Indicador Unid. Medida
Data Índice
Referência Acompanhamento
Índice Data
Indicadores
Déficit de vagas no Sistema Penitenciário e Criminal
unidade 31/12/2010 197.976 31/12/2013 216.033
Número de vítimas de acidentes fatais nas rodovias federais
unidade 31/12/2010 8.623 31/12/2014 8.227
População carcerária unidade 31/12/2010 496.251 31/12/2013 581.507
Proporção da população feminina que se sente segura na cidade onde vive
% 01/12/2009 50,5 31/12/2009 50,5
Proporção da população que se sente segura na cidade onde vive
% 01/12/2009 52,8 31/12/2009 52,8
Taxa de Homicídio 1/100.000 31/12/2009 26,9 31/12/2013 26,99
Taxa de homicídio de pessoas negras do sexo masculino com idade de 15 a 29 anos
1/100.000 31/12/2009 134,1 31/12/2013 139,36
Taxa de homicídios de pessoas de 15 a 29 anos do sexo masculino
1/100.000 31/12/2009 104,4 31/12/2013 110,38
Observações:
Número de vítimas de acidentes fatais nas rodovias federais - Fonte: PRF
Proporção da população feminina que se sente segura na cidade onde vive - Esta pesquisa constou de suplemento da Pnad que não foi repetida.
Proporção da população que se sente segura na cidade onde vive - Esta pesquisa constou de suplemento da Pnad que não foi repetida.
Taxa de Homicídio - Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, com dados preliminares de 2013, indica um número de 54.269 pessoas vitimizadas em 2013, para uma população estimada pelo IBGE de 201.054.500, indicando uma taxa de 26,99 homicídios por 100 mil hab.
Taxa de homicídio de pessoas negras do sexo masculino com idade de 15 a 29 anos - Dados preliminares de 2013 do MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade.
Taxa de homicídios de pessoas de 15 a 29 anos do sexo masculino - Dados preliminares de 2013 do MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade.
0825 - Aprimorar o combate à criminalidade, com ênfase em medidas de prevenção, assistência, repressão e fortalecimento das ações integradas para superação do tráfico de pessoas, drogas, armas, lavagem de dinheiro e corrupção, enfrentamento de ilícitos característicos da região de fronteira e na intensificação da fiscalização do fluxo migratório.
OBJETIVO:
Órgão Responsável: Ministério da Justiça Análise Situacional do Objetivo
O Plano Estratégico de Fronteiras foi instituído pelo Decreto nº 7.496/2011 e tem como diretrizes básicas a integração, colaboração, compartilhamento de dados, informações e conhecimentos entre os agentes de segurança pública, fiscalização e defesa, com intuito de prevenir e reprimir de modo efetivo os delitos transfronteiriços e os delitos praticados na faixa de fronteira brasileira. O Plano estabelece em seus eixos o fortalecimento das operações na faixa de fronteira, em caráter permanente, com o uso de inteligência, tecnologia avançada e investimento maciço no reaparelhamento das forças de segurança atuante nas regiões.
O escopo da atuação do Ministério da Justiça é gerenciar as diversas ações e projetos estruturantes previstas no Plano Estratégico de Fronteiras, com foco no fortalecimento das instituições de segurança pública, da prevenção e repressão efetiva dos delitos praticados na faixa de fronteira brasileira, a serem implementadas através da articulação e envolvimento dos Estados e Municípios fronteiriços. As linhas programáticas são as seguintes:
1) Apoio ao Reaparelhamento dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública; 2) Capacitação; 3) Procedimentos Operacionais de Atuação nas Fronteiras; 4) Grupo de Trabalho de Radiocomunicação Integrada; 5) Sistema de Radiocomunicação Digital; 6) Diretrizes da Política de Pessoal para os Profissionais de Segurança Pública que atuam na Fronteira (PNUD); 7) Pesquisa sobre Segurança Pública nas Fronteiras (UFRJ – Retis e NECVU); 8) Apoio a Estruturação Logística da Força Nacional para atuação nas Fronteiras; 9) Sistema de Videomonitoramento nas Fronteiras;
10) Contratação de sete consultorias sobre o sistema de segurança pública no Brasil e em outros países como Índia, Rússia e China; 11) Doação por parte da SENASP de 8005 pistolas calibre .40 aos estados de fronteira exceto Paraná.
No contexto da implementação dos projetos foram firmados 54 convênios com os estados fronteiriços, sendo 21 de Radiocomunicação; 22 de Reaparelhamento; e 11 de Videomonitoramento.
Os convênios de reaparelhamento possibilitaram reaparelhar, entre 2012 e 2014, 606 unidades operacionais. Já o projeto de Radiocomunicação Digital Integrado e Criptografado está em fase de implementação em todos os estados da fronteira e orçado em R$ 123 milhões. Ao final da implementação, o sistema deverá atender as unidades operacionais em mais de 150 municípios de fronteira.
Ainda na área tecnológica, está em execução o sistema de Videomonitoramento, cujo valor global supera R$ 28 milhões e deverá atender mais de 77 municípios fronteiriços. O sistema deverá contribuir largamente na prevenção de ocorrências criminais nas localidades abrangidas pelo convênio.
Uma importante meta do Plano foi cumprida, a que diz respeito à estruturação dos Gabinetes de Gestão Integrada de Fronteiras e Câmaras Temáticas de Fronteiras, que estão em funcionamento em todos os estados, sendo que atualmente os estados que possuem Gabinetes são: AC, MT, MS, PR, RS e SC. Os que possuem Câmaras são AP, AM, PA, RR e SC. Nesse contexto, foram acompanhadas 118 reuniões nos 11 estados de fronteira, sendo realizados ainda três encontros técnicos com diversos fóruns de discussões, visando dar continuidade nas ações de avaliação e acompanhamento da Enafron no decorrer do ano de 2014, com o objetivo de fortalecer os laços de cooperação, articulação e colaboração entre os órgãos de segurança pública dos estados do AC, RR e AM, especialmente os localizados na região norte do país, dentre outras atividades de fortalecimento da política, e outras ações realizadas por esses fóruns, no primeiro semestre de 2014.
Entre as ações para o Combate à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção, desenvolvidas por meio da ENCCLA (Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro), destacaram-se as seguintes: 1. Mecanismo de avaliação de risco para lavagem de dinheiro; 2. Regulamentações para a lei 9.683/1998 (Lavagem de Dinheiro); 3. Combate ao suborno transnacional; 4. Cadastro e formulário padrão para órgãos de controle acerca de procedimentos licitatórios; 5.
Manuais de procedimento de investigação quanto aos crimes de lavagem de dinheiro para polícias, ministérios públicos e juízes.
No ano de 2014 o Ministério da Justiça assinou 15 Acordos de Cooperação para instalação de novos Laboratórios de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). Tais acordos permitiram atingir a meta de 100% dos Estados Federados com ao menos uma unidade LAB-LD – um importante passo para o País no combate à lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados. Com isso, a Rede Nacional de Laboratórios contra Lavagem de Dinheiro (REDE-LAB) passa
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a contar com 43 Laboratórios em todo o Brasil.
Em cumprimento ao II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (II PNETP - Decreto nº 7.901/13), lançado em fevereiro de 2013, foi finalizada uma pesquisa nacional qualitativa e quantitativa sobre o tema na faixa de fronteira brasileira, baseada em dados obtidos das autoridades federais e estaduais e fontes secundárias, e complementado por trabalho de campo nos 11 estados da faixa de fronteira, com informações detalhadas e fundamentadas sobre os seguintes aspectos: modalidades de Tráfico de Pessoas; perfis das vítimas identificadas oficialmente, suspeitas e/ou assistidas; modus operandi dos agentes criminosos; modalidades criminosas mais associadas ao tráfico de pessoas;
indícios de contrabando de migrantes; descrição dos fluxos migratórios; identificação da composição de eventuais fluxos mistos; mapeamento da rede de assistência e identificação das lacunas de serviços; e análise do ambiente local nos 11 Estados objeto da pesquisa com vistas a definir a viabilidade da implantação num futuro de até dez postos avançados de atendimento humanizado aos migrantes. Além dessa ação, também foi lançada em 2013 uma campanha nacional de televisão e rádio divulgando o tema do tráfico de pessoas, a Campanha Coração Azul, que contou com a parceria do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime - UNODC. Em 2014 foi realizada a Feira Nacional de Práticas de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Experiências de Políticas Migratórias e Refúgio, no âmbito da 1ª Conferência Nacional sobre Migrações e Refúgio- COMIGRAR, proporcionando um espaço de trocas de experiências e metodologias nas temáticas de enfrentamento ao tráfico de pessoas. Nesse mesmo ano, foi lançado o 1º Relatório Semestral da Rede de Núcleos e Postos, revelando que o atendimento a 340 casos e a capacitação de 21.725 pessoas.
Ao longo dos três anos de implantação do Plano Estratégico de Fronteiras, somado aos esforços dos 11 estados fronteiriços no desenvolvimento de ações proativas no âmbito da segurança pública, buscando sempre aprimorar as ações de enfrentamento da criminalidade, verifica-se relativa melhoria na qualidade dos serviços disponibilizados às populações residentes nas regiões de fronteira.
Observa-se que houve, com a progressiva implementação da Enafron, considerável melhoria na coleta de dados no ano de 2014, tendo ocorrido maior cobertura no que se refere à alimentação das planilhas pelos estados, o que culminou com a relativa elevação de alguns indicadores. Além disso, verifica-se que essa elevação também teve a ver com o acréscimo expressivo dos esforços realizados pelos órgãos de segurança pública, como resultado da própria política fomentada pelo Governo Federal, em parceria com os entes federados. Ainda nesse contexto, é importante destacar que esses dados ainda não são coletados de forma automatizada, como será possível em alguns anos com a implementação do SINESP. Por esse motivo, algumas das informações são retificadas e alteradas quando detectada alguma incoerência pelos entes federados.
Outro ponto importante a ser destacado no contexto da implementação do programa Enafron está relacionado ao fato de que os estados fronteiriços têm trabalhado de forma intensa, no sentido de alinharem suas políticas de segurança pública às diretrizes centrais sugeridas pelo MJ, que vem desenvolvendo esforços, buscando universalizar a padronização de processos de coleta, tratamento e análise de dados criminais, tendo em vista a melhoria da produção do conhecimento na referida área, fato que vem mostrando grandes avanços no que se refere ao enfrentamento à criminalidade por parte das instituições federais e estaduais, por meio da adoção de ações preventivas e intensificação da repressão às organizações criminosas.
Os indicadores a seguir demonstram o aumento dos esforços dos órgãos de segurança pública que refletiram positivamente na redução dos homicídios. Todos os números apresentaram um considerável aumento, a exemplo da quantidade de drogas aprendidas tanto na faixa de fronteira, quanto nos demais municípios dos estados, bem como nos autos de prisão em flagrante lavrados (19.439 em 2012, 31.661 em 2013 e 8.715 em 2014), adultos presos em cumprimento de mandados judiciais (7.231 em 2012, 13.127 em 2013 e 2.710 em 2014) e veículos recuperados (5.657 em 2012, 7.192 em 2013 e 5.751 em 2014).
Metas 2012-2015
150.717 kg de cocaína (cloridrato, pasta base, crack e outra formas de apresentação) apreendida
·
Análise Situacional da Meta
Observando o período entre janeiro de 2012 e setembro de 2014, verifica-se que o total das apreensões de drogas nos estados fronteiriços totalizou 559.637 Kg (crack, maconha, cocaína e outras drogas). Separadamente, as apreensões de drogas para o ano de 2012 totalizaram 118.029 Kg e em 2013 esse valor atingiu o montante de 170.660 Kg. Para 2014 observa-se que as apreensões apontaram o quantitativo de 270.948 Kg. Nos três anos observam-se elevações consecutivas, em que de 2012 para 2013 o percentual de elevação atingiu 44,6%. Quando comparados os anos de 2013 e 2014 esse percentual salta para 58,8%.
No ano de 2012 não foi possível desagregar o indicador por tipo de droga, tendo sido considerado o valor acumulado de todos os tipos, a saber, cocaína, crack, maconha e outras drogas. Para o ano de 2013 os dados em referência foram coletados separadamente, permitindo qualificar melhor o indicador. Assim, foi possível distribuir segundo tipo de entorpecente. Esse dado demonstra que os esforços dos órgãos estaduais de segurança pública têm sido fator fundamental tanto na faixa de fronteira quanto nas demais áreas dos estados fronteiriços, no combate ao tráfico de drogas. Da mesma forma que em 2012 o quantitativo total refere-se às apreensões de drogas realizadas pelas Policias Militares e Civis nos estados de fronteira e na faixa de fronteira, no entanto, sendo importante salientar que a quantidade de drogas apreendidas nas demais regiões dos estados fronteiriços - fora da faixa de fronteira - é expressiva e por isso apresentam-se esses dados, para conhecimento, visto que as ações da Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras - Enafron e dos estados de fronteira estão sendo catalisadas em diversas áreas, e que reflete os esforços dos órgãos de segurança pública estaduais. As apreensões distribuídas por tipo de droga nos arcos de fronteiras estão apresentadas a seguir.
Assim como nos anos anteriores, o aumento das apreensões no ano de 2014, quando comparado com 2013, foi atingido graças aos esforços das instituições de segurança pública em atividade na faixa de fronteira, a partir da realização de operações policiais integradas pelas policias estaduais e federais, além de órgãos afins, como Receita Federal do Brasil.
Nesse aspecto é inegável a importância da parceria entre o Ministério da Justiça e as instituições de segurança pública dos estados fronteiriços, cujos primeiros resultados mostram que a articulação de políticas de enfrentamento à organizações criminosas e os vultosos investimentos federais e estaduais em reaparelhamento das unidades operacionais e implantação de sistemas tecnológicos como radiocomunicação e videomonitoramento têm contribuído largamente para o fortalecimento da prevenção, controle e a repressão dos delitos transfronteiriços e daqueles praticados na faixa da fronteira brasileira.
Discriminação das apreensões por arcos: Arco Norte (2.360), Arco Central (228.450) e Arco Sul (4.138).
Previsão de realização para o próximo período:
Finalização das execuções dos convênios de reaparelhamento, possibilitando o efetivo reaparelhamento das unidades operacionais em atividade na faixa de fronteira, notadamente dos Núcleos Integrados de Inteligência de Fronteira-NIF.
Implantação definitiva dos sistemas de radiocomunicação e videomonitoramento nos municípios prioritários localizados na faixa de fronteira.
No campo da coleta de dados da Enafron, continuidade do processo de sensibilização das instituições de segurança pública nos estados de fronteira, tendo em vista a necessidade da alimentação constante do banco de dados sobre
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apreensões e demais atividades de polícia.
Arranjos de Gestão:
Cotidianamente, a Senasp está em contato com os pontos focais da Enafron nos Estados fronteiriços, assim como com os coordenadores dos GGIs e Câmaras Temáticas de Fronteira, no sentido de incentivar a coleta de dados e na realização de operações integradas, coordenadas e planejadas, com vistas a aumentar o número de apreensões de drogas nesses estados.
Para tanto, também são realizadas reuniões quadrimestrais, com apresentação do resultado do trabalho dos Estados nas Fronteiras, com vistas a estimular a atuação desses.
Principais Dificuldades Encontradas na Execução:
Uma das maiores dificuldades existentes é o estabelecimento de uma rotina e procedimentos para coleta de informações por parte dos Estados fronteiriços, sendo que antes da implantação da Enafron, alguns Estados não realizavam esse tipo de coleta, dificultando a análise de dados e geração de informação, motivo pelo qual os dados relacionados à Enafron são referentes aos meses de janeiro a setembro de 2014, sendo que a atualização dos outros três meses deverá ocorrer no próximo monitoramento.
Quantidade alcançada 911.584,49
Data de Referência 31/12/2014
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 42.855 kg 574.761,4 31/12/2014
Região Nordeste 11.902 kg 27.752,69 31/12/2014
Região Norte 25.307 kg 33.015,1 31/12/2014
Região Sudeste 58.806 kg 111.814,62 31/12/2014
Região Sul 11.847 kg 164.240,68 31/12/2014
27 Unidades da Federação com pelo menos um Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LABs) em condições adequadas de operação.
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Análise Situacional da Meta
No ano de 2014 o Ministério da Justiça assinou 15 novos Acordos de Cooperação para instalação de novos Laboratórios de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) nos seguintes órgãos: 1) Departamento de Polícia Federal; 2) Ministério Público do Rio Grande do Norte; 3) Polícia Civil de Alagoas; 4) Polícia Civil do Ceará: 5) Polícia Civil do Distrito Federal; 6) Polícia Civil de Goiás; 7) Polícia Civil do Maranhão: 8) Polícia Civil da Paraíba; 9) Polícia Civil do Piauí; 10) Polícia Civil do Paraná; 11) Polícia Civil do Rio Grande do Norte; 12) Polícia Civil de Sergipe; 13) Polícia Civil de Tocantins; 14) Polícia Civil do Rio Grande do sul; e 15) Ministério Público Federal.
Tais acordos permitiram atingir a meta de 100% dos Estados Federados com ao menos uma unidade LAB-LD – um importante passo para o país no combate à lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados.
Com isso, a Rede Nacional de Laboratórios contra Lavagem de Dinheiro (REDE-LAB) passa a contar com 43 Laboratórios em todo o Brasil.
Quantidade alcançada 27
Data de Referência 31/12/2014
Região Nordeste 9 unidade 9 31/12/2014
Região Norte 7 unidade 7 31/12/2014
Região Sudeste 4 unidade 4 31/12/2014
Região Sul 3 unidade 3 31/12/2014
27 Unidades da Federação com pelo menos um núcleo de enfrentamento ao tráfico de pessoas e um posto avançado de atendimento humanizado ao migrante
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Análise Situacional da Meta
Atualmente estão em funcionamento um total de 16 Núcleos Estaduais de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e 17 Postos Avançados de Atendimento Humanizado ao Migrante. Existem núcleos em funcionamento nos seguintes estados: Ceará, Pernambuco, Maranhão, Alagoas e Bahia; Amazonas, Pará, Amapá e Acre; São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; Rio Grande do Sul e Paraná; Goiás e Distrito Federal. Os postos estão distribuídos pelos estados do Amazonas, que possui 13 equipamentos, além do Pará, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2014, foi inaugurado o primeiro Núcleo Municipal de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, no município de Ipojuca/PE. No ano de 2014 não foi assinado nenhum novo convênio para a implantação de núcleo ou posto em virtude de uma reestruturação que a área de enfrentamento ao tráfico de pessoas vem sofrendo. A meta em questão prevê que cada Estado tenha concomitantemente 1 núcleo e 1 posto, o que ocorre em 05 Estados da Federação.
Quantidade alcançada 5
Data de Referência 31/12/2014
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 4 unidade 0 31/12/2014
Região Nordeste 9 unidade 1 31/12/2014
Região Norte 7 unidade 2 31/12/2014
Região Sudeste 4 unidade 2 31/12/2014
Região Sul 3 unidade 0 31/12/2014
325 Sistemas de Monitoramento e Controle Fronteiriço implantados
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Análise Situacional da Meta
Tendo em vista a racionalização dos trabalhos visando evitar a redundância, o desempenho e consecução das ações para atingimento dessa meta foi reformulado, tendo sido conjugada ao escopo da meta de implantação de 66 monitoramentos eletrônicos (OCR) – Sistema Alerta Brasil, realizada pela Polícia Rodoviária Federal.
As ações preveem a implantação do monitoramento prioritariamente nos estados de fronteira. A partir de 2013 foram instalados pontos nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Já estão contratados e serão implantados em 2015 mais quatro pontos de monitoramento nos estados de RS, MT, PR e AC. Outros pontos serão contratados pela Polícia Rodoviária Federal até 2015, quando se espera que entrem em funcionamento 127 pontos em todos os estados de fronteira, atendendo a Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras.
Os números referem-se aqueles demonstrados na consecução da meta acima descrita.
Quantidade alcançada 30
Data de Referência 31/12/2014
Segurança Pública com Cidadania
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 4 unidade 4 31/12/2014
190
Região Norte 35 unidade 2 31/12/2014
Região Sudeste 78 unidade 5 31/12/2014
Região Sul 79 unidade 11 31/12/2014
52.000 armas de fogo apreendidas
·
Análise Situacional da Meta
As apreensões de armas de fogo em 2012 e 2013 totalizaram 21.571 armas. Já em 2014 a quantidade de armas foi de 6.012 unidades, portanto a distribuição das apreensões por arcos de fronteira apresentou a seguinte configuração: Arco Norte foram 4.757 armas recolhidas; Arco Central 4.469 unidades; Arco Sul as apreensões chegaram ao total de 15.102; na Região Nordeste 1.198 unidades; e, na Região Sudeste a quantidade de armas apreendidas foi de 2.057.
Observa-se que o acumulado de apreensões de armas de fogo entre 2012 e 2013 totaliza o quantitativo de 21.571 unidades.
Em relação ao total de armas de fogo apreendidas em 2012, o estado que mais apreendeu foi o Paraná, indicando 2.046 unidades, seguido pelo Rio Grande do Sul com 1.988 armas. Para 2013 verifica-se inversão nessa ordem, em que este último, aponta o quantitativo de 2.079 unidades e o primeiro apresentou o total de 2.003 armas. No entanto, nos dois casos, observa-se elevação nesse indicador, quando comparados os dois anos. Isso demonstra que este tipo de crime continua sendo crescente na Região Sul.
As apreensões, referentes aos arcos Norte, Central e Sul, foram realizadas em todos os municípios de fronteira, especialmente a partir da articulação fomentada pelos GGIF e demais gestores das polícias militares e civis na região de fronteira, somando-se aos dados das apreensões realizadas pela PRF e o DPF.
A forma de coleta dos dados obtidos pelas Polícias Civis e Militares dos estados de fronteira ocorre a partir de relatórios encaminhados pelos Estados e consolidados pela Coordenação Geral de Pesquisa da SENASP. A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal encaminham seus dados por intermédio de seus Departamentos.
Principais realizações do período:
Em 2014, somente as Polícias Civis e Militares, localizadas nos estados fronteiriços apreenderam 3.952 armas de fogo nos Estados de fronteira, o Departamento de Polícia Federal - DPF 562 unidades e a Polícia Rodoviária Federal - PRF contabilizou 1.498 armas apreendidas.
Com isso, no período de 2012 a 2014 foram retiradas de circulação, no País, 27.583 armas de fogo, reduzindo a probabilidade de ocorrência de crimes violentos praticados com armas de fogo. Cabe ressaltar que a maioria desse quantitativo está vinculada às ações desencadeada pela Operação Sentinela, coordenada pelo Ministério da Justiça e com atuação conjunta entre os Estados de Fronteira a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional.
Previsão de realização para o próximo período:
Sensibilizar estados de fronteira acerca da necessidade de envio dos dados das apreensões de armas de fogo no período estabelecido com a Senasp. Coleta dos dados das apreensões de armas de fogo junto aos Estados.
Arranjos de Gestão: Cotidianamente, a Senasp está em contato com os pontos focais da Enafron nos Estados fronteiriços, assim como com os coordenadores dos GGIs e Câmaras Temáticas de Fronteira, no sentido de incentivar a coleta de dados e na realização de operações integradas, coordenadas e planejadas, com vistas a aumentar o número de apreensões de armas de fogo nesses estados. Para tanto, também são realizadas reuniões quadrimestrais, com
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 81 unidade 12 31/12/2014
Região Nordeste 52 unidade 0 31/12/2014
apresentação do resultado do trabalho dos Estados nas Fronteiras, com vistas a estimular a atuação desses.
Principais Dificuldades Encontradas na Execução:
Uma das maiores dificuldades existentes é o estabelecimento de uma rotina e procedimentos para coleta de informações por parte dos Estados fronteiriços, sendo que antes da implantação da Enafron, alguns Estados não realizavam esse tipo de coleta, dificultando a análise de dados e geração de informação.
É importante salientar que nos exercícios anteriores os dados que constam no sistema não correspondem aos dados consolidados no presente exercício, tendo em vista que o envio dos dados pelos Estados ainda ocorrem de forma manual, ocasionando o envio de dados inconsistentes.
Quantidade alcançada 27.583
Data de Referência 31/12/2014
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 14.560 unidade 3.892 31/12/2014
Região Nordeste 5.720 unidade 1.657 31/12/2014
Região Norte 1.040 unidade 5.536 31/12/2014
Região Sudeste 26.520 unidade 1.680 31/12/2014
Região Sul 4.160 unidade 14.818 31/12/2014
80 pessoas indiciadas por crimes relacionados ao tráfico de pessoas
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Análise Situacional da Meta
Até o momento, foram realizados 33 indiciamentos por crime relacionado ao tráfico de pessoas (10 em 2012, 9 em 2013 e 14 em 2014).
Percebe-se que o cumprimento da meta para o quadriênio (80 indiciamentos) não deve ocorrer. Vale ressaltar, que estão em andamento ações para ampliar a ação contra esse crime, como a contratação de novos policiais, e a consequente reestruturação da CGDI - Coordenação-Geral de Defesa Institucional.
Quantidade alcançada 33
Data de Referência 31/12/2014
Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data
Região Centro-Oeste 28 pessoas 8 31/12/2014
Região Norte 32 pessoas 6 31/12/2014
Região Sul 20 pessoas 13 31/12/2014
Ampliar a aderência do Brasil às recomendações internacionais sobre prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo
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Análise Situacional da Meta
A Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro – Enccla permanece diligente às pretensões de atender às recomendações internacionais dos foros os quais a República Federativa do Brasil tem compromissos a honrar. Uma das ações mais significativas foi a criação do grupo permanente, no âmbito da própria estratégia, constituído por AGU, BACEN, CGU, COAF, CVM, DRCI/MJ, DPF, GNCOC, GSI/PR, MD, MPF, MRE, PGFN, PREVIC, Rede LAB, RFB, SENAD/MJ e SUSEP, para elaborar e aplicar uma metodologia de avaliação de risco para lavagem de dinheiro, conforme nova recomendação do Grupo de Ação Financeira (GAFI-FATF).
Segurança Pública com Cidadania
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