigla em inglês). Os aplicativos baseados em RDMA podem ser executados em guests ESXi, garantindo que as máquinas virtuais possam ser migradas em tempo real.
Os casos de uso para essa tecnologia incluem bancos de dados distribuídos, aplicativos financeiros e Big Data.
Resumo
O vSphere 6.7 continua comprovando a liderança tecnológica da VMware e a
colaboração com nossos parceiros ao apoiar uma importante inovação no setor que visa melhorar consideravelmente o desempenho de aplicativos existentes e novos.
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Vídeo: vSphere Persistent Memory (2:43)
vSphere Integrated Containers
O vSphere Integrated Containers permite que as equipes de TI executem perfeitamente as cargas de trabalho tradicionais e em contêineres lado a lado na vSphere
infrastructure existente.
A solução é entregue como um appliance, que é dividido nos seguintes componentes:
• vSphere Integrated Containers Engine, um tempo de execução em contêiner do vSphere que permite o aprovisionamento de contêineres como máquinas virtuais, oferecendo a mesma segurança e funcionalidade de máquinas virtuais nos hosts VMware ESXi™ ou nas instâncias do vCenter Server®.
• vSphere Integrated Containers Plug-In for vSphere Client, que traz informações sobre a configuração de seus vSphere Integrated Containers e permite a implementação de hosts em contêineres virtuais diretamente do vSphere Client.
• vSphere Integrated Containers Registry (Harbor), um servidor de registro em contêiner de nível corporativo que armazena e distribui imagens em
contêineres. O vSphere Integrated Containers Registry estende o projeto de código aberto do Docker Distribution ao adicionar a funcionalidade exigida por uma empresa, como segurança, identidade e gerenciamento.
• vSphere Integrated Containers Management Portal, um portal de gerenciamento de contêineres, baseado no projeto VMware Admiral, que proporciona uma interface de usuário para que as equipes de DevOps aprovisionem e gerenciem contêineres, incluindo a opção de obtenção de
estatísticas e informações sobre instâncias de contêineres. Os administradores do Management Portal podem gerenciar hosts de contêineres e aplicar controles sobre seu uso, incluindo cotas de capacidade e fluxos de trabalho de aprovação.
Os administradores do Management Portal podem criar projetos e atribuir
usuários e recursos, como registros e hosts de contêiner virtual, a esses projetos.
Todos os componentes são executados no Photon OS 2.0. Atualmente, esses componentes oferecem suporte ao formato de imagem do Docker. Os vSphere Integrated Containers são totalmente de código aberto e gratuitos!
Para obter uma introdução aos contêineres, ao Docker e aos registros de contêineres, assista aos vídeos no canal do YouTube sobre VMware Cloud-Native
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Clonagem de uma máquina virtual com Instant Clone
Você pode usar a tecnologia Instant Clone para criar máquinas virtuais ligadas com base no estado de execução de outra máquina virtual ligada. O resultado de uma operação de Instant Clone é uma nova máquina virtual idêntica à original. Com o Instant Clone, você pode criar novas máquinas virtuais a partir de um ponto no tempo controlado. A clonagem instantânea é muito conveniente para implantações de aplicativos em grande escala, pois garante eficiência de memória e permite a criação de várias máquinas virtuais em um único host.
O resultado de uma operação de Instant Clone é uma máquina virtual chamada máquina virtual de destino. Os estados do processador, do dispositivo virtual, da
memória e do disco da máquina virtual de destino são idênticos aos da máquina virtual de origem. Para evitar conflitos de rede, é possível personalizar o hardware virtual da máquina virtual de destino durante uma operação de Instant Clone. Por exemplo, você pode personalizar os endereços MAC das NICs virtuais ou as configurações de porta serial e paralela da máquina virtual de destino. O vSphere 6.7 não permite a
personalização do SO guest da máquina virtual de destino. Para obter informações sobre a personalização manual do SO guest, consulte o Guia de programação do vSphere Web Services SDK.
Durante uma operação de Instant Clone, a máquina virtual de origem fica paralisada por menos de um segundo. Nesse instante, um novo disco delta gravável é gerado para cada disco virtual, e um controle é obtido e transferido para a máquina virtual de
destino. Em seguida, a máquina virtual de destino é ligada usando o controle da origem.
Depois que a máquina virtual de destino estiver totalmente ligada, a máquina virtual de origem voltará a funcionar.
As máquinas virtuais com Instant Clone são totalmente independentes dos objetos de inventário do vCenter Server. As máquinas com Instant Clone podem ser gerenciadas como máquinas virtuais normais, sem qualquer restrição.
Vídeo: Instant Clone (1:05)
Conclusão
A atualização 2 do vSphere 6.7 melhora ainda mais o suporte e os recursos
apresentados para unidades de processamento gráfico (GPUs, pela sigla em inglês) por meio da colaboração da VMware com a NVIDIA. As tecnologias Persistent Memory e Instant Clone permitem uma plataforma universal de aplicativos que dá suporte a novas cargas de trabalho e aproveita as inovações de hardware para proporcionar um
desempenho aprimorado.
Você terminou o Módulo 4.
Parabéns pela conclusão do Módulo 4!
Para ver mais informações sobre os recursos descritos neste módulo, acesse estes links:
• Adicionar um NVIDIA GRID vGPU a uma máquina virtual
• O Instant Clone no vSphere 6.7 é o máximo!
• Nova arquitetura Instant Clone no vSphere 6.7 – parte 1
• Se preferir, use seu dispositivo inteligente para fazer a leitura do código QRC.
Continue em qualquer módulo abaixo que seja do seu interesse.
• (15 minutos) (Básico) Breve visão geral das novidades do vSphere versão 6.7.
• (60 minutos) (Básico) Conheça as melhorias e os novos recursos no gerenciamento e no ciclo de vida do ESXi e do vCenter Server.
• (60 minutos) (Básico) Avalie o fluxo de trabalho aprimorado de criptografia de VM e o suporte adicionado ao TPM 2.0, ao vTPM e à Segurança Baseada em Virtualização.
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• (15 minutos) (Básico) Descubra os novos recursos do vSphere que fazem dele a plataforma ideal para todos os aplicativos, até os mais essenciais.
• (15 minutos) (Básico) Saiba como o vSphere 6.7 e o VMware Cloud on AWS criam uma experiência perfeitamente integrada de nuvem híbrida com visibilidade, migração e gerenciamento fáceis das cargas de trabalho entre o ambiente local e a nuvem pública.
Como encerrar o laboratório
Para encerrar o laboratório, clique no botão END.