PROJECT
“
EDUCALIMENTAMIR
”
OF THE MUNICIPALITY OF
MIRANDELA
Sandra Capitão 1
; Maria Gentil Pontes Vaz 2
; Sandra Camelo 3
; Filomena Pereira 4
& Vanessa Vidal 5
1
Câmara Municipal de Mirandela. [email protected]
2
Câmara Municipal de Mirandela. [email protected]
3 Câmara Municipal de Mirandela. [email protected] 4 Instituto Politécnico de Bragança. [email protected] 5 Instituto Politécnico de Bragança. [email protected]
R
ESUMOIntrodução: O projeto “EDUCALIMENTAMIR” do Município de Mirandela pretende promover
comportamentos alimentares saudáveis através de ações de sensibilização e atividades pedagógicas e lúdicas de educação alimentar para as crianças dos 12 estabelecimentos de ensino pré-escolar e dos 16 do 1º Ciclo de Ensino Básico, caracterizando e analisando a composição corporal de todas as crianças participantes. Métodos: Este projeto abrangeu em rastreios nutricionais e ações de sensibilização 145 crianças do ensino pré-escolar e 688 crianças do 1º ciclo do ensino básico (CEB), do total de 165 crianças inscritas no ensino pré-escolar e 782 crianças do 1ºCEB. Ao longo das atividades realizadas foram recolhidos dados antropométricos, tais como, Peso, Altura, Índice de Massa Corporal (IMC), percentis de IMC/ Idade de acordo com o Centers for Disease Control and
Prevention (CDC), por profissionais da área da dietética e nutrição. Resultados: No total de crianças
do ensino pré-escolar avaliadas, 69 crianças pertenciam ao sexo masculino e 76 ao sexo feminino. Verificou-se que 2,8% apresentam baixo peso e 62,8% peso normal, em 15,8% pré-obesidade e 18,6% obesidade. Do total de crianças do 1ºCEB, 348 crianças pertenciam ao sexo masculino e 340 ao sexo feminino. Verificou-se que 1,5% apresentam baixo peso, 58,6% peso normal, em 17,2% pré- obesidade e 22,8% obesidade. Conclusões: Assim, conclui-se que a prevalência de excesso de peso das crianças do ensino pré-escolar é de 34,4% e de 40% para as crianças do 1ºCEB, o que fundamenta a necessidade de intervenções de educação alimentar como as dinamizadas por este Município.
Palavras-chave: Educação alimentar, crianças, comportamentos alimentares.
A
BSTRACTIntroduction: The project "EDUCALIMENTAMIR" from the municipality of Mirandela intends to
promote healthy eating behaviours through awareness raising and educational and recreational activities of nutrition education for the children of 12 preschools and 16 1st Cycle of Basic Education schools, characterizing and analysing the body composition 5of all participating children. Methods: This project, until now included, in nutritional screenings and awareness raising, a total of 145 out of
the 165 children enrolled in preschool and a total of 688 out of the 782 children from the 1st Cycle of Basic Education (1st CBE). Throughout the activities, anthropometric data was collected, such as weight, height, Body Mass Index (BMI) and BMI-for-Age percentile according to the Centers for Disease Control and Prevention (CDC), by dietetic and nutrition professionals. Results: Among the children evaluated from preschool, there were 69 boys and 76 girls. The results showed that 2,8% were underweight and 62,8% normal weight, 15,8% pre-obese and 18,6% obese. Among the children of the 1st CBE, 348 were boys and 340 were girls. It was revealed that 1,5% were underweight, 58,6% of normal weight, 17,2% pre-obese and 22,8% obese.
Conclusion: Thus, this study concludes that the prevalence of overweight children in preschool is
34,4% and 40% in the 1st CBE, which supports the need of nutrition education interventions as streamlined by this municipality.
Keywords - Nutrition education, children, eating behaviours.
1. I
NTRODUÇÃONos últimos 10 anos a prevalência da obesidade entre as crianças europeias aumentou de 5% para 10%, com alguns países, entre eles Portugal, a terem aumentos ainda maiores. Em Portugal 30% das crianças entre os 7 e os 11 anos são consideradas obesas ou com excesso de peso, dados do Programa Nacional de Saúde Escolar, implementado pelo Ministério da Saúde desde 2006 (DSE, 2006).
Os hábitos alimentares incorretos aliados a acentuados níveis de sedentarismo são os fatores mais determinantes para o aumento da incidência da obesidade em idade pediátrica (Silva & Rego, 2005). A prática de uma alimentação saudável na infância é fundamental, dadas as necessidades nutricionais específicas deste grupo etário. A escolha alimentar é uma área na qual a criança, desde cedo, começa a demonstrar a sua independência/autonomia, na qual uma educação alimentar sobre alimentação saudável se torna muito importante, pois é nestas idades que os hábitos alimentares se enraízam na criança, sendo que uma alimentação saudável promove o desenvolvimento das crianças, maximizando o seu estado de saúde, atividade e potencial cognitivo, podendo contribuir para uma diminuição do aparecimento de doenças crónicas, aumentando substancialmente a sua qualidade de vida. (S.Cunha, Sinde, & Bento, 2006; Story, Neumark-Sztainer, & French, 2002) A educação alimentar precoce contribui para reverter a prevalência de doenças crónicas, nomeadamente a obesidade infantil, e garante a preferência por comportamentos alimentares saudáveis que persistem na vida adulta (OMS, 2004).
No processo de criação de padrões alimentares saudáveis, a escola deve assumir a sua parte da responsabilidade no que diz respeito a ensinar a criança a distinguir que tipos de comportamentos alimentares deve ter, bem como levar a criança a perceber o porquê da necessidade de excluir da sua dieta alimentar determinados alimentos(DSE, 2006). Cabe também à escola, não só procurar disponibilizar no seu espaço físico produtos que vão de encontro a padrões de consumo saudáveis, como ainda deve procurar através dos programas curriculares e atividades extracurriculares, promover um conjunto de conhecimentos e práticas que levem as crianças a adotarem hábitos alimentares saudáveis (FAO & WHO, 2003).
que existe uma forte necessidade em estabelecer uma ligação e coordenação entre a escola e a família da criança, de modo a que a ação levada a cabo por uma delas não encontre uma atuação contraproducente na outra (Ramos et al., 2000).
A prática da alimentação saudável deve ser aprendida através da educação que se recebe em casa em ambiente familiar e na escola (Baptista, 2006). É assim necessário, que exista todo um trabalho conjunto no sentido de conseguir que as crianças tenham hábitos alimentares mais saudáveis. A possibilidade de intervenção no contexto escolar é crucial para a promoção de conhecimentos aprofundados e de bons hábitos alimentares, atendendo a que as crianças que adotam precocemente na vida uma alimentação saudável têm mais probabilidade de a manter durante toda a vida e consciencializando a população educativa e escolar que a obesidade não tem cura fácil (FAO & WHO, 2003; OMS, 2004).
Para que um projeto de promoção de uma alimentação saudável tenha impacto no meio escolar e familiar, visto que a família é responsável pela formação do comportamento alimentar da criança através da aprendizagem social, tendo os pais o papel de primeiros educadores alimentares e nutricionais, deve-se reunir condições favoráveis à mudança, envolvendo e capacitando toda a comunidade educativa a fazer escolhas de alimentos de acordo com as necessidades nutritivas essenciais do nosso corpo, descodificando os efeitos das várias substâncias e produtos dos alimentos (nutrientes, substâncias tóxicas, etc.) que nos podem fazer bem ou provocar doenças crónicas. (Ramos & al, 2000)
Considerando que a grande maioria das crianças passa a maior parte do dia na escola, tomando aí a refeição do almoço, contando com a influência dos colegas, dos professores e das auxiliares de ação educativa e ainda o tipo de alimentos que são postos à disposição nos refeitórios, o meio escolar torna-se assim, por excelência, um local ideal para implementar e modificar positivamente os comportamentos alimentares.
Tendo em conta que o contexto escolar favorece, dentro da sala de aula, uma abordagem curricular de temas relacionados com a alimentação, permite ainda ter a possibilidade de fornecer alimentos saudáveis nos espaços de alimentação coletiva, para além de permitir mudar não só conhecimentos mas também comportamentos, o Município de Mirandela implementou um projeto de educação alimentar intitulado por “EDUCALIMENTAMIR” que pretende melhorar os hábitos e comportamentos alimentares das crianças do ensino pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico. Neste artigo pretende-se, para além de apresentar o projeto, explorar os dados antropométricos obtidos na avaliação do estado nutricional.
2. M
ATERIAL EM
ÉTODOSOs dois agrupamentos escolares e todas as escolas públicas do ensino pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico do Município foram contactados. Os 12 estabelecimentos de ensino pré- escolar (100%) e 16 do 1º ciclo do ensino básico (100%) aceitaram participar no projeto.
Entre 10 a 31 de outubro de 2011, procedeu-se a avaliação do estado nutricional de 145 crianças do ensino pré-escolar e 688 crianças do 1º ciclo do ensino básico (CEB), do total de 165 crianças inscritas no ensino pré-escolar e 782 crianças do 1ºCEB, amostra claramente significativa que corresponde a cerca de 88%. Profissionais treinados da área da dietética e nutrição recolheram os dados antropométricos (peso, altura, IMC). A avaliação do peso foi realizada utilizando uma balança digital BC545 da marca TANITA®, com a criança sobre o centro da plataforma da balança para que o peso se distribuísse igualmente pelos dois pés. A estatura foi medida com um estadiómetro portátil
214 da marca SECA®, em pé com os calcanhares unidos e a cabeça posicionada no plano horizontal de Frankfurt, e com e com calcanhares, nádegas e costas encostadas à parte anterior do estadiómetro. Para o cálculo do índice de Massa Corporal (IMC) utilizou-se a fórmula de Quetelet: IMC = peso(Kg)/ altura(m)2.
Após a recolha, os dados foram introduzidos numa base de dados em ficheiro Microsoft Excel 2010® e procedeu-se ao tratamento através da classificação do estado nutricional baseada nas tabelas de percentil de IMC/ Idade de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC).
Todos os dados antropométricos foram tratados por sexo, turma, estabelecimento de ensino e agrupamento escolar e enviados aos respetivos coordenadores de agrupamento.
Para a análise estatística dos dados, foi utilizado o Programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS) versão 17.0. A análise descritiva consistiu no cálculo das frequências para as variáveis categóricas: baixo peso, peso normal, pré- obesidade, obesidade e excesso de peso.
3. R
ESULTADOS ED
ISCUSSÃOAtravés da avaliação do estado nutricional verifica-se do total de crianças do ensino pré-escolar avaliadas, com idades compreendidas entre os 3 e 5 anos, 69 crianças pertenciam ao sexo masculino e 76 ao sexo feminino. Verifica-se que cerca de 2,9% dos participantes do sexo masculino apresentam baixo peso, 58% peso normal, 21,7% pré-obesidade e 17,4% obesidade (gráfico 1).
Gráfico 1- Avaliação do estado nutricional das crianças do sexo masculino dos Jardins de Infância
Relativamente aos participantes do sexo feminino verifica-se que 2,6% apresenta baixo peso, 67,1% peso normal, 10,6% pré- obesidade e 19,7% de obesidade (gráfico 2). Comparando os dados dos gráficos 1 e 2 observa-se que a pré-obesidade tem maior prevalência junto dos meninos, enquanto a obesidade tem uma maior prevalência nas meninas.
0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0%
Baixo peso Peso
Normal Pré- obesidade Obesidade 2,9% 58,0% 21,7% 17,4%
0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0%
Baixo peso Peso
Normal Pré- obesidade Obesidade 2,6% 67,1% 10,6% 19,7%
Gráfico 2- Avaliação do estado nutricional das crianças do sexo feminino dos Jardins de Infância.
No total de participantes do ensino pré-escolar detetaram-se 4 casos de baixo peso (2,8%), 91 casos de peso normal (62,8%), 23 participantes apresentam pré-obesidade (15,8%) e 27 de obesidade (18,6%), como se pode verificar no gráfico 3.
Gráfico 3- Avaliação do estado nutricional do total de crianças que frequentam os Jardins de Infância.
Do total de crianças do 1ºCEB, com idades compreendidas entre os 6 e 11 anos, 348 crianças pertenciam ao sexo masculino e 340 ao sexo feminino. Dos participantes do sexo masculino 1,4% apresentam baixo peso, 58,2% peso normal, 17,3% pré-obesidade e 23,1% obesidade (gráfico 4).
0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0%
Baixo peso Peso
Normal Pré- obesidade Obesidade 2,8% 62,8% 15,8% 18,6%
0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 1,5% 58,8% 17,1% 22,6%
Gráfico 4- Avaliação do estado nutricional das crianças do sexo masculino das Escolas de 1.º CEB No que diz respeito, ao sexo feminino, 1,5% dos participantes apresenta baixo peso, 58,8% peso normal, 17,1% pré-obesidade e 22,6% obesidade (gráfico 5).
Gráfico 5 - Avaliação do estado nutricional das crianças do sexo feminino das Escolas de 1.ºCEB
No total de crianças do 1ºCEB detetou-se 10 casos de baixo peso (1,5%), 403 crianças com peso normal (58,6%), 118 apresentavam pré- obesidade (17,2%) e 157 crianças apresentam obesidade (22,8%), como se verifica no gráfico 6.
0,0% 20,0% 40,0% 60,0% 1,4% 58,2% 17,3% 23,1% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 1,5% 58,6% 17,2% 22,8%
No global, verifica-se uma prevalência de excesso de peso (pré-obesidade e obesidade) de 40% no sexo masculino e 38% do sexo feminino (ver gráfico 7).
Gráfico 7- Prevalência de Excesso de Peso (pré-obesidade + obesidade)
O excesso de peso tem maior prevalência no total das escolas e jardins de infância do meio rural, com o seu valor a ser de 39,3% contra os 38,8% das escolas e Jardins de infância do meio urbano. (tabela 1), sendo estes valores superiores a alguns estudos encontrados.
É no meio rural onde se verifica maior prevalência de pré-obesidade, com 18,2% das crianças, sendo no meio urbano onde se verifica maior prevalência de obesidade, com 22,6 % das crianças (tabela 1).
No entanto, não há diferenças significativas entre IMC’s (ρ>0,05), no meio rural e urbano, através de estudos estatísticos do programa Statistical Package for the Social Sciences® (SPSS), versão 17.0 para
Microsoft Windows® nomeadamente o T-Test.
Tabela 1- Frequências nas diversas categorias de peso das crianças entre meio urbano e rural do total das escolas e jardins de infância do município de Mirandela
Meio Categorias N Percentagem
Urbano Baixo Peso 4 0,8% Peso Normal 320 60,4% Pré-obesidade 86 16,2% Obesidade 120 22,6% Total 530 100,0% Rural Baixo Peso 10 3,3% Peso Normal 174 57,4% Pré-obesidade 55 18,2% Obesidade 64 21,1% Total 303 100,0% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 39,1% 30,3% 40,2% 39,7% 40,0% 38,0%
Sexo Masculino Sexo Feminino
Os mesmos testes demonstraram que existem diferenças significativas entre Jardins de Infância (JI) e Escolas do 1.ºCEB (ρ<0,05) no IMC (kg/m2) dos participantes com excesso de peso, sendo maior o IMC médio das Escolas do 1.º CEB (tabela 2).
Tabela 2- Comparação entre escolas e jardins de infância das crianças com excesso de peso do Município de Mirandela.
N Média Desvio-Padrão
IMC JI (kg/m2) 50 18,35 ±1,77
IMC 1.º CEB (kg/m2) 275 20,92 ±3,03
Existem diferenças significativas entre Jardins de Infância (JI) e Escolas do 1.ºCEB e entre o meio onde estão inseridos (urbano ou rural) (ρ<0,05) consoante o sexo no IMC (kg/m2) dos participantes no projeto com excesso de peso, como se pode visualizar na tabela 3.
Tabela 3- Comparação entre escolas e jardins de infância e respectivos meios em que se inserem (urbano ou rural) das crianças com excesso de peso do Município de Mirandela
N Média Desvio-Padrão Mínimo Máximo
IMC JI (kg/m2) Rural Feminino 12 18,84 ±1,22 16,43 21,01
IMC JI (kg/m2) Urbano Feminino 11 19,11 ±1,92 17,02 23,40
IMC 1.ºCEB(kg/m2) Rural
Feminino 45
20,85 ±3,21 17,19 36,76
IMC 1.ºCEB (kg/m2) Urbano
Feminino 90
21,09 ±2,82 16,99 27,85
IMC JI (kg/m2) Rural Masculino 16 17,95 ±1,93 14,99 23,67
IMC JI (kg/m2) Urbano
Masculino 11
17,66 ±1,69 13,42 20,54
IMC 1.ºCEB(kg/m2) Rural
Masculino 46
21,32 ±3,95 16,95 33,03
IMC 1.ºCEB (kg/m2) Urbano
Masculino 94
20,60 ±2,60 17,09 29,64
4.C
ONCLUSÃOForam avaliadas 833 crianças, numa amostra de 88% das crianças de ensino pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico, pertencentes ao concelho de Mirandela.
Das quais, 34,4% têm excesso de peso, sendo que 18,6% são obesas. Verifica-se uma maior prevalência de pré-obesidade nos meninos (21,7%) e maior prevalência de obesidade nas meninas (19,7%). Dados que apresentam taxas superiores quando comparados com o estudo da Professora Doutora Ana Rito “Estado Nutricional de crianças e oferta alimentar do pré-escolar do município de Coimbra” que evidencia a prevalência de excesso de peso de 23,6% para esta população (Rito, 2004).
Relativamente as crianças que frequentam o 1º ciclo do ensino básico, verifica-se uma prevalência de excesso de peso de 40%, sendo que 22,8% são obesas. Quando comparados com outros estudos, verifica-se que a prevalência de excesso de peso nas crianças do ensino do 1º CEB é superior aos
Portugal que apresenta uma prevalência de excesso de peso de 32%, contudo convém realçar que as idades das crianças são diferentes, o projeto EDUCALIMENTAMIR abrangeu crianças do 1º CEB entre os 6 e 11 anos, enquanto o COSI incluiu crianças com 7,8 e 9 anos, estando assim as conclusões limitadas.
Assim, estes dados fundamentam a necessidade de estruturar e implementar intervenções de educação alimentar como as dinamizadas por este Município.
5.R
EFERÊNCIASB
IBLIOGRÁFICAS(1) Baptista, M. (2006). Educação Alimentar em Meio Escolar Referencial para uma Oferta Alimentar Saudável.
(2) Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento curricular.
(3) DSE. ( 2006). Promoção de uma alimentação saudável - Orientações para a elaboração de Projetos no âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar. Retrieved. from http://oobyole.com/biblivirtu/PromocaoAlimentacaoSaudavelMeioEscolarBV2006020702 4.pdf.
(4) FAO, & WHO. (2003). Diet, nutrition and the prevention of chronic diseases. Paper presented at the Report of a joint WHO/FAO Expert Consultation.
(5) OMS. (2004). Global Strategy on Diet, Physical Activity and Health. Geneva: Organização Mundial de Saúdeo. Document Number)
(6) Ramos, M., & al, e. (2000). Desenvolvimento do comportamento alimentar infantil Jornal de Pediatria, 76(3).
(7) Rito, A. (2004). Estado Nutricional de crianças e oferta alimentar do pré-escolar do município de Coimbra, Portugal, 2001. Escola Nacional de Saúde Pública e Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro.
(8) Rito, A., & Breda, J. (2009). WHO European Childhood Obesity Surveillance Initiative - COSI PORTUGAL, LIsboa.
(9) S.Cunha, Sinde, S., & Bento, A. (2006). Hábitos alimentares de adolescentes, Meio rural/urbano - Que contrastes? Nutrícias, 6, 26-31.
(10) Silva, D., & Rego, C. (2005). Prevenção da obesidade da criança e do adolescente: algumas regras simples. Revista de Alimentação Humana, 11, 91-92.
(11) Story, M., Neumark-Sztainer, D., & French, S. (2002). Individual and environmental influences on adolescents eating behaviours. Journal of American Dietetic Association, 102(3 (Supll)), S40-S51.