Ao chegar à freguesia da Maia, siga pela estrada de São Sebastião até às imediações do Largo de Santo António, onde irá encontrar o painel in-formativo junto à paragem do autocarro. Comece por seguir na direção do Largo de Santo António e vire à direita por um pequeno atalho entre as casas, que sobe por entre alguns pomares. Após 300 m de subida, passa por um pequeno reservatório de água e o atalho curva à direita, ladeado por Arundo donax, Pittosporum undulatum e Morella faya. Não se admire se observar nas redondezas o Buteo buteo rothschildi. Depois de percorrer uma pequena escadaria improvisada, o atalho curva à es-querda e abre-se uma clareira, onde consegue observar à sua direita a Ponta Formosa e a Ponta do Cintrão. 200 m mais à frente, o atalho aproxima-se da linha de água, com maior predominância da Cryptome-ria japonica. Em seguida, atravesse a ponte em madeira sobre a ribeira e continue a subida.
Abre-se nova clareira, numa zona de pastagens e alguns terrenos de cultivo, nomeadamente do milho. Ao chegar a nova ponte em madeira, não atravesse. Prossiga no atalho da esquerda, mantendo a linha de água à sua direita, até alcançar a estrada regional.
Vire à esquerda e prossiga no atalho que segue na berma da estrada.
400 m mais à frente vire à esquerda na escadaria e continue no atalho da Lajinha, que desce junto ao vale da ribeira, com o lugar da Lombinha da Maia à direita. Nesta zona do percurso terá a oportunidade de
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Pedra Queimada - Lajinha - Degredo
servar a fajã lávica onde está instalada a freguesia da Maia, bem como grande parte da costa oeste da ilha.
Depois de chegar ao leito do vale anteriormente observado, atravesse a ribeira e desça no atalho com maior inclinação até chegar ao asfalto.
Encontra um antigo fontanário, denominado “Fonte da Ponte”. Siga à esquerda na rua do Rosário e, 100 m mais à frente, vire à direita para a Rua de Santa Catarina, onde irá encontrar a Igreja do Divino Espírito Santo, que data do século XVIII. Antes da Casa da Música, siga à direi-ta numa pequena travessa entre a escola e um pequeno jardim com coreto. Vire à esquerda e prossiga na direção do Porto da Maia, onde encontra uma zona balnear com um bar de apoio, local ideal para uma pequena pausa no percurso. Irá notar no painel informativo, que diz respeito a outro trilho pedestre PR27 SMI Praia da Viola, que faz a liga-ção à Lomba da Maia.
Siga as marcas no interior da freguesia até alcançar novamente a cos-ta, onde tem a oportunidade de contemplar a paisagem, no Miradouro Melo Nunes. A partir daqui irá percorrer a zona costeira mais a norte da freguesia, denominada Ponta da Maia, parte integrante da Área Prote-gida de Recursos da Ponta do Cintrão – Ponta da Maia. Por esta razão, as arribas rochosas que irá percorrer são locais importantes para a nidifi-cação de algumas espécies de aves marinhas como o Calonectris diome-dea borealis e Puffinus assimilis.
Ao chegar ao final da estrada, prossiga em frente no atalho costeiro, que segue entre a sebe de Arundo donax e da vedação em madeira.
Após um ligeiro afastamento da costa para atravessar a ribeira, com a ajuda de uma pequena ponte em madeira, irá prosseguir novamente no atalho costeiro. Um pouco depois, tem a possibilidade de efetuar um pequeno desvio à direita para a zona das piscinas naturais.
Após este desvio, siga por mais 300 m até chegar à estrada regional, onde encontra a ponte sobre a ribeira da Cruz, com um vão único em
MAIA
Localizada na costa norte da ilha de São Miguel, é uma das mais antigas freguesias do concelho da Ribeira Grande, onde o principal núcleo habitacional assen-ta sobre uma fajã lávica originada há cerca de 10 000 anos. Deve o seu nome a uma fidalga, Inês da Maia, que se estabeleceu neste local nos finais do século XV.
Desenvolveu-se num curto espaço de tempo, graças aos terrenos férteis, um porto de mar muito produ-tivo e diversas indústrias com peso significaprodu-tivo na atividade económica, como as fábricas de tabaco, de chá e blocos de cimento.
arco de volta inteira. Esta construção remonta ao início do século XX.
Prossiga à esquerda, completando os últimos 900 m que o levam de volta ao Largo de Santo António, onde iniciou o percurso. Durante este último segmento através da Estrada de São Sebastião irá encontrar dois pontos importantes relativos ao património edificado – Antiga Fábrica do Tabaco e Solar do Lalém.
A antiga Fábrica do Tabaco laborou entre 1871 e 1988, tendo sido re-convertida em espaço museológico, no início do século XXI, sendo pos-sível de visitar todos os dias, com exceção de domingos e feriados. O complexo inclui oito edifícios. Do lado direito da entrada situam-se dois edifícios paralelos à estrada, com fornos, e um terceiro, perpendicular à estrada, onde se armazenava o tabaco por preparar. Do lado esquerdo situa-se o conjunto formado pelo edifício dos escritórios, o armazém do produto pronto e o edifício da confeção dos cigarros. Também existem vestígios dos sequeiros, paralelos à estrada, que apresentam uma es-trutura em madeira com coberturas de chapa metálica ondulada.
O Solar de Lalém é uma antiga residência de morgados, atualmente adaptada ao turismo de habitação. Ao longo de três séculos de existên-cia já sofreu algumas obras de remodelação, mas a parte mais antiga – ermida de 1687 dedicada a São Sebastião, ainda mantém a sua traça original. Quanto ao Solar e portão de acesso, foram erguidos em 1742, sendo a atual residência um resultado da reconstrução e ampliação da antiga, beneficiações que datam de 1850. Nos dias de hoje, caracteriza--se por uma unidade paisagística constituída por um solar com capela, respetivas estruturas de apoio, espaços ajardinados e de cultivo.
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Pedra Queimada - Lajinha - Degredo
Cinco Caminhos
Rota da Água - Janela do Inferno
Dificuldade: Fácil Extensão: 7,6 km Duração: 2:30h Forma: Circular
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