• Nenhum resultado encontrado

PARTE II – CARACTERIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO DE VIEIRA DO MINHO E DA JUNÇÃO DE

Capítulo 9 Conclusões finais

9.2. Propostas a serem implementadas

Depois do levantamento e tendo em conta os percursos pedestres e de BTT existentes no município, que só passam pelo espaço florestal, propõe-se que os percursos passem a abranger as localidades rurais mais próximas.

145

Por exemplo, no percurso pedestre de Campos, que começa na estrada municipal e se dirige para o caminho que vai dar aos terrenos, é conveniente que os turistas estacionem os veículos na Botica, no entroncamento da estrada nacional 103 com a municipal, e começarem aí o percurso, porque assim começam por ver a Capela da Senhora dos Remédios. Logo de seguida encontram na berma da estrada moinhos e um cruzeiro, e passam por baldios. A seguir encontram uma placa que referencia Campos como “Aldeias de Portugal”, vêm-se prados verdes de pequena dimensão, porque no município predominam os minifúndios, e depois podem ver canastros/espigueiros. Se passarem pelo centro da aldeia, além do casario podem encontrar os fontanários, os bebedoiros para os animais, o cruzeiro e a igreja, as casas de turismo rural e o forno comunitário. Este caso pode servir de exemplo para os demais percursos pedestres e de BTT, mencionados ao longo do estudo.

Outra proposta é na Serradela aproveitando a existência da ACERG (Associação de Criadores de Equinos de Raça Garrana), a qual já tem alguns percursos a cavalo aumentando os seus percursos para os percursos pedestres já existentes, ou até mesmo utilizando a estrada florestal que une a aldeia de Zebral à vila de Vieira do Minho para fazerem passeios a cavalo, podendo usufruir da Serra da Cabreira, de vistas para as diferentes aldeias do município e inclusive para a Serra do Gerês.

Uma proposta que serve tanto para o município vizinho, Montalegre, como para o município em estudo, é a criação de um percurso pedestre ou de BTT que englobasse as minas da Borralha, as quais estão a ser reformadas lentamente e onde existe um museu que pode ser visitado. De seguida, os turistas podiam deslocar-se pela estrada local para o Esporão, um parque de merendas que se localiza na aldeia de Lamalonga, onde podem fazer um piquenique e jogar a malha, e se for o caso de estar muito calor podem ir à praia fluvial que se localiza em Lamalonga percorrendo troços de caminho romano. Também podem ir para o “Poço das Traves” que se encontra na estrada nacional 103 e que tem placas de sinalização e que foi remodelado recentemente (há quase três anos).

Outro ponto importante a ser considerado é o “Polo Interpretativo de Espindo”, o qual não tem sinalização de acesso, mas tem uma placa informativa no recinto do mesmo. Este pode ser visitado se se marcar previamente com o responsável. A seguir, poderiam pernoitar nos bairros de casas de turismo rural que se localizam na freguesia de Louredo e devido à proximidade à albufeira da Caniçada, os turistas poderiam usufruir do sol e do “Barco

146

Brancelhe” que faz passeios turísticos pela albufeira, e de onde se pode observar a Serra do Gerês e as pontes de Rio Caldo.

Outra alternativa é com um guia turístico percorrendo o “Percurso dos moinhos do Ave”, que passa pela freguesia de Agra. Neste percurso passa-se também por pontes romanas que nos levam à aldeia turística de Agra onde houve uma relevante intervenção há algumas décadas atrás e que proporcionou um desenvolvimento do turismo. Esta intervenção foi crucial para a aldeia e para a remodelação de edifícios de traçado tradicional em alojamentos turísticos como é o caso de um restaurante e de uma oficina de artesanato, com posto de venda. Com a taxa a pagar pela visita, os turistas teriam direito a saborear as iguarias gastronómicas que oferece o

restaurante de Agra e a usufruir a posteriori das instalações do teleski, que se encontra na ilha

do Ermal.

Para melhorar a economia do município e para incentivar as pessoas para virem para as freguesias limítrofes do município devia-se formar uma cooperativa agrícola nestas freguesias, já que a mais próxima é em Boticas. No município e mais precisamente nas freguesias do nordeste do município há a produção de gado, tanto bovino como equino, e nas freguesias do noroeste a produção de citrinos e nas demais freguesias há pequenos agricultores que produzem batatas e cebolas, e recentemente com a realização de projetos agrícolas, há jovens agricultores que têm investido em frutos vermelhos para a criação de compotas que podem ser vendidas nesta cooperativa e desta forma criar uma marca própria que pode ganhar interesse a nível nacional. Com a criação desta cooperativa e com a venda de produtos municipais poderia a visita dos turistas ser complementada.

Em pequenas localidades o município poderia promover a visita a nichos de alminhas, associada à visita arquitetónica das aldeias e por sua vez a Serra da Cabreira, onde também se pode ver a espécie bovina de raça Barrosã e equinos de raça garrana que também são predominantes no município.

Propõe-se numa próxima investigação um estudo que abranja os percursos pedestres e de BTT existentes no município, juntamente com a localização dos equipamentos localizados neste estudo, de forma a poder criar-se novos percursos que estimulem os turistas a visitar património religioso e civil.

Depois de um trabalho árduo, concluímos que o município reúne todas as condições para ser um ponto turístico de referência. A União de Freguesias de Ruivães e Campos tem que associar-se a outras freguesias para poder promover uma atividade turística mais apelativa, já

147

que por si só, não tem as suficientes infraestruturas para se desenvolver individualmente. A curto prazo o município tem que começar a investir mais neste setor de atividade, interligando-o com as festas e romarias para cativar os turistas. Deste modo têm que apostar de uma forma afincada e apostar na comunicação, porque é esta área a mais apelativa para o turista, porque estes se guiam pelas redes sociais para organizar as suas férias.

148

Bibliografia

Livros, dissertações, teses e artigos

ALVES, Tales Picchi, ARMOND, Geraldo Henrique de Souza e NASCIMENTO, Cristina Reginato Hoffmann (2009), “O processo de terciarização da economia e seu impacto sobre o direito do trabalho: a experiência de Portugal”, Revista da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, v.104, p. 641-661, São Paulo.

AMARO, Gonçalo de Carvalho (2014), “Quando o intangível se sobrepõe ao tangível, Centro del Património Cultural” – Pontificia Universidad Católica de Chile.

ANDRADE, Alexandre Carvalho de e VIEIRA, Mirna Lygia (2005), “O crescimento do turismo em uma localidade e a percepção de seus moradores”, Departamento de geociências, Laboratório de Pesquisas Urbanas e Regionais, Simpósio Nacional sobre Geografia, Percepção e Cognição do Meio Ambiente, Homenageando Lívia de Oliveira, pp. 1-11.

ASSIS, Francisco de e FERREIRA, José Carlos (2007), Património de Vieira, Empresa do Diário

do Minho, Lda. Câmara Municipal de Vieira do Minho.

AZEVEDO, Francisco Fransualdo e CACHO, Andréa do Nascimento Barbosa (2010), “O turismo no contexto da sociedade informacional”, RBTUR (Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo), v.4, nº2, pp.31-48.

BARDIN, Laurence (1977), L’Analyse de Contenu, Traducido por RETO, Luís Antero e PINHEIRO, Augusto (2016), Análise de conteúdo, Gráfica de Coimbra, DPS – Digital Printing Services, LDA, Lisboa – Portugal.

BARRAGÁN, Ariana Vázquez e GONZÁLEZ, Jessica Leticia Domínguez (2008), “¿Qué es la Cultura?”, Departamento de Relaciones Internacionales y Ciencias Políticas, Escuela de Ciencias Sociales, Artes y Humanidades, Universidad de las Américas, México.

149

BATISTA, Paulo (1999), “A importância do Turismo”, Revista da ESGHT/UAL, nº5, pp. 22-28. BECKER, Lucy e FRAIN, Carol (2013), “Tourism Essentials, Helbling Languages - Chapter 1, pp- 1-27 and chapter 7”, pp. 146-167.

BONIFACE, P. e FOWLER, P.J (1993), “Heritage and Tourism in the global village”, Ed. Matthew Gibbons, Taylor & Francis Group/Books, 1993, London.

BORRALHEIRO, Rogério e CAPELA, José Viriato (2004), A feira da Ladra. Festas do Concelho de Vieira do Minho, Câmara Municipal de Vieira do Minho.

BRITO, Brígida Rocha (2000), “O turista e o viajante: Contributos para a conceptualização do Turismo alternativo e Responsável”, IV Congresso Português de Sociologia, pp. 1-17.

CALVO, Lluís (1995), “L’etnologia a Catalunya, avui: eina de coneixement e desenvolupament, pp. 882-884.

CAMPOS, António e FONTES, Luís (1998), “Os fojos de lobo da Cabreira”, número 6, IIIª Série, Câmara Municipal de Vieira do Minho, pp. 73-94.

CÂMARA MUNICIPAL DE VIEIRA DO MINHO (2011), Estudos de caracterização e diagnóstico,

Volume II, revisão do PDM.

CÂMARA MUNICIPAL DE VIEIRA DO MINHO (2017), “Diagnóstico Social do Concelho de Vieira do Minho 2017), Rede Social – Vieira do Minho.

CANEDO, Daniele (2009), “”Cultura é o que?” – Reflexões sobre o conceito de cultura e a atuação dos poderes públicos”, V ENECULT – Encontro de Estudos Multidisciplinares em cultura, Brasil (Bahía), p.1-14.

CARVALHO, Ricardo José Gója de Sousa Fontes (2015), “O perfil e as motivações do visitante gastronómico e do enoturista de Guimarães”, tese de mestrado de Geografia – Planeamento e Gestão do Território, da Universidade do Minho.

150

CARVALHO, Ricardo José Gôja de Sousa Fontes de, LOPES, Hélder Tiago da Silva, RAMOS, Luís Fernando, REMOALDO, Paula Cristina e RIBIEIRO, José Cadima (2017), “PóvoaPlus – Relatório de projeto – Novos rumos para o turismo no município da Póvoa de Varzim”, Lab2PT, NIPE, ISISE, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Março 2017.

CASTILLO, Abraham Broca (2002), “El impacto del turismo en el patrimonio cultural”, Patrimonio cultural y turismo, 14 cuadernos, pp. 101-110.

Consejo Nacional para la Cultura y las Artes (2013), “El ABC del patrimonio cultural y turismo”, CONACULTA (Coordinación Nacional de Patrimonio Cultural y Turismo),

Convenção para a proteção do Património Mundial, Cultural e Natural (1972), Capítulo I, artigos 1º, 2º e 3º.

COSTA, Carlos (2005), “Turismo e Cultura: avaliação das teorias e práticas culturais do sector do turismo (1990 - 2000)”, Análise Social, XL(175), pp. 279-295.

CUNHA, Licínio (2013), “Economia e política do turismo”, 3ª edição, LIDEL – Edições Técnicas, Lda., pp. 1-20.

Decreto-Lei nº 54/2002, “Ministério da Economia”, em Diário da República, I série – A, nº59, de 11 de Março de 2002, pp. 2068-2083.

Decreto-Lei nº 39/2008, “Presidência do conselho de ministros e ministérios da economia e da inovação e da agricultura, do desenvolvimento rural e das pescas – Portaria nº 937/2008”, em Diário da República, I série, nº 160, 20 de Agosto de 2008, pp. 5757-5761.

Decreto-Lei nº 39/2008, “Ministério da economia e da inovação – Portaria nº 358/2009”, em Diário da República, I série, nº 67, 6 de Abril de 2009, pp. 2132-2133.

Decreto-Lei nº 63/2015, “Ministério da economia”, em Diário da República, I série, nº79, 23 de Abril de 2015.

151

EAGLETON, Terry (2000), The Idea of Culture or A ideia de Cultura, traduzido por RODRIGUES,

Sofia, Rolo & Filhos Artes Gráficas, 1ª edição, Março de 2003.

ESPÍRITO-SANTO, Inês e PIRES, Rui Pena (2016), “Saldos migratórios 2000-2013”, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) e Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL), Lisboa, Portugal, Setembro de 2016.

FERREIRA, José (2004), Minho em mil sugestões – Roteiro turístico, edição Diretor –

Comunicação, Estudos, Consultadoria e Divulgação regional, Lda., Impressão Rainho e Neves, Turismo do Porto e Norte de Portugal (portoenorte), pp. 202-209.

FERNÁNDEZ, Guillermina e RAMOS, Aldo G. (2010), “El patrimonio cultural como oferta complementaria al turismo de sol y playa. El caso del sudeste bonaerense. Argentina, PASOS (Revista de Turismo y Patrimonio Cultural), vol.8, nº 1, Argentina pp. 139-149.

FONTES, Luís e RORIZ, Ana (2007), Património Arqueológico e Arquitetónico de Vieira do Minho, Oficina São José – Braga, Município de Vieira do Minho.

FONTES, Luís e RORIZ, Ana (2007), “Património Arqueológico e Arquitetónico de Vieira do Minho. Roteiros”, Oficina São José – Braga, Município de Vieira do Minho.

FROEHLICH, José Marcos (2000), “Turismo rural e Agricultura Familiar: explorando (criticamente) o cruzamento de abordagens e estratégias para o desenvolvimento local”, Bauru: EDUSC, Almeida.

FUNDACIÓN CAJA GRANADA (2004), “Turismo e Desenvolvimento local sustentável: elementos para um debate – Conclusões da Reunião internacional de especialistas organizada pelo Programa Delnet CIF/OIT com o auspício de CajaGranada Fundación”, Turim. pp. 5-12.

GOMES, Mariana Elias (2008), “A Semana Santa em Mariana, MG: estudo da relação entre património imaterial e turismo”, Revista Urutágua – revista acadêmica multidisciplinar, nº15, Brasil, pp.166-177.

152

GONÇALVES, José Reginaldo Santos (2015), “O mal-estar no património: identidade, tempo e destruição”, Texto de aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Bens Culturais da FGV, pp.211-228.

GOVERNO DE PORTUGAL (2012), “Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) – Horizonte 2013-2015”, Ministério da Economia e do Emprego.

GUERRA, Isabel Carvalho (2006), Pesquisa qualitativa e Análise de Conteúdo – Sentidos e formas de uso, Copyright, Estoril.

HENRIQUES, Eduardo Brito (2000), “O sector económico da cultura na Área Metropolitana de Lisboa – Aspectos locativos e implicações nas políticas urbanas”, Finisterra, XXXV, 69, pp.109- 136.

INE (2000), Anuário Estatístico Região Norte 2000, Direção Regional do Norte, Núcleo de Projetos Estatísticos e Informáticos, Porto – Portugal, pp. 111-124.

INE (2001), Anuário Estatístico de Portugal 2000, SOARTES – Artes Gráficas, Lda., Lisboa – Portugal, pp.244-259.

INE (2005), Anuário Estatístico de Portugal 2005, vol. II, DFA – Departamento Financeiro e Administrativo, Lisboa – Portugal, pp.239-248.

INE (2006), Anuário Estatístico da Região Norte 2005, DDC – Departamento de Difusão e Clientes, DFA – Departamento Financeiro e Administrativo, Porto – Portugal, pp. 326-339. INE (2009), “Sistema Integrado de Metainformação”, Modulo de conceitos, detalhe de conceito, 208 – População residente.

INE (2010), Anuário Estatístico de Portugal 2010, Instituto Nacional de Estatística, IP, Edição 2011, Lisboa – Portugal, pp. 517-534.

153

INE (2011), Anuário Estatístico da Região Norte 2010, Lisboa – Portugal, pp. 401-415.

INE (2013), “Censos 2011 – Preparação, Metodologia e Conceitos”, Instituto Nacional de Estatística, I.P., Lisboa – Portugal.

INE (2014), “Projeções de população residente 2012-2060”, Destaque – Informação à comunicação social, 28 de março de 2014.

INE (2014), “Tipologia de áreas urbanas 2014”, Disponível em:

file:///C:/Users/Utilizador/Downloads/TIPAU_2014_Relat%C3%B3rio%20T%C3%A9cnico.pdf. INE (2015), Anuário Estatístico da Região Norte 2015, Instituto Nacional de Estatística, IP, Edição de 2016, Lisboa – Portugal, pp. 361-374.

INE (2015), “Estatísticas demográficas 2014”, Instituto Nacional de Estatística, I.P., Lisboa – Portugal.

INE (2016), “Anuários Estatísticos Regionais – Informação estatística à escala regional e municipal”, Destaque – Informação à comunicação social, Anuários Estatísticos Regionais 2015. INE (2017a), Estatísticas do Turismo 2016, Instituto Nacional de Estatística, I.P., Lisboa – Portugal.

INE (2017b), Retrato Territorial de Portugal, Lisboa - Portugal.

LEADER (1993), “LEADER e o turismo rural”, LEADER Magazine, nº4, p. 10-12.

LIMA, Sara Cristina Moreira (2012), “As perceções dos residentes do papel do turismo no desenvolvimento da ilha da Boavista”, Trabalho de projeto de Investigação do Mestrado em Economia Local, na especialidade de Economia Local.

154

MARQUES, Vitor, REMOALDO, Paula Cristina, RIBEIRO, José Cadima e VAREIRO, Laurentina Cruz (2011), “Residents’ perception of the benefits of cultural tourism: the case of Guimarães”, pp.3-18.

Ministério da educação (2007), “Educação e formação em Portugal”, Editorial do Ministério da Educação, Setembro de 2007.

NUNES, Adolfo Mesquita (2015), “Turismo 2020 cinco princípios para uma ambição – Tornar Portugal o destino turístico mais ágil e dinâmico da Europa”, secretário de estado do Turismo. OMT (Organização Mundial do Turismo), “Programa Nacional de Turismo 2001-2006, México, p.31.

PAKMAN, Elbio Troccoli (2014), “Sobre as definições de turismo da OMT: uma contribuição a história do pensamento turístico”, XI Seminário da Associação Nacional Pesquisa e Pós- Graduação em Turismo, Universidade do Estado do Ceará –EUCE, pp.1-21.

PDM (2011), Plano Diretor Municipal (versão final), Câmara Municipal de Vieira do Minho. PDM (2013), Revisão do PDM, de Vieira do Minho - Proposta de Regulamento, Câmara Municipal de Vieira do Minho, Agosto de 2013.

PEREIRO, Xerardo (2006), “Património e cultura: o casamento entre património e cultura”, ADRA, Revista dos socios e socias do Museo do Pobo Galego, nº1, pp. 23-41.

PÉREZ, Xerardo Pereiro (2009), Turismo cultural – Uma visão antropológica, Colección Passos,

Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, nº2.

REMOALDO, Paula Cristina, DUQUE, Eduardo e RIBEIRO, José Cadima (2015), “The environmental Impacts of Hosting the “2012 Guimarães European Capital of Culture” as Perceived by the Local Comunity”, Ambiente e Desarrollo, Bogotá (Colombia), vol. XIX, pp. 25- 38.

155

REMOALDO, Paula Cristina and RIBEIRO, José Cadima (2011), “Chapter 8. Cultural heritage and tourism development policies – The case of a portuguese U.N.E.S.C.O world heritagr city”, Livro Económia e Gestão do Turismo, Fundação para a Ciência e a Tecnológia, Universidade Lusíada. REMOALDO, Paula Cristina e RIBEIRO, José Cadima (2008), “Património cultural e estratégia de desenvolvimento turístico da cidade de Guimarães”, Caboverde (Redes e Desenvolvimento Regional), II Congresso Internacional, Arcos de Valdevez, pp. 1303-1334.

REMOALDO, Paula Cristina, RIBEIRO, José Cadima and VAREIRO, Laurentina (Abril de 2014), “Does gender affect visiting a world heritage site?”, Visitor Studies, Routledge, London, pp.88- 106.

REMOALDO, Paula Cristina, RIBEIRO, José Cadima, SANTOS, José Freitas and VAREIRO, Laurentina (Junho de 2014), “Tourism and Hospitality Research – Tourists’ perceptions or world heritage destinations: The case of Guimarães (Portugal), vol. 14 (4), pp. 206-218.

REMOALDO, Paula Cristina, RIBEIRO, José Cadima and VAREIRO, Laurentina (2017), “Changes in the Guimarães visitors’ profile and the city attributes perceptions in the post hosting of the 2012 European Capital of Culture, Tourism & Management Studies (em edição).

REYES, Yolanda Borrega (2009), “El patrimonio y su relación con el turismo”, Instituto de Investigación Servicios y Consultoría Turística, Carrera de Turismo, U.M.S.A, Colombia, pp.1-9.

RICHARDS, Greg (2005), Cultural tourism in Europe, Electronic format by the Association for

Tourism and Leisure Educations (ATLAS), CABI, Wallingford.

ROQUE, Andreia Maria (2001), “Turismo no espaço rural: um estudo multicaso nas regiões sul e sudoeste de Minas Gerais”, Dissertação, Brasil (Minas Gerais).

RORIZ, Ana e FONTES, Luís (2007), Património Arqueológico e arquitetónico de Vieira do Minho,

156

RORIZ, Ana e RODRIGUES Clara (2007), Património Arqueológico e Arquitetónico de Vieira do

Minho. Roteiros, Município de Vieira do Minho.

SANTOS, José Luíz dos (2009), O que é a cultura, Coleção primeiros 110 passos, 16ª edição,

São Paulo, Editora Brasilense.

SILBERBERG (1995), “Cultural tourism and business opportunities for museums and heritage sites”, Tourism Management, Buterworth Heinemann, vol. 16, no 5, pp. 361-365, Great Britain. SILVA, Kalina Vanderlei e SILVA, Maciel Henrique (2006), “Cultura”, Dicionário de Conceitos Históricos, Ed. Contexto, São Paulo.

SILVA, Kely Cristina Mendes da (2004), “A importância do turismo para o desenvolvimento econômico do estado do Espírito Santo”, Universidade federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas – CCJE, Departamento de Economia, Curso de Economia, Vitória.

SILVA, Luís (2007), “Os impactos do turismo em espaço rural”, Antropologia Portuguesa 22/23, pp. 295-317.

SILVA, Luiz Fernando (2012), “Cultura, políticas e UNESCO: Sobre a relação entre imperialismo e cultura no capitalismo contemporâneo”, O PTSU no VII Colóquio Internacional Marx e ENGELS, Brasil (Campinas), pp.1-10.

SOL DO AVE (s.d.), “Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave”, Aldeias de Portugal, pp. 45-65.

SOUSA, Lúcia Cardoso (2014), Património como estratégia de desenvolvimento local: o caso de

Arnelas, Crestuma e Lever, Tese de mestrado de Património e Turismo Cultural, da Universidade do Minho.

STEIN, Gabriella Veridiana e VIANNA, Silvio Luiz Gonçalves (2015), “Competitividade e a qualidade de vida dos residentes: percepções iniciais da destinação turística Jericoacoara, CE”,

157

Revista Rosa dos Ventos, Turismo e Hospitalidade, Dossiê – Competitividade das Destinações Turisticas, vol.7, nº4, pp. 474-488.

TORRALBA, Libertad Troitiño e VINUESA, Miguel Ángel Troitiño (2016), “Patrimonio y turismo: reflexión teórico-conceptual y una propuesta metodológica integradora aplicada al municipio de Carmona (Sevilla, España), Scripta Nova (Revista electrónica de geografía y ciencias sociales), vol. XX, nº543, pp. 1-45.

TravelBI (2016), “Turismo no espaço rural e turismo de habitação em Portugal”, pp.1-4.

Turismo de Portugal (2007), “Plano Estratégico Nacional do Turismo para o desenvolvimento do turismo em Portugal”, Lisboa.

Turismo de Portugal (2008), “Plano estratégico nacional do turismo para o desenvolvimento do Turismo em Portugal – Síntese”, Lisboa.

Turismo de Portugal IP. (2011), “Plano estratégico nacional de turismo, propostas para revisão no horizonte 2015 – versão 2.0”, Lisgráfica, Impressão e Artes Gráficas, S.A, Lisboa.

UNESCO (2002), “Declaração Universal sobre a diversidade cultural”, CLT.2002/WS/9.

VALENTIM, Dolores Cipriano Rocha (2012), “A importância do Património Natural na Escolha de um Destino Turístico – O caso de Peniche”, Dissertação de mestrado, IPL (Escola superior de turismo e tecnologia do mar, instituto politécnico de Leiria.

VIEIRA, José Carlos Alves (2000), Vieira do Minho Notícia Histórica e Descritiva, Edição: “O jornal de Vieira”.

VILELA, Delfina Vivas (2017), “Das potencialidades às dinâmicas – estudo de caso da rota dos moinhos no município de Vila Verde”, Dissertação de mestrado Geografia – Planeamento e Gestão do Território, UM (Universidade do Minho).

158

Webgrafia

 http://www.soldoave.pt/jupgrade/ (Consultado em Junho de 2016)

 http://www.cim-ave.pt/index.php/quem-somos/municipios (Consultado em Junho de

2016)

 http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imaterial/inventario-

nacional-do-pci/ (Consultado em Junho de 2016)

 https://www.cm-vminho.pt/ (Consultado em Junho de 2016)

 http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/Pages/Homepage.aspx (Consultado

em Junho de 2016)

 www.significados.com.br/turismo/ (Consultado em Junho de 2016)

 http://conceito.de/patrimonio (Consultado em Junho de 2016)

 http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/ (Consultado em Junho de 2016)

 https://sites.google.com/site/turismoucpel2010/definicoes-dos-tipos-de-turismo (Consultado em Junho de 2016)  http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=7952 (Consultado em Junho de 2016)  http://espacodeturismo.blogspot.pt/2011/05/diferencas-entre-viajante-visitante.html (Consultado em 13/10/2016).  http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/ (Consultado em 08/01/2017).  http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/turismodeportugal/CooperacaoInter nacional/Pages/OMT.aspx (Consultado em 08/01/2017).  https://ajonu.org/2012/10/17/organizacao-mundial-do-turismo-omt/ (Consultado em