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proteviio e renova9iio do meio-ambiente, envolvendo professores, alunos do

!", 2° e 3° graus.

Produzir e/ou adaptar materiais instrucionais especificos de Ciencias e Matcmatica para utilizaviio pelos profcssorcs e alunos das classes do !0 e 2°

graus.

Enriquecer o cunicu1o do 1° grau, adequando-o

a

realidade do a! una do, visando uma abordagem que contcmplc a rclavao ciencia, tecnologia e socicdade.

Propiciar curso de especializaviio aos doccntes de esco1as de fonnaviio de professores pam o 1° e 2° graus.

Propiciar qualificaviio

a

professores pesquisadores, envolvidos no projeto, em cursos de P6s-gradua9iio em Ensino de Ciencias, em Ensino de Matematica e em Educayao Ambiental, no pais e no exterior.

Rea1izar estudos e pesquisas nas areas de Eusino de Ciencias, de Ensino de Matematica e Educaviio Ambiental, considerando variaveis psico16gicas, sociais, tecnol6gicas e pedag6gicas (Bahia, 1999, p.l5).

Dos objetivos, acima citados, conclui-se que o PROCIEMA, nessa ultima proposta apresentada:

• Expandiu seu ra10 de a<;ao; manteve a inten<;ao de melhorar a forma<;ao de professores para o 1°, 2° e 3° graus e ainda incluiu alunos do magisterio;

• Retomou questoes anteriormente propostas como: produ<;ao e adapta<;ao de materiais; reformula<;ao dos curriculos dos cursos do ensino fundamental;

realiza<;ao de pesquisas; qualifica<;ao de sua equipe de trabalho; integra<;ao com a comunidade e capacita<;ao em servi<;o;

Trouxe para o Programa a fun<;ao de oferecer cursos de especializa<;ao.

e Matem<ltica. A proposta de implanta<;ao das Olimpiadas se apoiava em do is pontos 0 primeiro dizia respeito ao curso de Licenciatura Curta que apesar de ser vista como uma tentativa do govcrno de superas:ao das dificuldades do ensino, trazia em sua essencia falhas elementares como a falta de aprofundamento dos conteudos das disciplinas trabalhadas

110 1 o e 2° graus. 0 segundo, estava pautado na "falta de uma politica do govern a que buscasse a •valorizas;ao do professor, tanto em rela<;ao a melhores saliirios quanta

a

qualificas;ao dos mesmos" (Bahia, 1993b, p. 1 ). Apesar dessas argumenta<;5es em favor dos alunos das licenciaturas e dos professores, como se observa a seguir o projeto das Olimpiadas tinha como p~blico alva alunos de 5'

a

8' serie.

Vale destacar que em bora na justificativa do projeto o gru po salientasse a importancia dos programas de melhoria do ensino mantidos pela CAPES e apresentasse as Olimpiadas como possibilidade de dinamiza<,:ao do ensino e como fat or de incentivo ao aluno, esse projeto nao foi encaminhado a nenhum 6rgao financiador. Desde sua proposi<,:ao foi uma atividade que deveria ser executada pelo e com recursos do proprio PROClEMA.

Ao Iongo do tempo, temos observado que esses cursos [Licenciatura Curta em Ciencias e Plena em Matematica] nao tern cumprido plenamente os seus objetivos, vista que, esses professores necessitam de urn maior aprofundamento a nivel de conteudos (Biologia, Fisica, Quimica e Matematica), para que haja nma mudan9a substancial na qualidade do Ensino de Ciencias e Matematica. Visando modificar o quadro, acima descrito, programas de apoio ao desenvolvimento cientifico vern sendo mantidos pelos 6rgaos financiadores, a excmplo da CAPES.

( ... ) Buscando dinamizar e incentivar os alunos do !0 grau com rela91io ao ensino de Ciencias e Matematica estamos propondo a realiza9ao das Olimpiadas de Ciencia e Matematica, inicialmente nas cidades de Jequie e Vit6ria da Conquista, podendo, a depender do exito, se estender as regi5es Sui e Sudoeste da Bahia, bern como aos alunos do segundo grau.

As Olimpiadas de Ciencia e Matematica pretendem desenvolver urn trabalho, considerando que o ensino nessas areas deve ser pautado no desenvolvimento do raciocinio, do pensamento 16gico, da criatividade permitindo ao aluno o uso eficiente do metoda cientifico (Bahia, 1992, p. 1).

Fundamentado no discurso do desenvolvimento do raciocinio 16gico e da criatividade, a Olimpiada deveria permitir ao aluno o uso eficiente do metoda cientifico. Tinha como meta, inicialmente, trabalhar com alunos do 1 o grau de 5'

a

8' serie de escolas dos municipios de

11 Serao discutidas todas as propostas de atividades que foram apresentadas em forma de projeto, com iustificativas, objetivos, metas etc .. No Capitulo 2 sen\ citado o Projeto Laborat6rio, no entauto esse nilo se constituiu como um projeto, por isso nao foi incluido como uma ath~dade em destaque .

12 Projeto apresentado pela professora Maria Aparecida Roseanc Ramos, mestra em Matcmatica, professora da

e Vit6ria da Conquista. Pretendia-se, mais tarde, estender essa atividade ao segundo e posteriormente desenvolve-la na regiao Sui e em todo Sudoeste da Bahia. Era pretensao do grupo tambem conseguir uma "amplitude semelhante a de cmtros projctos de . '"''rater nacional como par exemplo o Jovem Cientista que

e

promovido pela Rede Globo e inclusive vendo a possibilidade de que os estudantes que pmticipam das nossas 111u~w·~~" possam participar de eventos a nivel nacional como a Olimpiada Brasileira de

\1at<~mawou e outros." (Bahia, 1992, p. 5).

0 projeto tinha como objetivos:

Despertar nos alunos o gosto pela Ciencia e Matematica;

Desenvolver o intelecto e o raciocinio 16gico dos alunos;

Despertar talentos;

Ampliar os conhecirnentos de Ciencia Maternatica;

Eliminar o "tabu" de que aprender Maternatica

e

dificil e que os conteudos devern ser rnemorizados;

fucentivar a rnelhoria da qualidade de ensino da Maternatica. (Bahia, 1992, p. 2)

Assim, era funviio da atividade da Olimpiada: motivar e incentivar o aluno no estudo da Matematica; desmitificar e melhorar o ensino dessa disciplina e ainda desenvolver o intelecto e o raciocinio l6gico dos alunos. Essa ultima fun<;ao se constituia em um constante objetivo do Programa e tinha sustenta<;ao no referencial cognitivista do PROCIEMA.

1.5.2 Xadrez/PROCJEMA

Um ana depois, em 1993, o projeto "Xadrez na Escola"" foi proposto e aceito pelo gmpo do PROCIEMA . 0 referido projeto assim se justificou14:

0 ensino brasileiro vern passando, nas ultirnas decadas, par um ciclo vicioso.

Os professores nao tern condi9oes de desenvolver um ensino eficiente porque nao tem seu trabalho valorizado. Os baixos salarios e as precarias 13 lncluimos o projeto "Xadrez na Escola'', proposto pelo professor, mestre da UESB e membra do PROCIEMA desde 1992, Michel Paul Alfred Bernard, para analise das ath~dades desenvolvidas porque faZCJn parte dos seus objelivos 0 desenvolvimento de habilidades ditas necessarias

a

aprendimgem e 0 melhoramento do desempenho dos alunos em matematica.

14 Na tentativa de dar maior clarem ao texto de justificativa do projeto, foram feitas pequenas corre<;oes de ponttm,ao, concordilncia e ate mesmo a substitui,ao de algumas palavras que cousideramos inadequadas

a

mensagem que se quis transmitir. No entanto, vale ressaltar que preservamos na integra o sentido das ideias Propostas no texto.

condiv5es de trabalho desencadeiam a falta de interesse pelas atividades escolares provocando o baixo rendimento dos alunos, a evasao escolar e a repetencia, e, esses problemas, por sua vez, reforvam o descredito pela instituivao escolar. Neste processo de crise vale destacar o uso de metodologias de cnsino inadequadas, fruto da interferencia de mttltiplas tendencias pedag6gicas que vem sendo utilizadas sem que haja a devida preparavao do professorado. No conteJ>.1o hist6rico em que o desenvolvimento do raciocinio 6 elemento fundamental para o engajamento s6cio-politico de cada cidadao, a escola mergulha numa barafi.mda metodol6gica em que a memorizavao de dados estanques e pouco significativos vem sendo a meta principal.

A reversao deste quadro educacional requer o esforvo e a participavao de todos os que lidam direta ou indiretamente com o processo de educavao formaL Urge a busca de soluv5es e de alternativas didaticas que estimulem as atividades criadoras no ambiente de ensino.

Entre essas altemativas, a pnitica do xadrez atua como poderoso instrumento a ser usado na educavao uma vez que, visando o raciocinio 16gico, contribui para melhor compreensao do conhecimento nas diversas areas do saber.

(. .. ) 0 PROCIEMA, um projeto que visa a melhoria da qualidade de ensino, devera implantar o ensino do xadrez em todas as escolas do 1° gran e do 2°

gran da regiao do Sudoeste da Bahia, para que os alunos dessa regiao tenham acesso aos beneficios e vantagens de uma pratica ja testada com sucesso em paises do primeiro mtmdo (Bahia, 1993, p. 4).

0 projeto "Xadrez na Escola" nao escapou

a

utilizac,;ao dos repetitivos argumentos da necessidade de melhoria do ensino, do "Ciclo vicioso" e do professor que nao tern condic,;6es de desenvolver urn ensino eficiente. Na sua justificativa, enfatizou-se a crenc,;a na importiincia do raciocinio, tanto para a formac,;ao do cidadao, quanta para a aprendizagem dos conteudos.

0 xadrez foi. definido como uma atividade importante para o desenvolvimento do raciocinio e consequentemente para formac,;ao de capacidades aplicaveis

a

diferentes areas do saber. Nesse sentido, o projeto "Xadrez na Escola" foi defendido e aprovado.

As atividades previstas no projeto "Xadrez na Escola" pretendeu:

Proporcionar uma aviio de lazer as crianvas de baixa renda, ao despertar talentos, ao promover a valorizavao do raciocinio 16gico, visando contribuir para que a escola possa atingir os seguintes objetivos:

Desenvolver o raciocinio 16gicos dos alunos;

Desenvolver habilidades de observaviio, reflexao, analise e sintese;

Compreender e solucionar problemas pela analise do contexto geral em que estiio inseridos;

Proporcionar urn lazer qlle valoriza a tomada de decisao;

Despertar talentos;

Melhorar o desempenho dos alunos em todas a areas de estudo e em particular em matematica. (Projeto N.O 7, 1993, p. 5)

no.nt•·p os objetivos a serem alcanvados pelo exercicio do jogo de xadrez estao: o '•e.twc1lvimento do raciocinio 16gico dos alunos e a melhoria do desempenho escolar dos

,111110~ em todas as areas de estudo.

Esse projeto estabelecia como meta: "Atingir os alunos do 1 o e 2° graus de todas as

·esctJJas das redes publicas e particulares da regiao do Sudoeste da Bania, com possibilidade de )Xt~nsa.oposterior a todo o Estado da Bahia." (Projeto N.O 7, 1993, p. 6)

Percebe-se no conjunto das propostas ate aqui apresentadas, uma rela((ao direta entre

'"'"' .vo problemas percebidos e as soluv5es apontadas. Assim, se o problema da educayao era a de treinamento do professor, o PROCIEMA se propunha a capacita-los. Se os i;?;'~,;treu1an1enws nao deram conta dos problemas de qualificavao do professor o PROCIEMA / Japrese:ntcm uma nova hip6tese de causa - a rna atuayao da UESB na formav1io docente - e propos a criavao de urn centro de produ((ao e difusao de conhecimento capaz de estimular a . melhoria do ensino. Em 1992, a preocupayao era com o desenvolvimento do raciocinio do aluno, entao, as Olimpiadas e o Xadrez entraram como alternativa. "A pratica do xadrez atua como poderoso instrumento a ser usado na educa((ao uma vez que, visando o raciocinio 16gico, contribui para melhor compreensao do conhecimento nas diversas areas do saber."

Essa relavao direta entre problemas e busca de soluv5es, no entanto, nao foi capaz de evitar equivocos. Como ja apontado, mesmo com a indicayao de relavi'ies sociais presentes na educayao, percebeu-se a atribui((ao central de responsabilidade dos problemas ao professor. E no caso do xadrez, e fundamental observar que nao se pos em discussao, no PROCIEMA, a questao polemica da transferencia de aprendizagem. Seria assim tao indiscutivel afirmar que o rilciocinio exercitado e as aprendizagens do xadrez se transferem para outros conteudos

escolares?

A questao e no minima polemica. Dewey, em 191615, ao comentar sabre a circunstancia de se tentar valorar esta ou aquela materia e especificar o grau de cada valor possuido par determinado estudo, afirma que:

Geralmente concorda-se com o ensino das materias dos cursos existentes e depois toca-se a atribuir valores as mesmas, como razao suficiente para serem ensinadas. Dizem, por exemplo, que as matemitticas tem valor disciplinar para habituar o aluno a exatidao da exposivao e ao rigor do raciocinio; possuem valor utilitario para nos exercitarmos nos ca!culos exigidos pelo comercio e pelas artes; valor cultural para ampliar a 15 0 livro Democracia e Educa<;ao escrito par Dewey foi escrito em 1916 e editado primeira vez em 1959.

imaginas;ao, ao tratannos das relas:oes mais gerais das coisas; e ate valor religioso pela sua concep9iio do infinito e ideias associadas. Mas e claro que as matematicas nao operam esses resultados por serem dotadas de miraculosos podcres dcnominados valorcs; elas terao estes valores se e quando operarem esses resultados e nao de outra maneira. Essas considcras:oes, por vezes, auxiliam urn professor a ter mais vasta visao dos resultados que sc podem conseguir com o estudo das matematicas (Dewey, 1959, p. 269).

Segundo Dewey (1916, p.269) existe uma tendencia em se justificar materias do '"'"""~ pelos poderes a elas atribuidos. Nesse sentido, sup or que jogar xadrez ajuda aprender i£i'OJlltras materias e presumir que o exercicio de uma faculdade mental garante a transferencia do maior poder ou for9a a situa96es totalmente diferentes daquelas em que a aprendizagem

Sabre a transferencia de aprendizagem, tambem no inicio do seculo, em seus estudos Thorndike declara que:

( ... ) as tecnicas pormenorizadas · do pcnsamcnto em um campo nao sao precisamente as mesmas de qualquer outro campo e, mesmo que o fossem, seu estabelecimento em urn campo nao garante sua transferencia, em peso, para outro. Desenvolver a capacidade de pensar com toda e qualquer classe de dados requei nao' s6 conhecimento dos dados, mas experiencia bem sucedida do uso deles pelo pensamento. Como e desejavel que se seja capaz de pensar em todos OS campos em que se possa estar empenhado, e necessaria que se proporcione experiencia de pensar em cada materia, cujo conteudo possua real valor. (Thorndike, 1936, p. 159)

No entanto, sem que houvesse, no PROCIEMA, discussao a esse respeito, a atividade do xadrez foi incluida no Programa, ncentivada e desenvolvida nas escolas. 0 entusiasmo de

· alunos e professores vem mantendo esse processo que precisaria, ainda ser analisado em seu alcance e em suas repercussoes sabre a vida escolar dos alunos.

Em 1996 o PROCIEMA aprovou o projeto Planejamento Pedag6gico da Disciplina

< Jv.{at1muitlc·a para a Projelo Esc ala do Bem Querer, aqui denominado Escola do Bern ,,ner/JPROC:IE:MA. Esse projeto se constituiu em uma proposta de assessoria e capacitaviio

oP.rVICO. na area de matematica, para OS professores da Escola do Bern Querer'6.

0 trabalho a ser desenvolvido na Escola do Bern Querer tinha como objetivo geral .'ti!rpJno·ver o desenvolvimento do raciocinio 16gico, atraves de atividades interdisciplinares e que facilitem a construviio do conhecimento, buscando sempre a formaviio do cidadao crltico e consciente." Para alcanvar esse prop6sito foram delineados os seguintes ()lijetivos especificos:

estimular o interesse e a admira~ao pela Matematica;

desenvolver o raciocinio l6gico-dedutivo utilizando 1evautamento e aualise de hip6teses;

estimular a criatividade na resolu91io de problemas nao rotineiros atraves de descoberta;

desenvolver a eapacidade de analise, reflexiio e a9ao;

desenvolver a96es que promovam o desenvolvimento de habilidades necessarias its demonstra96es;

inter-relacionar com o meio fisico e socio-cultural buscando o conhecimento significativo;

cstimular a eapacidade intuitiva na redescoberta de fatos matematicos;

estabelecer rela96es e interpretar :fhtos (Bahia, 1996, p. 70).

Nesta proposta a equipe responsavel pelo PROCIEMA destacou a importancia do ensino de Matematica "pelos elementos emiquecedores do pensamento matematico na formaviio intelectual do aluno, tanto pela exatidao do pensamento 16gico-demonstrativo que ela exibe, quanta pelo exerclcio criativo da intuiviio, da imagina9iio e dos racioclnios ( ... )"

(Bahia, 1996, p. 68). Se posicionou em relaviio

a

reestruturaviio da disciplina implantada pelo movimento reformista que den origem

a

Matematica Moderna: da "enfase acentuada na

16 Em 1987, a UESB criou o Programa de Alfabetiza9iio de Crian9as para atender crian9as que viviam circulando nas imedia9oes e dependcncias do campus mliversitirio. A Escola Mmticipal do Bem Querer foi criada, a partir desse programa, em 1992, pela UESB em parceria com a Secretaria Mmlicipal de Educa9ao de Vit6ria da Conquista- SMEC. Essa e mna escola que oferece desde a educa9iio infantil ate a 4' serie e atende Principalmente crian9as pobres, f\lhas de agricultores que moram em assentamentos e commlidades de pcquenos agricultores entomo do campus. Em 1996, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensiio - CONSEPE da UESB aprovou mn projeto experimental para a referida escola. Elaborado por uma equipe de professores das diversas areas do conhecimento da UESB, o Projeto Escola E"'Perimental do Bem Querer se constitui em \Un Programa de apoio ao ensino infantil e fundamental da regiao. 0 PROCIEIVIA

c,

ate a presente data, responsavel pcla area de Matematica.

68

da linguagem de conjuntos e uma apresenta9iio excessivamente formal das partes da MateJm\tica" decorrem varios problemas do ensino/aprendizagem da materia. Segundo a equipe, a Matematica Moderna se apresenta com uma linguagcm propria, .::~:JdJ.staJau; da vivencia do aluno, por isso, o ensino desta disciplina vem produzindo inseguran9a, desestinnJlo, falta de iniciativa e a chamada "ansiedade matematica", esse ultimo considerado

printc!pal impeditivo da aprendizagem.

Segundo posicionamento do grupo, o docente, em sala de aula, enfrenta os seguintes a escola impoe ao professor urn programa que deve ser cumplido

1,j11condici<matlm:ente; as discussoes dos conhecimentos matem!tticos sao realizadas em uma

•>'llll!lU"!l"'" especifica, carregada de simbolos e, portar1to, desconhecida para o aluno. Em

decorrentcla desses fatos o discente se mostra passivo e averso it Matematica.

Na concep91io dos membros do PROCIEMA o professor, ao trabalhar a disciplina, prende sua aten91io ao rigor,

a

clareza e precisao dos conteudos priorizando sempre o estudo da aritmetica; apresenta-se indiferente it fonna como o discente pensa ou age, ou seja, o sentimento do aluno nao e considerado nas rela96es do processo ensino/aprendizagem.

Apesar de, na visao do grupo, o ensino da Matem!ttica se apresentar pouco significativo, carregado de regras e simbolos, sendo portanto, necessaria estabelecer mudim9as capazes de melhora-lo, vale destacar que, neste projeto, o Programa nao apontou o professor como o unico responsavel pelos fracassos do ensino da Matem!ttica. Outros fatores intervenientes - questoes ligadas it escola, ao professor, ao aluno e it propria estrutura da disciplina - se entrela9aram na explica91io dos problemas relativos ao ensino e it aprendizagem da Matematica.

A orienta91io do grupo do PROCIEMA aos professores da escola do Bem Querer foi no sentido da integra9iio, do. trabalho cooperativo com o aluno. A equipe apontou os problemas a serem discutidos, mas niio propos solu96es magicas e sim, urn trabalho interativo, uma assessoria, capaz de abrir caminhos para melhorar o desempenho dos professores e dos alunos da Escola do Bem Querer.

0 PROCIEMA tarnhem desenvolveu a96es do projeto Xadrez na Escola na Escola do Bem Querer.

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