Pessoal não Docente
3.10. Protocolos e Parcerias
Na acção quotidiana e com a finalidade de estreitar os laços com a comunidade envolvente e trabalhar para a prossecução dos objectivos comuns, o Agrupamento tem vindo a trabalhar em parceria, em primeira linha, com as Associações de Pais legalmente constituídas. As Associações de Pais e Encarregados de Educação existentes nas escolas do Agrupamento têm como finalidade contribuir para o bom funcionamento das escolas e para o sucesso educativo dos alunos, em cooperação com todas as entidades interessadas e responsáveis pela qualidade da educação, para que daí resulte um melhor aproveitamento para os alunos. Este direito/ dever assiste aos Pais ou Encarregados de Educação, num ensino democrático, progressista, criador de condições para o desenvolvimento da personalidade dos estudantes e da preparação para a vida nos termos definidos pela lei vigente.
Presentemente, dos vinte e quatro estabelecimentos de ensino que fazem parte do Agrupamento, nove têm associações de pais, devidamente legalizadas. Os restantes estabelecimentos estão na sua maioria com o processo já iniciado ou em fase de conclusão.
Esta parceria reveste-se de uma forma institucional através da representação dos Pais / Encarregados de educação nos órgãos legalmente constituídos no Agrupamento mas também, e de forma muito gratificante, através das soluções encontradas pelos pais para dar resposta às necessidades das escolas.
Um outro parceiro institucional, com responsabilidades e competências no Ensino Básico nos termos legais em vigor, tem sido a Câmara Municipal de Paredes. Com este parceiro, para além da representação no Conselho Geral e relacionamento institucional com as escolas do Agrupamento, têm vindo a ser desenvolvidos projectos de âmbito sócio cultural que muito valorizam a comunidade educativa que proporcionam uma visibilidade diferente da escola inserida no seu meio.
O Agrupamento tem vindo a procurar alargar a sua rede de parcerias / protocolos com outros elementos da comunidade educativa, nomeadamente:
AEP – Associação Empresarial de Paredes através de protocolos de estágios para os alunos dos cursos de educação formação e do encaminhamento dos formandos do Centro Novas Oportunidades para frequência dos cursos EFA.
Associação EPIS - Empresários pela Inclusão Social através do desenvolvimento de projectos para combater o insucesso e o abandono escolar no 3º ciclo.
Centro de Saúde de Paredes - Projecto de Educação para a Saúde.
28
Escola Superior de Educação do Porto desenvolvimento de planos de formação de professores no âmbito da Língua Portuguesa (PNEP); Ciências Experimentais e Matemática.
CEFPI – Centro de Educação e Formação Profissional Integrada (Vilarinha – Porto) proporcionando acesso a estágio de avaliação vocacional e profissional dos alunos com NEE’s.
APADIMP – Associação de Pais e Amigos de Penafiel – estabelecimento de protocolos no âmbito da intervenção junto das famílias junto dos alunos com NEE’S.
Emaús - estabelecimento de protocolos no âmbito da avaliação e preparação da transição para a vida adulta dos alunos com NEE’S.
Segurança Social – parcerias na formação escolar dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção.
Quintinha do Cândido – sendo o AVEP a sua unidade de referência junto do Ministério de Educação.
Associação Cultural José Guilherme Pacheco – Ensino articulado nos termos do1550/2002.
Academia de Dança do Vale do Sousa – colaboração técnica, artística em actividades que envolvam a dança e a expressão corporal.
Teixeira do Couto – Colaboração técnica em produtos de electrónica de consumo nas actividades que exigem instalação sonora outdoor.
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto para assessoria ao projecto TEIP.
29
4. Diagnóstico
A produção do diagnóstico obedeceu à metodologia de análise SWOT, traduzindo-se na elaboração de um quadro síntese onde são discriminados, através do contributo de diferentes intervenientes da comunidade educativa, os atributos do AVEP em pontos fortes e pontos fracos e as condições de desenvolvimento da sua actividade em oportunidades e constrangimentos.
As conclusões obtidas são, de seguida, apresentadas em quadro.
Atributos
Pontos Fortes Pontos Fracos
Organização e Gestão Escolar
Existência de um corpo docente estável e experiente.
Empenho do corpo docente e do não docente na resolução de problemas.
Preocupação por parte dos órgãos de gestão para a integração dos elementos da comunidade e para a criação de condições de trabalho.
Dinâmica proactiva das diversas lideranças.
Diversidade de oferta de Actividades de enriquecimento Curricular.
Disponibilidade para o envolvimento em projectos.
Práticas significativas na inclusão educativa e social de alunos com NEE’s por parte dos diversos actores da comunidade escolar.
Grande diversidade de oferta de
actividades e meios por parte do Centro de Recursos.
Elevado número de alunos por turma.
Superlotação de algumas escolas, em especial, na escola EB2/3.
Edifícios desadequados à “escola a tempo inteiro”.
Escassez de recursos físicos e humanos.
Dificuldade na organização e implementação de estratégias consistentes de acompanhamento, apoio, e monitorização da prática lectiva em sala de aula;
Fragilidade na adequação dos PCT’s e no reforço da diferenciação pedagógica;
Escassez do orçamento para fazer face às despesas correntes;
Falta de autonomia organizacional.
Dificuldades na organização da transição de alguns alunos (nomeadamente alunos NEE’s e com dificuldades de aprendizagem) para a vida activa.
Inexistência de outros técnicos que permitam a constituição de equipas multidisciplinares.
Aluno
A diversidade de alunos.
A centralidade no aluno no
desenvolvimento de todas as actividades.
Procura permanente de respostas adequadas às necessidades dos alunos.
Existência de bolsas de abandono escolar.
Taxas de insucesso com forte incidência na disciplina de Matemática, Língua Portuguesa e Língua Estrangeira.
Frágil qualidade de sucesso (reduzido a limites necessários para a transição de ano)
Dificuldades na apropriação de hábitos, técnicas e métodos de estudo associadas a dificuldades de concentração e motivação.
Deficiente consciência ecológica com maior incidência na escola EB2/3.
Baixas expectativas para o prosseguimento de estudos pós-básico.
Comunidade
Clima harmonioso entre os diversos actores da comunidade escolar que se reflecte num trabalho colaborativo.
Rede de parcerias com a comunidade.
Número considerável de colectividades com carácter cultural ou desportivo.
Baixas qualificações dos Assistentes
Operacionais e dos Encarregados de Educação;
Baixa participação das famílias no processo educativo dos alunos.
Falta de apoio familiar/disfunção de recta -guarda de afectos e estabilidade.
30
Falta de recursos no acesso à saúde.
Condições de Desenvolvimento
Oportunidades Constrangimentos
Disponibilidade de instituições externas para colaborarem no combate ao abandono escolar (EPIS).
Protocolos e parcerias com instituições da comunidade.
Desenvolvimento de Projectos inseridos nas Novas Oportunidades e em Percursos Curriculares Alternativos.
Promoção da interacção com as diversas colectividades.
Transferência de competências para o Município.
Candidaturas às diversas medidas do POPH
Inexistência de uma cultura de valorização do saber escolar por parte de alguns Encarregados de Educação.
Inexistência de um Pavilhão Polidesportivo.
Inexistência de laboratórios que possam implementar a actividade experimental.
Parque escolar disperso dificultando a identidade do Agrupamento.
Dificuldades nas acessibilidades para os alunos com deficiência motora.
Necessidade de realizar reuniões de trabalho dos docentes em horário pós laboral.
Dificuldades na rede de transporte escolar;
A falta de expectativas em relação à Escola concretizada pelo desinteresse pelas
actividades escolares, principalmente à medida que aumentam os anos de escolaridade.
A desigualdade no acesso à informação por parte da comunidade discente.
Perda da noção de esforço na aprendizagem o que faz com que os alunos não estudem, não revelem persistência e não consolidem as aprendizagens.
A superlotação da Escola EB 2/3 que tem sido um dos factores que mais tem contribuído para alguns focos de violência que, embora isolados, têm vindo a preocupar bastante as estruturas educativas da escola e da comunidade.
Forma frágil de funcionamento das diferentes instituições (CPCJ, segurança social, IPSS’s e serviços de saúde)
Falta de articulação entre os serviços de saúde familiar com o agrupamento.
Falta de vagas na educação pré-escolar em algumas freguesias.
Fórmula desadequada de atribuição do nº de docentes do apoio educativo.
Inexistência de uma equipa multidisciplinar capaz de conceber projectos adequados aos problemas do agrupamento.
31
5. Áreas Prioritárias de Intervenção
Feito o diagnóstico, obteve-se o levantamento dos problemas a resolver, os recursos disponíveis e factores que serão determinantes para o encontro de soluções. Seguidamente, estabeleceram-se prioridades relativamente às situações problemáticas sobre as quais o AVEP se propõe intervir, através de diferentes acções numa sequência coerente de actividades.
Enunciam-se de seguida uma síntese dos problemas diagnosticados:
Insucesso escolar e bolsas de abandono;
Falta de qualidade do sucesso;
Dificuldade de transição de alguns alunos para a vida activa;
Integração de alunos de etnia e de filhos de imigrantes;
Desvalorização da cultura escolar;
Baixo nível de qualificação dos E.E/Pais/Comunidade;
Mecanismos de gestão curricular e de supervisão pedagógica incipientes;
Falta de recursos humanos para o desenvolvimento de projectos;
Falta de apoio ao acompanhamento e avaliação de projectos.
Necessidade de ampliar a identidade do agrupamento e instituir processos que melhorem a articulação curricular.
Défice de cidadania participativa e democrática
Elevado número de turmas para o espaço físico existente, nalgumas escolas.
Face aos problemas enunciados, considerando o artigo 6º do Despacho Normativo 55/2008, estabelecem-se como áreas de acção e intervenção prioritárias as seguintes:
Promoção de condições para o sucesso educativo e escolar das crianças e jovens;
Criação de modalidades de gestão flexível do currículo e dos programas disciplinares e dos não disciplinares;
Ligação ao mundo do trabalho;
Educação para a saúde, desporto escolar e apoios educativos especiais, educação para o empreendedorismo e contacto com as estruturas e locais de interesse patrimonial e cultural;
Identificação de mecanismos de acompanhamentos de projectos de estudo e formação;
Dotação em pessoal docente e auxiliar, profissionais de orientação profissional, de orientação escolar e apoio tutorial, mediadores com a comunidade;
Articulação estreita com as famílias e a comunidade local.
Através das áreas de acção e intervenção definidas anteriormente, propomo-nos atingir os seguintes objectivos:
Melhorar o sucesso escolar e a qualidade do sucesso;
Prevenir o abandono;
Fazer a história do processo de integração de alunos no agrupamento partilhando-a, numa atitude formativa, com as comunidades escolar e educativa;
Intensificar relações escola – família – meio, desenvolvendo estratégias que ampliem as expectativas das famílias e do meio em relação ao saber escolar e promovam uma cidadania mais activa;
Implementar o processo de revisão dos projectos curriculares de modo a melhorar a articulação entre as disciplinas, níveis de ensino e adequar as estratégias ao contexto do Agrupamento;
32
Desencadear mecanismos que proporcionem a obtenção de RH indispensáveis ao desenvolvimento do projecto e das acções/actividades que nele são previstas;
Instituir uma cultura de auto-avaliação;
Manter/ampliar processos que permitam apoiar alunos com NEE's e integrar alunos de cursos CEF e EFA
Promover uma cidadania mais activa;
Criar um ambiente favorável ao sucesso escolar e educativo.
Estes objectivos serão desenvolvidos através das seguintes acções:
Mais “S” – Mais Sucesso
PROBLEMAS OBJECTIVOS
ACÇÕES
GERAIS ESPECÍFICOS
Insucesso escolar e bolsas de abandono;
Falta de qualidade do sucesso;
TP1. Melhorar o sucesso escolar e a qualidade do sucesso
TP2. Prevenir o abandono e a indisciplina
Assegurar processos de diferenciação e de apoio à aprendizagem dos alunos nas turmas do 1º ciclo com dois ou mais níveis de
escolaridade e nos 2º e 3º ciclos nas disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês e Matemática, através de assessorias
Reorganizar a área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado de modo que se constitua um efectivo apoio ao estudo
Mais “S” – Mais Sucesso
Integração de alunos de etnia e de filhos de imigrantes;
TP3. Fazer a história do processo de integração de alunos no agrupamento partilhando-a com as comunidades escolar e educativa
Identificar situações de alunos em que se considere necessário existir uma atenção especial para a sua plena integração.
Mais “S” – Mais Sucesso Mais “Cid” – Mais Cidadania
Desvalorização da cultura escolar;
TP4. Intensificar relações escola – família – meio, desenvolvendo estratégias que ampliem as expectativas das famílias e do meio em relação aos saber escolar e promovam uma cidadania mais activa
Mais “Q” – Mais Qualificação Baixo nível de qualificação dos
E.E/Pais/Comunidade;
Mecanismos de gestão curricular e de supervisão pedagógica incipientes;
TP5. Implementar o processo de revisão dos projectos curriculares de modo a melhorar a articulação entre as disciplinas, níveis de ensino e adequar as estratégias ao contexto do Agrupamento
Mais “Av” – Mais Avaliação Mais “S” – Mais Sucesso
33 Falta de recursos humanos para
o desenvolvimento de projectos;
TP6. Desencadear mecanismos que
proporcionem a obtenção de RH indispensáveis ao desenvolvimento do projecto e das
acções/actividades que nele são previstas
Dotar o AVEP de Mediadores Sociais.
Dotar o AVEP de Animadores Socio-Culturais.
Mais “P” – Mais Parceiros.
Mais “Cid” – Mais Cidadania
Falta de apoio ao
acompanhamento e avaliação de projectos.
Mais “Av” – Mais Avaliação
Necessidade de ampliar a identidade do agrupamento e instituir processos que melhorem a articulação curricular.
TP7. Instituir uma cultura de auto-avaliação
Salientar os pontos fortes da organização e funcionamento do Agrupamento;
Identificar áreas mais problemáticas, propondo as soluções mais adequadas para a sua melhoria.
Mais “Av” – Mais Avaliação
Dificuldade de transição de alguns alunos para a vida activa;
TP8. Manter/ampliar processos que permitam apoiar alunos com NEE's e integrar alunos de cursos CEF e EFA
Criar planos de transição em parceria com a comunidade
Mais “Q” – Mais Qualificação
Mais “S” – Mais Sucesso Défice de cidadania participativa
e democrática
TP9. Promover uma cidadania mais activa. Desenvolver competências pessoais e sociais dos alunos.
Mais “Cid” – Mais Cidadania
Elevado número de turmas para o espaço físico existente, nalgumas escolas
TP10. Criar um ambiente favorável ao sucesso escolar e educativo
Prevenir a indisciplina
Dinamizar espaços de convívio/recreios/canti na.
Dinamizar actividades durante a interrupção de actividades lectivas.
Mais “S” – Mais Sucesso Mais “P” – Mais Parceiros.
Mais “Cid” – Mais Cidadania
preparação atempada e adequada das crianças e jovens para o exercício de uma cidadania plena, activa e participativa conforme estabelecido na lei de bases do sistema educativo. É inerente a esta preparação o acesso à Escola e a criação de condições que assegurem o sucesso educativo de todos os alunos É no quadro deste compromisso que o Agrupamento guiará a sua acção de acordo com o seguinte plano que integra objectivos (identificados por TP [Trepar Paredes]), metas educativas e indicadores de medida.
Objectivo TP1: Melhorar o sucesso educativo e qualidade do sucesso
Metas Indicadores de medida
Melhorar a taxa de sucesso global:
1º ciclo: 33% (de 3% para 2% o I.E.) 2º ciclo: 50% (de 2% para 1% o I.E.) 3º ciclo: 50% (de 8% para 4% o I.E.)
Número de alunos que transitam de ano.
Melhorar a qualidade do sucesso ampliando o nível das classificações positivas a Língua Portuguesa e Matemática, simultaneamente:
1º Ano: 14% (de 88% para 100%)
Média das classificações atribuídas no 3º período de cada ano lectivo, nos 2º e 3ºs ciclos, superiores a três.
Aumentar a taxa de sucesso nas percentagens indicadas nas seguintes, às disciplinas de Línguas Estrangeiras, História e Geografia de Portugal, História, Geografia e Ciências Físico-Naturais:
Inglês Francês Espanhol 5ºAno 6%
Consultar nota justificativa “A”
Média das classificações atribuídas nas respectivas disciplinas no final do 3º período.
Aumentar a taxa de sucesso nas provas nacionais de 9º Ano de Língua Portuguesa, conforme tabela seguinte:
Classificações dos alunos nos exames de Língua Portuguesa e Matemática.
35
Aumentar a taxa de sucesso nas provas nacionais de 9º Ano de Matemática, conforme a tabela seguinte: Insuela, Lourosa, Olho de Mouro, Outeiro, Oural e Soutelo, nas Provas de Aferição 4ºano de Língua Portuguesa, para a média do AVEP de 90,45%
Ampliar as taxas de sucesso das EB1 de Boavista, Insuela, Lourosa, Oural, Outeiro e Soutelo, nas Provas de Aferição 4ºano de Matemática, para a média do AVEP de 91,5%.
Ampliar a taxa de sucesso da EB2,3 de Paredes, de 88%, para a média do AVEP de 91%, nas Provas de Aferição 6ºano de Língua Portuguesa.
Manter a taxa de sucesso da EB2,3 de Paredes acima da média nacional, nas Provas de Aferição 6ºano de Matemática.
Classificações dos alunos nas provas de aferição de Língua Portuguesa e Matemática.
Objectivo TP2: Prevenir o abandono e a indisciplina
Metas Indicadores de medida
Anular o abandono escolar Número de abandonos.
Anular a reincidência das ocorrências dos alunos. Número de ocorrências dos mesmos alunos que chegam à Direcção e ao GPS
Objectivo TP3 : Fazer a história do processo de integração de alunos no agrupamento partilhando-a, numa atitude formativa, com as comunidades escolar e educativa
Metas Indicadores de medida
Conceber planos de acção em pelo menos 75%
das situações identificadas.
Número de Planos de Acção concretizados no AVEP.
Criar oportunidades de partilha de culturas, dinamizando pelos menos uma iniciativa por ano nas escolas da EB1 de Paredes, EB1/J1 de Redonda e Escola EB 2/3 de Paredes.
Número de iniciativas levadas a cabo nas escolas referenciadas.
Objectivo TP4: Intensificar relações escola – família – meio, desenvolvendo estratégias que ampliem as expectativas das famílias e do meio em relação ao saber escolar e promovam uma cidadania mais activa.
Metas Indicadores de medida
Aumentar em 54% a requisição de livros para leitura domiciliária de Alunos e Pais /
Encarregados de Educação (passar de 6500 para 10000 requisições).
Número de requisições.
Aumentar em 100% as ofertas formativas para
adultos. Número de formandos nos cursos EFA
Abrir a Biblioteca/Centro de Recursos aos
encarregados de educação Grau de adesão dos encarregados de educação.
Editar pelo menos uma vez por mês o boletim
“Entre Nós” e o jornal “Ideias Frescas”,
Número de publicações mensais do boletim e trimestrais do jornal.
36 trimestralmente
Manter a realização de reuniões regulares com Pais/Encarregados de Educação, com pelo menos a presença de 80%.
Nº de presenças através dos registos (actas) das reuniões
Dinamizar encontros temáticos para
Pais/Encarregados de Educação pelo menos uma vez por trimestre.
Número de encontros realizados ao longo do projecto e avaliação que deles é feita pelos Pais/E.E..
Objectivo TP5: Implementar o processo de revisão dos projectos curriculares de modo a melhorar a articulação entre as disciplinas, níveis de ensino e adequar as estratégias ao contexto do agrupamento.
Metas Indicadores de medida
Rever projecto curricular do agrupamento até ao fim do ano lectivo 2009/2010
Promover a articulação curricular vertical em todas as disciplinas até ao fim do ano lectivo 2009/2010.
Avaliação que Professores fazem dos efeitos gerados
Data em o projecto foi aprovado
Conteúdos articulados.
Objectivo TP6: Desencadear mecanismos que proporcionem a obtenção de RH’s indispensáveis ao desenvolvimento do projecto e das acções/actividades que nele são previstas
Metas Indicadores de Medida
Definir e implementar com os mediadores sociais um plano de acção, nomeadamente, ao nível da sinalização de alunos e famílias a acompanhar, acção tutorial a desenvolver com os alunos, actividades de formação com as famílias e professores.
Conceber planos de acção em pelo menos 75%
das situações identificadas.
Número de alunos/famílias abrangidas em cada estabelecimento de ensino pela intervenção dos mediadores sociais
Número de Planos de Intervenção concretizados no AVEP.
Definir e implementar com os animadores sócio-culturais um plano de acção, nomeadamente, ao nível de animação de espaços de recreio, sala de convívio dos alunos, cantina, comemoração de dias temáticos, dinamização de actividades de enriquecimento durante as interrupções lectivas, em que a taxa de satisfação seja pelo menos em 80% ≥ a 3 (escala de 1 a 5).
Número de actividades e número de alunos abrangidos pelas actividades promovidas pelos animadores sócio-culturais.
Taxa de satisfação
Promover iniciativas com a intervenção de docentes, técnicos, famílias e serviços da
comunidade que, entre outros aspectos, previnam o desinteresse, o absentismo e o abandono escolar de alunos em risco e potenciem a qualidade das aprendizagens e da formação, em que a taxa de satisfação seja pelo menos em 80%
≥ a 3 (escala de 1 a 5).
Número de reuniões / workshops realizados
Número de participantes nas reuniões / workshops realizados
Taxa de satisfação.
Criar um gabinete de apoio ao aluno e às famílias (GPS) aberto das 9h às 18h (horário contínuo)
Número e tipologia de acessos ao GPS (encaminhamento do DT/Professores, espontâneo)
Número e tipo de encaminhamentos / apoios realizados.
Acompanhar alunos/famílias das turmas “G Mais”
e CEF’s que revelam maiores riscos.
Obter uma taxa de sucesso escolar de 100%.
Número e tipo de contactos com a família / comunidade.
Tipo de apoios / encaminhamentos (de alunos e famílias).
Número de alunos que transitam / concluem em cada turma / curso.
37 Objectivo TP7: Instituir uma cultura de auto-avaliação
37 Objectivo TP7: Instituir uma cultura de auto-avaliação