PORTARIA Nº 14, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2016.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE ALAGOAS, usando de suas atribuições legais na forma do art. 79, incisos III e IV, da Constituição desta Unidade da Federação, combinado com o art. 13, inciso IX, da Lei nº 369 de 11 de janeiro de 1993 e artigo 73 da Lei 7.728, de 10 de setembro de 2015, devidamente ratificado pelo artigo 10 da Lei 7.799 de 6 de abril de 2016.
RESOLVE:
Art. 1º - Fica aberto na Manutenção da Assembleia Legislativa Estadual e na Contribuição Patronal da ALE para o Fundo Financeiro um crédito suplementar na ordem de R$ 4.304.909,37 (quatro milhões, trezentos e quatro mil, novecentos e nove reais e trinta e sete centavos), conforme evidencia o anexo I desta portaria. Art. 2º - Os recursos necessários para a execução do disposto no artigo anterior decorrerão de anulação parcial de dotação orçamentária indicada no anexo II deste ato.
Art. 3º - Comunique-se ao chefe do Poder Executivo para encaminhamento à Secretaria do Planejamento, Gestão e Patrimônio, a fim de implantar no Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (Siafem), na forma do art. 73, da Lei 7.728, de 10 de setembro de 2015.
Publique-se, registre-se e cumpra-se
DEP. LUIZ DANTAS LIMA Presidente
ANEXO I ACRÉSCIMO
R$ CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ELEMENTO DE
DESPESA/FONTE VALOR
0101001.122.0001.2004.0000 PI 000292
0101001.846.0000.2439.0000 PI 045566
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA E ÓRGÃOS DO PODER LEGISLATIVO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA ESTADUAL
Manutenção da Assembleia Legislativa Estadual
Todo Estado Contribuição Patronal da ALE para o Fundo Financeiro
Todo Estado 319011/0100 319113/0100 4.304.909,37 4.304.909,37 3.304.909,37 1.000.000,00 DEP. LUIZ DANTAS LIMA
Presidente DEP. ISNALDO BULHOES 1º Secretário DEP. EDVAL VIEIRA GAIA2º Secretário DEP. MARCOS O. BARBOSA3º Secretário ANEXO II
REDUÇÃO R$ CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ELEMENTO DE DESPESA/FONTE VALOR
0101001.122.0001.2004.0000 PI 000292 0101001.122.0001.2217.0000 PI 000255 0101001.122.0001.3180.0000 PI 004402 0101001.122.0001.3204.0000 PI 004412 0101001.122.0001.3211.0000 PI 004447 0101001.122.0004.2362.0000 PI 000254 0101028.843.0000.0004.0000 PI 001826 0101028.843.0000.0030.0000 PI 000317 0101001.846.0000.2440.0000 PI 045568 0101028.846.0000.2445.0000 PI 045567
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA E ÓRGÃOS DO PODER LEGISLATIVO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA ESTADUAL
Manutenção da Assembleia Legislativa Estadual Todo Estado
Manutenção da Escola do Legislativo Todo Estado
Reequipamento da Biblioteca e do Sistema de Anais Metropolitana de Maceió
Modernização da Assembleia Legislativa Estadual Metropolitana de Maceió
Reforma e Ampliação do Prédio da Assembleia Legislativa Estadual Metropolitana de Maceió
Manutenção do Sistema de TV da Assembleia Legislativa Estadual Todo Estado
Cumprimento de Decisões Judiciais Metropolitana de Maceió
Pagamento do Principal e Encargos da Dívida Contratada Todo Estado
Contribuição Patronal da ALE para o Fundo Previdenciário Todo Estado
Contribuição Suplementar da ALE para o Fundo Previdenciário Todo Estado 339039/0100 339036/0100 448052/0100 449052/0100 449051/0100 339039/0100 319091/0100 329092/0100 469071/0100 319113/0100 319113/0100 4.304.909,37 4.304.909,37 2.700.000,00 51.350,00 3.559,37 800.000,00 40.000,00 100.000,00 500.000,00 50.000,00 50.000,00 5.000,00 5.000,00 REPUBLICADO POR INCORREÇÃO
DEP. LUIZ DANTAS LIMA Presidente
DEP. ISNALDO BULHOES 1º Secretário
DEP. EDVAL VIEIRA GAIA 2º Secretário
DEP. MARCOS O. BARBOSA 3º Secretário
PARECER Nº 0414/16
DA 3a COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS, PLANEJAMENTO E ECONOMIA.
Processo nº - 0002261/16 Relator: Deputado Inácio Loiola
Chega a esta Comissão, para análise e parecer, o Projeto de Lei nº 314/2016, que “Dispõe sobre a Revisão do Plano Plurianual para o período de 2016-2019, instituído pela Lei Estadual nº 7.798, de 06 de abril de 2016, para incluir e reprogramar ações, e dá outras providências.”.
Busca-se com a proposição a melhoria na concepção dos programas e ações que integram o PPA, adequando-o à realidade atual, a partir de uma compreensão multidisciplinar dos problemas, buscando aperfeiçoar a gestão dos programas de governo que envolvem a sua formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação.
Tem como fundamento a necessidade de alcançar maior integração entre as categorias de planejamento com os elementos contidos nas estruturas programáticas das Leis de Diretrizes Orçamentárias e das Leis Orçamentárias Anuais, que sofrem alterações por meio de créditos adicionais, autorizados por lei, visando à continuidade das execuções que estavam previstas inicialmente para serem concluídas em 2016.
É importante ressaltar que a cobertura orçamentária das ações previstas para 2017 estão em conformidade com os valores alocados no Projeto de Lei Orçamentária Anual – PLOA, para o exercício financeiro de 2017.
Inexistindo óbices quanto às normas de Finanças Públicas que nos compete examinar, somos de parecer favorável a sua aprovação.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016.
_______________________PRESIDENTE _______________________RELATOR
PARECER Nº 0416/16
DA 2ª COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO.
Processo nº - 001263/16
Relator: Deputado Edival Gaia
Encontra-se nesta Comissão para análise e parecer, o Projeto de Lei nº264/2016, de autoria do Senhor Deputado Rodrigo Cunha, que “Institui a Lei do “Médico do Plantão”, que dispõe sobre a obrigatoriedade dos hospitais da rede pública do Estado de Alagoas a fixarem, em local visível, a lista de médicos plantonistas e do responsável pelo plantão, e dá outras providências”.
Justifica o ilustre Deputado que o presente projeto tem como finalidade a criação da obrigatoriedade da fixação, em local visível, em hospitais da rede pública do Estado de Alagoas, a lista dos médicos plantonistas e responsáveis pelo plantão, objetivando dar acesso ao cidadão de informações primordiais.
Para cumprimento da Lei, basta o fornecimento das informações aos cidadãos de quais médicos estariam escalados para o respectivo plantão, como forma de a população ter acesso de forma clara ao escalonamento dos profissionais. Comparando todas as formalidades pertinentes e, não havendo óbices quanto aos aspectos que competem a esta Comissão examinar, o nosso parecer é pela aprovação do presente Projeto.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO JOSÉ DE MEDEIROS TAVARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. ______________________PRESIDENTE
_______________________RELATOR
PARECER Nº 0417/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO Processo nº - 0002950/16
Relator: Deputado Sérgio Toledo
Vem à análise desta Comissão, o Projeto de Lei nº 355/16, encaminhado através da Mensagem Governamental nº 64/2016, que “Institui o Incentivo Metrológico conforme disposto no Convênio de Cooperação Técnica e Administrativa celebrado
entre o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO e o Instituto de Metrologia e Qualidade de Alagoas – INMEQ/AL, para os recursos humanos vinculados às atividades do Convênio, define formas e normas para sua percepção, e dá outras providências”.
Em sua justificativa, o Chefe do Poder Executivo afirma que o objetivo do projeto de lei em epígrafe é criar condições para o cumprimento do Convênio de Cooperação Técnica e Administrativa nº 16/2013, de 29 de novembro de 2013, seus aditivos e sucedâneos, celebrado com o INMETRO, quanto à política de valorização profissional, portanto, esta proposição visa instituir o Incentivo Metrológico como estímulo destinado à força de trabalho relativa ao Convênio INMETRO-INMEQ/ AL, desde que estejam desempenhando atividades fins de inspeção, verificação e fiscalização e atividades meio vinculadas ao objeto principal do convênio, não podendo, sob qualquer hipótese, ser incorporado à sua remuneração.
Quanto ao cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal verificamos que o incentivo está adstrito à vigência do Convênio, não traz ônus ao erário, uma vez que os recursos para sua cobertura correrão exclusivamente à conta da receita gerada pelo INMEQ/AL resultante de taxas, de multas aplicadas aos infratores e de preços públicos, sendo vedada a utilização de recursos do Tesouro Estadual para tal fim. Por considerar que o projeto respeita a boa técnica legislativa contempla os requisitos essenciais de juridicidade e constitucionalidade, nosso parecer é pela sua aprovação.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE
_______________________RELATOR
PARECER Nº 0418/16
DA 2ª COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO. Processo nº - 003046/16
Relator: Deputado Sérgio Toledo
Encontra-se nesta Comissão, para receber parecer, originário do Poder Executivo, o Projeto de Lei nº 359/16, que: “Altera a Lei Estadual nº 6.555, de 30 de dezembro de 2004, que dispõe sobre o tratamento tributário relativo ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA.”.
A matéria, em análise, reduz as alíquotas do IPVA, tendo como base a potência do veículo, e concede desconto de até 10% (dez por cento) para o seu recolhimento integral em cota única; Permite o parcelamento do imposto em atraso no ano corrente e estabelece que veículo novo também possa parcelar o pagamento do imposto e por fim, concede isenção do IPVA aos ciclomotores ou ciclo-elétricos, se de cilindradas não superior a 50 (cinqüenta) cm³.
A Constituição Federal permite a fixação de alíquotas seletivas ou diferenciadas do IPVA em função do tipo e utilização do veículo tributado, cabendo ao ente tributante definir legalmente os percentuais a serem adotados caso a caso. Inexistindo óbices quanto ao aspecto constitucional e regimental, somos de parecer favorável a aprovação do presente projeto.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016.
_______________________PRESIDENTE _______________________RELATOR
PARECER Nº 0419/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO. Processo nº - 001491/16
Relator: Deputado Olavo Calheiros
Através da Mensagem Governamental nº 28/2016, chega-nos para emitir parecer, o Projeto de Lei nº 277/16, que “Altera os arts. 1º e 11 da Lei Estadual nº 6.584, de 29 de março de 2005, e o art. 7º da Lei Estadual nº 6.287, de 13 de março de 2002, para aplicação no âmbito do IPASEAL SAÚDE.”.
Trata-se de medida que pretende permitir a utilização dos recursos provenientes da contribuição mensal dos beneficiários do Instituto no custeio das ações e serviços assistenciais tanto na atividade-fim como na atividade-meio, bem como a possibilita a inclusão do desconto da contribuição do servidor usuário do Plano em seu contracheque.
Na esteira das alterações propostas há, também, adequação e padronização dos valores de contribuição a todos os servidores públicos da administração direta e indireta, devendo a contribuição ser baseada em sua faixa etária, o que proporcionará maior equilíbrio financeiro entre o Instituto e seu assistido, pois a forma atual empreende uma maior onerosidade ao Plano para o sustento desses usuários.
Inexistindo óbices quanto aos aspectos regimentais que nos compete examinar, diante da constitucionalidade e juridicidade da proposição em tela, somos de parecer favorável a sua aprovação
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016.
_______________________PRESIDENTE ________________________RELATOR
PARECER Nº 0420/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO Processo nº - 0002950/15
Relator: Deputado Marcelo Victor
Trata-se de Projeto de Lei de iniciativa do Deputado Rodrigo Cunha , tombado com o número nº 190/2015, projeto de lei que Dispõe sobre o material didático-pedagógico de uso individual exigindo dos alunos pelas instituições do sistema de ensino do Estado e dá outras providências.
O Projeto foi submetido a análise da 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação, para elaboração de parecer.
O Projeto de Lei não possui qualquer vício constitucional ou de iniciativa, tendo qualquer membro do Legislativo legitimidade para propor o presente, pois cabe a qualquer parlamentar legislar sobre políticas públicas.
Deste modo, vejamos o artigo 86 da Constituição do Estado de Alagoas:
Art. 86 – A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou comissão da Assembleia Legislativa, ao Governador do Estado, ao Tribunal de Justiça, ao Tribunal de Contas, ao Procurador-Geral de Justiça e aos cidadãos, na forma prevista nesta Constituição.
Além desse disposto, o Supremo Tribunal Federal confirmou a constitucionalidade da matéria no seguinte posicionamento abaixo:
EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI N. 6.584/94 DO ESTADO DA BAHIA. ADOÇÃO DE MATERIAL ESCOLAR E LIVROS DIDÁTICOS PELOS ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO. SERVIÇO PÚBLICO.VÍCIO FORMAL. INEXISTÊNCIA. 1. Os serviços de educação, seja os prestados pelo Estado, seja os prestados por particulares, configuram serviço público não privativo, podendo ser prestados pelo setor privado independentemente de concessão, permissão ou autorização. 2. Tratando-se de serviço público, incumbe às entidades educacionais particulares, na sua prestação, rigorosamente acatar as normas gerais de educação nacional e as dispostas pelo Estado-membro, no exercício de competência legislativa suplementar (§ 2º do ar. 24 da Constituição do Brasil). 3. Pedido de declaração de inconstitucionalidade julgado improcedente.
Sendo assim, não se tratando a matéria de norma geral relacionada à educação nacional, é pertinente a sua proposição no âmbito estadual que possui a devida liberdade para o exercício da sua competência legislativa suplementar.
Dessa forma, o presente Projeto de Lei não invade a competência do Poder Executivo, tendo em vista que, é de competência de qualquer Parlamentar propor o presente Projeto.
CONCLUSÃO
Diante dos fundamentos baseados na constitucionalidade e juridicidade, entendo que o projeto de Lei 190/2015 deve ser aprovado
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO JOSÉ DE MEDEIROS TAVARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016.
_________________PRESIDENTE ________________RELATOR
PARECER Nº 0422/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO Processo nº - 002976/16
Relator: Deputado Edival Gaia
Trata-se de Projeto Lei nº 356/2016, de autoria do Vice-Presidente do TJ/AL, no exercício da Presidência, Desembargador JOÃO LUIZ AZEVEDO LESSA, que “ALTERA O INCISO VIII, DO ARTIGO 2º, DA LEI Nº 5.887, DE 6 DE DEZEMBRO DE 1996, ALTERADA PELA LEI Nº 7.690, DE 17 DE MARÇO DE 2015”.
Segundo a Justificativa, a presente propositura tem o condão de atribuir à Comissão Gestora do FUNJURIS a competência para autorizar o parcelamento de débito oriundos de custas processuais e Taxa de Serviço Notarial e Registral – TSNR independente do número de parcelas.
Ao analisar a proposição em foco, nela identifico o destacado mérito de procurar proporcionar a otimização do atendimento, tornando mais ágil o andamento dos processos, reduzir custos e garantir maior flexibilidade na apreciação das solicitações correlatas ao parcelamento de débito.
Estou, portanto, convencido de que a adoção da norma é justa, atende a boa técnica legislativa e reveste-se de constitucionalidade, por essas razões voto pela aprovação da proposição, com a emenda aditiva em anexo.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE
EMENDA ADITIVA
AO PROJETO DE LEI Nº 356/2016
Adicione-se o art. 2º ao Projeto de Lei nº 356/2016:
“Art. 2º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.”
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE _______________________RELATOR
PARECER Nº 0424/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO. Processo nº -002497/16
Relator: Deputado Antonio Albuquerque
Chega-nos para relatar, de origem do Poder Judiciário do Estado de Alagoas, o Projeto de Lei nº 322/16, que “ALTERA A LEI ESTADUAL Nº 7.828, DE 30 DE SETEMBRO DE 2016”.
A matéria decorre da necessidade de definir o período para aplicação dos efeitos financeiros da implantação de reajuste dos subsídios concedido na forma do art. 1º da citada lei estadual, bem como promover a inclusão de texto expresso que indique o início de vigência da citada norma, uma vez que tais previsões foram excluídas do normativo em decorrência de veto realizado pelo Poder Executivo ao artigo 3º da Lei Estadual nº 7.828/2016.
Convém destacar que o projeto, conforme afirma o Desembargador Presidente do Tribunal de Justiçado Estado de Alagoas, concluiu pela viabilidade financeira do reajuste, considerando que todas as despesas decorrentes de sua aplicação correrão por conta do orçamento destinado ao próprio Poder Judiciário.
Examinando a proposição no âmbito da competência regimental desta Comissão, observamos que atende aos princípios constitucionais, logo, somos de parecer favorável á sua aprovação, na forma do substitutivo em anexo.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE
_______________________RELATOR
SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 322/2016
Acrescenta o art. 3º-A ao texto da Lei Estadual nº 7.828, de 30 de setembro de 2016.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE ALAGOAS decreta:
Art. 1º. Fica acrescentado o art. 3º-A da Lei Estadual nº 7.828, de 30 de setembro de 2016:
“Art. 3º-A. Os efeitos financeiros do reajuste de que trata o art. 1º desta Lei serão aplicados a partir de 1º de janeiro de 2016.”
Art. 2º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
SALA DAS COMISSÕES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió,14 de dezembro de 2016.
_______________________PRESIDENTE _______________________RELATOR
PARECER Nº 0425/16
DA 2a COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO Processo nº - 000425/16
Relator: Deputado Antonio Albuquerque
Encontra-se nesta Comissão para análise e parecer, o Projeto de Lei nº 230/16, de iniciativa do Deputado Rodrigo Cunha, que “Dispõe sobre a obrigatoriedade de os órgãos públicos do Estado de Alagoas fornecerem de maneira documentada em caso de negativa na prestação de serviços, e dá outras providências”.
A matéria foi encaminhada a esta Comissão de Constituição, Justiça e Redação para ser analisada quanto aos aspectos definidos no artigo 125, inciso II, do Regimento Interno.
Justifica o autor da matéria que a Constituição Federal prevê em seu art. 37 que “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência [...]”.
Por considerar que a proposição em exame respeita a boa técnica legislativa e contempla os requisitos essenciais de juridicidade e constitucionalidade, somos de parecer favorável a sua aprovação.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO JOSÉ DE MEDEIROS TAVARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016.
_____________PRESIDENTE _____________RELATOR
PARECER Nº 0426/16
DA 2ª COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO, DA 3ª COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS, PLANEJAMENTO E ECONOMIA E DA 7ª COMISSÃO DE ADM., SEG. REL. DO TRABALHO, ASSUNTOS MUNICIPAIS E DEFESA DO CONSUMIDOR.
Processo nº - 002375/15
Relator: Deputado Antonio Albuquerque
Através da Mensagem Governamental nº 46/2015, chega-nos para emitir parecer, o Projeto de Lei nº 156/15, que “Altera a Lei Estadual nº 5.077, de 12 de junho de 1989, que dispõe sobre normas relativas aos tributos de competência do Estado.”. A matéria abordada pelo projeto sob exame é de natureza legislativa, segundo estabelece o artigo 80 da Constituição Estadual. No tocante a competência para iniciativa do processo legislativo, inexiste vício, eis que obedece o disposto no artigo 168, inciso I, alínea “a”, da Constituição Estadual e artigo 155, inciso I, da Constituição Federal.
Trata-se de medida que busca modificar a Lei Estadual que instituiu o Código Tributário do Estado de Alagoas no que pertine ao Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCD, albergando hipóteses de isenção, como no caso da transmissão causa mortis de imóvel residencial urbano de pequeno valor e que seja o único imóvel do sucessor e na transmissão, por doação, de bem imóvel por pessoa jurídica de direito público, empresa pública ou sociedade de economia mista, em decorrência de calamidade pública.
Como forma de efetivar a progressividade tributária constitucionalmente estabelecida, esta proposição também institui alíquotas que vão de 2,0% (dois por cento) a 8,0% (oito por cento), a depender do valor dos bens e direitos ora transmitidos, objetivando proporcionar um incremento na arrecadação, como medida compensatória à concessão das isenções aduzidas, conforme exige o art. 14 da Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal.
Por fim, visando proporcionar uma arrecadação mais eficiente do tributo em enfoque e facilitando o cumprimento da obrigação tributária, cria hipóteses diferenciadas de aplicação de multas e possibilita parcelar o pagamento do ITCD.
Assim, sob o prisma que nos cabe examinar, não vislumbramos quaisquer vícios de ordem constitucional, legal ou jurídico que possam obstar a sua regular tramitação, com as emenda em anexo.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES JOSÉ DE MEDEIROS TAVARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE
_______________________RELATOR PARECER Nº 0427/16
DA 7a COMISSÃO DE ADM., SEG., REL. DO TRABALHO, ASSUNTOS MUNICIPAIS E DEFESA DO CONSUMIDOR.
Processo nº - 002976/16
Relator: Deputado Antonio Albuquerque
Em mãos, para relatar, o Projeto de Lei nº 356/16, de autoria do Chefe do Poder Judiciário, que “ALTERA O INCISO VIII, DO ARTIGO 2º, DA LEI Nº 5.887, DE 6 DE DEZEMBRO DE 1996, ALTERADA PELA LEI Nº 7.690, DE 17 DE MARÇO DE 2015”.
A proposição recebeu pareceres favoráveis a sua aprovação da 2ª Comissão de Constituição, Justiça e Redação e da 3a Comissão de Orçamento, Finanças, Planejamento e Economia.
A presente medida tem dentro seus principais objetivos procurar proporcionar a otimização do atendimento, tornando mais ágil o andamento dos processos, reduzir custos e garantir maior flexibilidade na apreciação das solicitações correlatas ao parcelamento de débito.
Isto posto, diante da importância do projeto no âmbito da competência regimental desta Comissão, nosso parecer é favorável a sua aprovação.
É o parecer.
SALA DAS COMISSÕES DEPUTADO JOSÉ DE MEDEIROS TAVARES, em Maceió, 14 de dezembro de 2016. _______________________PRESIDENTE
________________________RELATOR
PARECER Nº 0428/16
DA 3ª COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS, PLANEJAMENTO E ECONOMIA.
Processo nº -002497/16
Relator: Deputado Francisco Tenório
Chega-nos para relatar, de origem do Poder Judiciário do Estado de Alagoas, o Projeto de Lei nº 322/16, que “ALTERA A LEI ESTADUAL Nº 7.828, DE 30 DE SETEMBRO DE 2016”.
A matéria decorre da necessidade de definir o período para aplicação dos efeitos financeiros da implantação de reajuste dos subsídios concedido na forma do art. 1º da citada lei estadual, bem como promover a inclusão de texto expresso que indique o início de vigência da citada norma, uma vez que tais previsões foram excluídas do normativo em decorrência de veto realizado pelo Poder Executivo ao artigo 3º