No caso do veículo infrator não constar do Quadro de Fabricantes de Veículos (QFV), o Chefe do Posto ou na sua ausência, o Chefe da Equipe deverá:
- Iniciar os procedimentos de autuação , baseando-se nos limites máximos para a classe do veículo ou combinação de veículos e limite do fabricante obtido pela plaqueta do veículo.
- Decalcar a plaqueta de identificação do fabricante e, juntamente com informações de Marca-Modelo, Tipo, e Ano de Fabricação constantes do CRLV, encaminhá-la à Gerência de Operações Rodoviárias juntamente com o RDO, quando da remessa semanal de documentos, com o objetivo de atualizar o Quadro de Fabricantes de Veículos,.
11. PROCEDIMENTOS PARA A AUTUAÇÃO DE VEÍCULOS EM DESACORDO COM O QUADRO DE FABRICANTES DE VEÍCULOS
Caso o condutor conteste a autuação, argumentando que o seu limite para transporte de carga é superior ao previsto na legislação e constante do QFV, apresentando documentos comprobatórios, anotar os valores do documento bem como o Órgão que o expediu e, encaminhar estas informações juntamente com o RDO à Gerência de Operações Rodoviárias quando da remessa semanal de documentos, sem prejuízo da multa emitida.
Orientar ao condutor que o mesmo deverá recorrer da autuação apresentando os documentos comprobatórios da alteração do PBT.
12. PROCEDIMENTOS PARA AUTUAÇÃO DE VEÍCULOS COM LEASING
Para a autuação dos veículos com leasing (pertencentes a sociedades de arrendamento mercantil), o agente da Autoridade de Trânsito, deverá ter muita atenção para lançar nos campos relativos ao Proprietário – Nome, Endereço e CGC/CPF – os dados relativos ao Arrendatário e não os da empresa que arrendou o veículo, uma instituição financeira, geralmente um Banco, em função do Art. 1º da Resolução do CONTRAN nº 59 de 21/05/98 e publicada no Diário Oficial da União de 22/05/98.
RESOLUÇÃO Nº 59 – DOU 22/05/98
Dispõe sobre a notificaçào de infrações de trânsito dos veículos pertencentes a sociedade de arrendamento mercantil.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro , CTB, e conforme Decreto nº 2.327, de 23 de Setembro de 1997, trata da Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
Art. 1º - Quando o veículo estiver registrado em nome de Sociedades de Arrendamento Mercantil, o órgão executivo de trânsito deverá encaminhar a notificação da infração de trânsito diretamente ao arrendatário.
Parágrafo Único – A arrendadora deverá fornecer ao órgão executivo de tr6ansito todos os dados necessários para a identificação do arrendatário, quando da celebração do contrato com o mesmo.
Art. 2º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
13. PROCEDIMENTOS PARA AUTUAÇÃO DE VEÍCULOS TRANSPORTANDO PRODUTOS PERIGOSOS
Independentemente do veículo estar transportando produtos consideradas perigosos, o mesmo deverá sofrer as medidas administrativas cabíveis caso infrinja algum dos limites de PBT, PBTC ou Peso por Eixo.
Produto Perigoso é toda substância que, em virtude de suas características físico-químicas, oferece risco para a saúde de pessoas, para o patrimônio e para o meio ambiente
Caso ele tenha que ser autuado, consequentemente desviado para o estacionamento, o motorista do mesmo deverá ser orientado para que posicione seu veículo de forma que não venha a colocar em risco a integridade do posto e demais veículos porventura estacionados, aguardando para serem notificados.
Todo veículo transportando produtos considerados perigosos, traz fixado na frente, nas laterais e atrás, dois símbolos a saber:
painel de segurança
rótulo de risco principal
A existência de um segundo Rótulo de Risco no veículo, sem nenhuma inscrição em seu interior, indica o Risco Subsidiário, que é a conseqüência de um acidente envolvendo a mercadoria transportada.
14. OBSERVAÇÕES E ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES Os veículos adaptados deverão portar obrigatoriamente:
- Certificado da empresa e credencial do fabricante;
- Certificado de registro de que a adaptação foi feita pela própria fábrica do caminhão ou atestado dado diretamente pela fábrica;
- Em qualquer hipótese, a aplicação dos limites de PBTC/CMT (Peso Bruto Total Combinado / Capacidade Máxima de Tração) fica condicionado à existência de sistema de freios compatível no veículo rebocado, o qual deve ser comandado da cabina do motorista;
Todos os veículos de fabricação a partir de 1978, deverão ter o Peso Bruto Total (PBT) ou Peso Bruto Total Combinado / Capacidade Máxima de Tração (PBTC/CMT), atendendo ao índice mínimo de 6CV/t ou 5,88 HP/t.
Resoluções sobre adaptações:
RESOLUÇÃO Nº 776, DE 06 DE DEZEMBRO DE 1993
Dispõe sobre a circulação de caminhões com adaptação de eixos auxiliares.
CONSIDERANDO que o documento de porte obrigatório é o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo - CRLV, resolve:
Art. 1º - O caminhão fabricado com 2 (dois) eixos e submetido a posterior adaptação de eixo auxiliar, somente será registrado, licenciado ou ter renovada a licença anual, mediante a comprovação de que a alteração se procedeu por adaptador credenciado pelo INMETRO.
Art. 2º - O proprietário do caminhão que introduzir o eixo auxiliar, terá o prazo de 30 (trinta) dias para promover a substituição do correspondente CRV e CRLV, após comprovar o cumprimento do disposto no artigo anterior.
§ 1º - No novo CRV e no CRLV constará a nova capacidade de carga do caminhão e, no espaço destinado a “observações”, a adaptação do eixo auxiliar;
§ 2º - Ao caminhão, adaptado com um eixo auxiliar, até 03 de janeiro de 1983, fica assegurado a circulação, independente da apresentação da comprovação de que trata o art. 1º desta Resolução;
§ 3º - O cumprimento do disposto no § 1º deste Artigo será exigido, no máximo, a partir da primeira renovação da licença anual do veículo, após a entrada em vigor desta Resolução.
Art. 3º - Fica proibido o registro e licenciamento anual do caminhão adaptado com eixo auxiliar, no caso de passar a possuir mais de 3 (três) eixos.
Art. 4º - Pela inobservância do disposto na presente Resolução fica o proprietário sujeito à penalidade constante do inciso XXX, letra “m”, do art. 181, do RCNT.
15. INSTRUÇÕES PARA REMESSA DOS DOCUMENTOS E DADOS GERADOS PELOS POSTOS DE PESAGEM
É de suma importância o encaminhamento imediato das remessas de Avisos geradas nos Postos de Pesagem, uma vez que o órgão possui um prazo de trinta dias para a emissão da Notificação de Autuação, sendo que para isto se faz necessário uma consulta aos DETRAN para obtenção de dados do infrator, que significa, em termos de tempo em no mínimo três dias para o encaminhamento da consulta e o retorno do DETRAN.
Os documentos operacionais – RDO( Registro Diário de Ocorrências ), AOEP ( Avisos de Ocorrência de Excesso de Peso ), válidos e cancelados, encaminhados semanalmente ao DNIT, deverão ser acompanhados do documento CONTROLE DA MOVIMENTAÇÃO DOS AVISOS DE OCORRÊNCIA DE EXCESSO DE PESO, Anexo II, emitido em 2 (duas) vias com a seguinte destinação:
1ª via juntamente com os documentos:
Coordenação Geral de Operações Rodoviárias / DNIT
SAN - Quadra 3 - Lote A - Edifício Núcleo dos Transportes, 3º andar - sala 3270 Brasília - DF
CEP : 70040 - 902
2ª via:
Coordenação da Superintendência Regional / DNIT, ao qual o Posto de Pesagem esta subordinado.
A cada troca de equipe deve ser efetuado o fechamento do movimento do período, e o arquivo gerado deverá ser encaminhado imediatamente ao DNIT através de e-mail para que seja processado. Este fechamento consiste em encerrar : Sistema da Balança ( arquivo Balança Lenta e Balança Seletiva ), Sistema de Multas SGPV e RDO’s. No dia do fechamento deverão ser feitos dois RDO’s, um pela equipe que sai e outro pela equipe que entra.
Os documentos devem ser encaminhados normalmente pelo correio ou malote do DNIT.
Os arquivos que deverão ser encaminhados por e-mail são a remessa do SGPV e o RDO ( é importante que seja encaminhado o RDO por e-mail também, uma vez que estamos recebendo o arquivo do SGPV, para podermos esclarecer eventuais dúvidas que surgirem)..
Todas as informações e documentos, deverão ser encaminhadas em apenas 01 (um) volume.
Para possibilitar o sincronismo do fechamento do movimento da equipe para envio ao DNIT, instruímos:
Autorizamos a paralisação da operação do PPV por período não superior a 15 (quinze) minutos, para que a equipe operacional possa providenciar a interrupção temporária dos Sistemas das Balanças Lenta e Seletiva, para a emissão das autuações referentes aos veículos estacionados no pátio e, posteriormente, o backup do SGPV.
O horário para fechamento do movimento será flexível visando possibilitar ao administrador a escolha do momento em que o fluxo de veículos seja reduzido e com menor quantidade de veículos estacionados no pátio.
As fases do fechamento deverão ser registradas no último RDO do período contendo as seguintes informações:
• Fechamento físico da Balança Seletiva Hora / Minuto
• Avisos dos veículos estacionados no pátio Quantidade
• Fechamento físico da Balança Lenta Hora / Minuto
• Veículos retidos para transbordo Placas
• Último Aviso de Ocorrência de Excesso de Peso N° do AOEP e da Pesagem
• SGPV → providenciar “Back-up” dos dados referentes às Emissões Identificação do Disquete e Nº da remessa
• Abertura física das Balanças Seletiva e Lenta Hora/Minuto
Eventos ou situações que impossibilitem o cumprimento integral destas instruções deverão constar no Registro Diário de Ocorrências.”
Instruções para o preenchimento do documento CONTROLE DA MOVIMENTAÇÃO DOS AVISOS DE OCORRÊNCIA DE EXCESSO DE PESO.
CAMPO CONTEÚDO Período Informar as datas e horas inicial e final do período correspondente a esta remessa
PPV Informar o código do PPV
Data de Recebimento no DNIT NÃO PREENCHER
Avisos de Ocorrência de Excesso de Peso válidos e cancelados
Para cada tipo de AOEP, valido ou cancelado, informar nas colunas correspondentes: os quantitativos, o nº do AOEP de menor nº que esta sendo enviado, o nº do AOEP de maior nº que está sendo enviado e alguma observação que se faça necessária.
Nº dos AOEP de veículos estrangeiros
Informar a quantidade e o nº dos AOEP emitidos para veículos estrangeiros Nº dos AOEP de veículos sem placa Informar a quantidade e o nº dos AOEP emitidos para veículos sem placa Nº dos AOEP cancelados Informar a quantidade e o nº dos AOEP cancelados
Total Geral Informar a quantidade total de AOEP enviados
Nº da remessa Relacionar para cada remessa enviada, nas respectivas colunas, a data de início, a data de troca, a quantidade de registros e alguma informação que se faça necessária Empresa Operadora Informar o nome da empresa operadora do PPV
Local e Data Informar o local e a data de preenchimento deste documento
Administrador Responsável Informar o nome do Administrador do responsável pelo fornecimento das informações constantes deste documento
Assinatura Assinatura do Administrador do responsável pelo fornecimento das informações constantes deste documento
Agente de Trânsito Informar o nome do Agente de Trânsito
Instruções para o preenchimento do Registro Diário de Ocorrências (RDO).
CAMPO / CONTEÚDO
( 1) A; B; C; D; E; F
Informações sobre o funcionamento do Posto. Pode ocorrer várias situações diferentes no mesmo dia. Se isto ocorrer informar o tempo em que o Posto operou em cada situação
( 2 ) Dados parciais da operação
Horas Indica de quanto em quanto tempo são totalizados os dados
Pesagem na Balança Seletiva Indica a quantidade de veículos de carga passaram na Balança seletiva Pesagem na Balança Lenta Indica a quantidade de veículos de carga passaram na Balança Lenta Avisos de ocorrência de Excesso de
Peso (válidos) Quantificar todos os avisos emitidos pelo Posto e que são considerados válidos Avisos de ocorrência de Excesso de
Peso (cancelados)
Quantificar todos os avisos emitidos pelo Posto e que são considerados cancelados
Total de Veículos com excesso de PBT Quantificar os excessos verificados pela pesagem no PBT.
Total de PBT excedente ( tn ) Quantificar os excessos de PBT verificados pela pesagem.
Total de veículos com peso excedente apenas nos Eixos
Quantificar os veículos que passaram na Balança Lenta e apresentaram excesso apenas nos eixos.
Total de Peso Excedente nos Eixos ( tn ) Quantificar os excessos verificados pela pesagem apenas nos Eixos.
Total de caminhões pesados Total de caminhões que passaram na balança Total de ônibus pesados Quantidade de ônibus que passaram na balança
Transbordo Quantidade de veículos que efetuaram transbordo no Posto
Remanejamento de Carga Quantidade de veículos que efetuaram remanejamento de carga no Posto.
Evasões excepcionais Quantificar os veículos que, por apresentarem características especiais, não podem ser pesados.
Evasões Irregulares interceptadas com retorno
São fugas, que podem ocorrer tanto na B. Seletiva quanto na B. Lenta, onde a fiscalização consegue efetuar a interceptação e o retorno
Evasões Irregulares interceptadas sem retorno
São fugas, que podem ocorrer tanto na B. Seletiva quanto na B. Lenta, onde a polícia consegue efetuar a interceptação porém o condutor se recusa a retornar.
Evasões Irregulares não interceptadas São fugas, que podem ocorrer tanto na B. Seletiva quanto na B. Lenta, onde a fiscalização não consegue efetuar a interceptação
( 3 ) Demais Ocorrências RELACIONAR:
- Os veículos cadastrados como novos, devido não constarem no Sistema. É importante informar a marca, o modelo e a classificação dos veículos relacionados e o PBT/CMT obtido pela leitua da plaqueta do do veículo com informações técnicas do fabricante;
- Os veículos considerados evasões excepcionais e o motivo de tal consideração;
- Se houver paralisação do Posto, justificar a paralisação;
- As placas apagadas do Sistema e o motivo de tal operação;
- Se alguma informação do campo “2” não for preenchido, justificar;
- Equipe em operação;
- Agente de trânsito presente;
- Presença da PRF;
- Outras que se fizerem necessárias.
ANEXO I
OFÍCIO DENATRAN
ANEXO II
MODELO RDO – ( FIXO E MÓVEL )
ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA
P O
V N
C O
V D
1) REGIME FUNCIONAMEN B ENAS ESTATÍSTIC D APENAS ESTATÍSTICO DEVIDO F PARALISADO SEM
VERMELHO IDO AO EQUIPAME HACHURA DEVIDO A AUSÊNCIA DE PRETO ESTATÍSTICA
OPERADORES (PLANTÃO)
TOTAL DE TOTAL DE TOTAL DE
HORAS HORAS HORAS
OCORRÊNCIA OCORRÊNCIA VEÍCULOS EXCESSO VEÍCULOS EXCESSO DE DE INTERCEPTADAS
NÃO INTERCEPTADAS
DE EXCESSO DE EXCESSO COM DE PBT COM NOS EIXOS CAMINHÕES ÔNIBUS COM SEM
SELETIVA LENTA
DE PESO DE PESO EXCESSO EXCESSO PESADOS PESADOS RETORNO RETORNO
HORAS (VÁLIDOS) (CANCELADOS) DE PBT (tn) NOS EIXOS (tn)
0:00
TIPO DE OPERAÇÃO:RMANÊNCIA DO ADMINISTRADOR LOCAL NO PO PPV MUNICÍPIO/UF
EDUCATIVA
DEFINITIVA ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA
ONDIÇÕES DO TEMP ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA DIA DA SEMANA DATA
EMPRESA: SÉRIE
MT - DNIT REGISTRO DIÁRIO DE
ASS. ADM. LOCAL FOLHA OCORRÊNCAIS - RDO
DNER - 12.107 1º VIA - DNER (DRF) 2º VIA DCoP IA - ADMINISTRA 4º VIA - ARQUIVO DO PPV
ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA
C O
1) REGIME FUNCIONAMEN B APENAS ESTATÍSTICO D APENAS ESTATÍSTICO DEVIDO F PARALISADO SEM
VERMELHO DEVIDO AO EQUIPAMENTO HACHURA DEVIDO A AUSÊNCIA DE PRETO ESTATÍSTICA
OPERADORES (PLANTÃO)
TOTAL DE TOTAL DE TOTAL DE
HORAS HORAS HORAS
OCORRÊNCIA OCORRÊNCIA VEÍCULOS DE PESO VEÍCULOS DE PESO INTERCEPTADAS
NÃO INTERCEPTADAS
DE EXCESSO DE EXCESSO COM EXECDENTE COM EXECDENTE COM SEM
CAMINHÕES ÔNIBUS
DE PESO DE PESO EXCESSO PBT EXCESSO EIXO RETORNO RETORNO
HORAS (VÁLIDOS) (CANCELADOS) DE PBT (TONELADA) NOS EIXOS (TONELADA)
0:00
PERMANÊNCIA DO ADMINISTRADOR LOCAL NO POSTO
TIPO DE OPERAÇÃO: PPV MUNICÍPIO/UF
EDUCATIVA
DEFINITIVA ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA
ONDIÇÕES DO TEMP ENTR. SAÍDA ENTR. SAÍDA DIA DA SEMANA DATA
EMPRESA: SÉRIE
MT - DNIT REGISTRO DIÁRIO DE
ASS. ADM. LOCAL FOLHA OCORRÊNCAIS - RDO
DNER - 12.107 1º VIA - DNER (DRF) 2º VIA DCoP 3º VIA - ADMINISTRADORA 4º VIA - ARQUIVO DO PPV
ANEXO III
CONTROLE DE MOVIMENTAÇÃO
20/06/07 1
CONTROLE DA MOVIMENTAÇÃO DOS AVISOS DE OCORRÊNCIA DE EXCESSO DE PESO
PERÍODO
DE ATÉ
PPV:
DATA:
HORA:
DATA:
HORA:
Data. de Recebimento no DNIT
/ /
AVISOS DE OCORRÊNCIA DE
EXCESSO DE PESO TOTAIS NÚMERO INICIAL ENVIADO NÚMERO FINAL ENVIADO OBSERVAÇÕES
VÁLIDOS
NÚMERO DOS AOEP’s DE VEÍCULOS ESTRANGEIROS:
NÚMERO DOS AOEP’s DE VEÍCULOS SEM PLACA:
(licenciados)
NÚMEROS DOS AOEP’s CANCELADOS:
TOTAL GERAL
NÚMERO DO DISQUETE PERÍODO 1º AOEP ÚLTIMO AOEP QTDD DE REGISTROS
EMPRESA OPERADORA: LOCAL:
DATA:
ADMINISTRADOR RESPONSÁVEL: ASSINATURA: AGENTE DE TRÂNSITO:
FORM01.COM 060197
ANEXO IV
RESOLUÇÃO DO CONTRAN 210/2006 E
PORTARIA DO DENATRAN 86/2006
CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO
RESOLUÇÃO Nº 210 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2006
Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que transitem por vias terrestres e dá outras providências.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito.
Considerando o que consta do Processo nº 80001.003544/2006-56;
Considerando o disposto no art. 99, do Código de Trânsito Brasileiro, que dispõe sobre peso e dimensões; e
Considerando a necessidade de estabelecer os limites de pesos e dimensões para a circulação de veículos, resolve:
Art. 1º As dimensões autorizadas para veículos, com ou sem carga, são as seguintes:
I – largura máxima: 2,60m;
II – altura máxima: 4,40m;
III – comprimento total:
a) veículos não-articulados: máximo de 14,00 metros;
b) veículos não-articulados de transporte coletivo urbano de passageiros que possuam 3º eixo de apoio direcional: máximo de 15 metros;
c) veículos articulados de transporte coletivo de passageiros: máximo 18,60 metros;
d) veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque: máximo de 18,60 metros;
e) veículos articulados com duas unidades do tipo caminhão ou ônibus e reboque:
máximo de 19,80;
f) veículos articulados com mais de duas unidades: máximo de 19,80 metros.
cento) da distância entre os dois eixos, não podendo exceder a 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros);
II – nos veículos não-articulados de transporte de passageiros:
a) com motor traseiro: até 62% (sessenta e dois por cento) da distância entre eixos;
b) com motor central: até 66% (sessenta e seis por cento) da distância entre eixos;
c) com motor dianteiro: até 71% (setenta e um por cento) da distância entre eixos.
§ 2º À distância entre eixos, prevista no parágrafo anterior, será medida de centro a centro das rodas dos eixos dos extremos do veículo.
§ 3° O balanço dianteiro dos semi-reboques deve obedecer a NBR NM ISO 1726.
§ 4° Não é permitido o registro e licenciamento de veículos, cujas dimensões excedam às fixadas neste artigo, salvo nova configuração regulamentada pelo CONTRAN.
Art. 2º Os limites máximos de peso bruto total e peso bruto transmitido por eixo de veículo, nas superfícies das vias públicas, são os seguintes:
§1º – peso bruto total ou peso bruto total combinado, respeitando os limites da capacidade máxima de tração - CMT da unidade tratora determinada pelo fabricante:
a) peso bruto total para veículo não articulado: 29 t
b) veículos com reboque ou semi-reboque, exceto caminhões: 39,5 t;
c) peso bruto total combinado para combinações de veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque, e comprimento total inferior a 16 m: 45 t;
d) peso bruto total combinado para combinações de veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque com eixos em tandem triplo e comprimento total superior a 16 m: 48,5 t;
e) peso bruto total combinado para combinações de veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque com eixos distanciados, e comprimento total igual ou superior a 16 m: 53 t;
f) peso bruto total combinado para combinações de veículos com duas unidades, do tipo caminhão e reboque, e comprimento inferior a 17,50 m: 45 t;
de duas unidades e comprimento inferior a 17,50 m: 45 t;
i) para a combinação de veículos de carga – CVC, com mais de duas unidades, incluída a unidade tratora, o peso bruto total poderá ser de até 57 toneladas, desde que cumpridos os seguintes requisitos:
1 – máximo de 7 (sete) eixos;
2 – comprimento máximo de 19,80 metros e mínimo de 17,50 metros;
3 – unidade tratora do tipo caminhão trator;
4 – estar equipadas com sistema de freios conjugados entre si e com a unidade tratora atendendo ao estabelecido pelo CONTRAN;
5 –o acoplamento dos veículos rebocados deverá ser do tipo automático conforme NBR 11410/11411 e estarem reforçados com correntes ou cabos de aço de segurança;
6 – o acoplamento dos veículos articulados com pino-rei e quinta roda deverão obedecer ao disposto na NBR NM ISO337.
§2º – peso bruto por eixo isolado de dois pneumáticos: 6 t;
§3º – peso bruto por eixo isolado de quatro pneumáticos: 10 t;
§4º – peso bruto por conjunto de dois eixos direcionais, com distância entre eixos de no mínimo 1,20 metros, dotados de dois pneumáticos cada: 12 t;
§5º – peso bruto por conjunto de dois eixos em tandem, quando à distância entre os dois planos verticais, que contenham os centros das rodas, for superior a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m: 17 t;
§6º – peso bruto por conjunto de dois eixos não em tandem, quando à distância
§6º – peso bruto por conjunto de dois eixos não em tandem, quando à distância