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3 BASE DE DADOS

3.1 Procedimentos iniciais e valor bruto da produção

A estrutura básica da base de dados do modelo BIM-T guarda uma estreita similaridade com a estrutura do modelo ORANI, e esta é dependente, sobremaneira, das informações de uma matriz de insumo-produto (I-P) para uma economia a nível nacional. A matriz I-P constitui a imagem da economia brasileira em um determinado ano. Utilizamos as informações contidas na matriz de insumo-produto de 2005, calculada pelo IBGE, a qual representa um conjunto de tabelas que detalha as operações de produção e consumo por atividade econômica (IBGE, 2008a). São quatro tabelas listadas nas contas nacionais do IBGE: i) Recursos de Bens e Serviços; ii) Usos de Bens e Serviços a Preços de Consumidor; iii) Oferta e Demanda da Produção Nacional a Preço Básico; iv) Oferta e Demanda de Produtos Importados. Originalmente, essas tabelas são compostas por 110 produtos e 55 setores econômicos, de acordo com o Novo Sistema de Contas Nacionais do IBGE.

Entretanto, essas tabelas sofreram uma série de transformações a fim de adequá-las ao modelo BIM-T, uma vez que os setores potencialmente diferenciados produzem um produto único. Primeiramente, elas foram convertidas para uma estrutura setor x setor. Para isso, fez-se uma matriz, cota de mercado (market-share), a partir do cálculo das participações de produção de cada bem dentro de cada setor da tabela “Recursos e Bens e

Serviços”. Em um passo seguinte, multiplicamos a transposta da market-share (55 x 110)

pelas demais tabelas (110 x 55), gerando tabelas de dimensão 55 x 55. Esse procedimento é bem comum para nosso propósito e apresenta resultados consistentes em relação aos

dados originais. Ademais, existe uma hipótese importante em relação a esta medida: a alocação da demanda acompanha a participação de cada atividade na produção do bem.

Um problema enfrentado diz respeito às margens. Na matriz de “Recursos e Bens e

Serviços” do IBGE, alguns bens tradables são produzidos por setores de serviços, e

produtos non-tradables, por setores tradables. Se fosse mantida essa estrutura, a transformação pelo uso da matriz de market-share para os vetores de margens (comércio e transporte), que originalmente apresentavam uma dimensão 110 x 1, poderia gerar valores positivos em alguns setores de serviços. Teríamos, portanto, a existência de margens para alguns setores non-tradables.

Para contornar o problema, antes do cálculo da matriz de market-share, as referidas produções foram realocadas para mais representativas. Por exemplo, na matriz de

“Recursos e Bens e Serviços”, observamos que cerca de R$ 33 milhões do produto de soja

e grão foram produzidos pelo setor da Administração Pública e Seguridade Social. Esse valor, que representa 0,14% do total da produção do bem, foi transferido para o setor de agricultura, silvicultura e exploração florestal, a fim de evitar valores positivos de margens para o referido serviço, no momento em que o vetor de margens tenha sido transformado da dimensão 110 x 1 para 55 x 1.

Uma exceção a esse procedimento ocorreu no setor de Transporte, Armazenagem e Correio. Na tabela “Recursos e Bens e Serviços” do IBGE, o produto de transporte de carga é também produzido pelo setor de Comércio (R$ 905 milhões ou 0,86% do total da produção desse produto) e pelo setor de Administração Pública e Seguridade Social (R$ 2 bilhões). Ambos os valores foram realocados para o setor de transporte, armazenagem e correio. A produção de transporte de passageiros sofreu uma transformação similar, cuja mudança representou a transferência de R$ 11 milhões do setor de Administração Pública e Seguridade Social para o setor de Transporte, Armazenagem e Correio. Essas alterações foram necessárias para facilitar a desagregação do VBP do setor de transporte por tipo de mercados e por modais.

Em um passo seguinte, optamos por manter as relações de compra e venda dos produtos da agricultura e pecuária, conforme as tabelas originais do IBGE, por se tratar de produtos homogêneos no modelo. As tabelas originais (110 x 55) e as transformadas (55 x 55)

foram combinadas. Desse modo, é possível que um setor homogêneo possa produzir mais de um produto, ao passo que os setores potencialmente diferenciados produzem apenas um bem. Esse último aspecto está em consonância com a especificação do modelo BIM-T, visto que os setores com retornos crescentes de escala estão restritos a produzir um bem diferenciado único.

De posse dessas tabelas combinadas, a próxima etapa constituiu a abertura do setor de transporte: Transporte, Armazenagem e Correio. As quatro tabelas das contas nacionais do IBGE já fornecem, pela ótica das linhas, uma desagregação desse setor entre os seguintes produtos: Transporte de carga; Transporte de passageiro e Correios. Aproveitamos essas informações para as aberturas dos modais de transporte de carga e de passageiro. A ideia foi manter e respeitar as informações iniciais disponibilizadas pelo IBGE e desagregá-las consistentemente por modais, a partir de várias participações construídas mediante pesquisas e diversas fontes relacionadas.

Para a desagregação do valor bruto da produção (VBP) e dos demais indicadores entre os modais de transporte, usamos inicialmente os dados do estudo divulgado em 2008,

“Economia do Turismo - Uma Perspectiva Macroeconômica 2000-2005” do IBGE (IBGE,

2008b). Nessa edição, prevaleceram as informações contidas no Sistema de Contas Nacionais, de maneira que a classificação de algumas das atividades considerou os serviços que pouco ou nada se relacionam com a economia do turismo. É o caso, por exemplo, do transporte ferroviário, aquaviário e rodoviário, que tem grande parte dos seus resultados decorrentes do transporte de carga. Mesmo os serviços incluídos ao transporte de passageiros podem estar sujeitos à influência dos transportes de massa urbanos, o que acaba também não sendo um serviço característico do turismo (IBGE, 2009a).

Assim, os resultados de serviços de transporte do estudo publicado em 2008 pelo IBGE são maiores que as edições posteriores por levar em conta o transporte de carga e outros serviços desassociados ao turismo. Cabe ressaltar que a edição seguinte, 2003-2006, apresentou uma revisão no que tange à definição das atividades associadas à economia do turismo, o que constituiu um aprimoramento dos principais agregados macroeconômicos, bem como os seus principais indicadores (IBGE, 2009a). Na edição (2009), basicamente as principais mudanças em relação às atividades de transporte consistiram: i) ferroviário: excluídas as atividades de transporte de carga, de passageiro interur bano e urbano e

metroviário; ii) rodoviário: excluídas as atividades de transporte de carga, de produtos perigosos, de mudanças e de passageiro regular urbano; iii) aquaviário: foram excluídas as atividades de transportes por navegação interior de cargas, de passageiros ferroviários e metroviários. Encontra-se suprimido o transporte de carga interurbano, urbano e de passageiros urbanos (realizado no meio urbano ou em seu entorno, como as travessias de rios, lagos, lagoas, canais, baías, entre outros).

Em virtude do estudo sobre a economia do turismo, divulgado em 2008, levar em conta grande parte dos serviços de transporte, de ambos os mercados para os principais modais, os resultados disponibilizados tornaram-se a fonte primária de dados para o trabalho de desagregação do modelo. Podemos comparar os valores dos indicadores desse estudo com os da matriz I-P do IBGE de 200574 e notar que as diferenças são bem pequenas (Tabela 3.1).

Tabela 3.1 – Indicadores para a abertura do serviço de transporte de 2005 (R$ milhões)

Na Tabela 3.1, o VBP do setor de transporte entre as duas fontes de informação registrou uma diferença de -0,26%, enquanto o consumo intermediário apresentou uma discrepância de 2,46% e o consumo das famílias brasileiras exibiu uma diferença de 1,55%. Em ambos os indicadores, observa-se a predominância do transporte rodoviário, acompanhado por transporte aéreo e atividades auxiliares de transporte (e.g. operação de terminais rodoviários e ferroviários, exploração de estacionamentos e edifícios-garagem; operação

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São valores originais da matriz I-P do IGBE de 2005, sendo um procedimento ex-ante das transformações descritas anteriormente.

Informações Categoria VBP Consumo

Intermediário

Consumo das famílias

Economia do turismo Serviços de transporte ferroviário 7136 4313 1546

Serviços de transporte rodoviário 105240 50102 46351

Serviços de transporte aquaviário 9558 5696 958

Serviços de transporte aéreo 18954 13725 6712

Serviços auxiliares dos transportes 25631 11137 4889

Atividade de agências e org. de viagens 3399 1619 1047

Total 169918 86592 61503

Matriz de insumo-produto Transporte de carga e de passageiros 170366 84513 60566

Diferença -0,26% 2,46% 1,55%

de portos, serviços de pilotagem e rebocagem em portos e estuários, serviços de vistoria em embarcações; operação de aeroportos, controle de tráfego aéreo, serviços de limpeza de aeronaves). Portanto, diante das pequenas diferenças apresentadas, a utilização da estrutura do estudo de turismo do IBGE (2008b) é válida e, assim, foi referência para o processo de abertura do setor de transporte no modelo.

Entretanto, podemos notar que as informações da Tabela 3.1 são apresentadas por categorias de transporte, porém não distingue qual é a parcela de carga e de passageiro dentro de cada serviço. Diante disso, a segunda fase da desagregação constituiu o cálculo das participações entre esses dois mercados, de carga e de passageiro, para as categorias listadas na Tabela 3.1. Nessa tarefa, utilizamos os dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) do IBGE de 2005 (IBGE, 2005). Nos dados utilizados, o VBP é praticamente igual à receita operacional líquida (ROL) mais as subvenções, conforme a Tabela 3.2.

Tabela 3.2 – Indicadores dos serviços de transporte de 2005 - PAS (R$ milhões)

Usamos desta identidade para a abertura do VBP dos modais que ainda não estavam desagregados por tipo de mercado (Tabela 3.2). Esse procedimento foi similarmente aplicado para a abertura do VBP do transporte rodoviário de passageiros, uma vez que a especificação do modelo diferencia, por exemplo, transporte interestadual e regular urbano. Vale ainda notar que esse procedimento não se aplica ao modal rodoviário de carga, isso porque a Tabela 3.2 já contém o valor do VBP necessário. Assim, para os demais modais, a estratégia foi obter as receitas operacionais líquidas (ROL) mais as subvenções de cada mercado por modal de transporte, cujas informações estão disponíveis nas tabelas suplementares da PAS (2005) e tratadas como proxies para o VBP. Dessa maneira, alcançamos a participação dos mercados

Serviços de transporte VBP Receita operacional

líquida (ROL) Subvenções

(ROL + subvenções) / VBP

Transporte ferroviário e metroviário 7348 5822 1526 1

Transporte rodoviário de passageiros 26667 26391 286 1

Transporte rodoviário de cargas 41890 41700 422 1

Transporte aquaviário 8612 8529 88 1

Transporte aéreo 18967 18303 668 1

Agências de viagens e organizadoras de viagens 2609 2519 90 1

Serviços auxiliares dos transportes 24216 23573 686 1

sobre o total do VBP em cada modal. Essas participações foram utilizadas para abrir as categorias da Tabela 3.1. A Tabela 3.3 fornece os resultados oriundos da ponderação entre as participações obtidas na Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e o VBP do estudo da economia de turismo de 2008 do IBGE. Note que estamos apenas usando as participações em cada modal por tipo de mercado, sempre respeitando a consistência com os valores divulgados pelo estudo do IBGE.

Tabela 3.3 – Processo de abertura do VBP de turismo para 2005 (R$ milhões)

Na Tabela 3.3, o transporte rodoviário regular urbano de passageiros se configura como os serviços de transporte de linha que atendem aos deslocamentos de passageiros dentro dos limites de um município, de natureza regular e permanente, com itinerário definido. Já outros transportes rodoviários de passageiros englobam os serviços irregulares e de outras naturezas, como, por exemplo, transporte escolar e de funcionários, táxi e moto táxi, vans, peruas, veículos para excursões, entre outros (IBGE, 2008b).

Os valores ponderados do vetor de VBP da Tabela 3.3 foram separados entre os dois mercados de transporte, carga e passageiro, a fim de obtermos a estrutura geral que servirá de

Serviços de transporte VBP (PAS) Part. por modal

VBP turismo ponderado

Transporte rodoviário de passageiros 26667 39% 40936

Rodoviario regular urbano 17195 25% 26395

Rodoviario intermunicipal 4373 6% 6713

Rodoviario interestadual 2607 4% 4003

Rodoviario internacional 30 0% 47

Rodoviário - outros 2461 4% 3778

Transporte rodoviário de cargas 41890 61% 64304

Transporte ferroviário de passageiros 2676 37% 2667

Transporte ferroviário de cargas 4484 63% 4469

Longo curso 6150 71% 6826

Cabotagem 1242 14% 1379

Navegação interior de carga 1011 12% 1122

Transporte aquaviário de passageiro 209 2% 232

Transporte aéreo doméstico de passageiros 10591 56% 10584

Transporte aéreo internacional de passageiros 5069 27% 5066

Transporte aéreo de cargas 3307 17% 3304

Agências de viagens e organizadoras de viagens 2609 100% 3399

Serviços auxiliares dos transportes 24216 100% 25631

Fonte: Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e “Economia do Turismo - Uma Perspectiva Macroeconômica 2000-2005” do IBGE.

base para a distribuição do VBP da matriz I-P do IBGE de 2005. A Tabela 3.4 mostra o resultado final da abertura do VBP dos mercados de transporte, tanto em relação ao VBP da

tabela “Recursos e Bens e Serviços” do IBGE quanto ao VBP transformado (como descrito

anteriormente).

Tabela 3.4 – Distribuição do VBP entre os mercados de transporte (R$ milhões)

Algumas considerações da Tabela 3.4 merecem destaques. Como já existia uma pequena diferença entre o VBP do setor de transporte no estudo da economia de turismo e o da matriz I-P do IBGE, escolhemos deixar essa discrepância somente no transporte de passageiros. Isso foi necessário para obter uma aproximação do VBP das atividades anexas e auxiliares aos transportes75 no mercado de fretes. Conforme a Tabela 3.4, podemos notar que este tipo de serviço é o segundo mais representativo no transporte de carga. Por fim, diante da falta de informações do fluxo de transporte das mercadorias por

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Movimentação e armazenagem de cargas; Atividades auxiliares aos transportes terrestres (e.g. operação de terminais rodoviários e ferroviários), aos transportes aquaviários (e.g. operação de portos, serviços de pilotagem e rebocagem em portos e estuários, serviços de vistoria em embarcações), aos transportes aéreos (e.g. operação de aeroportos, controle de tráfego aéreo, serviços de limpeza de aeronaves) e do transporte de cargas (e.g. despachantes aduaneiros, serviços de comissária, acondicionamento de cargas).

VBP Turismo ponderado VBP original (I-P) Part. VBP transformado

Transporte de carga Rodoviário 64304 64304 63% 66150

Ferroviário 4469 4469 4% 4597

Cabotagem 1379 1379 1% 1419

Navegação interior 1122 1122 1% 1154

Aéreo 3304 3304 3% 3399

Ativ. anexas e aux. e longo curso 28109 28109 27% 28916

Total 102687 102687 100% 105635

Transporte de passageiros Rodoviário regular urbano 26395 26571 39% 26575

Rodoviário intermunicipal 6713 6758 10% 6759 Rodoviário interestadual 4003 4029 6% 4030 Rodoviário internacional 47 47 0% 47 Outros rodoviários 3778 3803 6% 3804 Ferroviário 2667 2685 4% 2686 Aquaviário 232 233 0% 233 Aéreo doméstico 10584 10654 16% 10656 Aéreo internacional 5066 5100 8% 5100

Outras atividades e serv. Transp. 7747 7798 12% 7800

Total 67231 67679 100% 67690

Serviços de transporte

Fonte: Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e “Economia do Turismo - Uma Perspectiva Macroeconômica 2000- 2005” do IBGE.

embarcações de longo curso76 e a própria tarifa (ton.km) para cada mercadoria transportada, o que inviabiliza um processo de cálculo para a distribuição da receita total, optamos por agregar esse transporte às Atividades Anexas e Auxiliares aos Transportes.

Com todos esses procedimentos realizados, o modelo BIM-T passa a reconhecer 89 produtos e 65 setores produtivos. O Quadro 3.1 fornece os setores econômicos reconhecidos pelo modelo.

Quadro 3.1 – Relação dos setores econômicos tratados pelo modelo BIM-T

Por outro lado, o Quadro 3.2 apresenta a relação dos produtos tratados no modelo.

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A lei nº 9.432/1997 consagrou este às empresas estrangeiras (ANTAQ, 2007). No transporte marítimo internacional, a participação de navios de registro brasileiro é irrelevante (ANTAQ, 2011).

Cod. Sigla Descrição Cod. Sigla Descrição

1 AgricultOut Agricultura, silvicultura, explor. florestal 34 ApMedicoOut Aparelhos/instrumentos médico-hosp., óptico

2 PecuariaPesc Pecuária e pesca 35 AutomUtilita Automóveis, camionetas e utilitários

3 PetroleoGas Petróleo e gás natural 36 CaminhOnibus Caminhões e ônibus

4 MinerioFerro Minério de ferro 37 PecVeicAutom Peças e acessórios para veículos autom.

5 OutIndExtrat Outros da indústria extrativa 38 OutEqTransp Outros equipamentos de transporte

6 AlimentBebid Alimentos e Bebidas 39 IndDiversas Móveis e produtos das indústrias diversas

7 ProdFumo Produtos do fumo 40 EletrOutUrba Eletricidade e gás, água, esgoto e limp. urbana

8 Texteis Têxteis 41 Construcao Construção

9 ArtVestuario Artigos do vestuário e acessórios 42 Comercio Comércio

10 CouroCalcado Artefatos de couro e calçados 43 RodoviarioC Transp. rodoviário de carga

11 ProdMadeira Produtos de madeira - exclusive móveis 44 FerroviarioC Transp. ferroviário de carga

12 CelulosPapel Celulose e produtos de papel 45 CabotagemC Transp. de cabotagem de carga

13 JornRevDisc Jornais, revistas, discos 46 NavInteriorC Transp. de navegação interior de carga

14 RefPetroleo Refino de petróleo e coque 47 AereoC Transp. aéreo de carga

15 Alcool Álcool 48 RodoviarioP Transp. rodoviário de passageiros

16 ProdQuimicos Produtos químicos 49 FerroviarioP Transp. ferroviário de passageiros

17 ResinaElasto Fabricação de resina e elastômeros 50 AquaviarioP Transp. aquaviário de passageiros

18 ProdFarmac Produtos farmacêuticos 51 AereoDomP Transp. aéreo doméstico de passageiros

19 DefAgricolas Defensivos agrícolas 52 AereoInterP Transp. aéreo internacional de passageiros

20 PerfumarOut Perfumaria, higiene e limpeza 53 SvOutTrArmCo Outros serviços de transp. E armazenagem

21 TintasOut Tintas, vernizes, esmaltes e lacas 54 ServInformac Serviços de informação

22 QuimicosDive Produtos e preparados químicos diversos 55 FinancSeguro Intermediação financeira e seguros 23 BorracPlast Artigos de borracha e plástico 56 ServImobAlug Serviços imobiliários e aluguel

24 Cimento Cimento 57 ServManutRep Serviços de manutenção e reparação

25 OutPrMNaoMet Outros prod. de minerais não-metálicos 58 ServAlojAlim Serviços de alojamento e alimentação

26 FabAcoDeriv Fabricação de aço e derivados 59 ServPrestEmp Serviços prestados às empresas

27 MetNaoFerros Metalurgia de metais não-ferrosos 60 EducMercant Educação mercantil

28 ProdMetal Produtos de metal-exclusive máq. e equip. 61 SaudeMercant Saúde mercantil 29 MaqEquipManu Máquinas e equip., mais manut. e reparos 62 OutrosServic Outros serviços

30 Eletrodomest Eletrodomésticos 63 EducPublica Educação pública

31 EscrInformat Máq. p/ escritório e equip. de informática 64 SaudePublica Saúde pública

32 MaqEletriOut Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 65 AdmPubSegSoc Administração pública e seguridade social 33 MatEletroOut Mat. eletrônico e equip. de comunicações

Quadro 3.2 – Lista dos produtos considerados no modelo BIM-T

Por fim, o Quadro 3.3 fornece o valor bruto da produção (VBP) dos produtos e setores do modelo. Na parte esquerda do Quadro 3.3, estão relacionados os valores dos produtos que compõem a produção setorial (i.e., multiprodução). No lado direito, encontram-se os valores do VBP dos setores que produzem um único bem.

Cod. Sigla Descrição Cod. Sigla Descrição

1 ArrozCasca Arroz em casca 46 MaqEquipManu Máquinas e equipamentos, mais manut. e reparos

2 MilhoGrao Milho em grão 47 Eletrodomest Eletrodomésticos

3 TrigoCereais Trigo em grão e outros cereais 48 EscrInformat Máquinas para escritório e equip. de informática

4 CanaAcucar Cana-de-açúcar 49 MaqEletriOut Máquinas, aparelhos e materiais elétricos

5 SojaGrao Soja em grão 50 MatEletroOut Material eletrônico e equip. de comunicações

6 OutPSLavoura Outros produtos e serviços da lavoura 51 ApMedicoOut Aparelhos/instrumentos médico-hospitalar, óptico

7 Mandioca Mandioca 52 AutomUtilita Automóveis, camionetas e utilitários

8 FumoFolha Fumo em folha 53 CaminhOnibus Caminhões e ônibus

9 AlgodaoHerba Algodão herbáceo 54 PecVeicAutom Peças e acessórios para veículos automotores

10 FrutasCitric Frutas cítricas 55 OutEqTransp Outros equipamentos de transporte

11 CafeGrao Café em grão 56 IndDiversas Móveis e produtos das indústrias diversas

12 ExpFlorSilvi Produtos da exploração florestal e da silvicultura 57 EletrOutUrba Eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana

13 BovinosOutr Bovinos e outros animais vivos 58 Construcao Construção

14 LeiteVacaOut Leite de vaca e de outros animais 59 Comercio Comércio

15 SuinosVivos Suínos vivos 60 RodoviarioC Transp. rodoviário de carga

16 AvesVivas Aves vivas 61 FerroviarioC Transp. ferroviário de carga

17 OvosAves Ovos de galinha e de outras aves 62 CabotagemC Transp. de cabotagem de carga

18 PescaAquicul Pesca e aquicultura 63 NavInteriorC Transp. de navegação interior de carga

19 OutAgriPec Outros produtos da agricultura e pecuária 64 AereoC Transp. aéreo de carga

20 PetroleoGas Petróleo e gás natural 65 OutAtivSevC Atividades anexas e aux. aos transp. de carga

21 MinerioFerro Minério de ferro 66 RodoP_RU Transp. rodoviário regular urbano de passageiros

22 OutIndExtrat Outros da indústria extrativa 67 RodoP_IM Transp. rodoviário intermunicipal de passageiros

23 AlimentBebid Alimentos e Bebidas 68 RodoP_IE Transp. rodoviário interestadual de passageiros

24 ProdFumo Produtos do fumo 69 RodoP_INT Transp. rodoviário internacional de passageiros

25 Texteis Têxteis 70 RodoP_OUT Outros transp. rodoviário de passageiros

26 ArtVestuario Artigos do vestuário e acessórios 71 FerroviarioP Transp. ferroviário de passageiros

27 CouroCalcado Artefatos de couro e calçados 72 AquaviarioP Transp. aquaviário de passageiros

28 ProdMadeira Produtos de madeira - exclusive móveis 73 AereoDomP Transp. aéreo doméstico de passageiros

29 CelulosPapel Celulose e produtos de papel 74 AereoInterP Transp. aéreo internacional de passageiros

30 JornRevDisc Jornais, revistas, discos 75 OutAtivSevP Outros serviços e transp. de passageiros

31 RefPetroleo Refino de petróleo e coque 76 Correio Correio

32 Alcool Álcool 77 OutTrArmaz Outros serviços de transp. e armazemagem

33 ProdQuimicos Produtos químicos 78 ServInformac Serviços de informação

34 ResinaElasto Fabricação de resina e elastômeros 79 FinancSeguro Intermediação financeira e seguros

35 ProdFarmac Produtos farmacêuticos 80 ServImobAlug Serviços imobiliários e aluguel

36 DefAgricolas Defensivos agrícolas 81 ServManutRep Serviços de manutenção e reparação

37 PerfumarOut Perfumaria, higiene e limpeza 82 ServAlojAlim Serviços de alojamento e alimentação

38 TintasOut Tintas, vernizes, esmaltes e lacas 83 ServPrestEmp Serviços prestados às empresas

39 QuimicosDive Produtos e preparados químicos diversos 84 EducMercant Educação mercantil

40 BorracPlast Artigos de borracha e plástico 85 SaudeMercant Saúde mercantil

41 Cimento Cimento 86 OutrosServic Outros serviços

42 OutPrMNaoMetOutros produtos de minerais não-metálicos 87 EducPublica Educação pública

43 FabAcoDeriv Fabricação de aço e derivados 88 SaudePublica Saúde pública

44 MetNaoFerros Metalurgia de metais não-ferrosos 89 AdmPubSegSoc Administração pública e seguridade social 45 ProdMetal Produtos de metal - exclusive máq. e equip.

Quadro 3.3 – Matriz de produção do modelo BIM-T (R$ milhões)

Produto / setor AgricultOut PecuariaPesc RodoviarioP SvOutTrArmCo VBP do produto Produto ou setor VBP Produto ou setor VBP

ArrozCasca 5368 222 0 0 5590 PetroleoGas 71093 ApMedicoOut 10594

MilhoGrao 7238 2882 0 0 10120 MinerioFerro 23474 AutomUtilita 53050

TrigoCereais 1811 0 0 0 1811 OutIndExtrat 12062 CaminhOnibus 19666

CanaAcucar 12545 241 0 0 12786 AlimentBebid 256806 PecVeicAutom 55804

SojaGrao 23617 629 0 0 24246 ProdFumo 9511 OutEqTransp 24554

OutPSLavoura 23541 2208 0 0 25749 Texteis 34098 IndDiversas 32894

Mandioca 3709 206 0 0 3915 ArtVestuario 28219 EletrOutUrba 132660

FumoFolha 4182 32 0 0 4214 CouroCalcado 23500 Construcao 167976

AlgodaoHerba 4966 231 0 0 5197 ProdMadeira 19590 Comercio 306099