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PARTE III- A TIVIDADES D ESENVOLVIDAS

16. E VENTOS F ORMATIVOS

16.2. Projeto 1 Escola Nacional de Guarda – Redes

Esta formação era destinada a treinadores portadores de cédula, no qual eu pedi para participar e deixaram, dizendo que podiam dar o certificado quando tivesse em posse a célula de treinadora.

No entanto, esta realizou-se no dia 9 de janeiro, no Auditório Paços da Cultura na cidade da Guarda, e contou com a presença do famoso e experiente Guarda-Redes Vítor Baía, no qual consistis numa formação específica de futebol baseada no treino de Guarda – Redes.

Durante este projeto foram elaborados alguns aspetos mais táticos e técnicos de como um Guarda – Redes de seleção era avaliado, com o intuito de mostrar aos treinadores presentes, que cada vez mais os clubes deviam apostar num técnico ligado ao treino de Guarda – Redes.

Os objetivos que ditaram perante a elaboração deste projeto foram: aumentar o número de guarda-redes com desempenho elevado para integrar as seleções nacionais de formação, qualificar e valorizar a posição de guarda-redes, promover o guarda-redes português, colocar a FPF como referência internacional na formação de guarda-redes de futebol de excelência.

Contudo, é extremamente importante, uma equipa de futebol, poder ter um treinador devidamente formado e especializado no treino de Guarda – Redes, porque este é um jogador tão ao mais importante que qualquer um jogador de campo. É de realçar também que esta ação de formação foi muito enriquecedora para mim, pois nunca tinha dado estes aspetos relativamente ao treino que decompõe o Guarda – Redes.

16.3. 1º Congresso de Futebol – O treino do futebolista: um espaço de confluência entre a ciência e a prática

O 1º Congresso de futebol realizou-se no dia 26 de maio de 2016, no auditório do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), organizado pela Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto (ESECD) em parceria com a Associação de Futebol da Guarda.

Em todo este congresso, houve uma oportunidade de partilha de conhecimentos entre os demais, com o objetivo de realçar temas e estudos abordados pelos oradores, de maneira a que os participantes assistissem a várias palestras da atualidade do mundo do futebol.

No entanto, uma das palestras que mais me despertou interesse foi a “Planeamento a longo prazo: modelo operativo da FPF no futebol feminino” do selecionador nacional de Futebol Feminino.

O orador, ao longo de toda a palestra, tentou dar a conhecer um pouco mais a realidade do futebol feminino em Portugal, na medida em que ditou todas as dinâmicas e constrangimentos existentes nesta vertente. Para além disto, falou em toda a metodologia de treino adotada para esta seleção, e também como ocorria a preparação durante um estágio, pois segundo o selecionador nacional não é fácil adaptar jogadoras que vêm dos clubes a treinar 2 e 3 vezes por semana, e chegarem a uma seleção com treinos bidiários.

Por outro lado, referiu que o futebol feminino está longe de chegar e de se comparar com o futebol masculino, mas apesar de tudo, têm havido um crescimento e desenvolvimento incrível do mesmo a todos os níveis, nomeadamente na existência de um campeonato nacional, da taça de Portugal, a supertaça e também o facto das equipas adotarem novas estratégias para abrir escalões de formação.

Contudo, eu achei este tema muito pertinente para mim, pois, no futuro eu gostava de envergar pelo futebol feminino, principalmente se tivesse oportunidade de treinar uma equipa dentro dos escalões de formação.

Como não foi só esta a palestra que me despertou interesse, destaco também a parte da tarde, que foi de caráter prático, no qual os professores Carlos Sacadura e António Barbosa realçaram dois modelos de jogo diferentes, no qual apresentaram o estilo de jogo através de manutenção de posse de bola e um jogo mais de contantes transições defesa – ataque.

Para terminar, é de defender que admirei o congresso todo, todas as intervenções apresentadas, pois contribui para que eu adquirisse bastante informação sobre realidades diferentes no futebol, e como não poderia deixar de ser um obrigado pelo convite para participar na atividade prática durante a tarde, praticar e vivenciar é diferente do que só observar.

R

EFLEXÃO

F

INAL

Relativamente ao estágio mostrou-se repleto de vivências positivas, principalmente do ponto de vista semiprofissional, que se conservarão no futuro. Encaro como uma oportunidade enriquecedora a todos os níveis, de onde retirei importantes aprendizagens sobre a difícil atividade de ser treinadora, e das vivências diárias da condução de uma equipa de Futebol. Durante o 1º semestre, reparei no processo que uma treinadora tem que percorrer para poder gerir uma equipa, desde já realço o primeiro conforto com a realidade do treino, tornou-se uma experiência repleta de processos contínuos: desde os primeiros sentimentos de inquietação, até ao primeiro contacto com a equipa, à preparação e realização de algumas partes fundamentais dos treinos e jogos. De facto, todos estes momentos se tornaram motivos para uma aprendizagem profunda e de profunda reflexão.

Ainda no 1º semestre senti, realmente, que cresci em distintos aspetos, particularmente, na minha intervenção no processo de treino e na relação com a comunidade do clube (dirigentes, técnicos, jogadores, treinadores). A qualidade dos feedbacks constantes, revelou ser uma tarefa fundamental ao longo do treino, pois melhorou bastante a minha competência de intervenção para com todos os jogadores e também melhorou a minha capacidade interpessoal e de comunicação. Contudo, nem tudo se tornou fácil e houve momentos de grande dificuldade, como a relutância em confiar nas minhas capacidades, e também o facto de não ser tão aceite por ser uma rapariga a interagir numa equipa de rapazes, principalmente neste escalão tão perto de acabar a formação desportiva, no entanto com a minha experiência desportiva como atleta de referência, fez com que ultrapassasse este aspeto, até porque os jogadores passaram a considerar-me uma pessoa com estatuto desportivo. Tornou-se fundamental olhar para todas as dificuldades e lacunas como desafios, pois, apesar do meu tutor de estágio me dar a liberdade necessária para intervir no treino, ainda senti que faltava parte de autonomia na realização e preparação do plano de treino ou microciclo.

Porém, estava previsto em conformidade com o meu colega de estágio, a realização de um estudo que recaía sobre a observação e análise das ações ofensivas da equipa de juniores do NDS, de forma descritiva e quantitativa, com o objetivo de caraterizar o processo ofensivo desta equipa. No entanto, este estudo não foi realizado, pois em alguns jogos, não foi possível proceder à filmagem destes, devido a condições atmosféricas e

a qual não foi possível prosseguir com esta análise, foi o facto de a partir de janeiro ter que assumir uma liderança total em todas as tarefas. Contudo, algumas das filmagens foram conseguidas, onde aproveitamos para fazer os vídeos motivacionais, porém fiquei convicta de que este objetivo não conseguimos concretizar.

Relativamente ao 2º semestre, considerei que foi o virar de outra página, pois com a saída do treinador tive que assumir um papel diferente, com mais responsabilidade e total liderança em todas as tarefas, desde o planeamento de microciclos até ao processo de gestão da equipa.

Por outro lado, reparei que as dificuldades sentidas também aumentaram, senti que é extremamente difícil conciliar tudo, e que o tempo começava a ficar escasso, pois com as aulas, os meus treinos e ainda ter que planear todos os treinos do estágio numa fase menos boa que a equipa estava a ultrapassar, era preciso muito trabalho árduo. No entanto percebi verdadeiramente o que é ser treinadora, um processo longo, mas atingível, pois com o passar do tempo, consegui ultrapassar todas estas dificuldades e melhorar a minha capacidade de intervenção, melhorar todo o processo de planear todos os treinos, sempre com a preocupação no modelo deixado e adquirido pelos jogadores no início da época desportiva. Bento (1993) refere que o treinador deve então ser agente e consciente das suas tarefas: que concebe (planeia), orienta a ação (comanda treinos e jogos) e faz o enquadramento geral das ações executadas (avalia o processo).

Tudo melhorou, até o facto de ser rapariga, pois os jogadores respeitavam-me e aceitavam as minhas opiniões e decisões, também devido ao facto de eu ter adotado um perfil de líder mais rigoroso. Perante isto, os jogadores começaram a perceber que uma rapariga também sabe de futebol, tanto como um rapaz, e deixaram de me ver tanto como estagiária, ao ponto de poderem confiar em mim dentro e fora do estágio, e por isso sei que contribuí para as aprendizagens deles, pois realço que deixei a impressão de amiga e também de “mister” durante esta fase.

Perante todas estas reflexões, destaco o privilégio que tive em participar nos treinos do escalão de traquinas, pois consegui ver uma realidade totalmente diferente, na medida em que para além de se ter que saber treinar, também se tinha que saber educar, pois estamos a falar de jovens com idades de 8 e 9 anos, onde precisam de bastante atenção e também algum perfil de líder para poder controlar todas as personalidades de educação dada pelos pais. Porém, esta experiência deixou-me completamente à vontade e motivada a cada

treino que tinha que ajudar a orientar, no qual sentia que era útil para as aprendizagens de todos estes jovens talentosos. E claro que todo este processo também recaiu sobre os treinadores deste escalão, pois com toda a ajuda que me prestaram, todos os conselhos ditos e todas as experiências que me fizeram passar, contribuíram para que eu fosse cada treino e cada dia melhor, ao ponto de me convidarem para muitas das atividades que este escalão tinha.

Olhando para trás, reparo que o tempo passou a voar, e é com imensa honra que revejo todo este percurso, porque apesar de ser um processo ao qual abdicava de muito trabalho e ao qual eu sempre estive disposta a desafiar, senti que cumpri todos os meus objetivos que estavam ao meu alcance, nomeadamente o poder de comunicar e intervir no treino, o facto de todas as bases criadas no curso me ajudarem a ultrapassar alguns momentos mais difíceis e claro o objetivo principal que foi atingir competências para gerir uma equipa.

Chegado o tão esperado término, foi definitivamente fulcral todas estas fases de profundas aprendizagens como treinadora e tenho consciência que irão facilitar a minha vida num futuro próximo, porque sinto-me realmente capaz e preparada para enfrentar o mundo do trabalho. É uma profissão difícil, mas tenho a certeza que a minha formação não vai ficar por aqui, pois considero que é essencial continuar a investir nela, sempre com a preocupação de atualizar os meus conhecimentos, pois no futuro tenho sempre presente a ambição de tirar o próximo nível de treinadora.

No futuro, espero ter a oportunidade e poder continuar a exercer este cargo, porque perante todos os prós ou todos os contras que este estágio possa ter tido, considero-me uma pessoa realizada e extremamente resiliente de enfrentar todos os desafios que possam vir pela frente, porque também tive a experiência de sair de Portugal e da minha cidade, aquela que considero a minha zona de conforto para ir atrás do meu sonho, ao qual me considero uma pessoa psicologicamente forte para enfrentar todos os desafios.

Para terminar, e não menos importante, quero agradecer a todos os intervenientes deste clube tão enriquecedor para todos os jovens, a proposta que me fizeram com a perspetiva de treinar uma equipa no próximo ano, pois apesar de não saber ainda o rumo à minha vida, é gratificante saber que todo o meu trabalho foi valorizado. Chega ao fim mais uma etapa da minha vida, mas para alcançar o sucesso é preciso caminhar, caminhar e caminhar…

R

EFERÊNCIAS

B

IBLIOGRÁFICAS

1. Balyi, I., Cardinal, C., Higgs, C., Norris, S., Way, R. (2010). Long – Term Athlete

Development - Canadian Sport for Life. Canadian Sport Centres.

2. Bento, J. (1993). Se eu fosse treinador… Revista Horizonte, X (57), pp. 90-94.

3. Bompa T.O. (1999). Periodization: Theory and Methodology of Training. Champaign:

Human Kinetics.

4. Castelo, J. (1998). Metodologias do treino desportivo. 2ª Ed. Lisboa: FMH Edições.

5. Castelo, J. (2002). O Exercício de Treino. Ludens.

6. Castelo, J.; Barreto, H.; Alves, F.; Santos, P.M.; Carvalho, J.; Vieira, J. (1998).

Metodologia do Treino Desportivo. FMH Edições. Lisboa.

7. Fernandes, R. (2015). O treino de jovens no futebol. A integração dos fatores de treino

ao longo de uma época desportiva. Instituto Politécnico de Santarém.

8. Garganta, J. & Pinto, J. (1994). O Ensino do Futebol. Amândio Graça & José Oliveira

(Eds.). CEJD/FCDEF-UP.

9. Garganta, J. (1991). Planeamento e periodização do treino em Futebol. Horizonte, VII

(42), 196 – 200.

10. Garganta, J.(1997). Modelação tática do jogo de futebol – estudo da organização da

fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Faculdade de Ciências do Desporto e de

Educação Física da Universidade do Porto, Universidade do Porto, Porto, p. 312.

11. Gréhaigne, J. & Guillon, R. (1992). L'utilisation des jeux d'opposition a l'école. Revue

de l'Education Physique, 32 (2): 51-67.

12. Ito,E. (2005). O estágio curricular segundo a perceção dos enfermeiros assistenciais

de um hospital de ensino. Universidade São Paulo.

13.Leal, A.M. (1998). Congruência entre o modelo de jogo do treinador e o futebol

praticado pela equipa – o contra-ataque, um estudo de caso em futebol de alto rendimento. Dissertação apresentada às provas de mestrado, FCDEF-UP.

14. Lee, M (1999). O desporto para os jovens ou os jovens para o desporto? In:

Seminário internacional de treino de jovens: comunicações apresentadas. Lisboa: Centro

de estudos e formação desportiva, Secretaria do Estado e do Desporto, pp. 123-134.

15. Oliveira (2004). O ensino dos jogos desportivos coletivos (3ª ed), (pp 11-25).

Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. Porto.

16. Peixoto, C. (1999). Os Sistemas de Periodização do “Treino”.1Revista Ludens — vol.

16, N.° 3, Jul/Set.

17. Pires, G. (2005). Gestão do Desporto. Desenvolvimento Organizacional. (2ª Ed.)

Porto: Edições Apogesd.

18. Raposo, A.V. (2012). Planeamento do treino: da formação ao alto rendimento. IPS.

Santarém.

19. Schellenberger, H. (1990). Psychjology of team sports. Toronto. Sports Book

Publisher.

20. Soares, J. (2005). O treino do futebolista: Resistência-Força-Velocidade. Porto

editora, Porto.

21. Vale, F. (2013). Avaliação física. – Brasília: UNESCO.

22. Vasconcelos,P. (2009). Como redigir um relatório de estágio. Porto.

23. Vieira, J. (2003). Capacidade de decisão tática em futebol. Estudo da adequação e

tempo de resposta em seleções nacionais presentes no campeonato da Europa de sub- 17/2003. Dissertação de Mestrado. FCDEF-UP. Porto.

ANEXO 1

ANEXO 2

ANEXO 3

ANEXO 4

ANEXO 5

ANEXO 6

ANEXO 7

ANEXO 8

ANEXO 9

ANEXO 10

ANEXO 11

BATERIA DE TESTES

No início da preparação física da equipa de juniores de futebol do Núcleo Desportivo e Social da Guarda, foi realizada uma recolha de dados de testes específicos, feitos por todos os jogadores. Em seguida, foi aplicada a seguinte bateria de testes:

Teste 1 - Teste de Precisão de Membros Inferiores Equipamentos: Bola de futebol, trave de 80 x 60 cm.

Execução: A trave deve estar a uma distância de 20 metros e o atleta deve executar seis

remates sem deslocamento na sua direção, três com o pé direito e três com o pé esquerdo

Teste 2 - Teste de Flexibilidade – Senta e Alcança

Objetivo: Verificar qual a marca alcançada pelos atletas guiando pelo intervalo do fitnes-

sgram.

Equipamento: Caixa de senta e alcança

Importante: O jogador deve esticar os membros inferiores e chegar com as mãos ao

melhor alcance possível.

Teste 3 - Teste de Velocidade Acíclica de 20 Metros Objetivo: Medir a velocidade de deslocamento numa área com obstáculos. Equipamentos: Cones, cronômetro e área de corrida com mais de 20 metros.

Execução: Os cones devem estar dispostos em linha reta na área da corrida, separados por uma distância de 2 metros. Partindo da linha de saída após ouvir o apito, o atleta deve percorrer os 20 metros passando pelos cones (em ziguezague), no menor tempo possível. Ao final, marca-se o tempo gasto pelo atleta para completar o percurso.

Importante: O cronômetro só deve ser acionado quando o atleta iniciar a corrida.

Teste 4 - Potência Membros Inferiores - Salto Horizontal Equipamento: Fita Métrica.

Execução: Partindo de uma linha demarcada, o atleta deverá executar um salto para a

frente, podendo utilizar o movimento dos braços para aumentar o impulso. Marca-se a distância da linha de salto até a marca deixada pelo calcanhar do atleta.

Teste 5 – Abdominal

Execução: Executar o maior número possível de abdominais, até a exaustão. Ao final,

deve-se marcar o número total de flexões.

Importante: Para ser considerado como uma execução completa do abdominal, o atleta

deve elevar o tronco até encostá-lo no joelho.

2º MOMENTO

Nomes Teste 1 Teste 2 Teste 3 Teste 4 Teste 5 Esquerda Direita Centímetros Segundos Metros/Centímetro Número Luís 0/3 1/3 15.1 8.92 1.63 69 Guilherme 0/3 1/3 10.8 8.24 1.70 32 Fragoso 0/3 0/3 12.6 9.17 1.51 21 João André 0/3 0/3 11.3 9.56 1.49 29 Alvané 1/3 0/3 11.6 8.32 1.56 46 Diogo Sequeira 0/3 1/3 14.5 9.69 1.71 41 Miguel Jarmelo 1/3 2/3 12.3 8.96 1.57 42 Manso 0/3 0/3 10.2 8.19 1.73 37 Amaral 1/3 0/3 9.4 9.91 1.48 23 Grilo 1/3 0/3 11.9 9.28 1.74 31 Vicente 0/3 0/3 10.8 8.64 1.69 47 Miguel 0/3 0/3 12.2 8.86 1.46 30 Carlos 0/3 1/3 10.7 8.23 1.68 37 Dani 0/3 0/3 12.9 9.26 1.72 39 Diogo 0/3 0/3 12.8 8.08 1.78 48 Rodrigo 0/3 0/3 9.6 9.18 1.71 31 Cristiano 1/3 0/3 12.6 8.46 1.62 53

ANEXO 12

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