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Preços de mercadorias (commodities) (RWA COM )

Anexo 7 Tabela LIQA - Gerenciamento do risco de liquidez

4 Preços de mercadorias (commodities) (RWA COM )

9 Total

Nº da

Linha Instruções de Preenchimento

1 Soma dos valores reportados nas linhas 1a, 1b, 1c e 1d. 1a Conforme o art. 1º da Circular nº 3.634, de 4 de março 2013. 1b Conforme o art. 1º da Circular nº 3.635, de 4 de março 2013. 1c Conforme o art. 1º da Circular nº 3.636, de 4 de março 2013. 1d Conforme o art. 1º da Circular nº 3.637, de 4 de março 2013. 2 Conforme o art. 1º da Circular nº 3.638, de 4 de março 2013. 3 Conforme o art. 1º da Circular nº 3.641, de 4 de março 2013. 4 Conforme o art. 1º da Circular nº 3.639, de 4 de março 2013. 5 a 8 Excluídas por não serem aplicáveis no Brasil.

Tabela MRB: Informações qualitativas sobre o risco de mercado na abordagem de modelos internos

Objetivo: Apresentar o escopo de utilização, as características e as metodologias dos diferentes modelos (VaR, VaR estressado) empregados no cálculo do requerimento de capital para risco de mercado, conforme disposto na Circular nº 3.646, de 4 de março de 2013.

Escopo: Obrigatória para instituições que utilizem modelos internos para o cálculo do requerimento de capital para risco de mercado.

Conteúdo: Informação qualitativa. Frequência: Anual.

Comentários: Devem ser descritas as principais características dos modelos utilizados e, quando a instituição for integrante de conglomerado prudencial, deve ser informado o grau de utilização desses modelos no conglomerado. Essa descrição deve incluir o percentual do requerimento de capital para risco de mercado referente a cada um dos modelos (VaR, VaR estressado).

Para os modelos VaR e VaR estressado, devem ser fornecidas as seguintes informações: (a) Descrição das atividades e riscos cobertos pelos modelos VaR e VaR estressado; (b) Especificação das instituições integrantes do conglomerado prudencial que

utilizam modelos internos e do modelo utilizado por cada uma delas; (c) Descrição geral dos modelos VaR e do VaR estressado;

(d) Descrição das principais diferenças entre os modelos utilizados para fins gerenciais e os utilizados para fins regulatórios, se houver;

(e)

Para os modelos VaR, devem ser especificados: • Frequência de atualização dos dados;

• Período usado para calibragem do modelo e descrição do modelo de cálculo de volatilidades, se houver;

• Método de cálculo do VaR com período de manutenção de 10 dias;

• Abordagem de apreçamento;

• Descrição se são utilizados retornos absolutos ou retornos relativos nas simulações dos movimentos dos fatores de risco;

(f)

Para os modelos de VaR estressado, devem ser especificados:

• Método de cálculo do VaR estressado com período de manutenção de 10 dias;

• Abordagem de apreçamento.

(g) Descrição dos testes de estresse aplicados aos parâmetros dos modelos.

(h)

Descrição da abordagem utilizada nos testes de aderência (backtests) e de validação para assegurar a consistência e acurácia dos dados e parâmetros utilizados nos modelos internos.

Tabela MR2: Informações sobre as variações do RWAMINT

Objetivo: Apresentar informações das variações dos ativos ponderados pelo risco referentes às exposições sujeitas ao risco de mercado na abordagem de modelos internos (RWAMINT), de que trata a Circular nº 3.646, de 2013, para apuração do requerimento de capital.

Escopo: Obrigatória para instituições que utilizem modelos internos para o cálculo do requerimento de capital para risco de mercado.

Conteúdo: RWAMINT. Frequência: Trimestral.

Formato: Fixa, porém podem ser adicionadas novas linhas entre as linhas 7 e 8 para divulgar elementos adicionais que expliquem variações do RWAMINT.

Comentários: Nos casos em que o requerimento de capital para as colunas “a” ou “b”, linhas 1 ou 8, não for calculado diretamente pelo modelo, mas pela média de 60 dias, deve ser adicionada linha para ajuste regulatório de forma a garantir a conciliação dos dados requerida pela tabela.

Devem ser divulgados comentários adicionais para explicar mudanças significativas entre o período informado e o anterior, bem como os principais indutores dessas mudanças. a b e f VaR VaR estressado Outros RWAMINT total

1 RWAMINT na data-base

anterior

2 Mudanças nos níveis de

risco

3 Atualizações e mudanças

no modelo interno

4 Metodologia e regulação

5 Aquisições e vendas

6 Mudanças nas taxas de

câmbio

7 Outros

8 RWAMINT na data-base

Nº da

linha Instruções de Preenchimento

Linhas

1 RWAMINT, de que trata a Circular nº 3.646, de 2013, na data-base do trimestre anterior ao de referência.

2 Mudanças nos níveis de risco devido a alterações nas posições mantidas pela instituição.

3 Atualizações significativas ou alterações no escopo do modelo interno, por exemplo, recalibragem.

4 Mudanças na metodologia de cálculo devido a alterações regulatórias. 5 Mudanças devido a aquisições, vendas ou alienações de linhas de

produtos ou de participações societárias.

6 Mudanças devido a alterações nas taxas de câmbio. 7

Mudanças não atribuíveis às demais categorias. Linhas adicionais podem ser inseridas entre as linhas 7 e 8 para detalhar os principais elementos destas mudanças.

8 RWAMINT na data-base ao final do trimestre de referência.

Colunas

a Valor do VaR apurado conforme o art. 8º da Circular nº 3.646, de 2013. b Valor do VaR estressado apurado conforme o art. 10 da Circular nº 3.646,

de 2013.

c e d Excluídas por não serem aplicáveis no Brasil.

e Parcelas do RWAMINT não reportadas nas colunas “a” e “b”. f

RWAMINT total conforme o art. 6º da Circular nº 3.646, de 2013. Este valor corresponde à soma dos valores reportados nas colunas “a”, “b”, e “e”. O valor deve ser o mesmo informado na tabela OV1, linha 22.

Tabela MR3: Valores dos modelos internos de risco de mercado

Objetivo: Informar os valores em risco (máximo, médio, mínimo e de final do trimestre) apurados pelos modelos internos de risco de mercado.

Escopo: Obrigatória para instituições que utilizem modelos internos para o cálculo do requerimento de capital para risco de mercado.

Conteúdo: Resultados dos modelos internos de risco de mercado para cálculo do requerimento de capital.

Frequência: Trimestral. Formato: Fixo.

Comentários: Devem ser divulgados comentários adicionais para explicar mudanças significativas entre o período informado e o anterior, bem como os principais indutores dessas mudanças.

VaR (10 dias, 99%) 1 Máximo 2 Médio 3 Mínimo 4 Final do trimestre

VaR estressado (10 dias, 99%)

5 Máximo

6 Médio

7 Mínimo

8 Final do trimestre

Nº da

linha Instruções de Preenchimento

1 a 4 Conforme o art. 21, inciso I, alínea "a", da Circular nº 3.646, de 2013, considerando a totalidade da carteira.

5 a 8 Conforme o art. 21, inciso I, alínea "b", da Circular nº 3.646, de 2013, considerando a totalidade da carteira.

Tabela MR4: Comparação das estimativas do VaR com os resultados efetivo e hipotético

Objetivo: Apresentar comparação entre o resultado efetivo e o hipotético com o VaR calculado pelo modelo interno de risco de mercado, de forma a assegurar avaliações consistentes da aderência do modelo utilizado, conforme disposto na Circular nº 3.646, de 2013.

Escopo: Obrigatória para instituições que utilizem modelos internos para o cálculo do requerimento de capital para risco de mercado.

Conteúdo: Estimativas do VaR, conforme disposto no art. 6º, inciso IIII, da Circular nº 3.646, de 2013.

Frequência: Trimestral. Formato: Flexível.

Comentários: Devem ser descritos os modelos internos de risco de mercado utilizados e informado o percentual de requerimento de capital associado a esses modelos.

A descrição deve vir acompanhada de gráfico que apresente a evolução do VaR diário e dos resultados efetivo e hipotético.

Deve ser apresentada análise dos principais determinantes para as exceções identificadas nos testes de aderência, especificando as datas de ocorrência e respectivas diferenças entre o VaR estimado e os resultados financeiros. Devem também ser divulgadas comparações entre o resultado financeiro efetivo e o hipotético. Para os resultados efetivos, deve ser informado se tarifas, corretagens e comissões estão incluídas nos resultados. Informar o eventual tratamento dado às reservas de resultado no cálculo do resultado efetivo e nos testes de aderência.

Anexo 12

Tabela IRRBBA – Objetivos e políticas para o gerenciamento do IRRBB

Objetivo: Descrever objetivos e políticas de gerenciamento de risco relativo ao risco de variação das taxas de juros em instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB).

Conteúdo: Informações qualitativas e quantitativas. Informações quantitativas devem se basear na média diária ou mensal no ano da data-base de divulgação.

Frequência: Anual. Formato: Flexível.

Informações qualitativas

a Descrição de como a instituição define o IRRBB para fins de controle e mensuração de riscos.

b

Descrição das políticas e estratégias para o gerenciamento e a mitigação do IRRBB. Exemplos incluem: monitoramento do valor econômico (EVE) e do resultado de intermediação financeira (NII) em relação aos limites estabelecidos, práticas de hedge, realização de testes de estresse, análise de resultados, papel da auditoria independente, papel e práticas da unidade de gerenciamento de ativos e passivos, práticas da instituição para assegurar validação adequada de modelos, e atualizações tempestivas em resposta a mudanças nas condições de mercado. c Periodicidade de cálculo das medidas de IRRBB pela instituição e descrição das

métricas específicas que o banco utiliza para apurar sua sensibilidade ao IRRBB. d

Descrição dos cenários de choque e de estresse de taxas de juros utilizados pela instituição para estimar variações no valor econômico e no resultado de intermediação financeira.

e

Descrição e implicações direcionais das premissas relevantes utilizadas no sistema de mensuração de IRRBB da instituição, caso sejam diferentes das premissas de modelagem exigidas para fins de divulgação das métricas da Tabela IRRBB1. A instituição deve explicar a fundamentação da escolha de tais premissas, como, por exemplo, com base em dados históricos, pesquisa acadêmica, julgamento e análises da administração.

f Descrição, em termos gerais, de como a instituição faz hedge de suas exposições ao IRRBB, bem como o tratamento contábil de tais operações.

g

Descrição, em termos gerais, das premissas mais relevantes para modelagem e para a parametrização, no cálculo do ∆EVE e do ∆NII, de que trata a Circular nº 3.876, de 2018, divulgados na Tabela IRRBB1, incluindo:

• para o ∆EVE, se as margens comerciais e outros componentes de spread foram incluídos nos fluxos de reapreçamento ou considerados nas taxas de desconto utilizadas;

• como foi determinado o prazo médio de reapreçamento na linha 1, incluindo quaisquer características peculiares de produtos que afetem a avaliação do comportamento de reapreçamento;

• a metodologia utilizada para estimar as taxas de pré-pagamento de operações de crédito, as taxas de resgate antecipado de depósitos a prazo, e outras premissas consideradas relevantes;

• quaisquer outras premissas que tenham impacto relevante sobre os valores de ∆EVE e do ∆NII reportados na Tabela IRRBB1, incluindo explicações de por que tais premissas são relevantes; e

• quaisquer métodos de agregação de fator de risco e quaisquer correlações de taxas de juros do fator de risco diferentes.

h

(Opcional) Quaisquer outras informações que a instituição deseje divulgar com respeito à sua interpretação da relevância e sensibilidade das medidas de IRRBB divulgadas, além de notas explicativas sobre eventuais variações significativas no nível de IRRBB reportado em relação a datas-bases anteriores.

Informações quantitativas

1 Premissa de prazo médio de reapreçamento atribuída aos depósitos sem vencimento contratual definido.

2 Premissa de prazo máximo de reapreçamento atribuída aos depósitos sem vencimento contratual definido.

Tabela IRRBB1 - Informações quantitativas sobre o IRRBB

Objetivo: Informar as variações nos valores de ∆EVE e ∆NII, de que trata a Circular nº 3.876, de 2018, para cada cenário padronizado de juros prescrito. Conteúdo: Medidas de IRRBB.

Frequência: Anual. Formato: Fixo.

Comentários: Os valores reportados devem ser acompanhados de comentário quanto à sua relevância, bem como de explicação sobre variações significativas em relação aos valores reportados no período anterior.

Quando utilizadas metodologias desenvolvidas internamente para o cálculo do ∆EVE e do ∆NII, é facultada a publicação de informações comparativas entre os valores apurados segundo essas metodologias e os valores apurados segundo as abordagens padronizadas.

Valores em R$ ∆EVE ∆NII Data-base T T-1 T T-1 Cenário paralelo de alta

Cenário paralelo de baixa

Cenário de aumento das taxas de juros de curto prazo

Cenário de redução das taxas de juros de curto prazo

Cenário steepener Cenário flattener Variação máxima Data-base T T-1 Nível I do Patrimônio de Referência (PR) Definições

Para cada cenário padronizado divulgado pelo Banco Central do Brasil, a instituição deve reportar, para as datas-bases atual e anterior:

1. a medida de ∆EVE; 2. a medida de ∆NII.

Linha Instruções de preenchimento

Cenário paralelo de alta Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=1 mencionado no art. 11, § 1º, inciso I, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cálculo do ∆NIIi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=1 mencionado no art. 11, § 1º, inciso I, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cenário paralelo de baixa Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=2 mencionado no art. 11, § 1º, inciso II, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cálculo do ∆NIIi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=2 mencionado no art. 11, § 1º, inciso II, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cenário de aumento das taxas de juros de curto prazo

Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=3 mencionado no art. 11, § 1º, inciso III, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cenário de redução das taxas de juros de curto prazo

Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=4 mencionado no art. 11, § 1º, inciso IV, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cenário steepener Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=5 mencionado no art. 11, § 1º, inciso V, da Circular nº 3.876, de 2018.

Cenário flattener Cálculo do ∆EVEi preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1) levando em consideração o cenário i=6 mencionado no art. 11, § 1º, inciso VI, da Circular nº 3.876, de 2018.

Variação máxima Cálculo do ∆EVE preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1); Cálculo do ∆NII preenchido para a data-base (T) e para a data-base do ano anterior (T-1). Nível I do Patrimônio de

Referência (PR)

Soma do Capital Principal e Capital Complementar, apurados conforme o art. 4º e 6º, respectivamente, da Resolução nº 4.192, de 2013.

Anexo 13

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