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4.2 Volume e forma das árvores

4.2.2 Quantidade de madeira sem nó

Os resultados das análises de variância sobre os volumes apresentados nas Tabelas 25 e 26 (p. 60) mostram que a produção total de madeira foi significativamente maior nos tratamentos de 0% e 40% de intensidade de desrama do que nos de 60% e 80%. Entretanto, verificou- se que a percentagem de madeira sem nó produzida em cada tratamento em relação ao volume total do mesmo, não foi significativamente diferente (Tabela 26, p. 64). Apesar disso, o tratamento de 40% de desrama apresentou uma produção de volume sem nó cerca de 11% maior que o tratamento com 80% de desrama (Tabela 25, p. 63), o que é explicável pela maior produção total do tratamento de 40%. Embora sem diferença estatística ao nível de 5% de probabilidade, isso não pode ser desprezado em termos práticos.

O percentual médio de volume produzido nas duas primeiras toras em relação ao volume total foi de 62,7%. Do volume médio produzido nas duas primeiras toras de 0,10425 m³, 73,5% é madeira livre de nós (0,07658 m³). Como não houve diferença significativa entre os tratamentos em relação ao percentual de madeira sem nó produzido em cada tratamento e considerando-se que o volume total médio individual sem casca dos três tratamentos de desrama foi de 0,16634 m³ por árvore abatida, com a desrama das 1ª e 2ª toras, a partir dos 6 anos de idade e até a altura de 6 m, independentemente do tratamento, tem-se uma média próxima de 46% de madeira livre de nó em cada árvore.

TABELA 25 – Volume médio individual sem casca (m³) e volume médio individual sem nó (m³), aos 15 anos de idade, por tratamento de desrama, para P. elliottii, em Piratini

vsc (a) vsn t1 (b) vsn t2 (c) vsn t1+t2 (d) vcn t1+t2 (e) Tratamento (a/a) % m³ (b/d) % (c/d) % (b/d) % (e/a) % 0 0,19589 100,0 - - - 0,11825 60,4 40 0,18919 96,6 0,05302 64,9 0,02866 35,1 0,08168 43,2 0,10817 57,2 60 0,16656 85,0 0,04681 64,0 0,02632 36,0 0,07313 43,9 0,10277 61,7 80 0,14328 73,1 0,04523 60,4 0,02968 39,6 0,07491 52,3 0,10182 71,1 Médias com a testemunha 0,17371 - - - - 0,10775 62,0 Médias sem a testemunha 0,16634 0,04835 0,02822 0,07658 46,0 0,10425 62,7

Sendo: vsc = volume médio individual sem casca (m³); vsn t1 = volume sem casca e sem

nó da 1ª tora; vsn t2 =volume sem casca e sem nó da 2ª tora; vsn t1+t2 = soma do volume

médio individual sem casca e sem nó das 1ª e 2ª toras; vcn t1+t2 = soma do volume médio

individual sem casca e com nó das 1ª e 2ª toras; % = percentagem em relação à coluna considerada (a, b, c, d, e).

Apesar de não haver diferenças significativas, a produção de madeira sem nó por árvore aos 15 anos de idade, representada na Figura 20 (p. 64), foi maior no tratamento de 40% de desrama, como resultado de uma média de volume total individual de 0,18919 m³ e de 43,2% de volume livre de nó, enquanto o tratamento de 60% de desrama teve seu volume total médio individual reduzido para 0,16656 m³ e obteve quase a mesma percentagem de volume sem nó, apresentando, como resultado, a menor produção de volume sem nó. O tratamento com 80% de desrama, por ter tido a segunda tora podada antes do que os demais e, como conseqüência, tendo obtido um percentual maior de volume sem nó (52,3%), embora apresentando menor produção total por árvore (0,14328 m³), obteve maior produção de madeira sem nó do que o tratamento de 60% de desrama, porém cerca de 11% menor do que o de intensidade de 40%.

TABELA 26 – Resultados da análise da variância sobre o volume aos 15 anos de idade, por tratamento de desrama, para P. elliottii, em Piratini

Variável resposta QMres F para Tratamentos

Volume sem casca total individual (vsc) 0,00005 41,78**

Volume sem casca e sem nó da 1ª tora (vsn t1) 0,00036 0,56 NS

Volume sem casca e sem nó da 2ª tora (vsn t2) 0,00013 0,27 NS

Volume sem casca e sem nó das 1ª e 2ª toras (vsn t1+t2) 0,00089 0,28 NS

Volume sem casca e com nó das 1ª e 2ª toras (vcn t1+t2) 0,00126 0,11 NS

Sendo: QMres=quadrado médio do resíduo; (NS) não significativo ao nível de 5% de probabilidade; (**) significativo ao nível de 1% de probabilidade.

Com os resultados apresentados, pode-se concluir que não se justifica a desrama com intensidade superior a 40% da altura total, pois a quantidade de madeira produzida, tanto em volume total, quanto em volume sem nó, é maior nesta intensidade de desrama, como se pode ver pela Figura 20. 0,072 0,073 0,074 0,075 0,076 0,077 0,078 0,079 0,080 0,081 0,082 40 60 80 Intensidade de desrama (%) Volum e sem nó( m ³)

FIGURA 20 – Volume sem casca e sem nós (m³) por árvore e por tratamento (% de desrama) aos 15 anos de idade.

4.2.3 Forma das árvores

A análise da variância, apresentada na Tabela 27 (p. 65), mostra que o fator de forma artificial (f = Vr / Vc), aos 15 anos de idade,

apresentou F significativo ao nível de 5% de probabilidade somente para tratamentos. Através do teste de Tukey, determinou-se que os tratamentos de 80% (f=0,56776), 40% (f=0,54990) e 60% (f=0,54413) tiveram as maiores médias e foram incluídos no grupo A, sendo que o tratamento de 0% (f=0,51332) apresentou as menores médias. A média da testemunha somente foi inferior à do tratamento de 80% ao nível de 5% de probabilidade. Assim, procedeu-se um exame de correlação e constatou-se que há uma moderada correlação de 53%, significativa ao nível de 1% de probabilidade, entre a intensidade de desrama e o fator de forma artificial (f), indicando que, quanto maior a intensidade de desrama, maior o fator de forma.

TABELA 27 – Análise de variância do fator de forma (f) do tronco sem casca aos 15 anos, por tratamento de desrama, para P. elliottii, em Piratini

FV GL SQ QM F R² Y CV%

Blocos 3 0,00731 0,002435 1,161NS 0,294028 0,5438 7,15

Tratamentos 3 0,01849 0,006163 4,08* Resíduo 41 0,06193 0,001511

Total 47 0,08773

Sendo: FV=fator de variação; GL=graus de liberdade; SQ=soma de quadrados; QM=quadrado médio; R²=coeficiente de determinação; Y=média das observações; CV%=coeficiente de variação em percentagem; (*) Significativo ao nível de 5% de probabilidade; (NS) não-significativo ao nível de 5% de probabilidade.

A análise da forma pela função gx = p.xr (Tabela 28, p. 66), através

do parâmetro “r” mostrou, no tratamento de 0% de desrama, o valor de r=2,1381, evidenciando uma forma cônica, com leve tendência à neilóide. Os demais tratamentos de desrama, 40% (r=1,7831), 60% (r=1,8371) e 80% (r=1,7869), revelaram valores semelhantes entre si, indicando possuir troncos de forma cônica, com leve tendência à parabolóide, diferindo do tratamento de controle sem desrama.

Na Tabela 28, são apresentados os valores dos coeficientes e estatísticas para a equação de forma dos troncos.

TABELA 28 – Coeficientes da equação gx = p.xr aos 15 anos de idade, por

tratamento de desrama, para P. elliottii, em Piratini

Parâmetros Produtos Não Corrigidos Corrigidos Produtos

Tratamento

p r SQReg SQTotal Syx SQTotal R²

0% 0,0000505 2,1381 0,02761 0,02913 0,00039 0,013106 0,8825 40% 0,0001235 1,7831 0,02173 0,02309 0,00036 0,010101 0,8655 60% 0,0001025 1,8371 0,02038 0,02200 0,00041 0,009534 0,8301 80% 0,0001251 1,7869 0,02026 0,02176 0,00039 0,009357 0,8396 Geral (média) 0,0000949 1,8859 0,08958 0,09598 0,00040 0,042260 0,8481 Sendo: p, r = parâmetros da equação. SQreg = soma de quadrados da regressão. SQtotal =

soma de quadrados totais. Syx = erro padrão de estimativa. CV% = coeficiente de variação.

R² = coeficiente de determinação.

Estes resultados confirmam os encontrados através do fator de forma artificial (f), no qual o tratamento testemunha (sem desrama) revelou um f de 0,513, menor que os demais, apresentando uma forma menos cilíndrica que os tratamentos com desrama, reforçando as citações de Kramer e Kozlowski (1972) sobre a redução da conicidade do tronco com a intensidade de desrama.

5 CONCLUSÕES

Não houve influência significativa da intensidade de desrama sobre a mortalidade até os 15 anos de idade.

A influência da intensidade de desrama sobre a altura média e altura dominante foi muito pequena, podendo ser desconsiderada.

A desrama retardou o culmínio do ICA em área basal por hectare em até um ano.

A maior influência da intensidade de desrama foi sobre o crescimento das árvores em diâmetro e em volume. Houve redução das médias apresentadas pelos tratamentos desramados em relação ao tratamento sem desrama, aos 15 anos de idade, da ordem de:

• 2,0% em diâmetro e 3,5% em volume no tratamento de 40% de intensidade de desrama;

• 7,5% em diâmetro e 15,0% em volume no tratamento de 60% de intensidade de desrama;

• 13,5% em diâmetro e 26,9% em volume no tratamento de 80% de intensidade de desrama.

Cada árvore desramada até os 6 metros de altura a partir de sua base, produziu uma média de 46% do seu volume total sem casca livre de nó aos 15 anos de idade, independentemente da intensidade de desrama.

Os tratamentos com desrama apresentaram forma cônica com leve tendência à parabolóide e a testemunha apresentou forma cônica com leve tendência à neilóide.

6 RECOMENDAÇÕES

Sobre experimentos com desrama de Pinus:

• Incluir o tratamento de desrama seca para verificar se há ganho no balanço geral, conforme citações da literatura; • Medir a altura do 1º galho vivo para comparação com a

altura da desrama e verificação de quanto dos galhos mortos estão sendo eliminados em cada tratamento;

• Medir o diâmetro da base de cada tora desramada até que atinja o diâmetro máximo para o núcleo enodado;

• Se possível, programar os desbastes e combinar tratamentos desta intervenção com os de desrama, para possibilitar análises em idades mais avançadas;

• Usar maior número de parcelas para proporcionar maior número de graus de liberdade no resíduo – Gomes (1982) recomenda que se tenha cerca de 20 graus de liberdade no resíduo.

Sobre desrama de Pinus elliottii Engelm.:

• Evitar tanto quanto possível a desrama acima de 40% da altura total das árvores;

• Somente iniciar a desrama quando o diâmetro da base das toras a desramar estiver com o diâmetro máximo desejado para o núcleo enodado, pois a desrama é prejudicial às árvores;

• Na desrama comercial, eliminar da parte inferior da copa todos os galhos mortos ou em vias disso, para evitar a formação de nós mortos que são mais depreciativos e não contribuem para o crescimento.

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WONNACOTT, Thomas H.; WONNACOTT, Ronald J. Introdução à

ANEXO I – Programa SAS para análise de variância dos diâmetros

OPTIONS LS=80 PS=40 NODATE NOSTIMER; DATA MEDICOES;

INFILE 'C:\DOCUMENTS AND SETTINGS\EDUARDO P. FLORIANO\MEUS DOCUMENTOS\_DADOS\MEDICOES.DAT';

INPUT ANO BLOCO TRAT ARVORE DCC H COD @@; IDADE=ANO-1985;

PROC SORT; BY IDADE BLOCO TRAT ARVORE; DATA ANOVAD;

SET MEDICOES;

IF COD=0 THEN OUTPUT;

IF COD>5 AND DCC<9 THEN OUTPUT; IF COD>9 THEN DO; COD=0; OUTPUT; END;

PROC SORT DATA=ANOVAD; BY IDADE BLOCO TRAT ARVORE; PROC GLM DATA=ANOVAD;

CLASS BLOCO TRAT;

MODEL DCC=BLOCO TRAT / SS1; MEANS BLOCO TRAT / LINES TUKEY; BY IDADE;

ANEXO II – Determinação das funções de crescimento em diâmetro

O programa SAS para cálculo dos parâmetros e estatísticas das equações e o resumo dos resultados são apresentados a seguir:

PROGRAMA SAS:

OPTIONS LS=80 PS=40 NODATE NOSTIMER; DATA MEDICOES;

INFILE 'C:\MEUS DOCUMENTOS\_DADOS\MEDICOES.DAT'; INPUT ANO BLOCO TRAT ARVORE DCC H COD @@;

IF BLOCO=3 AND TRAT=40 AND ARVORE=56 THEN DELETE; /* ESTE EH UM OUTLIER QUE PRECISA SER ELIMINADO */;

IF COD>0 THEN DELETE; IDADE=ANO-1985; D=DCC/10; T=IDADE; LNT=LOG(T); T1=1/T; T2=T**2; T3=T**3; Y=D; X=T;

IF Y>0 THEN LNY=LOG(Y); IF IDADE=18 THEN DELETE;

PROC SORT; BY IDADE TRAT ARVORE; PROC SUMMARY DATA=MEDICOES; VAR D;

BY IDADE TRAT;

OUTPUT OUT=MEDIAS (KEEP=IDADE TRAT M S) MEAN(D)=M STD(D)=S; PROC SORT DATA=MEDIAS; BY IDADE TRAT;

DATA DAPCC;

MERGE MEDIAS MEDICOES; BY IDADE TRAT; IF D GT (M+0.75*S) THEN CLASSE=5;

IF D LE (M+0.75*S) AND D GT (M+0.25*S) THEN CLASSE=4; IF D LE (M+0.25*S) AND D GT (M-0.25*S) THEN CLASSE=3; IF D LE (M-0.25*S) AND D GT (M-0.75*S) THEN CLASSE=2; IF D LE (M-0.75*S) THEN CLASSE=1;

PROC SORT DATA=DAPCC; BY IDADE TRAT ARVORE;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 1 : Y = B0 + B1 * T = LINEAR'; MODEL Y=T / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ1 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 2 : Y = B0 + B1 * LOG(T) = LOGARITMICO'; MODEL Y=LNT / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ2 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE 'EQUACOES DE REGRESSAO PARA ANALISE DO CRESCIMENTO EM DAP'; TITLE2 'EQUACAO 3 : LOG(Y) = B0 + B1 * LOG(T) - DUPLO LOGARITMICO'; MODEL LNY=LNT / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ3 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE 'EQUACOES DE REGRESSAO PARA ANALISE DO CRESCIMENTO EM DAP'; TITLE2 'EQUACAO 4 : Y = B0 + B1 * T**2';

MODEL Y=T2 / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ4 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE 'EQUACOES DE REGRESSAO PARA ANALISE DO CRESCIMENTO EM DAP'; TITLE2 'EQUACAO 5 : Y = B0 + B1 * T + B2 * T**2';

MODEL Y=T T2 / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ5 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC GLM DATA=DAPCC;

TITLE 'EQUACOES DE REGRESSAO PARA ANALISE DO CRESCIMENTO EM DAP'; TITLE2 'EQUACAO 6 : Y = B0 + B1 * T + B2 * T**2 + B3 * T**3'; MODEL Y=T T2 T3 / SS1;

OUTPUT OUT=ARQ6 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0;

/*******************************************************************************/; PROC NLIN DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 7: Y = B0 * T**B1 = POTENCIAL'; PARAMETERS B0=2.0 B1=2.0;

X_B1 = X**B1; MODEL Y = B0*X_B1; DER.B0 = X_B1;

DER.B1 = B0*X_B1*LOG(X);

OUTPUT OUT=ARQ7 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0; PROC MODEL DATA=DAPCC;

PARAMETERS B0=2.0 B1=2.0; X_B1 = X**B1; Y = B0*X_B1; DER.B0 = X_B1; DER.B1 = B0*X_B1*LOG(X); FIT Y; /*******************************************************************************/; PROC NLIN DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 8: Y = EXP( B0 + B1 * T ) = EXPONENCIAL TIPO II OU DE CRESCIMENTO';

PARAMETERS B0=1.8 B1=-0.1; EABX = EXP(B0 - B1*X); MODEL Y = EABX;

DER.B0 = EABX; DER.B1 = -X*EABX;

OUTPUT OUT=ARQ8 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0; PROC MODEL DATA=DAPCC;

PARAMETERS B0=1.8 B1=-0.1; EABX = EXP(B0 - B1*X); Y = EABX; DER.B0 = EABX; DER.B1 = -X*EABX; FIT Y; /*******************************************************************************/; PROC NLIN DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 9: Y = B0 * EXP( B1 * T ) = EXPONENCIAL'; PARAMETERS B0=2.0 B1=0.5;

EB1X = EXP(B1*X); MODEL Y = B0*EB1X; DER.B0 = EB1X; DER.B1 = B0*X*EB1X;

OUTPUT OUT=ARQ9 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0; PROC MODEL DATA=DAPCC;

PARAMETERS B0=2.0 B1=0.5; EB1X = EXP(B1*X); Y = B0*EB1X; DER.B0 = EB1X; DER.B1 = B0*X*EB1X; FIT Y; /*******************************************************************************/; PROC NLIN DATA=DAPCC;

TITLE2 'EQUACAO 10: Y = B0 * {[ 1 - EXP( -B1 * T )]**B2} = CHAPMAN-RICHARDS'; PARAMETERS B0=18.0 B1=0.27 B2=5.0; EBX = EXP(-B1*X); EBX1 = 1 - EBX; EBXB2 = (EBX1)**B2; MODEL Y = B0*EBXB2; DER.B0 = EBXB2; DER.B1 = B0*X*B2*EBX*EBX1**(B2-1); DER.B2 = B0*EBXB2*LOG(EBX1); OUTPUT OUT=ARQ10 P=YEST R=RES; PROC PLOT;PLOT RES*YEST / VREF=0; PROC MODEL DATA=DAPCC;

PARAMETERS B0=18.0 B1=0.27 B2=5.0; EBX = EXP(-B1*X); EBX1 = 1 - EBX; EBXB2 = (EBX1)**B2; Y = B0*EBXB2; DER.B0 = EBXB2; DER.B1 = B0*X*B2*EBX*EBX1**(B2-1); DER.B2 = B0*EBXB2*LOG(EBX1); FIT Y;

PROC SORT DATA=DAPCC;BY TRAT;

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