Os dados foram coletados no sistema Economática e inseridos no software Eviews para se estimar o modelo de regressão.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os gráficos das duas séries temporais estão ilustrados na Figura 1:
Fonte: Autor
Figura 1 – Pontuação dos índices IGC e Ibovespa de Jun/2001 a Mar/2010.
A valorização semelhante do IGC e do Ibovespa, constatada na Figura 1, insinua forte correlação dos dados. Entretanto, séries temporais podem apresentar o grave problema de tendência ao longo do tempo, ou seja, o crescimento de ambas variáveis ao longo do tempo pode ser explicado apenas pela tendência natural de subida dos preços dos ativos e não pela relação entre os dois índices. Para evitar que este modelo de regressão tenha resultado espúrio, serão realizadas transformações nas séries. Inicialmente é utilizada a primeira diferença das duas séries de preços.
A Figura 2 abaixo mostra o gráfico da primeira diferença das duas séries, denominadas DIGC e DIBV. Pode-se visualizar que ambas as séries não tem variância constante ao longo do tempo, logo são heteroscedásticas.
Fonte: Autor
Figura 2 – Pode-se visualizar nas duas séries que a variância não é constante ao longo do tempo.
Para controlar este problema foi utilizado o Log das séries temporais, denominadas LIGC (IGC) e LIBV (IBV). Os gráficos das duas séries, com transformação logarítmica, estão na Figura 3:
Fonte: Autor
Figura 3 – Séries IGC e IBV transformadas em logaritmo.
Deve-se observar se as séries temporais são estacionárias, já que isto é uma exigência para a estimação de um modelo confiável. Uma das formas de verificar a estacionariedade de uma série temporal é por meio do teste de raiz unitária. Uma série é estacionária quando não possui raiz unitária (Gujarati, 2000)
A ferramenta utilizada foi o teste ADF (Dickey-Fuller Aumentado), que possui em sua aplicação a hipótese nula de que a série em estudo possui raiz unitária.
Pelos valores encontrados não se pode rejeitar a hipótese nula de que LIGC e LIBV tem raiz unitária em nível.
Para adequar LIGC e LIBV ao estudo e obter uma série com os rendimentos mensais do período, foi tirada a primeira diferença de ambas as séries em logaritmo, que serão denominadas respectivamente DLIGC e DLIBV.
Segue a forma das novas séries na Figura 4 abaixo.
Fonte: Autor
Figura 4 – Séries DLIGC e DLIBV
A fim de garantir que as duas séries são estacionárias, foi feito o teste ADF de raiz unitária.
A Tabela 1 mostra o resultado do novo teste ADF. Para cada série, foram realizados os três tipos de teste ADF, utilizando Constante; Constante e Tendência;
e, sem nenhum dos dois anteriores.
Tabela 1 – À esquerda estão os resultados do teste ADF para DLIGC e à direita para DLIBV.
Estatística-t Prob.*
-9,159236 0,0000 -3,494378
-2,889474 -2,581741
Estatística-t Prob.*
-9,114915 0,0000 -4,048682
-3,453601 -3,152400
Estatística-t Prob.*
-5,369247 0,0000 -2,587607
-1,943974 -1,614676 Hipótese Nula: DLICG possui raiz unitária
Hipótese Nula: DLICG possui raiz unitária
Hipótese Nula: DLICG possui raiz unitária
Nível 5%
Estatística - Teste ADF
Valores Críticos:
Estatística - Teste ADF
Estatística - Teste ADF
Nível 10%
Nível 1%
Nível 5%
Nível 10%
Exógeno: Nenhum
Nível 1%
Nível 10%
Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIGC
Exógeno: Constante, Tendência
Valores Críticos:
Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIGC Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIGC
Exógeno: Constante
Valores Críticos:
Nível 1%
Nível 5%
Estatística-t Prob.*
-8,725818 0,0000 -3,494378
-2,889474 -2,581741
Estatística-t Prob.*
-8,695886 0,0000 -4,048682
-3,453601 -3,152400
Estatística-t Prob.*
-8,643565 0,0000 -2,587387
-1,943943 -1,614694 Hipótese Nula: DLIBV possui raiz unitária
Hipótese Nula: DLIBV possui raiz unitária
Hipótese Nula: DLIBV possui raiz unitária Estatística - Teste ADF
Estatística - Teste ADF
Nível 10%
Nível 10%
Nível 1%
Nível 5%
Exógeno: Nenhum
Valores Críticos:
Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIBV
Estatística - Teste ADF
Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIBV
Exógeno: Constante, Tendência
Valores Críticos:
Nível 1%
Nível 5%
Teste de Dickey-Fuller Aumentado - DLIBV
Exógeno: Constante
Valores Críticos:
Nível 1%
Nível 5%
Nível 10%
Fonte: Autor
Conforme verificado na Tabela 1 acima, os valores obtidos na estatística t, para os três testes realizados em cada série, permitem rejeitar a hipótese nula ao nível de 1% de significância.
Após as etapas de ajuste, as séries de dados utilizadas neste estudo possuem as seguintes características:
1. Heterocedasticidade e Auto-Correlação corrigidas por Newey West;
2. Séries são estacionárias (não possuem raiz unitária);
3. Séries DLIGC e DLIBV representam os índices em termos de rendimento, já que a diferença em Logs pode ser utilizada para representar mudanças proporcionais (Wooldridge, 2006). As variáveis do estudo, em termos de rendimento mensal, serão representadas na
seguinte forma: .
Considerando que a amostra utilizada nesta pesquisa respeita os pressupostos para a estimativa de um modelo confiável, procedeu-se o cálculo do modelo de regressão. Os valores estimados do modelo de regressão linear simples, mostrado na Equação 1, estão apresentados na Tabela 2:
Tabela 2 - Resultados da estimação da Equação 1.
Coeficiente Erro-Padrão Estatística t Valor-p
C 0,004157 0,002812 1,478623 0,1423
DLIBV 0,914051 0,035255 25,92715 0,0000
R quadrado 0,869013 Média da Var. Dep. 0,012637
R quadrado ajustado 0,867741 Desvio-padrão da Var. Dep. 0,077271 Erro-Padrão da regressão 0,028102 Critério de Info, de Akaike -4,287121 Soma dos quadrados dos Resid. 0,081339 Critério de Schwarz -4,236570
Estatística F 683,3384 Estatística Durbin Watson 2,125704
Prob. (Estatística F) 0,000000
Fonte: Autor
Pode-se observar nos resultados o valor R² aproximado de 0,86. Isto significa que, ao adotar o Ibovespa (variável independente do modelo) como índice de mercado, por volta de 86% da volatilidade do IGC (variável dependente do modelo) é explicada pelo risco sistemático, não diversificável.
O Beta encontrado tem valor aproximado de 0,91 e é significativamente diferente de zero (t = 25,92).
O valor do intercepto não é significativamente diferente de zero, desta forma não há evidências que o IGC tenha obtido retornos anormais, isto é, obtenção de maior retorno perante uma menor taxa de risco quando comparado ao Ibovespa.
Foi feito cálculo da estatística t para a hipótese Beta diferente de 1. Com base na tabela de estatística t, o valor obtido permite rejeitar a hipótese nula (Beta = 1) com 5% de significância. A Equação 2 abaixo apresenta o cálculo:
(2) t calculado: 0,914051 – 1 = -2,43792 0,035255
Por último é verificada a normalidade dos resíduos. Esta investigação é necessária, pois os testes de hipótese – como os testes t aqui realizados – assumem que os erros e a variável dependente tem distribuição normal. Se esta hipótese não for confirmada, os resultados estimados pelo modelo de regressão não serão válidos (Gujarati, 2000). Para este problema, foi utilizado o Teste Jarque-Bera, que possui como hipótese nula a distribuição normal dos resíduos.
A Figura 6 mostra o histograma da distribuição dos resíduos e o valor do teste Jarque-Bera. A estatística obtida tem o valor aproximado de 3,29. Por este resultado, não se rejeita a hipótese de normalidade dos resíduos. Dessa forma, os valores estimados no modelo de regressão são válidos.
Fonte: Autor
Figura 6 – Distribuição dos resíduos estimados da Equação 1.
Com os resultados obtidos, pode-se afirmar que a relação de risco entre o IGC e o Ibovespa é positiva e significante, e que o IGC possui risco inferior ao risco de mercado, quando este é medido pelo Ibovespa, tendo em conta o valor β estimado (+0,91) com valor positivo e menor do que 1.
Por este modelo, espera-se que quando o mercado (Ibovespa) oscilar 1%, as empresas com boas práticas de governança (IGC) terão uma oscilação menor, próxima a 0,91%, reforçando o pensamento que a governança corporativa efetivamente causa impactos positivos para as empresas que a adotam.
Um aspecto observado pelos investidores para tomar suas decisões de investimento é a relação Risco x Retorno. Diretamente proporcionais, um maior risco trará uma maior exigência de retorno. Tomando-se as empresas com boas práticas de governança como menos arriscadas, pode-se deduzir que estas deverão conseguir obter fontes de capital a um custo mais baixo. Isto pode ser realizado, quando se consegue emitir títulos de dívida com taxas de juros menores, tal como afirmado por Bhojraj e Sengupta (2003). Isto pode propiciar uma melhor saúde financeira para a empresa, que terá uma melhor capacidade para fazer investimentos, aumentando a probabilidade de alcançar resultados positivos em suas atividades, que por fim impactarão positivamente no valor de suas ações.
De acordo com o que foi observado neste capítulo, prevê-se que, a partir de um fator (redução do risco), as empresas com boas práticas de governança
corporativa poderão obter uma série de condições favoráveis para as suas atividades, que servirá de impulso para a contínua geração de valor aos seus acionistas.
Além de se beneficiarem internamente, o sucesso destas empresas deverá atrair mais investidores, o que estimulará o desenvolvimento deste mercado de capitais.
5 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
Este estudo buscou avaliar as práticas diferenciadas de governança corporativa e seu impacto na redução do risco do mercado brasileiro, pela relação do Índice de Governança Corporativa Diferenciada (IGC) com o Índice Bovespa (Ibovespa).
Pesquisas em várias partes do mundo indicam que o aprimoramento destas práticas pode trazer grandes benefícios às empresas. Esta recompensa pode vir de algumas maneiras como: valorização das ações; redução do risco; acesso a fontes de capital com custo menor; redução de conflitos societários; melhoras no desempenho operacional da empresa; e incentivo ao desenvolvimento dos mercados financeiros locais.
Algumas análises em países emergentes demonstraram uma forte sensibilidade do investidor em optar pelas empresas com maior governança. O caso da Rússia, por exemplo, impressiona pela forte aversão do estrangeiro a investir naquele país sem que haja maiores garantias que as oferecidas pelo sistema local.
Embora seja um fenômeno bastante recente no Brasil, é notório o aumento da preocupação da BM&FBOVESPA em amenizar as deficiências do sistema legal, por meio da criação de contratos privados com as empresas de capital aberto. Esses contratos são realizados por meio da adesão aos segmentos diferenciados de governança corporativa no âmbito da BM&FBOVESPA, que são o Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado. Pesquisas apontam que o Novo Mercado é o mais efetivo no sentido de buscar maior transparência e passar maior confiança aos investidores.
O interesse por este assunto está também presente nos proprietários das empresas brasileiras. No mercado nacional, grande parte dos IPOs realizados nos últimos anos foi feita dentro do Novo Mercado. O forte crescimento do mercado de capitais brasileiro na última década e a cada vez mais freqüente emissão de ADRs brasileiros nas bolsas americanas podem ser em parte explicados pela maior qualidade de gestão nas empresas brasileiras.
Não somente aos olhos do grande investidor, mas também para os pequenos investidores, os benefícios das boas práticas de governança são evidentes. Exemplos para isso são: a emissão exclusiva de ações ordinárias que possuem direito a voto; tag along 100% aos acionistas minoritários; e utilização da
Câmara Arbitral no Nível 2 e Novo Mercado, que dá maior celeridade e credibilidade nas decisões judiciais. Cabe lembrar que estas são estratégias de gestão não exigidas em lei, sendo de livre adoção pelas empresas que as quiserem implementar.
Apesar dos avanços no mercado brasileiro, ainda persistem algumas características que tendem a gerar custos aos investidores, como: controles piramidais, ações sem direito a voto, e disparidade entre direitos de controle e direitos sobre o fluxo de caixa.
O modelo econométrico de regressão simples, utilizado neste trabalho, buscou capturar a relação de risco entre o IGC e o Ibovespa por meio do índice β. A estimativa obtida é estatisticamente diferente tanto de zero quanto de um, o que indica que entre o IGC e o Ibovespa há uma relação de risco positiva e também que o IGC é menos arriscado que o mercado tradicional, tendo o Ibovespa como índice de mercado.
Apesar do resultado positivo encontrado, algumas ressalvas devem ser feitas ao estudo, dentre elas estão:
1. Existem ações que fazem parte do Ibovespa e do IGC, prejudicando uma análise distinta para os índices;
2. Estão incluídas no IGC as empresas listadas no Nível 1, Nível 2 e Novo Mercado. Conforme visto, o Novo Mercado tem mais relevância que os outros dois níveis. Uma análise com mais recursos, separando as empresas deste segmento, pode fornecer resultados mais precisos sobre os impactos da governança corporativa;
3. Embora menos conhecido, o IBrX poderá retratar melhor a situação do mercado nacional. O Ibovespa possui forte dependência em algumas empresas – como Vale e Petrobrás – e sua forma de cálculo se baseia na liquidez das ações, e não no valor de mercado das empresas, como é usualmente feito em outros índices de mercado no mundo.
Como recomendação a novos estudos, pode ser criada uma proxy para o Índice de Governança Corporativa Diferenciada formada apenas por empresas do Novo Mercado, e outra para um índice de mercado que não contemple as mesmas ações do Novo Mercado. Assim, poderia ser feita uma análise apurada com duas carteiras de ações totalmente distintas.
REFERÊNCIAS
ANDIMA. Câmara de Arbitragem. Disponível em <http://www.andima.com.br>
Acesso em: 30 mai. 2010.
BAEK, J. S.; Kang, J. K.; PARK, K. S. Corporate governance and firm value:
evidence from the Korean financial crisis, Journal of Financial Economics, 71:
265—313, 2004
BHOJRAJ, S.; SENGUPTA, P. Effects of Corporate Governance on Bond Ratings and Yields: The Role of Institutional Investors and Outside Directors, Journal of Business, 76 (3), 2003
BLACK, B. The Corporate Governance Behavior and Market Value of Russian Firms.
Emerging Markets Review, 2, 89-108, 2001
BM&FBOVESPA. Governança Corporativa. Disponível em
<http://www.bmfbovespa.com.br>. Acesso em 30 mai. 2010.
BRASIL. LEI Nº. 10.303, DE 31 DE OUTUBRO DE 2001. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br> Acesso em: 10 mai. 2010.
BRASIL. LEI Nº. 11.638, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2007. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br> Acesso em: 10 mai. 2010.
BROWN, L. D.; Caylor, M. L. The correlation between corporate governance and company performance. Institutional Shareholder Services White Paper, 2004 CARVALHO, A. G. de Governança Corporativa no Brasil em Perspectiva. Revista de Administração, 37 (3), 19-33, 2002
DAILY, C. M.; DALTON, D. R.; CANNELLA JR, A. A. Corporate governance:
Decades of Dialogue and Data. Introduction to Special Topic Forum, Academy of Management Review, 28(3), 371-382, 2003
GIBSON, M. S. Is Corporate Governance Ineffective in Emerging Markets? The Journal of Financial and Quantitative Analysis, Vol. 38, No. 1, p. 231-250, 2003 GOMPERS, P.; ISHII, J.; METRICK, A. Corporate Governance and Equity Price. The Quarterly Journal of Economics, 118 (1), 107-155, 2003
GUIAR, A. B.; CORRAR, J. L.; BATISTELLA, F. D. Adoção de Práticas de
Governança Corporativa e o Comportamento das Ações na BOVESPA: Evidências Empíricas. Revista de Administração, 39 (4), 338-347 , 2004
GUJARATI, D. N. Econometria Básica. 3ª edição. São Paulo: Makron Books, 2000.
HART, O. Corporate Governance: Some Theory and Implications, The Economic Journal, 105 (430), 678-689, 1995
HILL, R. C.; GRIFFITHS, W. E.; JUDGE, G. G. Econometria. 2ª edição. São Paulo:
Saraiva, 2003.
IBGC. Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, Setembro, 2009. Disponível em <http://www.ibgc.org.br>. Acesso em: 30 mai. 2010.
JENSEN, M. Agency Costs of Free Cash Flow, Corporate Finance, and Takeovers, American Economic Review, 76, 323-329, 1986
JENSEN, M.; MECKLING, W. Theory of the firm: managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of Financial Economics, Rochester, v.3, n.4, p.305-360, 1976
JOH, S. W. Corporate Governance and Firm Profitability: evidence from Korea before the economic crisis. The Journal of Financial Economics, 68, 287-322, 2003
KLAPPER, L.; LOVE, I. Corporate governance, investor protection, and performance in emerging markets. Journal of Corporate Finance, Elsevier, v.10, n.5, p.703-728, 2004
LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANDEZ, F.; SHLEIFER, A.; VISHNY, R. Investor Protection and Corporate Governance. Journal of Financial Economics, 58, 3-27, 2000
__________.__________.__________.__________. Investor protection and Corporate Valuation. Journal of Finance, Malden, v.57, n.3, p.1147-1170, 2002 LAMEIRA, V. J.; NESS JR, W. L.; MACEDO-SOARES, T. D. L.V.A. Governança Corporativa: impactos no valor das companhias abertas brasileiras, Revista de Administração, 42(1) 64-73, 2007
LEAL, R. P. C. Governance practices and corporate value: a recent literature survey.
Revista de Administração, 39 (4), 327-337, 2004
LEAL, R. P. C.; BORTOLON, P. M. (2009) A Governança Corporativa das Empresas Brasileiras e a Crise Financeira de 2008. In: Renata Weingrill
Lancellotti, Joaquim Rubens Fontes Filho. (Org.). Governança em Tempos de Crise.
1 ed. São Paulo: Saint Paul Editora, v. 1, p. 21-37.
MALACRIDA, M. J. C.; YAMAMOTO, M. M. Governança Corporativa: nível de evidenciação das informações e sua relação com a volatilidade das ações do IBOVESPA. Revista Contabilidade e Finanças, v. 3, p. 65-79, 2006
MALVESSI, O. Criação ou destruição de valor ao acionista. Revista Conjuntura Econômica, v.54, n.1, 2000
OKIMURA, R. T.; SILVEIRA, A. M.; ROCHA, K. C. Estrutura de propriedade e desempenho corporativo no Brasil. RAC-Eletrônica, v.1, n.1, art.8, p.119-135, 2007 Disponível em: <http://www.anpad.org.br/rac-e>. Acesso em: 01/05/2010