Eis agora um pequeno exer jetivo facilitar a eixo dorsal.
ofundamente e, sobretudo, consciente- e sinta um raio azulado vir tocar-lhe o
é a base da coluna vertebral. Você irá l de amor incalculável.
faça subir a energia azulada até o or do corpo; faça-a depois seguir em ongo da coluna vertebral, fazendo-a a faz, portanto, uma volta por cima do faça-a subir até o terceiro chakra pela o-a descer até o chakra de base pela ração. Repita o procedimento até ul-
praticado consciente e amorosamente, s, permitindo ainda que o prana circule em comunhão de modo mais rápido e dese
circulação do prana ao longo do Depois de ter inspirado pr mente a energia da luz, imagine alto da cabeça e faça-o descer at então trabalhar com um potencia Numa primeira inspiração, segundo plexo pela parte anteri direção à parte posterior, ao l ultrapassar o segundo chakra. El chakra e desce pela parte de trás. Numa segunda inspiração, parte anterior do corpo, fazend parte posterior, durante a expi trapassar o sétimo chakra.
Esse pequeno exercício, se purifica os corpos sutis e os nadi facilmente. Isso possibilita entrar
mais intenso com o ser que se ja tratar. Não siga esse caminho abalhar. Não se trata de trabalho, mas o seu sol e dar o Sol como alimento.
a, o emissor de uma onda de paz.
Uma Meditação Bem Especial
Na época essênia, o Mestre Jesus nos ensinava o seguinte: o ho- mem é uma variedade de árvore, mas de uma árvore de sete raízes cujos nomes seriam Raiz-Mãe, Raiz-Terra, Vida, Alegria, Sol, Água e com a impressão de que deva tr
da certeza de que você vai dar Cada um deve ser, com muita alegri
Ar. Essa árvore possuiria igualmente sete ramos: Pai cósmico, Fluido eterno, Força criadora, Paz, Poder, Amor e Sabedoria. Mas essa árvore tão especial que somos busca ainda harmonizar essas duas tendências sem realmente consegui-lo.
Para purificar e unificar os diferentes canais do nosso ser, o Mestre Jesus nos deu as seguintes indicações:
"Durante três luas, você deverá praticar duas meditações diárias e não deve ingerir nada que tenha perecido pelo fogo, pela água ou pelo gelo; nada que tenha sido preparado em temperatura superior à do corpo humano..."
Eis aqui alguns pontos que nos foram dados por Jesus e que devemos pôr em prática dia após dia.
Começávamos nossas meditações na sexta-feira, dia sagrado na Fraternidade essênia.
A manhã de sexta-feira devia ser consagrada a exercícios res- piratórios durante os quais nosso espírito se fixava na absorção de energias sutis. Na noite do mesmo dia nossa tarefa consistia em meditar sobre o Pai cósmico e sobre a união que esperávamos com suas correntes criadoras.
A manhã do sábado era consagrada à Raiz-Mãe, e tentávamos compreender intimamente a unidade do nosso organismo físico assim como a vocação nutricional da Natureza palpável. Meditávamos essencialmente sobre a base da alimentação e sobre o fenômeno da absorção.
Durante a noite desse mesmo dia, debruçávamo-nos sobre o nce da expressão "Eternidade da existência" e tentávamos, de modo alca
receptivo, desenvolver a presciência dos acontecimentos.
Vinha em seguida o domingo, consagrado ao Espírito da Terra e a todo poder de geração, tanto no nível da natureza quanto no do ser humano. Percebíamos e tentávamos utilizar a energia básica chamada Kundalini; dirigíamos a sua chama, com o objetivo de regeneração pessoal, guiando-a através de cada uma de nossas glândulas endócrinas.
tural do mundo que, na noite desse
orientasse para a idéia da criatividade para o pleno desenvolvimento da ar a emissão da mais forte onda de a na segunda feira, agradecíamos à rmonia, o paralelismo do microcosmo , que era também implicitamente uma contato prolongado com uma árvore braçar. Costuma-se ver hoje em dia , para quem tem o conhecimento, é mos interiormente o Espírito da Paz, u um símbolo, mas uma egrégora, de a consagrada à noção de alegria através da natureza. Nossa consciência devia
ma das faces da serenidade que nos de todos os influxos planetários. diações dos planetas para os órgãos po. Fazíamos o mesmo desde as pri-
guinte em relação ao sol, cuja ação depois, sobre o que chamamos de perceber.
ia, permitindo o desenvolvimento de nclusão se dava à noite com uma meditação sobre a compaixão, essa forma de amor. As primeiras luzes da quinta-feira encontravam-nos refletindo sobre a circulação da água no universo. A idéia mestra era a dos ciclos eternos e da renovação, o que, por analogia, devia levar-nos a uma percepção do fluxo sangüíneo no nosso corpo e a uma compreensão das leis fun- damentais. Nosso organismo tornava-se um mundo que era percorrido por rios regeneradores. Precisávamos controlar a qualidade de nosso sangue para a análise de nossa alma. Isso nos levava, naturalmente,
Era, portanto, a coisa mais na
mesmo dia, nossa meditação se e para a importância das artes Consciência. Tínhamos de busc amor de que éramos capazes.
Assim que o sol se levantav vida e tentávamos penetrar a ha e do macrocosmo. Essa reflexão prece, devia concluir-se por um adulta cujo tronco devíamos a nesse ato uma simbologia, mas bem mais do que isso.
Chegada a noite, invocáva que também não é uma idéia o que podemos esperar ajuda.
A manhã da terça-feira er da contemplação das belezas então fazer a experiência de u permitia, à noite, carregar-nos Dirigíamos mentalmente as irra correspondentes no nosso cor
meiras horas da manhã se profunda sobre nossa pele e chakras, nos esforçávamos por Era o exercício por excelênc toda capacidade de cura. A co
na noite da quinta feira, a tentar a experiência da Sabedoria. O Mestre esperava que assentássemos firmemente o nosso espírito no Oceano do cosmos.
Cerca de três luas, como já ficou dito, passaram-se dessa maneira. Não devíamos de modo algum "forçar" nossas meditações; caso contrário, o resultado seria nulo. Esse modo de ser, muito próximo dos ideais de que Zérah havia tentado nos aproximar, transformou-nos seguramente a todos de modo admirável. É preciso, entretanto, assinalar que não devíamos de modo algum viver reclusos; terminados os exercícios, nossas ocupações quotidianas continuavam o seu curso. Continuávamos a tratar dos doentes que chegavam de toda a região e nos misturávamos às multidões que ouviam cada vez mais freqüentemente o "Rabi" diante da sinagoga ou à sombra dos pórticos. Quando terminávamos essa "sintonia" com o Espírito da Terra, sobreveio um acontecimento que significou muito para nós.
Muitas vezes, no final dos exercícios de elevada meditação, a percepção de nosso corpo físico nos escapava. Sabíamos concreta- mente que habitávamos uma concha e que havia necessidade de muito pouco para que ela desaparecesse debaixo de nós, deixando nossa alma flutuar em direção a margens de indizível beleza. Simão e eu havíamos feito mais de uma vez essa experiência; ele, no Krmel, eu, em companhia de Zérah. A Fraternidade ensinava oficialmente o grande número de reinos da alma transcendente ou ainda dominada pelo ego, o que considerávamos muito natural, felizes de tocar com o dedo, uma vez mais, o que os filósofos se esforçavam por provar pela retórica. A Verdade, dizíamos nesses momentos, é que não há nada a provar e tudo a viver. Não foi, portanto, o fato de deixar o corpo, que ficou apoiado a um pequeno muro de tijolos, que gravou no meu espírito essa manhã do mês de Tishri.
Durante algum tempo, meu corpo de luz flutuou acima das mar- gens do lago entre os ramos das oliveiras.
O Mestre estava ali, nesse cenário de luz, com as mãos ritualmente cruzadas sobre o peito.
equer entreabrir os lábios, este lugar é a s de Paz. É um lugar de Forças, um desses ica, onde o amor se multiplica ao infinito. De todos aqueles que ouvem o chamado do meu vós e traça-remos o caminho. Cabe a cada o um santuário como este onde, a cada noite, Basta querer, Míriam; só o amor e a vontade
Na verdade, é tão fácil construí-los!
minha Paz será construído aqui tanto quanto nsciência disso, mas o meu objetivo te será não é ajudar os seres, mas ajudá-los a se lo!"
"Vê, Míriam, disse ele sem s concretização de todos os nossos desejo lugares em que o pensamento se decupl agora em diante, durante o sono, tu e Pai, reunir-se-ão aqui; estarei entre homem da Terra edificar para si mesm ele pode trabalhar pela humanidade. podem criar mundos e palácios de Paz.
"De agora em diante, o plano de sobre a Terra. Não terás sempre co ensinado aqui mesmo... Meu objetivo ajudarem... Só isso os fará sair do casu
outra coisa de infinitamente luminoso; ele será o Kristos do mundo vegetal...
"...Esse óleo, vejo nele a Água e o Éter. Ele é o receptáculo total do universo vital que nutre cada manifestação do nosso mundo.
"A planta que lhe serve de base põe nele um pouco de sua alma e da alma da terra onde ela cresceu. É o casamento dessas duas almas que lhe dá essa aparência. 0 que propõe de sua própria alma, a planta recolhe junto do que o sol tem de mais pesado; o que oferece da alma da terra, ela recolhe do que a terra tem de mais leve...
ser que tem a alma rígida demais para rezar que, diante do dom do óleo, as carapaças mais
em uma pessoa para tratá-la constitui, meditação não pode estar ausente. Eis agora alguns conselhos práticos sobre o uso dos óleos. Os óleos que você vai escolher não vão ser certamente "consagrados", no sentido religioso do termo. Cabe a você, portanto, colocar neles todo o amor que os transformará em elementos de luz.
mo terapeuta, escolher o óleo que lhe a ação que dese