• Nenhum resultado encontrado

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

6.2 PROPOSTAS DE APROFUNDAMENTO E TRABALHOS FUTUROS

Apesar dos objetivos alcançados com o estudo, entende-se que houve limitações de tempo e outros fatores, que podem ser complementados através de novos estudos e levantamentos dentro e fora da organização estudada. De início, pode ser enriquecedor buscar os perfis e causas de retorno de outras organizações, buscando estabelecer correlações entre as mesmas e suas estratégias e culturas organizacionais.

Trazendo as propostas para a realidade da organização em questão, há diversas oportunidades de aprofundamento nas principais causas de retorno, principalmente nas áreas de maior impacto citadas. É necessário entender mais sobre a rotina dessas áreas, como as mesmas se organizam e buscar, tanto com as pessoas que trabalham na área ou através de práticas de benchmarking, mecanismos para a garantia da entrega da qualidade para o cliente e que não haja conflitos na comunicação com o mesmo.

No que tange as transportadoras, sugere-se realizar um novo estudo, fazendo o levantamento das especificações de cada uma e como estas se relacionam com as diretrizes dadas pela empresa estudada. Dessa forma, é possível buscar as melhores práticas, além de entender melhor as limitações de cada uma dessas para a implementação de novas tecnologias ou metodologias. A partir disso, pretende-se obter o que as empresas contratadas têm de melhor a oferecer e garantir que o haja qualidade logística no serviço prestado até chegar ao cliente.

Contrapondo-se ao serviço das transportadoras, que não são internos à empresa, há o desafio de alinhamento dos esforços comerciais com a gestão da cadeia de suprimentos da organização. Nesse sentido, além de entender como é a dinâmica comercial, a rotina dos mesmos, os objetivos da área, é interessante também entender os gaps de entendimento da cadeia e do impacto destes na mesma eventuais treinamentos e projetos conjuntos de melhorias.

Por fim, não foi possível envolver mais áreas e dar maior visibilidade da FMEA para mais áreas da empresa, sendo esse um ganho importante para a proposta que a ferramenta traz: ser viva, dinâmica e de constante colaboração. Esse é, portanto, um esforço que espera ter continuidade dentro da organização e possa também atingir outras empresas. Propõe-se então

estudos de práticas eficientes para buscar o envolvimento de diversas áreas da empresa em projetos de melhoria de toda a cadeia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGUM, F. S. Cultura Organizacional e Valores Organizacionais: um estudo de caso. Rio de Janeiro, 2014. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.

ALMEIDA, H. Perspectivas 2017 – Cosméticos: Inovação e diversificação de produtos estimulam vendas no país e também no exterior. Disponível em: <http://www.quimica.com.br/perspectivas-2017-cosmeticos-inovacao-e-diversificacao-de- produtos-estimulam-vendas-no-pais-e-tambem-no-exterior/2/>. Acesso em: 20 abr. 2017. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS – ABIHPEC. Panorama do Setor Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. 2 ago. 2016. Disponível em: < https://abihpec.org.br/publicacao/panorama-do- setor-2016-2/>. Acesso em: 10 mai. 2017.

ASSOCIAÇÃO GAÚCHA PARA A QUALIDADE – AGQ. Curso FMEA: Análise de modo e Efeitos de Falha em Potencial. 3. ed. 48p. Novo Hamburgo, 2006.

BALLOU, H. R. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Planejamento, Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2001.

BANSAL, P. From issues to actions: the importance of individual concerns and organizational values in responding to natural environment issues. Organization Science, v. 14, n. 5, p. 510- 527, 2003.

BOWERSOX, D. J. et al. Gestão Logística da Cadeia de Suprimentos. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. 472p.

BROH, R. A. Managing quality for higher profits. New York: McGraw-Hill, 1974. CASE, J. Corporate Culture, INC. 1996

CHATMAN, J. A. Improving interactional organizational research: a model of person- organization fit. Academy of Management Review, v. 14, n. 3, p. 333-349, 1989.

CHAVES, G. L. D; ALCÂNTARA, R. L. Logística reversa como atividade geradora de vantagem competitiva ao canal de distribuição de alimentos refrigerados. In: XIII Simpósio de Engenharia de Produção - XIII SIMPEP. São Paulo: Bauru, 2006.

CHAVES, G. de L. D.; MARTINS, R. S. Diagnóstico da Logística Reversa na Cadeia de Suprimentos de Alimentos Processados no Oeste Paranaense. In: VIII Simpósio de

Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais - VIII SIMPOI. São Paulo, 2005.

CHRISTOPHER, M. Logistics and Supply Chain Management, 4. ed. Dorchester, Dorset: Pearson Education/ Henry Ling Ltd, 2011.

CHOPRA, S.; MEINDL, P. Supply Chain Management, Fourth Edition, Global Edition. Pearson Education, publishing as Prentice Hall, New Jersey: 2010.

COLETA, M.; NAVES, E. Cultura e comprometimento organizacional em empresas hoteleiras. RAC, Edição Especial, p. 205-222, 2003.

COSTA, L. Método multicritério para apoio à análise e seleção de investimentos sustentáveis em fundos de pensão. Rio de Janeiro, 2014. 268f. Tese (Doutorado em Engenharia de

Produção) – COPPE, Universidade Federal do Rio de Janerio, Rio de Janeiro, 2014.

COOPER, M. C.; LAMBERT, D. M.; PAGH, J. D. Supply Chain Management: More Than a New Name for Logistics. The International Journal of Logistics Management, v. 8, n. 1, p. 1– 14, 1 Jan. 1997.

CROSBY, P. B. Qualidade falada a sério. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. COUNCIL OF SUPPLY CHAIN MANAGEMENT – CSCMP. Disponível em: <http://cscmp.org/>. Acesso em: 12 jun. 2017.

DAHER, C. E.; SILVA, E. P. de L. S.; FONSECA, A. P. Logística Reversa: Oportunidade para Redução de Custos através do Gerenciamento da Cadeia Integrada de Valor. BBR Brazilian Business Review, Vitória, v. 3, n. 1, jan./jun. 2006.

DEMING, W. E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Saraiva, 1990. DUIM, F. A. de C. Estudo das causas do principal erro de produção da indústria

automobilística brasileira em função dos recalls. Engenharia de Produção, Universidade Federal Fluminense, 2016.

EBRAHIMIPOUR, V.; REZAIE, K.; SHOKRAVI, S. An Ontology Approach to Support FMEA Studies: Expert Systems with Applications. Vol. 37, n. 1, pp. 671-677, 2010.

ENSSLIN, L.; VIANNA, W. B. O design na pesquisa quali-quantitativa em engenharia de produção. Questões epistemológicas. Revista Produção Online, v.8, n.1, 2008.

FARAHANI, R.Z., REZAPOUR, S., DREZNER, T., FALLAH, S. Competitive supply chain network design: An overview of classification, models, solution techniques and applications. Omega 45, p. 92-118. 2014.

FAWCETT, S. E.; SMITH, S. R.; COOPER, M. B. Strategic intent, measurement capability, and operational success: making the connection. International Journal of Phsysical

Distribution & Logistics Management, Bradford, v. 27, n. 7, p. 410-421, 1997.

FERREIRA, A. B. de H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

FERREIRA, M. C.; ASSMAR, E. M. L. Cultura Organizacional. Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Cap. 7, p. 125-138. Porto Alegre: Artmed, 2008.

HERNÁNDEZ, C. T. Modelo de gerenciamento da logística reversa integrado às questões estratégicas das organizações. Guaratinguetá, 2010. Tese (Doutorado em Engenharia Mecânica) – Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, Universidade Estadual Paulista, Guaratinguetá, 2010.

HOFSTEDE, G. et al. Comparing Regional Cultures Within a Country: Lessons From Brazil. Journal of Cross-Cultural Psychology, 41(3), p. 336-352. 2010.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Indicadores IBGE - Pesquisa Mensal de Comércio – fevereiro de 2017. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em:

<ftp://ftp.ibge.gov.br/Comercio_e_Servicos/Pesquisa_Mensal_de_Comercio/Fasciculo_Indica dores_IBGE/pmc_201702caderno.pdf>. Acesso em: 10 mai. 2017.

INSTITUTO DA QUALIDADE AUTOMOTIVA – IQA. Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial: FMEA. Manuais QS-9000. 3ª Edição. São Paulo, 2001.

INSTITUTO DE LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN – ILOS. Disponível em: <http://www.ilos.com.br>. Acesso em: 13 jun. 2017.

ISHIKAWA, K. TQC, total quality control: estratégia e administração da qualidade. Tradução Mário Mishimura, São Paulo: Editora IMC Internacional Sistemas Educativos, 1986.

JAUCH, L. R.; GLUECK, W. F. Business Policy and Strategic Management. New York, EUA: McGraw-Hill, 1980.

JOHNSON, S.D. Identification and selection of environmental performance indicators: application of the Balanced Scorecard Approach. Corporate Environmental Strategy, v.5, n.4, 1998.

JUNIOR, A. S. Modelo de Otimização da Expansão de Capacidade de Cadeias de

Suprimento Globais. Rio de Janeiro, 2015. Tese (Doutorado) – COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.

KENT JR, J. L.; FLINT, D. J. Perspectives on the evolution of logistics thought. Journal of Business Logistics, v. 18, n. 2, p. 15–29, 1997.

KOTLER, P. Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2000.

LAMBERT, D. M. Executive Summary of Supply Chain Management: Processes, Partnerships, Performance. In: INSTITUTE, S. C. M. (Ed.). Supply Chain Management Institute. 3. ed. Sarasota: Supply Chain Management Institute, 2008.

LAURENTI, R.; VILLARI, B. D.; ROZENFELD, D. H. Problemas e melhorias do método FMEA: uma revisão sistemática da literatura. Revista Ped UNIFEI, p. 59–70, 2012.

LEENDERS, M. R., ERSKINE, J. A.; MAUFEFETTE-LEENDERS, L. A. Learning with cases. Richard Ivey School of Business, The University of Western Ontario, Ontario, 1999.

LEITE, P. R. Direcionadores (“DRIVERS”) estratégicos em programas de logística reversa no Brasil. In: IX Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações

Internacionais - IX SIMPOI. São Paulo, 2006.

LEITE, P.R. Logística Reversa: Meio Ambiente e Competitividade. 1 ed. São Paulo, Prentice Hall, 2003.

LEITE, P. R. Logística Reversa e Competitividade empresarial. Revista Tecnologistica, 2005. Disponível em: <http://meusite.mackenzie.br/leitepr/Microsoft%20Word%20-

%20LR%205%20-

%20LOGISTICA%20REVERSA%20E%20A%20COMPETITIVIDADE%20EMPRESARIA L.pdf>. Acesso: 25 mai. 2017.

LOURENÇO, S. Inovação, o caminho do sucesso no setor de HPPC, 2015. Disponível em: <http://news.in-cosmetics.com/pt/2015/08/25/inovacao-o-caminho-do-sucesso-no-setor-de- hppc/>. Acesso em: 29 jun. 2017.

LUMMUS, R. R.; KRUMWIEDE, D. W.; VOKURKA, R. J. The relationship of logistics to supply chain management: developing a common industry definition. Industrial Management & Data Systems, v. 101, n. 8, p. 426–432, 11 jan. 2001.

MARSHALL JR, I. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2003.

MARTINS, G. S.; JUNIOR, P. P. A. A metodologia de Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial (FMEA): Estudo de caso. Congresso Brasileiro de Engenharia de produção. Ponta Grossa, PR, Brasil, 2011.

MELO, D. V.; OLIVEIRA, R. L.; MORAES FILHO, R. A. M. Processo de elaboração, implantação e avaliação de desempenho em planejamento estratégico – estudo de caso em uma empresa de reciclagem. In: XI Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais - XI SIMPOI. São Paulo, 2008.

MEZOMO, J. C. Gestão da Qualidade na saúde: Princípios Básicos. Barueri: Manole, 2001. MINTZBERG, H.; QUINN, J. B. O processo da estratégia. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

MOURA, C. Análise de modo e efeitos de falha potencial (FMEA): manual de referência. São Paulo: IQA, 2000.

NEDER, A. L. R. Melhores práticas na gestão da cadeia de suprimentos: um estudo de caso em uma rede de hospitais privados. 2015. 160f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Instituto COPPEAD de Administração, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015.

NOVAES, A. G. Gerenciamento da cadeia de distribuição. 2o ed. São Paulo: Atlas, 2004. NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. 2 ed. Rio de Janeiro: 2007.

OLIVEIRA, G. F. de. Ferramentas de monitoramento do planejamento estratégico: qual sua importância? Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Ciências Econômicas, Programa de Pós- Graduação em Economia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2015. OUCHI, W. G. Teoria Z: como as empresas podem enfrentar o desafio japonês. São Paulo: Nobel, 1981.

PALADINI, E. P. Gestão da Qualidade: teoria e prática. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007. PALADY, P. FMEA: Análise dos Modos de Falha e Efeitos: prevendo e prevenindo problemas antes que ocorram. São Paulo: IMAM, 1997

PINTO, M.; VERGARA, S. Cultura e mudança organizacional: o caso TELERJ. RAC, 2, p. 63-84, 1998.

PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2005.

PUENTE, J.; PINO, R.; PRIORE, P.; FUENTE, D. D. L. A decision support system for applying failure mode and effects analysis. International Journal of Quality and Reliability Management, Bradford, v.19, n.2, p.137-150, 2002.

RECCHIA, W. M. Aplicação da metodologia FMEA na gestão de risco no planejamento estratégico da UFSCar. 106 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2016.

ROBBINS, S. P. Comportamento Organizacional. 11. ed. São Paulo: Editora Pearson, 2006. ROGERS, D. S.; TIBBEN-LEMBKE, R. S. Going Backwards: Reverse Logistics Trends and practices. Reno, University of Nevada: 1999. Disponível em: <

http://www.abrelpe.org.br/imagens_intranet/files/logistica_reversa.pdf>. Acesso em: 25 mai. 2017.

SAKURADA, E. Y. As técnicas de Análise dos Modos de Falhas e seus Efeitos e Análise da Árvore de Falhas no Desenvolvimento e na Avaliação de Produtos. Tese (Dissertação de Mestrado em Engenharia Mecânica) – Engenharia Mecânica, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001.

SCHEIN, E. H. Organization culture and leadership: a dynamic view. San Francisco: Jossey Bass. 418p, 1992.

SILVA, R. O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002. SILVA, N.; ZANELLI, J. C. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Cap. 13, p. 407 – 442. Cultura Organizacional. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SILVA, R. L. A.; SOARES, P. R. F. T.; SILVA, A. K. B. Análise de risco utilizando a ferramenta FMEA em um gerador de vapor. In: XXVIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP), 28, 2008, Rio de Janeiro. Anais. Rio de Janeiro: ABEPRO, 2008. 14 p.

SINNECKER, C. O. Estudo sobre a importância da logística reversa em quatro grandes empresas da região metropolitana de Curitiba. Curitiba, 2007. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Engenharia de Produção e Sistemas, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2007.

SRIVASTAVA, S. K. Network design for reverse logistic. Omega - The International Journal of Management Science, v.36, n.4. p. 535-548, 2008.

TAMAYO, A. Valores Organizacionais. Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Cap. 20, p. 309- 340. Porto Alegre: Artmed, 2008. THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

TIBBEN-LEMBKE, R. S; ROGERS, D. S. Differences between forward and reverse logistics. Supply Chain Management: An International Journal, v.7, n.5, p. 271-282, 2002.

TIFFANY, P; PETERSON, S. D. Planejamento Estratégico: o melhor roteiro para um planejamento estratégico eficaz. Rio de Janeiro, Editora Campus, 1998.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Robert K. Yin; trad. Daniel Grassi - 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

Documentos relacionados