• Nenhum resultado encontrado

Apresentação e discussão dos resultados

Capítulo III - Intervenção Pedagógica Supervisionada: Elaboração e implementação dos play

3.3 Inquérito

3.3.2 Apresentação e discussão dos resultados

Após um período de espera foi possível recolher 74 respostas diversas. E os resultados são realmente interessantes:

No Gráfico 1 podemos concluir que é do conhecimento e uso do

play along

de 83,8% dos inquiridos, somente 16,2% ainda não tiveram oportunidade de experienciar o mesmo.

35

Gráfico 1 - Experiência no uso do

play along

Como é possível verificar, grande parte dos inquiridos ainda não tiveram oportunidade de experienciar, a segunda maior percentagem não conhece a ferramenta e a percentagem mais pequena não acha relevante. (Gráfico 2). Podemos concluir que o

play along

ainda não está evidentemente enraizado na pedagogia musical do trompete.

Gráfico 2 – Sem experiência

A utilização do

play along

tem uma maior relevância na aplicação do estudo individual de exercícios com 66,1%, sendo que o estudo com peças ou uma passagem geral da peça após esta ter sido estudada anteriormente encontra se numa percentagem de 48,4%. Nos estudos característicos com

play along

a sua utilização é menor com 32,3% (Gráfico 3).

No que diz respeito à metodologia mais praticada no estudo individual com

play along,

a execução do bocal enquanto a reprodução do áudio tem a 47,5%, seguindo se da leitura do excerto em questão, execução e depois junção com o

play along

(44,1%). 39% ouve primeiramente o

play along

e

36

depois realiza a leitura e execução do excerto. 30,5% utilizam como forma de exercícios de respiração soprando o bocal ou um outro utensílio e apenas 28,8% cantam enquanto a reprodução do

play along

(Gráfico 4).

Gráfico 3 - Contexto em que utiliza o

play along

Gráfico 4 - Metodologias praticadas no estudo individual

Relativamente aos fatores que se adquirem com a utilização do

play along

, é interessante visualizar que 71% dos inquiridos admite que existe uma melhoria da capacidade auditiva, consecutivamente uma melhoria da afinação com 62,9%.

Referente à pulsação interna que muitas vezes associamos ao metrónomo, o

play along

também teve uma boa margem de respostas positivas neste campo, 66,1%. Segue-se uma maior motivação que é sempre um fator importante para os alunos com 56,5%.

37

A noção da análise das frases e a melhoria da musicalidade apresenta uma percentagem de 43,5% sendo que o uso do

play along

para uma maior descontração em exercícios técnicos teve apenas 25,8% (Gráfico 5).

Gráfico 5 - Fatores que adquire com a utilização do

play along

no seu estudo

Nos métodos utilizados na Intervenção Pedagógica o mais conhecido, e por sua vez possivelmente o mais utilizado visto que abrange um pouco de todas as idades e diferentes níveis é, o

“The Buzzing Book” – James Thompson. “Arban les fondamentaux récreatifes” segue-se com 75,8%

sendo os restantes métodos de iniciação com percentagens abaixo dos 35,5% (Gráfico 6).

Gráfico 6 – Popularidade dos métodos utilizados na Intervenção Pedagógica

38

Gráfico 7 – Lecionam aulas de trompete

Gráfico 8 – Tempo que exerce a profissão

No que refere à prática pedagógica 51,6% (Gráfico 7) dos inquiridos lecionavam aulas de trompete. Como experiência profissional obteve-se um maior leque de professores que lecionam entre 0 a 3 anos e as restantes margens de idades adquirirão porções idênticas que é um aspeto positivo para a investigação (Gráfico 8).

Um aspeto indiscutível obtido foi justamente o facto de 93,8% verem o

play along

como uma ferramenta positiva, ou seja, dos 32 inquiridos que lecionavam aulas de trompete 30 professores afirmaram que o

play along

é uma mais valia para o aluno (Gráfico 9).

39

Gráfico 9 – Taxa de ferramenta positiva na aprendizagem do instrumento

Gráfico 10 - Métodos utilizados na pedagogia

Quando questionados sobre os métodos utilizados nas suas aulas os professores escolheram o

“The Buzzing Book” - James Thompson mais uma vez como o mais utilizado. Seguem-se o “Arban les fondamentaux récréatifes”, o “Écouter, Lire et Jouer”, o “1st Recital series” como livro de peças e finalmente o método “Learn as you play the trumpet” (Gráfico 10).

Quanto às metodologias usadas a utilização do bocal continua como das práticas mais trabalhadas. Na lecionação das aulas contempla-se que o canto passa também para segunda posição enquanto no estudo individual era a ferramenta menos utilizada (Gráfico 11).

40

Gráfico 11 - Aplicação dos métodos na aula

Em relação à diferença de um aluno que inicia os seus estudos com play along e outro que inicia sem, denota-se uma evidente conclusão por parte dos professores, 96,9% consegue distinguir estes alunos (Gráfico 12).

Gráfico 12 - Diferença entre alunos de iniciação que utilizam/ou não o

play along.

41 3.4 Planificações das aulas

Nesta secção será apresentado uma tabela da planificação das atividades letivas da Intervenção Pedagógica (Tabela nº 6) e três tabelas de planificação de aula para a prática de ensino supervisionada (Tabela nº 7, Tabela nº 8 e Tabela nº 9), sendo estas aulas do grupo de recrutamento M21 de variados graus de instrumento. Depois de várias aulas observadas, podemos concluir que os professores cooperantes, dividiam as aulas em duas partes, uma mais de aquecimento, com diversos exercícios, e outra com a prática e leitura dos estudos e peças. Considerando o funcionamento realizado pelos professores nessas aulas, decidimos manter a divisão das aulas de trompete em duas partes, uma primeira parte intitulada de aquecimento, com cerca de cinco minutos onde foram realizados exercícios de vibração dos lábios. Numa segunda parte, chamada da parte fundamental da aula, durante cerca de 40 minutos foram realizados exercícios de rotina de base existentes e alguns criados, adaptando-os para os alunos e ao que necessitavam para execução dos estudos/peças. Após a realização desses exercícios na mesma parte da aula, eram trabalhados os estudos e as peças, tanto a nível musical com técnico.

Nos últimos 10 minutos de cada aula era realizado uma revisão geral da peça como em situação de audição/prova para ter uma noção do que trabalhou na aula tem resultados de modo a encorajar e fazer uma rotina idêntica em casa.

Sendo assim, aulas foram planificadas neste formato, ajudando a uma melhor organização e compreensão dos seus conteúdos.

Tabela nº 6 - Planificação das atividades letivas da Intervenção Pedagógica Planificação das atividades letivas de intervenção Planificação Data Gravada Recetor

Nº1 27/02/2019 Aluna B

Nº9 30/03/2019 Ensemble de metais Orq. Académica

Nº10 03/04/2019 Aluno A

42

Nº18 11/05/2019 Ensemble de metais Orq. Académica

Nº19 21/05/2019 x Aluno D

Nº20 22/05/2019 x Ensemble de metais Orq. Académica Tabela nº 7 – Aula de intervenção nº 1

Planificação nº 1

Data e hora: 27/02/2019 16h-16h50

Aula nº 1 Conservatório – Escola Professional das Artes da Madeira

Conceito Fundamental

Performance das obras com play along

Repertório 1º Recital Series for Bb trumpet" - Peças "Anthem" e "Evening Shadows"

Parte da aula Conteúdos Competências Estratégias Minutagem 50’

Inicial Aquecimento Vibração dos lábios e

Ouvir a nota no piano, cantar a silaba “M” com a boca

Ouvir o play along das peças enquanto canta/buzzing e

43 Tabela nº 8 – Aula de intervenção nº 8

Planificação nº 8

Data e hora: 26/03/2019 19h-19h50

Aula nº 2 Conservatório – Escola Professional das Artes da Madeira

Conceito Fundamental

Performance com play along

Repertório Arban 26 exercicios (Stacato) - A. Henry; Coleção P. Dutot; Bai Lin Lip Flexibilities; 1º andamento do “Concerto em Mib Maior”de Haydn;

Parte da aula Conteúdos Competências Estratégias Minutagem 50’

Inicial Aquecimento Vibração dos lábios e bocal vai ajudar a libertar o

fluxo de ar.

44

Aula nº 3 Conservatório – Escola Professional das Artes da Madeira

Conceito Fundamental

Bases

Repertório Escuchar, ler & tocar – dehaske; Exercícios: 4,5,6 e 7;

Parte da aula Conteúdos Competências Estratégias Minutagem 50’

Inicial Aquecimento Vibração dos lábios e

45

3.5 Análise e reflexão das aulas na prática de ensino supervisionada

Nas primeiras aulas lecionadas no grupo M21, começou-se por explicar aos alunos os planos da aula, apresentando as ideias e conteúdos a serem implementados. Para o aquecimento nas aulas lecionadas, foram realizados vários exercícios para os diferentes níveis de aluno, e consoante a aula foram alternando os exercícios para que os alunos compreendessem a sua utilidade e formas de serem aplicados. Esses exercícios consistiram em exercícios desde notas soltas no piano, a graus conjuntos, a escalas em notas longas, escalas por terceiras, a exercícios do método “James Stamp” e do “The Buzzing Book” (Anexo 5).

Na segunda parte eram realizados exercícios de rotina envolvendo um pouco de tudo que fazem nas aulas semanais como as escalas que ficam para casa, exercícios de articulação, de flexibilidade com os harmónicos, exercícios de som e registo. As peças para a iniciação com

play along

do livro “Écoute, lire et jouer” (Anexo 3) correram bastante bem para a evolução do aluno em causa, o “Learn as you play trumpet” (Anexo 2) e “1st Recital” (Anexo 6) para o aluno de 1° grau não foram eficazes na medida que o aluno não fazia nada do pedido pelo professor cooperante nem do professor estagiário. Os “Vocalises de Bordogni” (Anexo 7) para o aluno de 4º grau fizeram uma excelente evolução no aluno a nível auditivo, da musicalidade, sentido rítmico e da coluna do ar que eram uns dos principais problemas que este apresentava, o “The Buzzing Book” (Anexo 5) do 4° ao 8° grau ajudou todos os alunos no geral visto que no final dos exercícios perguntava pela sensação que ficavam e todos se sentiam confortáveis, notando-se ainda diferença após o início deste método. O “Arban les fondamentaux” (Anexo 1) para o aluno de 8° grau foi um êxito visto que um dos problemas presentes neste aluno era a articulação e com este método melhorou bastante citando que o

play along

enquanto fazia os exercícios deixavam no mais descontraído, a fluir melhor o ar e sem haver tanta tensão na língua.

No Grupo M32 foi trabalho as obras que o professor cooperante pediu para trabalhar,

1812

Overture

Tchaikovsky arr: Jerry Brubaker e

Danças Sinfónicas

de Grieg. Não sendo possível incutir o

play

along

neste trabalho optei por fazer trabalho de música de câmara com os alunos visto que não têm essa oportunidade enquanto ensaio de orquestra. Realizou-se um trabalho de afinação da sonoridade mais grave para a sonoridade mais aguda e fazendo o oposto para estabilizarem a afinação. Posteriormente exercícios de escalas em notas longas com olhar atento ao maestro que variava na dinâmica, acentuação e tempo, vários ritmos e para finalizar escalas em cânone começando dos instrumentos mais graves para os mais agudos fazendo assim acordes.

46

Conclusão

Após o término do Relatório Final de Estágio em Mestrado em Ensino de Música concluísse que o ensino está numa constante mudança quanto aos seus objetivos na intervenção pedagógica, promoção e divulgação musical, metodologias de ensino, entre outros. Professores e alunos procuram ter ao dispor as formas mais completas e abrangentes no que diz respeito aos objetivos essenciais de um músico, para isso, ferramentas como o

play along

necessitam de uma atenção especial, para que se possa explorar e encontrar todas as benesses possíveis. Desde o primeiro momento o

play along

trouxe consigo amplos benefícios ativos, como por exemplo, melhorar a afinação, audição, pulsação interna, clareza de frases e harmonia, concentração, autonomia e motivação. Como também auxilia, no trabalho continuo mesmo na falta de um pianista acompanhador como também no acompanhamento dos pais quanto ao estudo individual do próprio filho.

Na intervenção pedagógica, foi debatido com os professores cooperantes quais os métodos que poderiam equivaler ao programa já existente da escola, sendo estes, “The Buzzing Book”, “Arban les fondamentaux”, “Écoute, lire et jouer”, “Vocalises de Bordogni”, “1st Recital series” e “Learn as you play the trumpet” que estiveram ao dispor dos alunos os manuais e os respetivos áudios. Após a planificação das aulas, foi explicada a forma correta o uso da ferramenta para que pudessem usufruir da mesma a 100%, contudo houve pontos positivos e outros menos positivos como se concluiu no ponto 3.5 Análise e reflecção das aulas na prática de ensino supervisionado. Observou-se que a maioria dos alunos conseguiu desenvolver capacidades performativas após o trabalho com o

play along

, porém, pela falta de estudo um dos resultados esperados de um aluno não foi o desejado.

Para enriquecer o Relatório, foi feito diversas entrevistas aos professores sobre uma avaliação estruturada das múltiplas fases do projeto e entrevistas aos alunos que transmitem um

feedback

positivo sobre o projeto. Reconheceram o mesmo pela sua organização, planificação e implementação reconhecendo obedecer aos pressupostos académicos do plano curricular do conservatório e para finalizar, os alunos inseridos no projeto pedagógico caracterizaram as aulas lecionadas com o

play along

como uma experiência promotora para a sua aprendizagem.

Durante a investigação foi realizado um inquerido com objetivo de perceber claramente a visão de outros músicos trompetistas, sejam eles amadores, profissionais ou professores do respetivo instrumento da relevância do

play along

no acompanhamento pedagógico do trompete. Dos gráficos que retratam os resultados do mesmo podemos tirar como conclusões, que grande parte dos inquiridos tem experiência com o

play along,

seguem as metodologias que foram utilizadas no projeto e indicam como

47

fatores positivos adquiridos com a utilização do

play along

vão de encontro à investigação realizada.

Ainda como docentes de instrumento 93,8% considera que a ferramenta

play along

é positiva na aprendizagem do instrumento, salientando que os mesmos utilizam as mesmas metodologias que foram abordadas no estágio.

Para terminar, é de realçar que 96,9% dos professores consegues diferenciar alunos de iniciação que utilizam

play along

ou não. Por isso este projeto teve grande incidência quanto à evolução de um iniciante da música. Pessoalmente, o Estágio estabeleceu um procedimento de desenvolvimento e aprendizagem na formação tanto do estagiário como dos alunos, contactando com conhecimentos e novos métodos de ensino. Desta forma, acredito que se cumpriu os objetivos delineados no Projeto de Intervenção Supervisionada.

48

Referências Bibliográficas

1o recital

Trompete.pdf. (2002). Curnow Music.

Almeida, I. R. de. (n.d.).

“Ligando os Pontos”

: caminhos para a improvisação no jazz em diálogo com a música instrumental brasileira.

Botma, T., & Castelain, J. (2006).

ECOUTER_LIRE_ET_JOUER

.pdf. Holland: De Haske Publications BV.

Campos, F. S. T. da C. (2016).

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) como ferramentas cognitivas

. Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Educação. Disponível em:

http://recipp.ipp.pt/handle/10400.22/8419

Davidson, J. W., Howe, M. J. A., Moore, D. G., & Sloboda, J. A. (1996).

The role of parental influences in the development of musical performance

. British Journal of Developmental Psychology, 14(4), 399–

412. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.2044-835x.1996.tb00714.x

Frederiksen, B. (1996). Arnold Jacobs:

Song and Wind

. Retrieved February 5, 2019, Disponível em:

http://ojtrumpet.net/ntf/jacobs.html?fbclid=IwAR29vsNDrGqMYTvsTOGpRK5vaF8vwwyAqDDy7i7dkS1 CG1WgqnMR66ulsmU

Gordon, E. E. (2000).

Teoria de aprendizagem musical - Competências, conteúdos e padrões

. (F. C.

Gulbenkian, Ed.) (1st ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

Gubes, T. (n.d.).

Caminhos do Flow

- Tales Gubes. Retrieved September 30, 2019. Disponível em:

http://talesgubes.com/caminhos-do-flow/

História

– Conservatório. (n.d.). Retrieved January 4, 2019. Disponível em:

http://www.conservatorioescoladasartes.com/historia/

James Thompson. (n.d.).

The Buzzing Book Complete method for trumpet

with MP3 accompaniment by James Thompson - Editions Bim & The Brass Press. Retrieved January 5, 2019. Disponível em:

https://www.editions-bim.com/sheet-music/brass/trumpet/trumpet-methods-studies/james-thompson-the-buzzing-book-for-trumpet

James Thompson. (2001).

The buzzing book

. (J.-P. Mathez, Ed.) (2nd Editio). Editions Bim.

49

Kuehn, F. M. C. (2012). I

nterpretação - reprodução musical - teoria da performance: Reunindo-se os elementos para uma reformulação conceitual da(s) prática(s) interpretativa(s)

. Per Musi, 26, 7–20.

Disponível em:https://doi.org/10.1590/s1517-75992012000200002

Lourenço, A. A., & Paiva, M. O. A. de. (2010).

A MOTIVAÇÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

. Ciências & Cognição, 15(2).

Disponível em:http://cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/view/313

Madeira, A. E. C., & Mateiro, T. (2013).

Motivação na aula de música

: Reflexões de uma professora

. Percepta – Revista de Cognição Musical, 1(1), 67–82.

Otondo, F. (2016).

Music technology, composition teaching and employability skills

. Journal of Music, Technology and Education, 9(3), 229–240. Disponível em: https://doi.org/10.1386/jmte.9.3.229_1

Paz, A. L. F. (2014).

Ensino da música em Portugal (1868-1930)

: uma história da pedagogia e do imaginário musical

. Disponível em:http://repositorio.ul.pt/handle/10451/18383

Pereira, A. M. N. (2014).

A influência do play-along com CD numa aprendizagem positiva do fagote.

Disponível em:https://ria.ua.pt/handle/10773/12842

Redação / PP. (n.d.).

Crianças portuguesas são as que passam mais tempo na escola

| TVI24.

Retrieved March 16, 2019, Disponível em: https://tvi24.iol.pt/sociedade/unesco/criancas-portuguesas-sao-as-que-passam-mais-tempo-na-escola

Ribeiro, C. (2003).

Metacognição: um apoio ao processo de aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica

, 16(1), 109–116. Disponível em:https://doi.org/10.1590/S0102-79722003000100011

Roberto Marques, J. (2018).

A diferença entre motivação intrínseca e extrínseca

- Portal. Retrieved March 10, 2019. Disponível em:https://www.ibccoaching.com.br/portal/lideranca-e-motivacao/a-diferenca-entre-motivacao-intrinseca-e-extrinseca/

Rodrigues, R. N. A. (2012).

O playback instrumental como suporte musical no ensino do piano: estudo sobre competências instrumentais e motivação

. Disponível em: https://comum.rcaap.pt

/handle/10400.26/4635

50

Significado de Autonomia (O que é, Conceito e Definição)

- Significados. (2016). Retrieved May 25, 2019. Disponível em:https://www.significados.com.br/autonomia/

Simon, K. (n.d.).

Digital in 2018: World’s internet users pass the 4 billion mark

- We Are Social.

Retrieved May 27, 2019. Disponível em: https://wearesocial.com/blog/2018/01/global-digital-report-2018

The Gordon Institute for Music Learning - Audiation.

(n.d.). Retrieved October 1, 2019. Disponível em:

https://giml.org/mlt/audiation/

The Gordon Institute for Music Learning - Types and Stages of Audition

. (n.d.). Retrieved October 1, 2019. Disponível em: https://giml.org/mlt/audiationdetails/

Walker, C. J. (2010).

8 Ways To Create Flow According to Mihaly Csikszentmihalyi

. The Journal of Positive Psychology, 5(1), 3–11. Disponível em: https://doi.org/10.1080/17439760903271116 Wastall, P. (1979). Peter Wastall -

Learn As You Play

.pdf. BOOSEY & HAWKES MUSIC PUBLISHERS LTD.

Wright, P. (2013).

Why new technologies could never replace great teaching

| Teacher Network | The Guardian. Retrieved February 6, 2019. Disponível em:

https://www.theguardian.com/teacher-network/teacher-blog/2013/jun/20/technology-not-replace-teaching-learning

51

Anexos

52 Anexo 1 – Arban: Os Fundamentais “Recreativos”

53

54

55

56

57

58

59

60

61

Anexo 2 – Learn as you play trumpet by Peter Wastall

62

63

64

65

66

67

Anexo 3 – Escuchar, leer & tocar: Tijmen Botma e Jaap Kastelein

68

69

70

71 Anexo 5 – The buzzing book by James Thompson

72

73

74 Anexo 6 – 1st Recital Series | Curnow Music

75

76

77

78 Anexo 7 – Vocalises de Marco Bordogni

79

80

81

Anexo 8 – Guia da entrevista aos professores cooperantes/alunos

82 Anexo 9 – Inquérito

83

84

85

Anexo 10 – Autorização para a gravação vídeo de aula lecionada pelo estagiário