• Nenhum resultado encontrado

PROVOCAÇÕES FINAIS

No documento Download/Open (páginas 104-111)

“Quero ser igual quando a diferença me inferioriza, quero ser diferente, quando a igualdade me descaracteriza” Boaventura de Souza Santos

Ao final desse longo percurso de exercício intelectual sobre os diálogos entre a dimensão subjetiva dos Direitos Humanos e a Educação, é importante ressaltar ainda alguns pontos e deixar algumas provocações; afinal, são as provocações que nos inquietam e geram novos movimentos de busca.

Ao rever a trajetória dessa dissertação, espero que a idéia que abre todas essas reflexões, a de que não há um conhecimento neutro, tenha ficado marcada. Todas essas reflexões partiram e foram construídas por um caminho que traz como marcas uma perspectiva crítica e uma perspectiva esperançosa da realidade (do verbo esperançar e não esperar, como bem nos lembra Paulo Freire).

Nessa trajetória, o primeiro objetivo da pesquisa foi alcançado com a análise dos depoimentos de Flávia Polizzi, Ladislau Dowbor, Elisa Lucinda, Regina Cohen e Ignácio de Loyola Brandão do livro “Direitos Humanos no cotidiano”; nessa análise foi possível compreender algumas características e um movimento presente na dimensão subjetiva dos Direitos Humanos. Dimensão essa que constitui o fenômeno social dos Direitos Humanos. Tais características apontadas extrapolam, inclusive, os quase 70 anos em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos apresenta à sociedade uma nova perspectiva de ver e de atuar no mundo, propondo que todos, sem distinção alguma, sejam sujeitos de direitos.

Há uma beleza nessa proposta, que carrega a potência da construção de uma sociedade mais justa e mais igualitária e, ao mesmo tempo, abre uma longa jornada de lutas, enfrentamentos e (des)construções, semeadas e nutridas pelos desejos de transformação frente a conscientização das tantas violências e injustiças presentes na sociedade. Violências e injustiças que não são características exclusivas do modo de vida contemporâneo, mas que se apresentam ao longo da história da humanidade.

Essa dimensão subjetiva dos Direitos Humanos apresenta outro paradigma interessante e muito importante para o momento, o paradigma da coletividade. Em uma sociedade que preza pelo individualismo e pela competitividade extrema, percebemos como característica constitutiva da dimensão subjetiva dos Direitos Humanos a importância da contraposição disso, valorizando a coletividade e a experiência compartilhada com o outro, pois, para além da conscientização de que muito que se vive é, na verdade, uma experiência de violência, é preciso a consciência de que não se sofre de tal violência isoladamente, mas que se pertence a um coletivo, que encontra em seus pares essa e outras tantas violências, em maior ou menor intensidade; e o chamado para combater tal violência, embora seja, muitas

vezes, por meio de ações individuais, acontece coletivamente, articulado ou integrado com um conjunto de outras tantas pessoas que promovem outras tantas ações.

Além disso, a esperança. Do incômodo frente à conscientização da violência ao desejo de mudança, à ação transformadora. Todas essas características que compõem a dimensão subjetiva dos Direitos Humanos são carregadas de um forte sentimento de justiça, de integridade, de comunhão, de solidariedade e de amor. Conseguir, cientificamente, explorar esses aspectos, fez com que essa trajetória de pesquisa fosse ainda mais bela.

Principalmente ao dialogar tais características encontradas na investigação da dimensão subjetiva da realidade com a Educação, mais especificamente, a educação escolar. A escola, instituição tão presente na vida de todas as pessoas no mundo, carrega marcas históricas de muita violência e, ao mesmo tempo, carrega uma enorme potência de semear e nutrir a esperança em seus mais amplos aspectos.

Foi possível construir esse diálogo entre a dimensão subjetiva dos Direitos Humanos e a escola a partir de três grandes eixos de reflexão, o primeiro contribuindo para consolidar a visão crítica da realidade do modelo tradicional de educação que está presente na maioria das escolas no Brasil e no mundo, um modelo de escola que cada vez mais carece de sentido para toda a comunidade escolar, um modelo de escola que produz alienação, opressão e desencanto ao invés de produzir libertação, solidariedade e encantos. Um modelo de educação que está intrinsecamente alinhado com valores culturais que desumanizam a humanidade, que focam na preparação para o mercado de trabalho e que perdem, cada vez mais, a possibilidade de ser um espaço que forma pessoas éticas, implicadas com o próprio desenvolvimento e com o desenvolvimento da sociedade/humanidade.

O caos e a crise política que se espalham no Brasil e no mundo são espelho e uma constatação de que estamos falhando enquanto sociedade; e que, portanto, estamos falhando enquanto modelo de escola e projetos de educação. É urgente a necessidade de profundas transformações. E a própria Educação em Direitos Humanos contribui para tais transformações apontando saídas e caminhos. É evidente que a EDH não é a grande ou a única saída para a Educação, mas sem dúvidas ela tem muito que contribuir para a construção de diálogos, reflexões e caminhos para encontrar alternativas a um modelo falido de escola.

Por isso o segundo eixo buscou construir essa reflexão das contribuições da EDH para a construção de uma nova escola, e por fim, o terceiro eixo de discussão, que buscou reafirmar a posição estratégica da Educação e das escolas para a consolidação da lógica dos Direitos Humanos na sociedade. Que a educação é algo estratégico para a sociedade não é novidade, afinal, desde o início da história da Educação no Brasil é possível ver como aqueles que estiveram no poder colocaram a educação para funcionar a partir de suas propostas de sociedade e de seus interesses, desde a educação jesuítica que foi de uma enorme violência para com os indígenas que aqui viviam até as últimas e recentes propostas de reformas de Educação pós-golpe do polêmico e ilegítimo governo de Michel Temer.

Com isso, buscou-se apontar importantes relações das matrizes de valores, ideias e ideais da EDH para com a Educação, a partir das características identificadas como

constitutivas da dimensão subjetiva dos Direitos Humanos e, assim, contribuir com os mais diferentes esforços que buscam combater e denunciar as diferentes violências produzidas e reproduzidas nas escolas e propor alternativas a essa realidade. Uma dissertação que se pretende um exercício intelectual inicial, próprio de uma pesquisa de mestrado, mas que se pretende um exercício intelectual que paute as práticas daqueles que a ela tiverem acesso, ou em alguma instância, as práticas enquanto psicólogo e professor daquele que a escreveu.

Todas essas reflexões, leituras, críticas, informações e análises não são neutras, servem a um propósito. Ao mesmo tempo em que investigam as características da dimensão subjetiva dos Direitos Humanos é por elas constituída, uma vez que nessas linhas também estiveram presentes a busca da conscientização da violência, a importância da coletividade, o desejo de transformação e a ação transformadora, expressa na própria escolha pelo tema e o ato de realizar uma pesquisa como essa.

Quanto ao propósito, essa pesquisa tentou chamar atenção e contribuir para pensar as marcas das desigualdades sociais. Em uma sociedade marcada com significativas diferenças, que possui na diversidade sua grande riqueza, luta-se para que tais diferenças não sejam mais o substrato de relações tão desiguais, injustas e violentas. A proposta da Educação em Direitos Humanos não é a de educar para a diversidade, como algo que será vivido depois da escola, mas sim educar na diversidade, como realidade presente, cotidiana, experenciada por todos e todas que frequentaram e frequentam os bancos escolares.

Nessa contraposição entre igualdades e diferenças é sempre importante posicionar que os discursos e as práticas em Direitos Humanos não partem da oposição igualdade e diferença, mas igualdade e desigualdade, diferença e padronização. Somos uma sociedade plural, marcada historicamente pela violenta tentativa de homogeneizar seu povo, colocando cada qual em seu respectivo lugar e com isso, temos as chamadas “minorias sociais” que se distanciam do tal padrão estabelecido, mas que, se somadas, representam a grande maioria da população; e é urgente a tarefa de uma educação que se debruce sobre esse problema, pois em termos sociais temos desde as pequenas desavenças virtuais à extrema violência que gera sofrimentos, guerras, tragédias e a morte de milhares de pessoas.

Por outro lado, em termos pessoais, são muitas as batalhas intrapsíquicas enfrentadas por milhões de pessoas que passam uma vida inteira sendo submetidas a sucessivas violências e convivem com o sofrimento de simplesmente não se encaixar, ser diferente e, portanto, sentirem-se inferiorizadas frente a um padrão elaborado e propagado por interesses outros. Do lugar da Psicologia, se faz necessário olhar para a formação da subjetividade e da identidade de cada um, e em uma sociedade violenta percebe-se que as pessoas também estabelecem cada vez mais relações violentas, entre si e consigo mesmas.

Nesse contexto, a escola tem um papel fundamental em todo esse processo, seja por ser uma instituição estatal que atinge quase a universalização de acesso, seja por ser uma instituição em que crianças e jovens passam mais tempo do que com suas famílias, ou por ser uma instituição que recebe essas pessoas em um importantíssimo período de formação e de compreensão de si e de mundo. Por isso que (re)pensar as práticas escolares é uma tarefa

urgente, tarefa essa que é extremamente vasta e que já contou com muitas contribuições de muita gente brilhante, e que tem nessa pesquisa mais uma pequena contribuição, mais uma voz que se soma a esse discurso.

É preciso pensar, é preciso compreender criticamente a realidade, mas também é preciso sentir, é preciso se permitir afetar por essa realidade, pois é preciso agir, é preciso desejar a transformação e agir em direção a ela. A Educação em Direitos Humanos é um caminho, não é o único, mas ela muito tem a contribuir, muito tem a provocar, e muito tem a questionar, problematizar e propor.

É comum o exercício da crítica desprovido de propostas, a Educação em Direitos Humanos traz as críticas e apresenta as propostas; já existem diferentes experiências sendo vivenciadas por muitas crianças, adolescentes, educadores/as e famílias no Brasil e no mundo, evidente que haverão “n” problemas, mas ao menos são iniciativas que estão tentando construir o novo, para que uma nova sociedade seja possível.

Vivemos (mais) um momento delicado da história, mas esse momento está grávido de algo novo, que ainda não é, mas será. Que possamos fazer parte dessa gestação, semear novas ideias, novos valores, construir novas práticas pedagógicas, novas escolas, novas lógicas de convívio social e novas relações humanas. Tudo isso pode ser aprendido na escola também.

A utopia está lá para nos fazer caminhar, que nessa caminhada os passos sejam em direção a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária, onde se respeite e se conviva com as diversidades e se combata as desigualdades, onde se possa viver a vida de outra maneira muito melhor. Educar nessa perspectiva de relações mais empáticas, solidárias, respeitosas e acolhedoras é, para além de todos os percalços do caminho e em última instância, educar para a experiência do amor.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, W.M.J; OZELLA, S. Apreensão dos sentidos: aprimorando a proposta dos núcleos de significação. Revista Brasileira de Estudos em Pedagogia. Brasília, v.94, n.236, p. 299-322, jan/abri: 2013.

AGUIAR, W.M.J; OZELLA, S. Núcleos de Significação como Instrumento para a Apreensão da Constituição dos Sentidos. Psicologia Ciência e Profissão. São Paulo, v.26, n.2, p. 222- 245, 2006.

AGUIAR, W.M.J; SOARES, J.R.; MACHADO, V.C. Núcleos de Significação: Uma Proposta Histórico-Dialética de Apreensão das Significações. Cadernos de Pesquisa, v.45, n.155, p.56- 75,jan/mar: 2015

AGUIAR,W.M.J. A pesquisa em Psicologia Sócio-Histórica: contribuições para o debate metodológico. Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. BOCK, A.M.B., GONÇALVES, M.G.M, FURTADO, O. (orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2007b 3ª edição p 129-140.

AGUIAR,W.M.J.; BOCK, A.M.B. Psicologia da Educação: em busca de uma leitura crítica e de uma atuação compromissada.A perspectiva sócio-histórica na formação em Psicologia. BOCK, A.M.B. (org.). Petrópoles – Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2003 p. 132-160

AGUIAR,W.M.J.; BOCK, A.M.B. A dimensão subjetiva dos processos educacionais. São Paulo: Cortez Editora, 2016.

AGUIAR,W.M.J. Consciência e atividade: categorias fundamentais da Psicologia Sócio- Histórica. Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. BOCK, A.M.B., GONÇALVES, M.G.M, FURTADO, O. (orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2007a 3ª edição p 95- 112.

ANGELUCCI, C.B.; KALMUS, J.; PAPARELLI, R.; PATTO, M.H.S. O estado da arte da pesquisa sobre fracasso escolar (1991-2002): um estudo introdutório. Revista Educação e Pesquisa vol. 30 n.1. São Paulo, 2004. p. 52-72.

ANTUNES, M.A.M. Psicologia Escolar e Educacional: história, compromissos e perspectivas. Revista Psicologia Escolar e Educacional vol. 12 no.2. Campinas, dezembro 2008. p. 469-475

ARENDT, H. Entre o passado e o futuro. São Paulo: Perspectiva, 2000.

BARBOSA, D.R. Contribuições para a construção da historiografia da Psicologia educacional e escolar no Brasil. Revista Psicologia Ciência e Profissão v.32 n. espBrasília, 2012.p.104-123.

BOCK, A. M. B. Psicologia da Educação: cumplicidade ideológica. Em M. E. M. Meira, M. A. M. Antunes (Orgs.), Psicologia Escolar: teorias críticas (pp. 70-104). São Paulo: Casa do Psicólogo.2003a

BOCK, A.M.B. A Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. BOCK, A.M.B., GONÇALVES, M.G.M, FURTADO, O. (orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2007 3ª edição p 15-36.

BOCK, A.M.B. Psicologia e sua ideologia: 40anos de compromisso com as elites. Psicologia e Compromisso Social, BOCK, A.M.B. (org). Cortez Editora: São Paulo 2003b p.15-28.

BOCK, A.M.B; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L.T. Psicologia Sócio-Histórica.Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. BOCK, A.M.B; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L.T.. São Paulo: Editora Saraiva, 2009 14ª edição p. 72-87

BOCK, A.M.B.; GONÇALVES, M.G.M. A dimensão subjetiva dos fenômenos sociais. A dimensão subjetiva da realidade. BOCK, A.M.B.; GONÇALVES, M.G.M.(orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2009

BRANDÃO, C.R. O que é Educação? Editora Brasiliense: São Paulo, 2012.

BRASIL. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos: 2010.

________. Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União, 5 de outubro de 1988.

________. Direitos Humanos no cotidiano: manual. Secretaria Nacional dos Direitos Humanos do Ministério da Justiça, 1998.

________. Parâmetros Curriculares Nacionais: Pluralidade Cultural. Brasília: MEC/SEF, 1998

________. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: Educação em Direitos Humanos: Diretrizes Nacionais. Brasília: Coordenação Geral de Educação em SDH/PR, Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, 2013.

________. SENADO FEDERAL. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

CANDAU, V.M.; Multiculturalismo, educação e direitos humanos. Educação em Direitos Humanos: temas, questões e propostas SACAVINO, S.; CANDAU, V.M. (orgs). Petrópolis: DP et Alli Editora, 2008 p. 108-118.

CANDAU, V.M; PAULO, I.; ANDRADE, M.;LUCINDA, M.C.; SACAVINO,S.;AMORIM,V. Educação em Direitos Humanos e formação de professores(as). São Paulo: Cortez, 2013.

CIAMPA, A.C. A estória de Severino e a história de Severina: um ensaio sobre a Psicologia Social. São Paulo: Editora Brasiliense, 2011 12ª reimpressão.

CREPOP – Centro de Referências Técnicas em Psicologia e Políticas Públicas. Referências Técnicas para Atuação de psicólogas(os) na Educação Básica, Conselho Federal de Psicologia: Brasília, 2013.

FISCHMANN, R. Educação, Direitos Humanos, Tolerância e Paz.Revista Paidéia v. 11 n20, p.67-77, 2001.

______________. Constituição brasileira, direitos humanos e educação. Revista Brasileira de Educação, v. 40, p. 156-167, 2009.

FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. 14 ed. Rev. Atual. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

FURTADO, O. Dimensões subjetivas da realidade: um estudo da subjetividade social do Brasil. 1998. 205f. Tese (Doutorado em Psicologia Social) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, 1998.

FURTADO, O. O psiquismo e a subjetividade social.PicologiaSócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. BOCK, A.M.B., GONÇALVES, M.G.M, FURTADO, O. (orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2007 3ª edição p 75-94.

FURTADO, O. As dimensões subjetivas da realidade: uma discussão sobre a dicotomia entre a subjetividade e a objetividade no campo social. Por uma epistemologia da subjetividade: um debate entre a teoria sócio-histórica e a teoria das representações sociais. FURTADO, O.; GONZÁLES REY; F.L. (orgs). São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. p 91-105.

GONÇALVES, M.G.M, A Psicologia como ciência do sujeito e da subjetividade: a historicidade como noção básica. Psicologia Sócio-Histórica: uma perspectiva crítica em Psicologia. BOCK, A.M.B., GONÇALVES, M.G.M, FURTADO, O. (orgs). São Paulo: Cortez Editora, 2007 3ª edição p 37-52.

GRAVATÁ, A.; PIZA, C.; MAYUMI, C.; SHIMAHARA, E. Volta ao mundo em 13 escolas: sinais do futuro no presente. São Paulo: Fundação Telefônica, 2013.

LANE, S.T.M., A Psicologia Social e uma nova concepção de homem para a Psicologia. Psicologia Social: o homem em movimento, LANE, S.T.M; CODO,W. (orgs.) Editora Brasiliense: São Paulo, 1994 13ª ed. p. 10-19

LIBÂNEO, J.C. O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para os ricos, escola do colhimento social para os pobres. Revista Educação e Pesquisa, v.38 n.1, p.13-28, 2012.

LIBÂNEO, J.C. Psicologia Educacional: uma avaliação crítica. Psicologia Social: o homem em movimento, LANE, S.T.M; CODO,W. (orgs.) Editora Brasiliense: São Paulo, 1994 13ª ed. p. 154-180.

LIMA, A.; LOVATO, A.; PEREZ, R. (diretores). Quando sinto que já sei (documentário). Despertar Filmes (produtora e distribuidora). 2014.

MÉZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2008 2ª ed.

MIRANDA, M.G. O processo de socialização na escola: a evolução da condição social da criança.Psicologia Social: o homem em movimento, LANE, S.T.M; CODO,W. (orgs.) Editora Brasiliense: São Paulo, 1994 13ª ed. p. 125-135

Nações Unidas. Declaração Universal dos Direitos Humanos – DUDH. Assembleia Geral da ONU, (10 de dezembro de 1948).

PACHECO, J.; PACHECO, M.F. Diálogos com a Escola da Ponte. Petrópoles – RJ: Vozes, 2014.

PATTO, M.H.S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. Casa do Psicólogo: São Paulo: 2000.

PATTO, M.H.S. O que a história pode dizer sobre a profissão do psicólogo: a relação Psicologia-Educação. Psicologia e Compromisso Social, BOCK, A.M.B. (org). Cortez Editora: São Paulo 2003 p.29-36.

SILVA, A.M.M. Direitos Humanos na educação básica: qual o significado? In: SILVA, A.M.M. ; TAVARES, C. (orgs). Políticas e Fundamentos da Educação em Direitos Humanos. São Paulo: Cortez Editora, 2010. p 41-63.

SOUZA, B.P. Apresentando a Orientação a queixa escolar. Orientação a queixa Escolar, SOUZA, B.P.(org.). Casa do Psicólogo: São Paulo, 2000 p97-118.

No documento Download/Open (páginas 104-111)