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PROGRAMA DE BENEFÍCIO ESTUDANTIL NO IFRS – CAMPUS IBIRUBÁ

Programa de Benefício Estudantil no Campus Ibirubá: Contextos e Realidade

O Programa de Assistência Estudantil no Campus Ibirubá é de-senvolvido por uma equipe multiprofissional: assistente social, peda-gogo, psicóloga, assistente de aluno e técnico em assuntos educacio-nais. As principais ações da Assistência Estudantil concentram-se na gestão e no acompanhamento do PBE.

Os aspectos da gestão compreendem a seleção dos be-neficiários: adequação do Edital à realidade do Campus Ibirubá, publicização e divulgação do Edital, orientação sobre quais do-cumentos apresentar, inscrição no PBE, análise dos dodo-cumentos apresentados, entrevista, avaliação socioeconômica e, em alguns casos, realização de visita domiciliar. Os aspectos de acompanha-mento envolvem as informações do quantitativo por grupos de de-sigualdade social e da aferição da frequência por intermédio do Sistema de Acompanhamento Acadêmico (SIA).

Além desse interesse, justifica-se esse estudo direcionado ao PBE, porquanto o Campus Ibirubá apresenta uma diversidade de

pú-blico, composta por estudantes oriundos de diversos municípios da região e de outros estados.

A necessidade de implementação do PBE justifica-se pela ine-xistência de políticas destinadas à Residência Estudantil no Campus e ao acesso a estudantes dos cursos superiores e subsequentes às refeições oferecidas nos almoços, pois somente os estudantes dos integrados possuem acesso a essa modalidade. Além de constituir-se ao longo dos tempos em uma política-chave na permanência estudan-til, é uma importante ferramenta no combate à evasão e retenção.

As situações de vulnerabilidade social são caracterizadas como situações pontuais, porém necessitam de acompanhamento e de uma maior atenção por parte da equipe de Assistência Estudantil.

Sob este contexto, vale destacar: promover o acompanhamento dos estudantes constitui um dos maiores desafios no enfrentamento à permanência estudantil.

Análise dos dados

Para este artigo, optou-se por analisar três questões obtidas do questionário aplicado aos estudantes e três questões feitas à equipe de profissionais da Assistência Estudantil. Equipe e estudantes foram questionados quanto ao entendimento sobre o Programa de Benefí-cios, quanto às percepções aos valores recebidos e quanto às formas de aprimorar o Programa.

No que concerne aos profissionais da Assistência Estudantil, a totalidade da equipe participou, isto é, cinco respondentes. Já em rela-ção aos estudantes beneficiários, o programa atende a uma totalidade de 120 beneficiários. Nesta pesquisa, foram 33 participantes voluntá-rios, sendo que 43% pertencem ao G3, 18% ao G4, 21% ao G2 e 18%

ao G1. Os voluntários são estudantes atendidos pelo PBE.

Figura 1 - Grupo de Vulnerabilidade dos participantes da pesquisa.

Fonte: Os autores.

Comparando com a totalidade de estudantes que participam do Programa de Benefícios Estudantis, a participação ficou proporcional, pois 33% pertencem ao G3; 30%, ao G4; 12%, ao G1, e 25%, ao G2, conforme se observa abaixo:

Figura 2 - Beneficiários por grupo de vulnerabilidade em 2020.

Fonte: Os autores.

Quando os estudantes foram questionados sobre seus entendi-mentos de qual seria a finalidade do Programa de Benefício Estudantil, os respondentes compreendem que o PBE ajuda estudantes com rea-lidades socioeconômicas desfavoráveis a permanecer na instituição e custear os gastos relacionados ao estudo, como, por exemplo, trans-porte, alimentação, material escolar, como pode ser observado nas seguintes respostas25:

• Para auxiliar nos custos do que for necessário comprar para realizar as atividades do curso (PARTICIPANTE 27).

• Ajudar o estudante a custear as despesas derivadas do IF, como ônibus, compra de material para as aulas práticas etc.

(PARTICIPANTE 17).

• Auxílio em materiais e despesas do estudante quanto à fa-culdade (PARTICIPANTE 26).

• Para auxiliar alunos, em situação de vulnerabilidade, a ter uma melhor estabilidade para concluir seu estudo no Institu-to. (PARTICIPANTE 19).

• Serve para ajudar o/a estudante a permanecer no campus, ajudando em gastos, etc. (PARTICIPANTE 17).

• Para contribuir e ajudar na permanência e êxito do aluno no campus, principalmente para aqueles que vêm de outros municípios (PARTICIPANTE 28).

• Para amenizar as diferenças socioeconômicas presentes na realidade dos alunos PARTICIPANTE 31).

• Serve para auxiliar o aluno e a família, diminuindo em par-te as despesas. Também como uma forma de “incentivo”

aos estudos. Contribui de várias formas ao bem-estar es-tudantil... no meu caso não preciso me preocupar em ter um emprego nas poucas horas que tenho fora da escola;

assim posso focar mais em estudar (se eu precisasse de um emprego, provavelmente não daria conta das aulas) (PAR-TICIPANTE 18).

25 Os estudantes beneficiados foram identificados de acordo com a ordem de numeração das respostas dos questionários.

Ainda que em menor número, identifica-se que alguns alunos utilizam os valores do PBE não apenas para contribuir diretamente em seus estudos (materiais escolares, transporte escolar, alimentação no Campus etc.), mas também para ajudar nas despesas em casa, como pode ser observado nas seguintes respostas:

• É um auxílio que o Campus faz aos estudantes, aqueles com a renda mais baixa. O campus disponibiliza devido ao tempo integral de estudo que impossibilita os estudantes trabalharem e ajudarem com as despesas da casa. Meu au-xílio cobre uma pequena parte do aluguel onde moramos (PARTICIPANTE 12).

• Serve como auxílio, para que os alunos possam perma-necer estudando no Instituto Federal, e ajudar em casa!

(PARTICIPANTE 25).

• O programa estudantil serve como um auxílio ao aluno que tem baixa renda, que permaneça nos estudos até o final de seu curso, servindo como um incentivo ao estudo e melhor educação. Para muitos ele é um leque de poder auxiliar nas despesas de casa, além de poder, dependendo o valor, em algum alimento para o aluno (PARTICIPANTE 2).

• O programa serve para que alunos com uma baixa renda familiar (principalmente os que vêm de outras cidades que é o meu caso) consigam ter uma ajuda para ter uma melhor estabilidade financeira, o programa ajuda muito, mesmo que, às vezes, seja uma quantia não muito grande, já ajuda no valor do aluguel, a comprar comida, materiais escolares que preciso. O programa serve para isso, ajudar o aluno no que o aluno precisa. (PARTICIPANTE 23).

De modo geral, conclui-se que os estudantes compreendem que o PBE visa a contribuir na diminuição da evasão e retenção escolar, consequentemente, possibilitando a eles permanecer e ter êxito na instituição.

Nesse sentido, a equipe de profissionais26 foi questionada se percebiam que os estudantes compreendiam a finalidade do PBE, sendo que três participantes responderam que os estudantes com-preendiam “parcialmente”, enquanto um respondente entende que

“devido ao critério da renda estar atualmente em 1,5 salário deixa muito amplo outros critérios de inclusão ao PBE” (PARTICIPANTE D) e outro ressalta que “alguns compreendem e são comprometi-dos de fato com o PBE. Enquanto na sua maioria, só querem saber quando irão receber” (PARTICIPANTE E).

Identifica-se, portanto, que o entendimento dos profissionais destoa, de alguma forma, do que foi encontrado nas respostas dos estudantes, pois, como pode ser visto, a maioria dos estudantes ob-serva que o PBE contribui para a sua permanência e êxito na insti-tuição, além de compreenderem que a finalidade do PBE é ajudar alunos em condições socioeconômicas mais desfavoráveis a se manterem na instituição.

Outro questionamento feito aos estudantes é sobre as formas que o Programa de Benefícios Estudantis contribui para a permanência deles na instituição, sendo que a maior parte respondeu27 que o PBE contribui no apoio em materiais de estudo (63,6%), na complementa-ção na renda familiar (54,5%), na alimentacomplementa-ção no Campus (45,5%), no pagamento do aluguel (24,2%), na aquisição de materiais didáticos (39,4%) e na ajuda de vestuário (21,2%). Esses números apresentados podem ser melhores visualizados na tabela abaixo:

26 A equipe de profissionais foi identificada por letras do alfabeto.

27 Os respondentes poderiam escolher mais de uma alternativa, além de poderem escrever a própria resposta.

Figura 3 - Resposta à pergunta “De que forma o Programa de Benefício Estudantil contribuiu para sua permanência?”

Fonte: os autores.

Percebe-se que outras respostas foram dadas, ainda que em menor número, mas que, de alguma forma, também corroboram aquilo que já haviam respondido sobre seu entendimento acerca do PBE.

Os estudantes também foram questionados se os valores rece-bidos eram suficientes para atender as suas necessidades, e 48,5%

respondeu que atendia “em partes” as suas necessidades, enquanto 36,4% responderam que sim, e 15,2% responderam que não, confor-me quadro abaixo:

Figura 4 - Resposta à pergunta “Os valores recebidos foram suficientes para atender as suas necessidades para a permanência estudantil?”

A equipe de profissionais também foi questionada quanto aos valores recebidos pelos estudantes, isto é, quais as percep-ções que têm sobre o benefício dado. Em sua maioria, os profis-sionais da Assistência Estudantil entendem que são valores baixos, mas que, de alguma forma, contribuem para a permanência dos estudantes (PARTICIPANTE C). Entende-se, também, que, no caso de alguns alunos que possuem situação mais vulnerável, o valor é considerado insuficiente. Nesse sentido, um participante sugere que o G4 seja realocado, pois considera ser “um valor exíguo frente ao contexto da proposição dos auxílios” (PARTICIPANTE D), e que

“enquanto política pública, ela faz mais sentido para os grupos mais vulneráveis (G1 e G2) (...) e que deve haver “uma focalização maior dos valores nos grupos que mais precisam” (PARTICIPANTE E). Essa é uma sugestão que também será observada nas res-postas de profissionais e estudantes quando questionados sobre formas de aprimorar o PBE para melhor atender aos estudantes.

O entendimento dos profissionais é de que deveria haver “cri-térios mais rígidos para destinar os escassos recursos a quem mais precisa” (PARTICIPANTE B), “reduzir a três o grupo de beneficiários”

(PARTICIPANTE C), “mais servidores envolvidos nas discussões sobre o PBE no âmbito institucional (GTPAE, CMGOAE), aumento dos valores dos benefícios” (PARTICIPANTE D) e “políticas governamentais mais fortes e com relação à Política de Assistência Estudantil” (PARTICIPAN-TE A). Mesmo que se entenda que algumas questões independem da vontade da instituição, outras podem ajudar a mitigar as dificuldades encontradas na execução do programa, tais como:

1. Promover encontro dos beneficiários do PBE para uma forma-ção; 2. Visitas Domiciliares; 3. Formação das Equipes de AE; 4.

Transparência nas ações; 5. Diálogo constante com os bene-ficiários; 6. Vídeos Informativos para os estudantes que estão ingressando (PARTICIPANTE E).

No que concerne aos beneficiários, seis respondentes não consideram ser necessário melhorar o PBE para melhor atender às necessidades dos estudantes, pois responderam que está bom ou ótimo. Seis estudantes sinalizaram sobre os valores pagos, e consideram que os valores deveriam ser revisados, pois supririam melhor as necessidades dos beneficiários, sugerindo, inclusive, distribuir “os recursos conforme a necessidade e condição regional de cada campus. Avaliar o custo de vida onde o campus está insta-lado e flexibilizar os valores entre a rede do IFRS” (PARTICIPANTE 20). Não diretamente relacionado ao valor, mas dois estudantes apontam a necessidade de avaliar melhor os grupos “analisando as demandas exigidas pelo curso em que o estudante está inscri-to” (PARTICIPANTE 26) e observando “individualmente a situação e realidade dos estudantes” (PARTICIPANTE 15).

Outro respondente, corroborando o anterior, sugere um valor maior para cidades onde o aluguel tem um custo alto, e que isso “aju-daria muito os alunos que precisam do auxílio moradia” (PARTICIPAN-TE 19). Os respondentes sinalizam, também, que “o alto decréscimo do auxílio no ano de 2021 vai acabar por dificultar muito a vida de muitos estudantes” (PARTICIPANTE 25).

Também, como sugestão, entende-se que a destinação do re-curso deveria ficar centrada nos três primeiros grupos, isto é, sugerem que os grupos de vulnerabilidade sejam reduzidos, tal como menciona o Participante 21, de que “o recurso poderia ser destinado apenas aos beneficiários G1, G2 e G3 que são os que realmente mais precisam”, e o Participante 2, quando diz que

O PBE de forma geral poderia ser reformulado, trazendo a pro-posta de dividir em grupos, mas não em muitos grupos, no má-ximo g1, g2, g3, assim podendo ser mais criteriosa a escolha para o pagamento, priorizando sempre os que mais necessitam desse complemento (PARTICIPANTE 2).

Para aprimorar o PBE, também foram sugeridas mudanças quanto à documentação, ou seja, sugere-se que se exijam menos do-cumentos na inscrição e mudanças no prazo de entrega e que esta seja apenas pelo site. Também sugerem acrescentar alimentação mí-nima no programa e pagamento do auxílio nas férias, mesmo que seja um valor menor, pois salientam que mesmo em férias têm custos fixos, como moradia, energia, água etc. Consideram que a diminuição da frequência no pedido do comprovante de auxílio moradia foi um pon-to positivo. Dessa forma, compreende-se que o PBE, de modo geral, atende aos estudantes e que estes compreendem o papel do Progra-ma. Identifica-se, também, que equipe de profissionais e estudantes percebem que alguns ajustes poderiam ser feitos para melhor atender àqueles que mais precisam, como a realocação de grupos e o aumen-to dos valores repassados. Sabe-se, contudo, que algumas mudanças independem de vontade institucional.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo originou-se do projeto de pesquisa “A Efetivi-dade do Programa de Benefício Estudantil no IFRS – Campus Ibirubá, a partir do olhar de diferentes sujeitos”. Inicialmente, as motivações para a realização dessa pesquisa vão ao encontro da necessidade de avaliarmos a real efetividade do PBE, sob o olhar dos diferentes su-jeitos que estão presentes na execução e implementação dessa po-lítica, ou seja, beneficiários e equipe multiprofissional. Traçado esse objetivo, partimos para o seguinte questionamento: Qual a percep-ção dos diferentes sujeitos sob o programa de benefício estudantil?

Será que realmente vem cumprindo seu papel na garantia da perma-nência estudantil no IFRS – Campus Ibirubá? Apesar de este estudo apresentar limitações no que concerne à necessidade de aprofun-damento da temática, de acordo com as percepções dos sujeitos, o

programa de benefício estudantil, pode, sim, contribuir para o êxito e sucesso dessa política pública.

A proposta da distribuição equitativa de recursos financeiros en-contra-se amparada na Instrução Normativa nº 10/2018, a qual institui e normatiza a divisão equitativa dos recursos orçamentários da Assis-tência Estudantil, de acordo com a classificação dos grupos de vul-nerabilidade dos estudantes do IFRS, encontra-se em conformidade com o inciso VIII, do Art. 2º, da Política da Assistência Estudantil (PAE).

Trata-se de uma estratégia em legitimar a PAE e permitir possibilidades de promover a inclusão e permanência dos estudantes com maiores desigualdades sociais no âmbito de todo o IFRS.

Nesse contexto, temos presenciado um cenário de retração da disponibilização de recursos orçamentários aos Institutos Federais, na perspectiva limitante de educação do capital, na cultura universitária da certificação em massa, e de desmonte dos direitos sociais a partir da materialização legal da Emenda Constitucional nº 95/2016 e do acir-ramento da disputa entre projetos societários no Brasil.

A fim de sinalizarmos alguns caminhos para a melhoria e fortalecimento das ações do Programa de Assistência Estudantil enquanto política pública, propõe-se: maior aporte financeiro dos auxílios estudantis, promover melhorias da qualidade de vida dos estudantes, fornecer melhores condições de trabalho aos profissio-nais e atuar na perspectiva da formação continuada, tendo em vista o êxito formativo estudantil.

Para finalizar, o trabalho logrou êxito no sentido de identifi-car as percepções dos diferentes sujeitos que compõem o PBE, o qual reforça o olhar como uma política pública significativa e in-clusiva. Conforme os dados obtidos na pesquisa, converge para a percepção da equipe de profissionais e estudantes a ideia de que é necessário fazer ajustes para melhor atender àqueles que mais

precisam, como a realocação de grupos e o aumento dos valores repassados, considerando que a ascensão social desses sujeitos perpassa a condição de classe, raça e gênero, indicadores extre-mamente presentes dentro dessa política pública.

Ademais, destaca-se que o PBE, dentre as ações de permanên-cia e êxito, constitui o primeiro passo para que a educação pública se torne um espaço mais diverso, mais plural e menos desigual.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil. Brasília. 2010. Disponível em: <www.

planalto.gov.br>. Acesso em 20 mar. 2021.

BRASIL. Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil. Brasília. 2010. Disponível em: <www.

planalto.gov.br>. Acesso em 20 mar. 2021.

IFRS. Política de Assistência Estudantil do IFRS. Resolução nº 86, de 03 de dezembro de 2013. Bento Gonçalves, 2013.

IFRS. Instrução Normativa Nº 10/2018. Institui e normatiza a divisão equitati-va dos recursos orçamentários da Assistência Estudantil, de acordo com a classificação dos grupos de vulnerabilidade dos estudantes do IFRS. Bento Gonçalves, 2018.

IFRS. Instrução Normativa Nº 09/2018. Normatiza as Diretrizes de Apoio à/

ao Estudante da Assistência Estudantil na modalidade presencial. Bento Gonçalves, 2018.

COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de Projetos Sociais. 9. ed.

Petrópolis/RJ: Vozes, 2011.

MINAYO, Maria Cecília de Souza; SANCHES, Odécio. Quantitativo-Qualitativo:

Oposição ou Complementaridade? Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro, 1993.

SILVA, Maria Ozanira da Silva. (Org.) Avaliação de Políticas e Programas So-ciais: Teoria e Prática. São Paulo: Veras, 2005.

Capítulo 8

RESIDÊNCIA ESTUDANTIL