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Políticas de Ensino

No documento PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (páginas 40-50)

Meta 20 – Financiamento da Educação

2. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

2.4. Políticas de Ensino

A caracterização do Instituto Federal do Paraná como instituição de Educação Profissional e Tecnológica possibilita a verticalização do ensino e subsidia a proposição de

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políticas voltadas a diferentes níveis e modalidades da Educação Básica e da Superior. Tais políticas constituem-se a partir do conjunto de princípios pedagógicos já expressados neste documento e buscam alinhar-se a projetos maiores de luta pela educação integral e por uma sociedade mais justa.

Para as diferentes possibilidades de modalidades de cursos oferecidos no Instituto Federal do Paraná, as diretrizes que estão sendo construídas no que concerne às políticas de ensino são apontadas, com destaque, para a necessidade de atuar na Educação Profissional e Tecnológica por meio do tripé ensino, pesquisa e extensão.

Subjaz a esse processo a concepção de projeto pedagógico cujos currículos se caracterizem pela flexibilidade, itinerários de formação que permitam um diálogo rico e diverso em seu interior e integração dos diferentes níveis da educação básica e do ensino superior, da educação profissional e tecnológica, na formação inicial e na formação continuada.

Para tanto, o Instituto Federal do Paraná assume como política macro de ensino a implementação da Educação Profissional e Tecnológica a partir da qual são propostas políticas de apoio, ações e metas, afim de viabilizar o acesso, a permanência e o êxito aos estudantes.

Implementação da Educação Profissional e Tecnológica

No âmbito da implementação e do fortalecimento dos cursos de formação técnica de nível médio, cabe lembrar o que prescreve o artigo 7º da Lei nº 11.892/2008 acerca do ensino integrado: “Observadas as finalidades e características definidas no art. 6º desta Lei, são objetivos dos Institutos Federais: [...] I - ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos.” (BRASIL, 2008).8

Trata-se de uma política que identifica a necessidade de associar conteúdos e práticas pedagógicas que se complementam de forma articulada e que precisa levar em consideração também os saberes discentes, especialmente quando se refere a jovens e adultos. Não basta, portanto, apenas associar componentes curriculares e reduzir ao planejamento em equipe.

Associar aprendizagens, compartilhar espaços, dinamizar as técnicas de ensino e evitar a compartimentação de conteúdos são iniciativas que podem representar a diferença de uma prática curricular inovadora.

Essa tarefa de articular e integrar conteúdos e práticas pedagógicas vai além das dinâmicas propostas pelos docentes, precisa ter um caráter coletivo, abrindo oportunidades

8 LEI Nº 11.892/2008

para os discentes e para o mundo do trabalho. É salutar no Instituto Federal do Paraná propor e legitimar coletivos de profissionais da educação profissional e tecnológica na discussão do currículo e da avaliação, problematizando o ensino a partir da natureza de um currículo integrado e articulado às dimensões da vida humana, da ciência, da tecnologia e da cultura.

É basilar a identificação dos conhecimentos, atitudes e valores a serem trabalhados no IFPR, a educação integral do cidadão trabalhador, a organização curricular sintonizada com o mundo do trabalho, enfim, a definição dos critérios e procedimentos do Projeto Pedagógico de Curso.

Trata-se de uma convocação, então, a construir o currículo sem sobreposição de conteúdos, a promover sintonia entre demandas socioeducacionais da região, a produzir materiais didático-pedagógicos que favoreçam o trabalho integrado, a construir fundamentos teórico-metodológicos para a constituição e o desenvolvimento de um currículo integrado.

No âmbito da implementação e fortalecimento dos cursos de licenciaturas, o artigo 7º da Lei nº 11.892/2008, acerca da educação superior, determina que os Institutos Federais ofertem “cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional”. (BRASIL, 2008).

As licenciaturas no Instituto Federal do Paraná possuem incentivos relacionados à escassez de professores, principalmente em relação a professores para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), reforçando a demanda de docentes para esse nível de ensino. No relatório de Gatti e Barreto9, afirma-se que os professores dos componentes curriculares específicos da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) são originariamente leigos, oriundos da engenharia e de cursos técnicos. Essa peculiaridade se deve ao fato de que os cursos técnicos profissionalizantes estão incluídos nas áreas de conhecimento não cobertas por cursos de licenciaturas.

Além da preocupação com a educação profissional, também foi citada no relatório a problemática da demanda de professores para a educação básica, em que há uma demanda de 235 mil professores para o Ensino Médio no Brasil, particularmente em Física, Química, Matemática e Biologia – sendo 55 mil só para o componente curricular de Física (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2007). De forma mais geral, alega-se que 30% dos docentes da educação básica não têm curso superior completo.

9 GATTI, Bernardete; BARRETTO, Elba. Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasília: UNESCO, 2009, p. 156.

O Instituto Federal do Paraná apresenta no bojo de sua política macro de ensino os itinerários formativos. A instituição dos itinerários permite a integração das diferentes etapas da educação básica, do Ensino Superior e da Educação Profissional e Tecnológica, possibilitando a educação continuada por meio da verticalização do ensino.

Essa organização pedagógica verticalizada, da educação básica à superior, é um dos fundamentos da política macro de ensino do Instituto Federal do Paraná. Permite que os docentes atuem em diferentes níveis e modalidades de ensino, que os discentes compartilhem os espaços de aprendizagem, incluindo os laboratórios; possibilita o delineamento de trajetórias de formação que podem ir do curso técnico ao Stricto Sensu, pelo fato de conjugarem o Ensino Superior e a formação básica num mesmo espaço.

Políticas estruturantes

A implementação da Educação Profissional Tecnológica é possível por meio de políticas estruturantes que visam a propor, planejar e orientar ações voltadas aos cursos Técnicos de Nível Médio e cursos Superiores. As principais políticas estruturantes no âmbito do ensino são:

Fortalecimento do Ensino Médio Integrado

A oferta da educação profissional técnica de nível médio é um dos objetivos principais dos Institutos Federais. A Lei que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e criou os Institutos Federais, determina a destinação do mínimo de 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para atender aos cursos dessa natureza, prioritariamente na forma de oferta integrada.

Como política, o IFPR investe na ampliação e no fortalecimento dos cursos técnicos de nível médio na forma de oferta integrada, demonstrando o alinhamento com as políticas nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica.

Os cursos e programas de Educação Profissional Técnica de Nível Médio são propostos em articulação com o desenvolvimento socioeconômico e ambiental e com os arranjos socioprodutivos de cada região. Organizados por eixos tecnológicos, esses cursos se articulam com os cursos FIC e com os cursos superiores, possibilitando aos estudantes a verticalização do ensino através de itinerários formativos flexíveis, diversificados e atualizados.

Além disso, os currículos dos cursos técnicos de nível médio permitem a articulação entre a

formação desenvolvida no Ensino Médio e a preparação para o exercício das profissões técnicas no mundo do trabalho, visando à formação integral do estudante.

Seguindo o princípio constitucional e legal do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, propostas inovadoras para a organização curricular do Ensino Médio são estimuladas, desde que respeitados: a legislação e as diretrizes vigentes da educação nacional, além dos valores estéticos, políticos e éticos, na perspectiva do desenvolvimento para a vida social e profissional.

Itinerários Formativos

Devido à abrangência e às possibilidades de atuação, o IFPR adota como uma política de ensino a organização dos cursos a partir da perspectiva de itinerários formativos, que dialoguem e integrem os diferentes níveis da educação básica e superior, da educação Profissional e Tecnológica, além de viabilizar a educação continuada, aspecto importante da dinâmica do mundo do trabalho.

De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 06/2012, um itinerário formativo representa o conjunto das etapas que compõem a organização da oferta da educação profissional pela instituição de Educação Profissional e Tecnológica, no âmbito de um determinado eixo tecnológico, possibilitando contínuo e articulado aproveitamento de estudos e de experiências profissionais devidamente certificadas por instituições educacionais legalizadas.

O planejamento do itinerário formativo contempla a sequência das possibilidades da oferta de cursos de Educação Profissional, o qual orienta e configura uma trajetória educacional consistente. Assim, o estudante pode traçar um itinerário formativo, ou uma trajetória de formação, de acordo com os eixos tecnológicos ou áreas de conhecimento ofertados.

Os cursos a serem ofertados pelos câmpus e, consequentemente, os itinerários formativos são organizados de acordo com as demandas regionais, em atendimento às demandas socioeconômicas e ambientais, dos sujeitos e do mundo do trabalho, além dos arranjos produtivos locais. A organização de itinerários formativos permite que um câmpus otimize suas ações para determinados cursos, dentro de eixos tecnológicos.

Para a concretização das políticas definidas para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio são articuladas as seguintes ações:

- promover a verticalização de cursos visando a oferta de itinerários formativos;

- incentivar a construção de propostas nos câmpus que atendam aos arranjos

- priorizar, na abertura de cursos, a oferta de cursos técnicos de nível médio na forma integrada;

- fomentar a organização de projetos pedagógicos, nos cursos técnicos de nível médio, que articulem a formação geral com a formação profissional, construindo unidade na proposta curricular.

Fortalecimento das Licenciaturas e Ampliação da Pós-Graduação

A ideia de se trabalhar com um currículo inovador para todos os cursos ofertados na Instituição constitui uma política estruturante que caracteriza a construção de uma identidade para o IFPR. A proposta é adequar a organização curricular às necessidades do sujeito contemporâneo, para que os estudantes tenham formação profissional integral.

No que se refere aos cursos superiores, presenciais e a distância, as políticas estruturantes estão centradas no fortalecimento das Licenciaturas e na ampliação da Pós-Graduação. Tratam-se de ações planejadas a partir de princípios pedagógicos articulados a concepções teórico-metodológicas, que buscam promover a ampliação e o fortalecimento dos cursos superiores da instituição.

Em atendimento à Lei de Criação dos Institutos Federais, a oferta de cursos de Licenciatura, sobretudo os cursos de ciências da natureza, deve ser minimamente de 20% das vagas. O IFPR entende que a valorização da profissão docente constitui uma necessidade no mundo do trabalho, pois além do pouco reconhecimento da importância que possuem, os cursos de Licenciatura integram uma categoria na qual menos investimento são feitos, sobretudo no que diz respeito à profissionalização docente. Dessa maneira, o IFPR, por meio da Pró-Reitoria de Ensino:

- propõe a construção coletiva das Diretrizes Institucionais das Licenciaturas, documento em que são organizados os cursos dessa natureza, de acordo com as Leis Nacionais e com os princípios pedagógicos da Instituição;

- fomenta a criação de Laboratórios de Formação docente e Programas de formação inicial e continuada;

- incentiva maior diálogo com as redes públicas de ensino;

- propõe, ainda, que as Licenciaturas possuam um currículo inovador que, ao mesmo tempo em que otimize o trabalho docente, delineie sua identidade na Instituição.

É política do IFPR expandir a Pós-Graduação por meio da oferta de cursos Lato sensu e Stricto Sensu em seus diferentes câmpus, respeitando os Itinerários formativos e promovendo a verticalização do ensino. O IFPR preocupa-se com a qualidade da formação do sujeito e, neste sentido, busca ofertar cursos de Formação Inicial e Continuada até a Pós-Graduação. Portanto, como política estruturante, a expansão da Pós-Graduação contribui

para o fortalecimento do ensino e amplia as possibilidades de uma formação sólida e integral aos estudantes.

Estruturação curricular

A forma de organização curricular atual no IFPR está pautada num modelo disciplinar que entende a escola como lugar de socialização do conhecimento científico, produzido e sistematizado historicamente pela humanidade, cuja estrutura privilegia o domínio específico e compartimentado das áreas. São mais valorizadas as áreas clássicas como a Matemática e a Língua Portuguesa em detrimento de outras como Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia, e também ocorre maior valorização das áreas técnicas sobre a formação geral.

Percebendo que esse modelo compartimentado não atende completamente às necessidades do sujeito contemporâneo, tampouco ao compromisso da Instituição com a formação integral, serão desenvolvidos os trabalhos da Comissão de Currículo no intuito de conhecer, refletir e propor um novo modelo de organização curricular que ajude a cumprir a missão do IFPR. Também serão implementadas as proposições da Comissão de Avaliação da Aprendizagem amplamente discutidas.

Assistência Estudantil

A Assistência Estudantil, pautada na Política Nacional da Assistência Estudantil – PNAES – Decreto nº 7.234/2010, tem como finalidade ampliar as condições de acesso, permanência e êxito do estudante no IFPR, e está articulada ao tripé ensino, pesquisa e extensão. É orientada por princípios e diretrizes institucionais, que se configuram como fundamento para a elaboração e a execução de programas e ações, estabelecendo-se de forma transversal a todos os setores que compõem a Instituição.

A política de Assistência Estudantil do IFPR é efetivada por meio de Programas e Projetos, que devem compreender ações que atendam a todos os estudantes enquanto sujeitos em processo de formação, nos diferentes níveis de ensino.

Nessa perspectiva a assistência estudantil, por intermédio de ações afirmativas e universais, assume compromisso com o desenvolvimento e o acompanhamento pedagógico dos estudantes, que lhes subsidiará igualdade de condições para aprendizagem, visando à permanência e ao êxito escolar/acadêmico, promovendo a formação integral e a inclusão no mundo do trabalho.

Desenvolvimento de Coleções das Bibliotecas

A Política de Desenvolvimento de Coleções das Bibliotecas do IFPR traçará diretrizes para formação e desenvolvimento do acervo, apontando os métodos de trabalho apropriados para alcançar os objetivos nela descritos, e fundamentará as decisões do profissional bibliotecário no processo de seleção, aquisição, descarte, doação, atualização etc., garantindo o crescimento equilibrado, racional e contínuo do acervo, tendo em vista os objetivos institucionais e coletivos.

São objetivos da Política de Desenvolvimento de Coleções:

• Identificar os itens apropriados à formação da coleção;

• Determinar critérios para a duplicação de títulos;

• Estabelecer prioridades de aquisição de material;

• Traçar diretrizes para o descarte de material;

• Definir a responsabilidade do Corpo Docente na Política de Desenvolvimento de Coleções;

• Definir com a Diretoria Administrativa de cada Câmpus o orçamento anual das bibliotecas;

• Incrementar programas cooperativos de permuta;

• Servir de subsídio para os projetos de implantação e/ou desenvolvimento de cursos de Formação Inicial e Continuada, Técnicos de Nível Médio, Graduação, Pós-graduação e Extensão.

Segundo Long e Figueiredo (2003), para a tomada de decisões, é fundamental que os/as Bibliotecários/as façam uma avaliação do acervo mediante as seguintes ações:

• Determinar a adequação em relação aos usuários;

• Obter uma compreensão mais exata e ampla sobre as áreas dos cursos ministrados e a utilização da coleção;

• Obter subsídios para o desenvolvimento planejado da coleção;

• Retificar inadequações no desenvolvimento do acervo, identificando pontos fracos e fortes da coleção;

• Obter justificativa para solicitação de recursos financeiros;

• Identificar material obsoleto e não pertinente.

Principais Ações

Considerando as políticas de ensino apresentadas, busca-se planejar, realizar e acompanhar as seguintes ações:

a) Estruturação curricular dos cursos de Educação Profissional e Tecnológica:

desenvolvimento dos trabalhos da Comissão de Currículo.

b) Incentivo à criação de grupo de estudo na área de Currículo para aprofundamento teórico e proposição de nova organização curricular.

c) Incentivo à criação de grupo de estudo para aprofundamento teórico na área de avaliação do processo ensino-aprendizagem para proposição de práticas e instrumentos de registro processual de avaliação.

d) Implementação do processo avaliativo de ensino-aprendizagem a partir do trabalho realizado pela Comissão da Avaliação, bem como seu acompanhamento.

e) Incentivo à criação de grupo de estudo para as diferentes temáticas que se façam necessárias.

f) Criação de programa de Formação Pedagógica Continuada para os servidores.

g) Apoio e incentivo a projetos de pesquisa, extensão e inovação relacionados com a qualidade de ensino.

h) Incentivo e priorização da abertura de Cursos Técnicos de Nível Médio na forma de oferta integrada.

i) Acompanhamento dos cursos de Formação Inicial e Continuada – FIC.

j) Incentivo à oferta de cursos do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – PROEJA e PROEJA-FIC.

k) Acompanhamento dos cursos ofertados na modalidade a distância.

l) Implantação de Salas Ambiente multidisciplinares nos câmpus.

m) Regulamentação dos procedimentos e das ações do ensino.

n) Criação do Programa de Apoio às Licenciaturas – PROLICENCIAR.

o) Sistematização das diretrizes institucionais para os cursos de licenciaturas e para os cursos superiores de tecnologia.

p) Incentivo e priorização à abertura de cursos de Licenciaturas nos câmpus.

q) Implantação dos Laboratórios Interdisciplinares de Formação de Educadores – LIFE nos câmpus que ofertam cursos de Licenciatura.

r) Consolidação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID.

s) Estímulo e apoio aos cursos de Formação Pedagógica equivalente à licenciatura para docente.

t) Criação do Programa de apoio à Pós-graduação – PROPÓS.

u) Estímulo e apoio à criação de um programa de integração aos servidores para a ambientação e apropriação dos valores e princípios institucionais.

v) Acompanhamento do cumprimento do Termo de Compromisso de cada câmpus com a PROENS.

w) Acompanhamento do processo de avaliação de cursos técnicos e superiores junto aos órgãos de controle.

x) Proposição de parcerias com Instituições de Ensino Superior – IES para realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão.

y) Criação e acompanhamento de itinerários formativos nos câmpus de acordo com a Resolução CNE/CEB Nº 06/2012 e Decreto Nº 8.268/2014.

z) Planejamento, execução e acompanhamento do processo seletivo para ingresso de estudantes.

aa) Administração estratégica dos Programas de Assistência Estudantil:

Programa de Bolsas Acadêmicas de Inclusão Social – PBIS; Programa de Assistência Estudantil – PROEJA; Programa Estudante-Atleta; Programa de Monitoria; Programa de Assistência Complementar ao Estudante – PACE (Auxílio de Alimentação, Transporte e Moradia); Programa de Apoio à Participação em Eventos Estudantis em território nacional e internacional.

bb)Acompanhamento dos estudantes junto ao Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas – NAPNE.

cc) Implementação e consolidação o Programa de Mobilidade Estudantil Nacional e Internacional e Programa Ciência Sem Fronteiras.

dd)Fomento a projetos e eventos estudantis.

ee)Promoção, organização e realização dos Jogos Estudantis do IFPR e estímulo à participação nos Jogos Nacionais da Rede Federal.

ff) Participação na coordenação, promoção e realização do Seminário de Extensão, Ensino, Pesquisa e Inovação – SEPIN/IFPR.

gg) Acompanhamento da implantação do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA.

hh) Participação na implantação, formação e acompanhamento da equipe multiprofissional nos câmpus.

ii) Colaboração nos concursos de servidores junto à Pró-reitoria de Gestão de Pessoas – PROGEPE.

jj) Adequação de propostas de cursos para integrantes de movimentos sociais.

kk) Criação e implementação de programa que atenda à diversidade dos sujeitos.

ll) Criação de programa de permanência e êxito do estudante.

mm) Criação do programa de acompanhamento do estudante.

nn) Criação do programa de acompanhamento do estudante egresso.

oo) Aquisição de acervos bibliográficos.

pp)Atualização para gerenciamento do sistema de Bibliotecas.

qq)Implementação de programas de incentivo à leitura.

No documento PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (páginas 40-50)

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