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Principais acontecimentos (2005-2007)

No documento BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (páginas 96-107)

CAPÍTULO 7 – CAPITALIZAÇÃO E ENDIVIDAMEN TO

8.2 Análise da Actividade .1 Enquadramento sectorial .1 Enquadramento sectorial

8.2.3 Principais acontecimentos

8.2.3.1 Principais acontecimentos (2005-2007)

Entre os acontecimentos relevantes no Grupo desde o início de 2005, destacam-se:

Em Janeiro de 2005, o Banco anunciou ter chegado a acordo com a Sofinco S.A., sociedade do Grupo Credit Agricole especializada em crédito ao consumo, com sede em Paris, França, com vista à alienação da actividade de crédito ao consumo não automóvel no ponto de venda (actividade anteriormente prosseguida pelo Credibanco - Banco de Crédito Pessoal, S.A., sociedade que entretanto se extinguiu por fusão no Banco Comercial Português). Esta operação enquadrou-se na estratégia de enfoque do Banco no seu "core business" e na optimização de gestão de capital.

Em Janeiro de 2005, o Banco informou terem sido concluídas as formalidades relativas à alienação ao Grupo Fortis de 51% do capital social e controlo de gestão da “joint-venture” Millenniumbcp Fortis - Grupo Segurador, SGPS, S.A. (entidade que controla a totalidade do capital das seguintes empresas de seguros dedicadas à actividade de bancassurance: Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros de Vida, S.A., Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., Pensõesgere - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. e Médis – Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, S.A.). Foram igualmente concluídas as formalidades relativas à alienação ao Grupo Caixa Geral de Depósitos de 100% do capital social das companhias Império Bonança - Companhia de Seguros, S.A., Seguro Directo Gere - Companhia de Seguros, S.A., Impergesto - Assistência e Serviços, S.A. e Servicomercial - Consultoria e Informática, Lda.. Em Março de 2005, realizou-se a Assembleia Geral Anual do Banco Comercial Português, S.A.. Entre as deliberações aprovad as salienta-se a eleição dos órgãos sociais para o triénio 2005/2007, com a cessação de funções como Presidente do Conselho de Administração do Fundador e até então único Presidente, Jorge Jardim Gonçalves, e a eleição de Paulo Teixeira Pinto como novo Presidente do Conselho de Administração, bem como a eleição do Conselho Superior para o período 2005/2008. Deliberou-se ainda a aprovação do relatório de gestão e contas do Banco, em base individual e consolidada, respeitantes ao exercício de 2004 e a aprovação de distribuição em numerário de dividendo bruto de 0,065 euros por acção, relativo ao resultado apurado em 2004, considerando que tinha já sido distribuído em Novembro de 2004, a título de dividendo intercalar antecipado, o valor bruto de 0,03 euros por acção, pelo que o dividendo bruto remanescente de 0,035 euros por acção foi pago em 6 de Abril de 2005.

Em Março de 2005, foi anunciado o novo Modelo Organizacional do Grupo pelo Presidente do Conselho de Administração do Banco Comercial Português, passando a sua coordenação executiva a estar estruturada em oito unidades: seis Áreas de Negócio - Banca de Retalho; “Private Banking e Asset Management”; Empresas e “Corporate”; Banca de Investimento, “European Banking” e “Overseas Banking”; e duas Unidades de Serviços - Serviços Bancários Serviços Corporativos.

Em Abril de 2005, foi concretizada a aquisição ao Grupo Dimitrios Contominas dos restantes 50% do capital social do NovaBank e os respectivos direitos de controlo, passando assim este Banco a ser integralmente controlado pelo Banco Comercial Português, S.A..

Em Junho de 2005, o Banco anunciou o lançamento de uma emissão de “Residential Mortgage Backed Securities” (RMBS), realizada por um veículo especial de financiamento sediado na República da Irlanda, denominado Magellan Mortgages No3, Plc. A operação, no montante de mil e quinhentos milhões de euros, foi liderada conjuntamente pelo Millennium investment banking, ABN AMRO, Calyon e Citigroup. A carteira titularizada é composta por créditos hipotecários originados pelo Banco Comercial Português. Esta foi a maior operação, até à data, de titularização no mercado internacional de RMBS realizada por um originador português, inserindo-se ainda na acção de optimização dos riscos ponderados do Banco Comercial Português.

Em Junho de 2005, o Banco informou da transferência para o Fundo de Pensões, numa operação fora de bolsa, a título de contribuição em espécie, de 78.956.008 acções representativas de 2,16% do capital social da EDP – Energias de Portugal S.A. detido pelo Banco. Nesta data a EDP procedeu também, de igual forma, à transferência para o seu Fundo de Pensões de 2,01% do capital social do BCP detidos por esta empresa. Após a realização destas operações, o BCP passou a deter uma participação 2,9% do capital social da EDP, sendo que a EDP passou a deter 2,35% do capital social do BCP.

Em Agosto de 2005, o Banco informou ter chegado a acordo com o Dah Sing Bank, Limited, subsidiária do grupo financeiro Dah Sing Banking Group, sediado em Hong Kong, com vista à alienação das actividades no sector bancário e segurador desenvolvidas em Macau. O Banco Comercial Português manteve a sua Sucursal de Macau. Esta transacção, envolveu a venda da totalidade do capital social do Banco Comercial de Macau, S.A., de 4% do capital social da Companhia de Seguros de Macau, SARL (sendo que 92% eram já detidos pelo Banco Comercial de Macau), e de 0,13% do capital social da Companhia de Seguros de Macau Vida, SARL (sendo o capital social remanescente detido pela Companhia de Seguros de Macau).

Em Agosto de 2005, o Banco informou ter chegado a um acordo com a Société Générale com vista à alienação da sua participação no capital social do Interbanco, S.A.. Esta transacção envolveu a venda de 50,001% do capital social do Interbanco, S.A., sujeita às necessárias autorizações regulamentares, e observados os direitos de preferência existentes no acordo entre o Banco e a SAG. Posteriormente, a SAG informou o Banco da sua decisão de exercer o direito de preferência conforme estabelecido em acordo pré-existente, indicando ao Millennium bcp o Santander Consumer como entidade compradora da posição do Banco no Interbanco, de acordo com os termos e condições acordadas entre o BCP e a Societé Générale Consumer Finance. Em Setembro de 2005, o Banco informou ter dado início aos procedimentos necessários à aprovação de distribuição de dividendo antecipado (intercalar) relativo ao exercício de 2005, no valor unitário ilíquido de 0,033 euros por acção, colocando-o à disposição dos accionistas no mês de Outubro. O montante de dividendo antecipado (intercalar) assim indicado representou um aumento de 10% face ao valor a este título distribuído no ano de 2004 e a sua distribuição enquadrou-se na política iniciada naquele ano, em linha com as melhores práticas internacionais nesta matéria, e visou, através da distribuição mais frequente de rendimentos, reforçar a remuneração aos Accionistas.

Em Setembro de 2005 o Banco e a Banca Intesa acordaram na cessação da parceria no Banco de Investimento Imobiliário, S.A. (BII) e na alienação das participações cruzadas existentes entre os dois bancos. No âmbito deste acordo o Banco Comercial Português procedeu à aquisição de 30,1% do capital social do BII que era detido pela Banca Intesa em Outubro de 2005. A Banca Intesa, por sua vez, procedeu à alienação de acções representativas de 7,43% do capital social do Millennium bcp, através do processo de “accelerated global tender”, dirigido a investidores

internacionais. O Millennium bcp alienou a participação de 2,08% na Banca Intesa por transferência para o seu Fundo de Pensões, a título de contribuição em espécie.

Em Setembro de 2005, o Fortis Bank adquiriu uma participação de 3,13% do capital social do Banco, passando a deter, em base consolidada, uma participação de 4,99% no capital social do Banco, correspondente a igual percentagem de direitos de voto.

Em Outubro de 2005, o BCP Finance Company, entidade subsidiária do Banco Comercial Português, procedeu à emissão de acções preferenciais, no montante de 500 milhões de euros, com dividendo não cumulativo e sem direito de voto. Esta operação insere-se na estratégia de disciplina de gestão da base de capital, procurando-se minimizar os custos de instrumentos de “hybrid capital”.

Em Outubro de 2005, o Banco procedeu ao pagamento de dividendo antecipado (intercalar) referente ao exercício de 2005, no valor unitário ilíquido de 0,033 euros por acção.

Em Outubro de 2005, o Banco Comercial Português comunicou ter sido informado pela Comissão de Privatização da Banca Comerciala Romana e pela "Authority for Assets Recovery" (AVAS) da sua inclusão no conjunto das duas instituições que passarão à fase seguinte do processo de negociação da referida privatização (“short list”).

Em Dezembro de 2005, foi celebrado um acordo complementar ao acordo de venda da participação de 10% no capital social da companhia de seguros Polaca PZU, S.A., realizado em 22 de Dezembro de 2004, entre o Bank Millennium e a Eureko B.V., tendo em vista a fixação do preço final, tendo a avaliação independente sido realizada por dois bancos de investimento internacionais.

Em Dezembro de 2005, o Grupo procedeu à dotação ao Fundo de Pensões de 121.377.711 acções da ONI registadas na carteira no valor de 1 euro (líquido de provisões para imparidade reconhecidas em 31 de Dezembro de 2003).

Em Dezembro de 2005, foi concluído o processo de alienação das actividades no sector bancário e segurador do Millennium bcp em Macau ao Grupo Dah Sing Bank, após obtenção das autorizações necessárias.

Em Dezembro de 2005, procedeu-se à conversão dos Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis “Capital BCP 2005”, cujo vencimento ocorreu em 30 de Dezembro de 2005, tendo o capital social realizado do Banco Comercial Português, S.A. aumentado de 3.257.400.827 euros para 3.588.331.338 euros.

Em Dezembro de 2005, o Banco Comercial Português, S.A. comunicou ter recebido da Comissão de Privatização da Banca Comerciala Romana e da "Romanian Authority for Assets Recovery" (AVAS) a informação de que não foi seleccionado como adquirente da participação de 36,88% do capital social da Banca Comerciala Romana detida pelo Estado Romeno, dado não ter apresentado a proposta financeira mais elevada.

Em Dezembro de 2005, o Banco Comercial Português informou ter celebrado um novo contrato de “outsourcing” com a IBM, com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2006. Este contrato inclui a externalização adicional de parte da infra-estrutura de sistemas de informação do Banco Comercial Português em Portugal, assim como de parte das operações no NovaBank na Grécia, por um período de 10 anos, resultando da decisão estratégica do Grupo de racionalizar os investimentos e reduzir custos na área de sistemas de informação. O contrato previa igualmente a extensão às operações do Bank Millennium na Polónia. No âmbito do acordo, a gestão dos sistemas em tecnologia Microsoft em Portugal, Polónia e Grécia, os sistemas i-Series e sistemas Unix nas operações internacionais, as comunicações entre os 3 países, o segundo centro de

informática no Tagus Park, e a continuidade de operações associadas passou a estar, a partir de 1 de Janeiro de 2006, a cargo da IBM.

Em Janeiro de 2006, foi concluída a alienação da participação de 50,001% no capital social do Interbanco, S.A., ao Santander Consumer Finance, S.A., entidade nomeada pela SAG GEST - Soluções Automóvel Globais, SGPS, S.A., no âmbito do exercício do direito de preferência. Em Fevereiro de 2006, o Millennium bcp anunciou a celebração de um acordo com a Caisse Nationale des Caisses d'Epargne, envolvendo a aquisição pelo grupo financeiro em que esta instituição financeira francesa se integra de uma participação correspondente a 80,1% do capital social do Banque BCP França e Banque BCP Luxemburgo e, bem assim, a celebração de acordos de cooperação, tendo em vista prosseguir o desenvolvimento de actividades bancárias no âmbito das remessas financeiras provenientes dos dois mercados. A execução desta transacção encontrava-se nesta data sujeita às necessárias autorizações regulamentares das autoridades competentes.

Em Fevereiro de 2006, foi aprovada pelo Conselho de Ministros de Angola a criação do Banco Millennium Angola, um banco de direito local com o capital social de 25 milhões de dólares integralmente detido pelo Millennium bcp, permitindo iniciar uma nova fase da sua presença naquele mercado.

Em Março de 2006, foi anunciada a realização de um aumento do capital social do Banco Comercial Português, S.A. para 3.611.329.567 euros, tendo sido celebrada escritura pública de aumento de capital, correspondente a 22.998.229 acções, resultante do exercício do Programa de “Stock Options” atribuído em Abril de 2003 aos Colaboradores.

Em Março de 2006, foi efectuado o anúncio preliminar de lançamento de Oferta Pública Geral de Aquisição de Acções representativas do Capital Social do Banco BPI, S.A.. A contrapartida oferecida, em numerário, era constituída pela importância de 5,70 euros por cada acção, tendo posteriormente sido revista para 7,00 euros por acção, estando a operação sujeita à obtenção das aprovações, não oposições e autorizações administrativas exigíveis nos termos da lei portuguesa ou de legislação comunitária ou estrangeira eventualmente aplicáveis.

Em Março de 2006, foi anunciado pela Standard & Poor’s Ratings Services a melhoria das notações atribuídas às responsabilidades de Longo Prazo e de Curto Prazo do Banco Comercial Português S.A., de “A-“ e “A-2”, para “A” e “A-1”, respectivamente, tendo sido alterado em simultâneo o “Outlook” de “Positivo” para “Estável”.

Em Abril de 2006, o Millennium bcp informou ter deliberado solicitar à Comissão de Supervisão Bancária da Polónia autorização para elevar a sua participação no capital social e respectivos direitos de voto do Bank Millennium, S.A., de 50% até ao máximo de 66%, com vista a poder deliberar, futura e oportunamente, quanto à forma, montante e momento mais adequados para proceder ao reforço da sua participação naquele Banco, tendo em conta, designadamente, a envolvente económica, legal e as condições de mercado. Ao abrigo da legislação em vigor na Polónia, à data da operação, tal reforço de participação não determina obrigatoriedade de lançamento de oferta geral de aquisição. Esta autorização viria a ser concedida em Novembro de 2006.

Em Março de 2006, realizou-se a Assembleia Geral Anual do Banco Comercial Português, S.A.. Entre as deliberações aprovadas salienta-se a alteração do modelo de governação do Banco, adoptando-se um modelo dualista com efeitos a partir de 30 de Junho de 2006. Procedeu-se também à eleição do Conselho Geral e de Supervisão para o mandato 2006/2008 e do Revisor Oficial de Contas para o mandato 2005/2007, ambas para produzir também efeitos a partir de 30 de Junho de 2006.

Em Abril de 2006, o Millennium bcp obteve o Certificado de Qualidade pela norma internacional ISO 9001:2000 pela entidade certificadora internacional BVQi-Bureau Veritas Quality International. Esta certificação foi atribuída ao seu Sistema de Gestão de Qualidade, no âmbito da concepção, desenvolvimento, comercialização e acompanhamento de produtos financeiros relacionados com a abertura de conta, crédito habitação e pessoal, bem como a gestão de reclamações dos clientes.

Em Maio de 2006, o Millennium bcp informou que a sua subsidiária bcpbank N.A., sediada em Newark, estado de New Jersey, Estados Unidos da América, divulgou ter celebrado em 26 de Maio de 2006 um acordo com o "Office of the Comptroller of the Currency" dos Estados Unidos da América, estabelecendo um conjunto de medidas tendo em vista reforçar e adequar os processos de gestão aos planos estratégicos de crescimento orgânico do Banco.

Em Junho de 2006, na sequência da decisão divulgada pela EDP - Energias de Portugal, em iniciar o processo de alienação da participação de 56,61% por si detida no capital social da ONI SGPS, o Millennium bcp tornou pública a sua disponibilidade para, no âmbito desse processo, vir também, e em condições adequadas à salvaguarda dos seus interesses patrimoniais, a alienar a sua participação naquela mesma empresa.

Em Junho de 2006, o Banco de Portugal comunicou ao Millennium bcp a sua deliberação, nos termos e para os efeitos do artigo 103º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, de não oposição à aquisição, através de Oferta Pública de Aquisição, de participação qualificada pelo Banco Comercial Português e/ou pela BCP Investment, B.V., sociedade indirectamente dominada pelo Banco Comercial Português, no Banco BPI, S.A. até 100% do capital social e correspondentes direitos de voto.

Em Junho de 2006, o Millennium bcp foi notificado pela Autoridade da Concorrência de um projecto de decisão no âmbito da apreciação, pela Autoridade, da Oferta Pública de Aquisição sobre a totalidade das acções representativas do capital social do Banco BPI, S.A., que determina a passagem do processo a uma investigação aprofundada. Em Julho, foi confirmada esta decisão, passando o processo à segunda fase prevista na Lei da Concorrência, a qual prevê que a mesma tenha a duração máxima de 90 dias úteis.

Em Julho de 2006, o Instituto de Seguros de Portugal informou o Millennium bcp da sua deliberação de não se opor ao projecto do Banco em adquirir directamente e/ou através da BCP Investment, B.V., sociedade indirectamente dominada pelo Banco Comercial Português, acções representativas até à totalidade do capital social do Banco BPI, S.A. e correspondentes direitos de voto.

Em Julho de 2006, o Millennium bcp informou ter sido lançada a operação de securitização de crédito hipotecário Magellan Mortgages No 4, e fixados os respectivos termos finais, no montante de 1.500 milhões de euros, permitindo a obtenção de fundos a longo prazo e em condições de preço favoráveis.

Em Julho de 2006, o Millennium bcp concretizou a alienação de 80,1% do capital do Banque BCP França e do Banque BCP Luxemburgo à instituição financeira francesa Groupe Caisses d’Epargne, mantendo o Banco uma participação de 19,9% em cada uma das instituições. Entraram também em vigor os acordos de cooperação com a entidade adquirente, com vista a prosseguir a prestação de serviços bancários no âmbito das remessas financeiras provenientes daqueles dois mercados.

Em Julho de 2006, o Millennium bcp reiterou o interesse no lançamento de uma operação de raiz na Roménia, e iniciou a fase de preparação da documentação a submeter às autoridades locais no âmbito do pedido das licenças e autorizações necessárias.

Em Setembro de 2006, o “rating” do Bank Millennium foi revisto em alta, pela Standard & Poor's, passando de Bbpi para BBBpi.

Em Novembro de 2006, o Banco procedeu ao pagamento de dividendo antecipado (intercalar) referente ao exercício de 2006, no valor unitário ilíquido de 0,037 euros por acção.

Em Novembro de 2006, foi celebrado o acordo do Banco Comercial Português e do Fundo de Pensões do Grupo BCP com a EDP - Energias de Portugal tendo em vista a alienação da totalidade da participação de 1.000 acções da ONI SGPS, representativas de 23,062% do capital social, pelo valor de 1 euro.

Em Novembro de 2006, foi concretizada a primeira operação de securitização de crédito hipotecário do Millennium bank na Grécia (anteriormente a operar sob a designação de NovaBank) no montante de 600 milhões de euros, a primeira do género realizada por uma subsidiária de um banco português.

Em Dezembro de 2006, concluiu-se a oferta pública de aquisição parcial de até 16% do capital social do Bank Millennium, S.A., tendo sido adquiridas 131.701.722 acções, representando 15,51% do capital e direitos de voto. O Banco Comercial Português, S.A. elevou assim a sua participação para 556.325.794 acções, correspondentes a 65,51% do capital e direitos de voto. Em Dezembro de 2006, concluiu-se a alienação à instituição financeira canadiana BMO Financial Group de 100% do capital do bcpbank Canada.

Em 29 de Janeiro de 2007, o Banco Comercial Português informou ter celebrado com sociedades do Grupo Santander (Portugal) e com o Fundo de Pensões do Grupo BCP, representado pela sociedade gestora PensõesGere, contratos de compra e venda, sujeitos às autorizações legalmente aplicáveis, para aquisição pelo Banco Comercial Português de acções representativas do capital social do Banco BPI, correspondentes a 10,5% do respectivo capital social e sobre compromisso relativo ao processo de eventual venda de activos.

Em 16 de Março de 2007, a Autoridade da Concorrência informou o Banco Comercial Português, S.A. sua decisão final (“Decisão Final”) de não oposição à concentração do Millennium BCP/BPI através da Oferta Pública de Aquisição lançada pelo Millennium bcp, acompanhada da imposição de condições e obrigações. Os Compromissos constantes da Decisão incidem sobre: alienação das participações do BCP e do BPI na UNICRE; desenvolvimento de uma operação de “acquiring”; transferência de Sucursais através de processo de venda e; medidas relativas à mobilidade dos Clientes Empresa.

Em 23 de Março de 2007, o Banco Comercial Português, S.A. e a BCP Investment B.V. (“Oferentes”) informaram que foi entregue na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários a actualização do pedido de registo da Oferta Pública de Aquisição Geral e Voluntária de acções do Banco BPI, S.A..

Em 28 de Março de 2007, anúncio pela Standard & Poor's Ratings Services da revisão de “estável” para “positivo”, do “outlook” do Banco Comercial Português, S.A. (Millennium bcp) e o da sua subsidiária para a banca de investimento, Banco Millennium bcp Investimento, S.A.. Em 5 de Abril de 2007, o Banco Comercial Português, S.A. informou ter sido concedido pela CMVM o registo da oferta pública de aquisição geral e voluntária de acções do Banco BPI, S.A..

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