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POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES

No documento RELATÓRIO E CONTAS CONSOLIDADO (páginas 54-58)

DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO

II. ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

II.1. TEMAS GERAIS

II.1.4. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DE IRREGULARIDADES

II.1.4.1. A sociedade deve adoptar uma política de comunicação de irregularidades alegadamente ocorridas no seu seio, com os seguintes elementos: i) indicação dos meios através dos quais as comunicações de práticas irregulares podem ser feitas internamente, incluindo as pessoas com legitimidade para receber comunicações; ii)

indicação do tratamento a ser dado às

comunicações, incluindo tratamento confidencial, caso assim seja pretendido pelo declarante.

Não II.35 A Sociedade não dispõe de uma

política formal de comunicação de

irregularidades, devido à sua

reduzida dimensão bem como do seu quadro de pessoal diminuto. É entendimento da Sociedade que as regras constantes do Código das Sociedades Comerciais, Código dos Valores Mobiliários e seus Estatutos contêm regras suficientes para o seu caso concreto.

II.1.4.2. As linhas gerais desta política devem ser divulgadas no relatório sobre o Governo da Sociedade.

N/A Ver resposta ao ponto anterior.

II.1.5. REMUNERAÇÃO

II.1.5.1. A remuneração dos membros do órgão de administração deve ser estruturada de forma a permitir o alinhamento dos interesses daqueles com os interesses de longo prazo da sociedade, basear-se em avaliação de desempenho e desincentivar a assunção excessiva de riscos. Para

Não II.30

II.32

A remuneração dos administradores executivos não integra qualquer componente variável em função do seu desempenho. A determinação do valor fixo da remuneração tem tido por base a avaliação das

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esse efeito, as remunerações devem ser

estruturadas, nomeadamente, da seguinte forma: (i) A remuneração dos administradores que

exerçam funções executivas deve integrar uma componente variável cuja determinação dependa de uma avaliação de desempenho, realizada pelos órgãos competentes da sociedade, de acordo com os critérios

mensuráveis pré-determinados, que

considere o real crescimento da empresa e a

riqueza efectivamente criada para os

accionistas, a sua sustentabilidade a longo prazo e os riscos assumidos, bem como o

cumprimento das regras aplicáveis à

actividade da empresa.

(ii) A componente variável da remuneração deve ser globalmente razoável em relação à componente fixa da remuneração, e devem ser fixados limites máximos para todas as componentes.

(iii) Uma parte significativa da remuneração

variável deve ser diferida por um período não inferior a três anos, e o seu pagamento deve

ficar dependente da continuação do

desempenho positivo da sociedade ao longo desse período.

(iv) Os membros do órgão de administração não devem celebrar contratos, quer com a sociedade, quer com terceiros, que tenham por efeito mitigar o risco inerente à variabilidade da remuneração que lhes for fixada pela sociedade.

(v) Até ao termo do seu mandato, devem os administradores executivos manter as acções da sociedade a que tenham acedido por força de esquemas de remuneração variável, até ao limite de duas vezes o valor da

funções desempenhadas por cada um dos membros do órgão de administração, situação que explica o diferencial remuneratório entre os seus membros. Na apreciação das

funções desempenhadas tem-se

vindo a considerar a sua extensão

mas também o nível de

responsabilidade associado ao seu exercício. A opção pelo critério da atribuição de remuneração fixa, sistematicamente sufragada pelos Accionistas, deriva do facto de a Sociedade entender que o exercício do cargo de administrador deverá

ser assegurado com absoluta

entrega, não devendo estar

associado a qualquer prémio. De outro modo, é obrigação de todo e qualquer administrador exercer o cargo para o qual foi nomeado com elevada competência e dedicação,

pelo que não poderá estar

dependente da atribuição de

qualquer vantagem económica

acrescida.

Contudo, a Sociedade não

implementou qualquer mecanismo de alinhamento dos interesses dos

membros dos órgãos de

administração com os interesses de longo prazo da Sociedade.

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Página 56 remuneração total anual, com excepção

daquelas que necessitem ser alienadas com vista ao pagamento de impostos resultantes do benefício dessas mesmas acções.

(vi) Quando a remuneração variável compreender a atribuição de opções, o início do período de exercício deve ser diferido por um prazo não inferior a três anos.

(vii) Devem ser estabelecidos os instrumentos

jurídicos adequados para que a compensação

estabelecida para qualquer forma de

destituição sem justa causa de administrador não seja paga se a destituição ou cessação por acordo é devida a desadequado desempenho do administrador.

(viii) A remuneração dos membros não executivos

do órgão de administração não deverá incluir nenhuma componente cujo valor dependa do desempenho ou do valor da sociedade.

II.1.5.2. A declaração sobre política de

remunerações dos órgãos de administração e fiscalização a que se refere o artigo 2º da Lei nº 28/2009, de 19 de Junho, deve, além do

conteúdo ali referido, conter suficiente

informação: i) sobre quais os grupos de

sociedades cuja política e práticas

remuneratórias foram tomadas como elemento comparativo para a fixação da remuneração; (ii) sobre os pagamentos relativos à destituição ou

cessação por acordo de funções de

administradores.

Não II.30 A política de remunerações da

sociedade não foi ponderada, tendo em consideração grupos de sociedades cuja política e práticas remuneratórias pudessem ter sido

tomadas como elemento

comparativo para a fixação da remuneração.

II.1.5.3. A declaração sobre a política de remunerações a que se refere o artigo 2º da Lei nº 28/2009 deve abranger igualmente as remunerações dos dirigentes na acepção do nº 3

N/A II.29 A Sociedade não dispõe de

dirigentes na acepção da referida

Lei, atenta a sua reduzida

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do artigo 248º-B do Código dos Valores Mobiliários e cuja remuneração contenha uma componente variável importante. A declaração deve ser detalhada e a política apresentada deve ter em conta, nomeadamente, o desempenho de longo prazo da sociedade, o cumprimento das normas aplicáveis à actividade da empresa e a contenção na tomada de riscos.

II.1.5.4. Deve ser submetida à assembleia-geral a proposta relativa à aprovação de planos de atribuição de acções, e/ou de opções de aquisição e acções ou com base nas variações de preço das acções, a membros dos órgãos de administração, fiscalização e demais dirigentes, na acepção do nº 3 do artigo 248º-B do Código dos Valores Mobiliários. A proposta deve conter todos os elementos necessários para uma avaliação correcta do plano. A proposta deve ser acompanhada do regulamento do plano ou, caso o mesmo ainda não tenha sido elaborado, das condições a que o mesmo deverá obedecer. Da mesma forma devem ser aprovadas em assembleia geral as principais características do sistema de benefícios de reforma estabelecidos a favor dos membros dos órgãos de administração, fiscalização e demais dirigentes, na acepção do nº 3 do artigo 248º-B do Código dos Valores Mobiliários.

N/A III10 Não foram aprovados quaisquer

planos de atribuição de acções ou de opções de aquisição de acções.

II.1.5.5. Pelo menos um representante da comissão de remunerações deve estar presente nas assembleias gerais de accionistas.

N/A II.15 A sociedade não tem no seu seio

interno comissão de

remunerações. II.1.5.6 Deve ser divulgado, no relatório anual

sobre o Governo da Sociedade, o montante da remuneração recebida, de forma agregada e individual, em outras empresas do grupo e os direitos de pensão adquiridos no exercício em causa.

Sim II.31

II.33 III17

Não aplicável com a entrada em vigor do Regulamento da CMVM n.º 1/2010, o regime passou a ser o do artigo 3º, alínea c) e d).

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Página 58 Fernanda Pires da Silva aufere uma

pensão vitalícia desde Maio de 2011.

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