Bom pessoal, ao longo do tem po em que estou no #Clube dos Hom ens, fui cham ado de líder, m estre e capitão. Acredito que ninguém deve seguir alguém que não conheça e não confie. Então, para ser m erecedor do respeito dos m eus im ediatos, contarei a m inha história de superação, além das conquistas com o
cafaj este. Fui bem sucedido na m inha carreira com o em preendedor e em presário, após alguns tom bos que espero que ninguém nunca passe, m e ergui e sai vitorioso m ais de um a vez, e é essa força que eu venho tentando passar para vocês através dos ensinam entos do #Clube dos Hom ens.
“Som ente um líder pode gerar outros lideres.”
Perm anecerei aqui neste lugar por m uito tem po, observando a evolução que acontece no dia a dia da vida de cada um dos m eus seguidores, destes novos Alfa, e sabendo que, ao aj udá-los, eu conquisto o respeito e adm iração, e isto para m im m e basta.
Existe um enorm e peso, acom panhado das palavras ''m estre'' ou ''capitão''. Am bas são palavras que substituem liderança, e um líder vive a vida de cada um de seus seguidores.
Um hom em de valor não é necessariam ente um hom em rico, é rico em espírito, em caráter, em dignidade, m as no m undo capitalista em que vivem os, se você quer ser alguém , se você quer algo, você tem que lutar por isso, tem que se esforçar, tem que ter coragem e ousar. Assum ir alguns riscos quando precisar.
Para entender um pouco, eu vou falar sobre a m inha traj etória profissional, o m eu próprio despertar do Macho Alfa, com o além de sem pre ter a m ulher que eu quis, eu fui capaz de conquistar tudo que sem pre sonhei, eu não nasci em berço de ouro, eu conquistei tudo que tive, com m uito suor e sacrifício, aprendi o “preço” das coisas, quando era j ovem dem ais, enriqueci cedo dem ais, e óbvio, com o toda pessoa sem instrução, não soube adm inistrar e perdi tudo cedo dem ais.
Vim de um a fam ília sim ples, som os som ente eu, m inha m ãe e m inha irm ã, m eus pais se separam cedo, e m e distanciei do m eu pai e de sua fam ília. Eu sem pre vi m inha m ãe se esforçar m uito para que não faltasse nada para nós, e quando eu tinha onze anos, eu prom eti para ela que nós j am ais passaríam os por dificuldades novam ente. Eu lem bro com o se fosse ontem , m as isso faz dezesseis anos j á, nós estávam os num a j anta da loj a em que ela trabalhava, essas de final de ano, e m inha m ãe sem pre falava pra nós, crianças gostam de refrigerante, m as eu e m inha irm ã tínham os que com er prim eiro e depois tom ar, pois não poderíam os tom ar dois refri cada um . Sem pre tendo tudo contado e na m edida. Neste dia, quando chegam os em casa, eu, com onze anos, prom eti a ela que,
enquanto eu respirasse, a gente nunca m ais passaria por apertos com o esses. Fui forçado a am adurecer m uito cedo, com 13 anos eu j á tinha m eu “m icronegócio” próprio, eu fazia artesanato, essas pulseirinhas e correntinhas que hoj e ninguém m ais usa, m as naquela época era m oda, eu vendia no colégio, nas calçadas, nos shopping, eu tirava um dinheiro legal, para um m enino de 13 anos, m as com o toda pessoa que nunca teve nada, ao ter, eu j á na m inha m ente, transform ei o dinheiro em algo que m e trazia conforto im ediato, então, quanto m ais ganhava, m ais gastava.
Com 15 anos, m ostrei que as m inhas idéias, não eram som ente fantasia, e eram oportunidades de negócios. Montei m inha prim eira em presa, de webdesigner, com m ais um sócio. Larguei os estudos para trabalhar. Não deu certo, eu não tinha conhecim ento suficiente para desenvolver sozinho os proj etos, e por m ais que eu m e esforçasse em aprender, era algo que eu não conseguia entender.
Com 16, anos com ecei a trabalhar com o m eu pai, ele tinha um a funilaria e instalava ar-condicionado, trabalho duro, passar os dias operando m áquinas de dobrar chapas de ferro, instalar calhas e ar-condicionado em casas, pendurado num a escada a dez m etros de altura, realm ente não era algo que eu queria para o m eu futuro. Algum as tardes, m inha com panheira era um a m arreta, e eu passava as tardes abrindo parede com um a m arreta e um a talhadeira, para que os canos dos ar-condicionados passasem por ali. Foi sofrido, m as m e ensinou m uitas coisas. Meu pai m esm o sabia que não era aquilo que eu deveria fazer do m eu futuro, e m andou eu ir fazer um a entrevista num a em presa de com unicação visual. Eu entendia de com putador, m as nunca tinha ouvido falar em corel draw, photoshop, o quase extinto pagem aker, achei que era um a vaga para digitador. Então, na entrevista, eles pediram se eu sabia fazer o que o cargo exigia, e eu falei que sabia, então m e levaram num a sala, abriram o corel draw e m e falaram para eu criar algum a coisa. Então, eu falei, bom é assim , eu não sei, m as se eu puder fazer o teste am anhã, eu saberei. Então, o teste foi m arcado para o dia seguinte. Saindo de lá, eu fui direto na gráfica de um am igo m eu, e pedi se poderia usar um com putador ali para aprender sobre corel draw. Ele m e perm itiu e eu fiquei 24horas m exendo no program a, aprendendo. No dia seguinte, eles fizeram o teste e então eu passei, m as o chefe m e falou, que iriam m e contratar igual, e m e ensinar, porque eu m ostrei um interesse que poucas pessoas têm . Essa m inha história de determ inação em aprender, é contada até hoj e nessa em presa sem pre que um funcionário desanim a ou acha que não
conseguirá cum prir suas obrigações. Nessa em presa, não irei citar o nom e, eu aprendi tudo sobre criações gráficas, corel draw, photoshop, operação de m áquinas de corte, tudo.
Descobri que eu era um a pessoa criativa, e logo m inhas criações conquistaram m eus chefes. Mas foi bem sofrido poder trabalhar nessa em presa, eu m orava do outro lado da cidade.
Pegava um ônibus as 6h30 para chegar lá às 7h30, e depois m ais uns vinte m inutos de cam inhada, eu com eçava a trabalhar às 8h30, m as o pavor de m e atrasar para um com prom isso sem pre m e atorm entou, então eu chego sem pre antes nos m eus com prom issos. Não gosto de esperar e não gosto de fazer as pessoas esperarem por m im .
Não dava tem po de ir alm oçar em casa, então, nos dois prim eiros m eses, quando tocava a sirene para o alm oço, a em presa fechava e todos iam para casa, eu ficava ali sentado no portão, esperando a em presa abrir novam ente. Um a hora e m eia ali, no sol, m orrendo de fom e, sem nenhum m ercadinho ou bar por perto. Nos dois prim eiros m eses, foi assim , à tarde eu trabalhava com um buraco no estôm ago e, às vezes, a cada trim estre, tinha um a com petição de rally na cidade, e a em presa ficava corrida dem ais, e eu fazia horas extras, às vezes trabalhava até às 3h da m anhã. Meu chefe, um dia, ou em m ais de um dia, ele m e viu sentado ali na frente, e não dem orou para m e convidar a alm oçar com eles na casa dele, que era do lado da em presa, eu não aceitei, pois seria um incôm odo, um desconhecido com endo j unto à m esa dele, então ele m e propôs que eu levasse m eu alm oço, a em pregada dele esquentava e eu poderia com er no galpão da em presa, tinha até um sofazinho para descansar. Ocupava m eu horário de m eio dia lendo algum livro, que é até hoj e m inha paixão. Leio no m ínim o um livro por sem ana. Nessa época, eu até tentei voltar a estudar, m as trabalhar tanto durante o dia, e a noite estudar, eu logo fui vencido pelo cansaço. Trabalhava o dia todo, e para ocupar a noite, eu com ecei a pegar uns trabalhos freelance de criações gráficas, coloquei anúncio no j ornal e logo eu tive um com plem ento para o m eu salário, que na época era de R$ 400,00. Devo m uito ao seu Paulo Cam pos e Roberto Cam pos, donos dessa em presa. Eles m e ensinaram m uito do que sei hoj e, e são m eus am igos até hoj e.
Logo, a necessidade de ganhar m ais m e fez procurar outro em prego, por sorte, vi um anúncio do j ornal, que precisavam de diagram ador para trabalhar no j ornal local, horário de trabalho era das 18h até as 24h.
Então, além de um segundo em prego, eu consegui m anter o m eu atual. Eu ocupei o m eu dia inteiro com trabalho, estava ganhando quase R$ 1000,00 por m ês. Há 16 anos, isso era um bom salário, para um rapaz de 17 anos. E eu ainda tirava um extra com os trabalhos da m inha própria em presa, coisa entre R$ 200,00. E no j ornal, eu tam bém gravava DVDs e CDs para os funcionários, ganhava m ais uns trocados. Estava excelente, e por um ano, eu m e contentei com aquilo. Mas não era o suficiente, nunca é.
Afinal de contas, eu ainda tinha o final de sem ana livre não é. Não pensem que eu não vivi, porque eu aproveitei m uito essa fase igual, eu saia na sexta e sábado, festas e afins, eu só não dorm ia m uito, um as 3h por noite eu acho, m as m eu corpo aguentava, e não tinha problem as. Por uns três m eses, eu trabalhei nos finais de sem ana nessa gráfica do m eu am igo, m as eu estava m uito m agro, sem pre cansado, percebi que era hora de focar em algum a coisa. Logo, abri m ão do em prego na área de com unicação visual, pois assim eu ainda teria um salário fixo do j ornal, e poderia trabalhar com a m inha própria em presa, e levá-la m ais a sério.
Pedi dem issão, m eus chefes não aceitaram , ficaram até bravos com igo um tem po, m as enquanto fiz os trinta dias tudo ficou bem , eu ensinei outro rapaz que m e substituiu. E no últim o dia de trabalho, m eu chefe, Roberto Cam pos, m e deu um a carona até em casa. E quando eu sai do carro, ele m e falou que eu seria m uito bem sucedido, por ser esforçado, batalhador e dinâm ico.
Que ele tinha certeza absoluta que eu seria bem sucedido.
Essa crença dele em m im m e deu m ais força para buscar a realização dos m eus sonhos.
Então, no j ornal, fui prom ovido, por assim dizer, de diagram ador para arte-finalista, e m eu horário de trabalho foi m udado, iniciava às 14h e iria até m eu trabalho acabar, às vezes, até de m adrugada. Novam ente, eu não poderia estudar. Fiz 18 anos, e com carteira assinada, fiquei dois anos no j ornal, alternando com os trabalhos da m inha própria em presa.
Quando eu estava no j ornal, eu via sem pre a m esm a reclam ação dos anunciantes, a baixa qualidade de im pressão dos anúncios, do caderno im obiliário, e isso ficou na m inha cabeça um tem po, até eu conhecer um senhor, que tinha um a filha que m orava nos EUA, e por baixo da m esa, eu entreguei um
cartão de visita para ele, e falei que, se ele precisasse de artes, placas, cartão de visita, ele poderia m e ligar.
Passou um tem po, ele m e ligou, que precisava de um as placas e quando fui ao escritório dele, eu vi um a revista dos Estados Unidos, do m ercado im obiliário, era preta e branca, papel de j ornal, m as era a idéia que eu precisava, eu pedi a revista em prestada e fui em bora, esqueci placa, esqueci tudo, e no outro dia eu cheguei com a idéia form ulada, revista do m ercado im obiliário, Catálogo de Im óveis, ele gostou da idéia, e fizem os a prim eira revista da im obiliária dele. Foi sim plesm ente um sucesso total.
Não cobrei nada dele, só o custo da gráfica, e pedi que cada im óvel que ele vendesse da revista, ele m e desse R$ 500,00. Logo eu ganhei m ais do que poderia ter cobrado com o artefinalista. E o m elhor de tudo, m inha idéia deu certo e foi um sucesso. Então a segunda revista, eu abri para todas as im obiliárias, todas poderiam anunciar, pagando o valor da página, e a revista era distribuída gratuitam ente em locais estratégicos que pudessem ter um potencial com prador para os im óveis.
A segunda revista foi um sucesso, lucrei quase 30 m il, a terceira, quarta, quinta, fiz 13 edições, um lucro form idável. Em dois anos de catálogo de im óveis, eu havia acum ulado um capital de 350 m il reais. Com 19 anos, eu tinha um capital desses, iniciado do zero. Mas, a ganância é um m onstro incontrolável. Não estava bom , então decidi fazer essa revista em outras cidades, fui a Santa Catarina, m ais algum as cidades do Rio Grande do Sul, fiz duas revistas fora, e conheci um a em presa que vendia outdoors, logo surgiu m ais um a em presa, de outdoors, não rendeu m uito, m as com o eu tinha alguns outdoors disponíveis, eu procurei um produto bom para vender e m ontar m ais um a em presa, com ecei com m áquinas de café expresso, e tudo correu bem por um tem po.
Então, com vinte anos, eu conheci a bolsa de valores, um am igo m eu m e recom endou, eu tinha 400 m il para investir, confiança, negócios estabilizados, estava tudo às m il m aravilhas.
Então, com o qualquer am ador que sonha em triplicar seu dinheiro na bolsa de valores da noite para o dia, eu iniciei os investim entos, perdi 40% nos prim eiros quatro m eses.
m undo, eu tinha dois cam inhos a seguir, ou eu desistia, realizava o prej uízo, ou eu abria m ão das outras em presas, e m e especializava nisso. Foi o que eu fiz, abri m ão de todos os outros negócios, fiquei só com o catálogo de im óveis e a bolsa de valores. Nem preciso falar para vocês, que eu sou um a pessoa dedicada e quando coloco algo na m inha cabeça, ninguém m uda.
Devorei todos os livros sobre investim entos, análise técnica, tudo sobre o assunto, sabia das notícias, tudo que acontecia, sabia o nom e do diretor, os resultados de todas as em presas negociadas na bolsa, não m edi esforços, dizem que para você se tornar um expert em algum a coisa, você deve praticar dez m il horas, bom eu devo ter lido m ais de cem m il páginas de livros sobre investim entos.
Então, voltei a investir, em pouco tem po eu inverti o gráfico, e j á estava lucrando novam ente. Voltei ao m eu capital, e em seis m eses j á tinha um lucro razoável, então veio a crise de 2008, e foi ali que criei a m inha fortuna, não posso dizer exatam ente com o, m as todas as ações caíram m uito, e eu resolvi arriscar em um papel, que eu vi m uito potencial, era um “m ico” na época, um a ação terceira linha, estava em 0,55 centavos a cotação, ninguém colocaria tanto dinheiro em algo assim , m as tudo indicava um a reversão, a crise estava passando, e logo as ações se recuperariam , os resultados estavam favoráveis, o gráfico indicava form ação de fundo e reversão de tendência, então eu coloquei, tudo o que tinha nessa ação, com prei a 0,55. Duzentos e treze dias depois, eu vendi a m esm a ação, por 3,89. Transform ei m eu capital em um a pequena fortuna, e não foi um golpe de sorte, eu sabia exatam ente o que estava fazendo, entrei na ação aj ustando um stop loss (proteção para evitar perdas m uito grandes) para 0,42, e o stop gain deixei sem nada, e dia após dia eu ia subindo o stop gain, calculando a correção da subida para não vender a ação sem querer, e fui cuidando as noticias, fui cuidando tudo, até vender com um grande lucro. A ação foi a seis reais em um ano, m as eu sabia que o m eu ganho j á estava form idável e não precisava crescer tanto o olho assim .
Com 21 anos, eu estava m ilionário, com pletam ente realizado, e logo, o dinheiro subiu à cabeça, os valores se perderam , e eu m e tornei arrogante e considerava a m im m esm o o super-hom em dos negócios.
Até essa fase da m inha vida, o avião da m inha carreira só subiu, e por três anos eu aproveitei a vida, fiz tudo que queria fazer, viaj ei o m undo, aprendi inglês sozinho para poder viaj ar, só assistindo a film es e escutando m úsica, ganhava bem com a bolsa, era tudo um sonho. Mercado im obiliário estava em alta, e logo
surgiram as idéias de criar um a construtora e um a im obiliária. Então, com eçou a m inha decadência.
Ao com pletar 24 anos, eu criei um a im obiliária e um a construtora, em preguei os am igos, as pessoas de confiança, fam iliares, um a tia, m inha irm ã, prim as, e a m inha m ãe não era m ais funcionária de loj a, era dona de um a loj a que eu m ontei para ela, estava tudo prosperando. Então, eu havia chegado tão longe por puro talento e dedicação, m as conhecim ento é necessário, é preciso estudo.
Coloquei terceiros no com ando da em presa, tanto com o no adm inistrativo, e eu ficaria som ente nos m eus investim entos.
Gastei uns trezentos m il para m ontar a estrutura da em presa, ficou top, m esas de quatro m il reais, cadeiras de m il reais, ostentação pura e incontrolável, estruturas em vidro que custou um a pequena fortuna, tudo isso em um a sala que não era m inha, era alugada, aí j á com eçavam os erros, peguei um sócio que eu considerava um a pessoa boa no ram o, m ais alguns vendedores, eu pagava salário fixo para o corretor e ele não dependia som ente das com issões.
Os resultados não vinham , não saía venda, a desculpa era sem pre a m esm a, que era um a em presa nova, que estava com eçando, e assim foi por m ais de um ano, um a despesa operacional m ensal de vinte m il, e sem retorno. Então, o senhor esse, pediu para se afastar da em presa, e tem pos depois descobri que ele havia feito algum a vendas e não m e passado a com issão. Com isso, fiquei eu, com um a em presa em que eu havia investido uns seiscentos m il reais até o m om ento, sem ninguém com petente no ram o, com am adores, sem entender nada, e praticam ente recom eçam os do zero, pois os clientes que nós tínham os atendido, o sócio levou para ele, de bobo não tinha nada.
Com um a despesa tão alta, eu logo tirei o salário dos corretores. Passavam a ser com issionados, então, j untando os m aus resultados da em presa, os m eus custos pessoais, e um erro de investim ento, fiz um investim ento em um sonho, que até hoj e não deu resultado, eu logo reduzi m eu capital a uns quatrocentos m il. É fácil hoj e, olhar para trás e ver os erros com etidos e o que poderia m udar, m as na época, a em presa era com o um filho que estava m orrendo, enquanto eu pudesse, eu tentaria fazer com que ele se salvasse. Logo os quatrocentos viraram duzentos. Então eu tive m ais um a grande
idéia, de construir um condom ínio de luxo, pois eu tinha alguns clientes j á para com prar as casas, seriam germ inadas, de luxo, estava tudo na m ão, pré-contratos feitos, era só com prar o terreno, encam inhar os papéis, assim que tivesse as autorizações de construção eu poderia receber o dinheiro dos clientes, eram quase três m ilhões, o dinheiro que eu precisava para reverter esses três anos de