5.3 ANÁLISE LABORATORIAL
5.3.3 Quantificação do Transporte Longitudinal de Sedimentos
O fluxo de sedimentos que passa pela armadilha é dado por um conjunto de equações (Wang et al. 1998) utilizadas para estimar o cálculo do transporte de sedimentos. O fluxo que passa entre duas redes é calculado pela equação (1). O fluxo total I que passa através de uma armadilha é calculado pela equação (2).
Onde ΔFi é a quantidade de sedimentos que flui no espaço entre duas armadilhas adjacentes, Fi+1 e Fi-1 são as quantidades medidas pelas duas armadilhas em questão (superior e inferior), enquanto que Zi+1 e Zi-1 representam a dimensão vertical da boca da armadilha superior e inferior respectivamente (Fontoura 2004) (Figura 13a).
O fluxo sedimentar total que passa através de uma estação de medição é dado pela soma dos fluxos individuais (Fi) que passam por cada armadilha, somados aos fluxos nos espaços entre cada duas armadilhas adjacentes (ΔFi) (Figura 13a). O fluxo total é calculado pela equação:
Figura 16: (a) Esquema do fluxo que passa pela armadilha portátil e (b) Dimensões da boca do “trap”. Fonte: Ranieri, 2011. Modificado de ALBUQUERQUE, 2008.
6 RESULTADOS E DISCUSSÃO
6.1 MORFOLOGIA E GRANULOMETRIA SAZONAL 6.1.1 Margem Leste
6.1.1.1 Praia de Joanes
A praia de Joanes é uma praia de mesomaré, com extensão de aproximadamente 1,42 km e orientação Norte - Sul. A praia possuiu um berma praial pronunciado no setor sul (Perfil A) (Figura 17), nos períodos chuvoso e seco, sendo neste último, o berma é bem mais acentuado, com altura de 0,5 m. Nos períodos estudados a praia possui características de praias reflectivas nos setores Sul e central (Perfil A e B, respectivamente), que apresentou maior declividade da face praial (β) e menor largura (Yb). O setor norte possui características de praias dissipativas (Short, 1982, 1991,1999), apresentando dois sistemas de calha-barra no final da zona de intermarés e na zona de inframaré (Figura 17), no período chuvoso (Março/2014).
No período chuvoso a praia possui largura média (Yb) de 58,4 m, com maior largura no setor Norte (90 m), e declividade da face praial entre 2,36° a 4,97°. Este período é caracterizado por ser mais erosivo, devido a eventos de alta energia, principalmente associadas à ação de ondas na face praial, encontradas durante o período chuvoso na região amazônica (Braga, 2007). Estes eventos erosivos modificam a morfologia da praia, tornando a face praial mais íngreme, retirando sedimentos principalmente da zona de supramaré e intermaré superior. Durante este período os sedimentos removidos da face praial são depositados em direção à área submersa da praia, formando barras longitudinais e canais paralelos à linha de costa (Setor norte – Perfil C). Segundo Ranieri (2011), ao passar do período chuvoso, os sedimentos são novamente trazidos em direção à praia emersa.
O período seco foi caracterizado por um aumento na largura da face praial em toda extensão de Joanes, que apresentou largura média de 65 m, com maior largura também no setor Norte (85 m), a declividade variou de 2,55° a 4,28°. Neste período há um acrescimo sedimentar principalmente na zona de supramaré, que se dá à baixa energia erosiva deste período, que apresenta menores alturas de ondas. Os fortes ventos deste período favorecem a deposição de sedimentos trazidos pelo vento (transporte eólico), que acabam por formar um berma praial bem evidente na linha de supramaré (Figura 18).
Figura 17: Sobreposição dos perfis topográficos sazonais e granulometria da face praial na praia de Joanes.
Figura 18: Berma praial presente na praia de Joanes, no período seco. Fonte: Acervo GEMC.
A praia de Joanes é recoberta por sedimentos predominantemente compostos por grãos do tamanho areia média (1,162 a 1,880 phi) nos períodos seco e chuvoso (Figura 17). No período chuvoso a granulometria dos sedimentos superficiais foi de areia fina (2,055 – 2,527 phi) a areia grossa (0,145 - 0,993 phi), grãos do tamanho areia fina estão localizados na zona de inframaré no setor central e norte (Perfis B e C, respectivamente) e grãos areia grossa
estão limitados ao setor sul (Perfil A) da praia, o que dá a este setor características erosivas para este período.
No período seco os sedimentos variaram entre areia média (1,177 a 1,881 phi) e areia grossa (0,551 a 0,922) (Figura 17). As principais mudanças na granulometria média ocorreram nas zonas de intermaré e inframaré durante a estiagem, onde houve uma redução no tamanho dos grãos, resultante da diminuição na energia das ondas neste período.
6.1.1.2 Praia Grande
A Praia Grande está localizada no município de Salvaterra, possui cerca de 1,57 km de extensão e orientação Norte – Sul, onde se encontra um comportamento erosivo no setor Norte, evidenciado pelo recuo de falésias presente neste setor (Figura 20B).
No período chuvoso a praia apresenta um perfil topográfico bastante íngreme (Figura 19), resultante da erosão da face praial causada pela maior energia das ondas que incidem na praia neste período, onde um berma praial suave foi presente nos setores Norte e Sul (Perfil F e D, respectivamente) (Figura 20C). A declividade da face praial variou de 5,70° a 8,26°, nos setores Sul e Norte respectivamente, e sua largura média foi de 35 metros, com máxima de 40 metros no setor norte. Neste período a praia apresentou características de praias dissipativas (Short, 1982, 1991,1999), com alta declividade, baixa largura da praia e ondas do tipo mergulhante (Figura 20A).
A praia apresentou um perfil mais suave e extenso durante a estação seca, com declividade da face praial (β) entre 3,52° e 6,20° e largura média de 55,0 metros, o setor Norte (Perfil F) apresentou a maior declividade (6,20°) e o maior aumento na largura da praia, com acréscimo de 20 metros entre os períodos chuvoso e seco (Figura 19). O período seco é caracterizado pelo decréscimo da energia das ondas na região (França, 2003), com a diminuição do caráter erosivo das ondas, há um aumento na deposição de sedimentos na face praial, o que ocasiona um aumento na largura da praia e consecutiva diminuição da declividade da praia.
Quanto à granulometria, o tamanho médio dos grãos teve um decréscimo do período chuvoso para o seco (Figura 19). Esta diminuição ocorreu em todas as zonas do perfil praial (zonas de supramaré, intermaré e inframaré), apenas na zona de intermaré do setor sul da praia (Perfil F) houve aumento na média granulométrica dos sedimentos, conferindo a esta zona da praia, características erosivas no período seco. A diminuição dos tamanhos dos grãos
está relacionada à diminuição da energia hidrodinâmica do período seco, onde as ondas são menores e menos energéticas (citar figuras da hidrodinâmica).
No período chuvoso os sedimentos superficiais variaram de areia média a areia grossa, com predominância de grãos do tamanho areia grossa (0,121 – 0,919 phi) (Figura 19). Sedimentos compostos por areia grossa estão condicionados às zonas de intermarés e inframaré ao longo de toda extensão da praia, já sedimentos compostos por areia média (1,141 – 1,472 phi) estão localizados na zona de supramaré.
Na estiagem a média granulométrica diminuiu e os sedimentos foram predominantemente do tamanho areia média (1,027 – 1,636 phi) e grãos compostos por areia grossa foram presentes apenas na zona de supramaré e intermarés do setor Norte (Perfil F) (Figura 19).
Figura 20: (A) Perfil F (Setor norte) na praia Grande (Salvaterra), (B) Falésias no Setor norte da praia e (C) Berma praial (setor central da praia).
6.1.1.3 Praia da Barra Velha
A praia da Barra Velha possui orientação Norte-Sul e cerca de 2,1 km de extensão, e está localizado próxima ao rio Paracauarí, que separa os municípios de Salvaterra e Soure, na margem leste da ilha do Marajó. Nesta praia os trabalhos foram realizados apenas no período chuvoso, pois na campanha de aquisição de dados do período seco o único acesso estava fechado.
A morfologia da praia apresentou um declive bem suave em todos os setores, o grau de inclinação (declive da face praial) variou de 0,99° a 1,34°, com aumento da declive do setor Norte para o Sul. A largura da praia (Yb) teve média de 185 metros no período chuvoso, com largura mínima no setor Central-Perfil H (140 m) e máxima no setor Sul (260 m) (Figura 21).
No período chuvoso, a praia apresentou um sistema calha-barra bem desenvolvido na zona de intermarés dos setores Norte (Perfil J) e na porção superior do setor central (Perfil I) (Figura 21). Este sistema de calhas e barras é característico de praias dissipativas, segundo
Short (1982, 1991,1999), que indica uma migração em direção à linha de maré baixa de sizígia, resultante dos processos de alta energia que ocorrem neste período.
A análise granulométrica dos sedimentos superficiais da praia da Barra Velha, mostrou que os sedimentos são predominantemente compostos por areia fina e areia muito fina, esta ultima classe foi encontrada apenas em amostras da zona de intermarés no setor Sul (3,163 phi) e Norte (3,753 phi) (Figura 21).
Em todos os setores da praia é observada uma faixa de paleomangue na porção média e superior da zona de intermarés (estirâncio) (Figura 22), que é resultado da retrogradação da faixa arenosa (praia) sobre um manguezal anterior, esse paleomangue é exposto principalmente durante o período chuvoso, onde a alta energia hidrodinâmica deste período erode a face praial deixando o paleomangue em evidência aumentando a quantidade de sedimentos lamosos (silte e argila) nos primeiros metros da zona de intermarés.
Figura 22: Faixa de paleomangue na praia da Barra Velha. (A) setor norte e (B) setor central.
6.1.1.4 Praia do Pesqueiro
A praia do Pesqueiro é uma das praias mais procuradas do litoral Leste da ilha do Marajó e está situada no município de Soure. Esta praia possui orientação Norte-Sul e cerca de 2,75 km de extensão. Ao longo da praia é possível observar uma extensa faixa de paleomangue, evidenciado pela presença de um terraço lamoso que se torna mais exposto na porção inferior do setor central (Perfis M e N) e em todo setor Sul da praia (Perfil L) (Figura 23).
Este terraço lamoso está presente tanto no período chuvoso quanto no seco, entretanto, durante o período mais erosivo (chuvoso) este se torma mais evidente, expondo cerca de 50 cm do terraço (Figura 24A). Durante o período seco o terraço fica parcialmente exposto e vegetado (Figura 24B).
Esta praia experimenta diferentes condições morfodinâmicas diferentes nos períodos chuvoso e seco, condições estas que modificam drasticamente a configuração morfológica da praia, que durante o período chuvoso apresenta-se bem mais íngreme (β) e com menor largura (Yb) do que no período seco.
Na estação chuvosa a topografia da praia foi bem íngreme, variando de 1,05° a 2,95°e menor largura, com média de 148 metros. Neste período a praia apresenta um de um a dois sistemas de calha-barra na zona de intermaré (entre 60 a 120 m do perfil praial) ao longo de
toda sua extensão (Figura 23), que segundo Short (1982, 1991,1999), é característico de praias dissipativas. Esta feição possui uma migração em direção à linha de maré baixa de sizígia, resultante dos processos de alta energia durante este período, segundo Braga (2007) estas mudanças morfológicas está associada a eventos de alta energia, principalmente à marés e à ação de ondas na face praial, encontradas durante o período chuvoso na região amazônica.
Durante o período seco a face praial tornou-se mais suave, com declividade em torno de 1,67° a 1,08° e largura média de 240 metros, tendo o setor Norte apresentando a maior largura (300 metros). Neste período também foi presente um sistema de calha-barra característico de praias dissipativas, assim como no período chuvoso.
Quanto a granulometria, a praia é composta predominantemente por grãos do tamanho areia fina nos períodos seco e chuvoso, apresentando maior granulometria no período seco (Figura 23). No período chuvoso os grãos variaram de areia fina ( 2,62 – 2,89 phi) a areia muito fina (3,05 – 3,42 phi), este últimimo grupo modal está limitado à zona de inframaré do setor Sul e na zona de intermaré do setor central e Norte. De meneira geral, os sedimentos tendem a decrescer de tamanho da zona de supramaré pra inframaré (Figura 23). Neste período há uma maior presença de sedimentos finos e lamosos (silte/argila), o aumento destas frações granulométricas é explicado pelo maior aporte de sedimentos continentais para a zona costeira, causado pelo aumento das chuvas.
O período seco foi marcado pelo aumento da granulmetria média dos sedimentos superficiais na praia, ocorrendo grãos do tamanho areia média (1,56 phi) a areia muito fina (3,09 – 3,13 phi), com predominância de sedimentos areia fina, assim como no período anterior. Sedimentos compostos por areia média foram presentes apenas no setor Sul (perfil L) na amostra L3, localizada em um canal na zona de intermaré inferior.
Figura 24: Planície lamosa presente na praia do Pesqueiro. (A) período chuvoso e (B) período seco.
6.1.2 Margem Norte
6.1.2.1 Praia de Chaves
A praia de Chaves possui orientação Leste-Oeste, com cerca de 2,35 km de extensão e largura média de 90 metros. A praia foi estudada no período seco da região amazônica e possui baixa declividade (0,41° a 0,86°) (Figura 25). A face da praia se extende desde a base das falésias até a linha de maré baixa de sizígia, estas falésias estão sofrendo recuo ao longo dos anos, estima-se que em 10 anos a linha de costa recuou cerca de 90 metros no município de Chaves.
Neste período a praia apresentou um gradiente suave e contou com a presença de um sistema calha-barra ao longo de toda sua extensão, que ocorre principalmente na zona de intermaré inferior, este sistema se torna mais sutil no setor Leste da praia (Perfis C e D).
Quanto a granulometria, os grãos foram exclusivamente compostos de areia fina (2,27-2,75 phi), com a diminuição da granulometria dos sedimentos do setor Leste para o Oeste. Entre as zonas da praia, os grãos tendem a aumentar em direção a antepraia, exceto no setor Leste, onde os grãos diminuiram ao longo do perfil praial (Figura 25).
Figura 25: Perfis topográficos e granulometria na praia de Chaves.
6.1.2.2 Barra Arenosa (desova das tartarugas)
A barra arenosa estudada apresenta um caráter sazonal e é formada durante o período seco na ilha dos Camaleões, município de Afuá, margem Norte da ilha do Marajó, que durante o período chuvoso pode sofrer erosão das águas e chegar a desaparecer. Esta barra arenosa possui cerca de 0,73 km de extensão e sua declividade varia de 2,16° a 2,63°, a largura média (Yb) da barra é de 61,5 metros (Figura 26).
Os sedimentos superficiais que compõem a barra arenosa são exclusivamente do tamanho areia fina, que tendem a decrescer ao longo do perfil, sedimentos com menor tamanho são encontrados na zona de intermaré (Figura 26).
Figura 26: Perfis topográficos e granulometria da barra arenosa (desova).
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ANEXOS
Parâmetros estatísticos da Margem Leste (período seco – novembro/2014)
Local Ponto Média Classificação Mediana Seleção Classificação Assimetria Classificação Curtose Classificação
A1 1.134 Areia Média 1.162 0.5668 Moderadamente selecionado -0.09694 Aproximadamente simétrica 1.055 Mesocúrtica A2 0.9926 Areia Grossa 1.004 0.409 Bem selecionado -0.07288 Aproximadamente simétrica 0.938 Mesocúrtica A3 0.6012 Areia Grossa 0.6078 0.4695 Bem selecionado -0.006442 Aproximadamente simétrica 0.9743 Mesocúrtica A4 0.1456 Areia Grossa 0.1642 0.5202 Moderadamente selecionado -0.0648 Aproximadamente simétrica 1.065 Mesocúrtica A5 0.3444 Areia Grossa 0.3977 0.6262 Moderadamente selecionado -0.1599 Negativa 1.192 Leptocúrtica B1 1.943 Areia Média 1.879 0.4308 Bem selecionado 0.1876 Positiva 1.118 Leptocúrtica B2 1.596 Areia Média 1.678 0.4632 Bem selecionado -0.2853 Negativa 1.475 Leptocúrtica B3 1.429 Areia Média 1.551 0.617 Moderadamente selecionado -0.2682 Negativa 1.107 Mesocúrtica B4 2.149 Areia Fina 2.105 0.5505 Moderadamente selecionado 0.04366 Aproximadamente simétrica 0.8612 Platicúrtica C1 1.665 Areia Média 1.7 0.3344 M. bem selecionado -0.09733 Aproximadamente simétrica 1.324 Leptocúrtica C2 1.377 Areia Média 1.517 0.7457 Moderadamente selecionado -0.207 Negativa 1.248 Leptocúrtica C3 1.286 Areia Média 1.362 0.7215 Moderadamente selecionado -0.1322 Negativa 1.252 Leptocúrtica C4 1.576 Areia Média 1.642 0.5348 Moderadamente selecionado -0.1212 Negativa 1.263 Leptocúrtica C5 2.069 Areia Fina 2.055 0.421 Bem selecionado 0.1282 Positiva 0.8848 Platicúrtica C6 2.458 Areia Fina 2.527 0.479 Bem selecionado -0.211 Negativa 0.9514 Mesocúrtica D1 1.141 Areia Média 1.187 0.3814 Bem selecionado -0.09338 Aproximadamente simétrica 1.126 Leptocúrtica D2 0.623 Areia Grossa 0.6564 0.5851 Moderadamente selecionado -0.1196 Negativa 0.9989 Mesocúrtica D3 0.313 Areia Grossa 0.3535 0.6064 Moderadamente selecionado -0.09672 Aproximadamente simétrica 0.9427 Mesocúrtica D4 0.121 Areia Grossa 0.198 0.7631 Moderadamente selecionado 0.1281 Positiva 0.5446 M. platicúrtica E1 1.250 Areia Média 1.262 0.5113 Moderadamente selecionado -0.07976 Aproximadamente simétrica 1.076 Mesocúrtica E2 1.206 Areia Média 1.233 0.5094 Moderadamente selecionado -0.1247 Negativa 1.159 Leptocúrtica E3 0.788 Areia Grossa 0.7952 0.4876 Bem selecionado -0.0335 Aproximadamente simétrica 0.8437 Platicúrtica E4 0.406 Areia Grossa 0.3942 0.5422 Moderadamente selecionado 0.04124 Aproximadamente simétrica 1.061 Mesocúrtica E5 0.172 Areia Grossa 0.1787 0.6851 Moderadamente selecionado -0.0217 Aproximadamente simétrica 0.9557 Mesocúrtica E6 0.637 Areia Grossa 0.6734 0.9328 Moderadamente selecionado -0.04051 Aproximadamente simétrica 0.7458 Platicúrtica F1 1.472 Areia Média 1.446 0.379 Bem selecionado 0.07591 Aproximadamente simétrica 0.8853 Platicúrtica F2 0.888 Areia Grossa 1.105 0.7934 Moderadamente selecionado -0.3209 M. negativa 0.9461 Mesocúrtica F3 1.148 Areia Média 1.208 0.6063 Moderadamente selecionado -0.2018 Negativa 0.9972 Mesocúrtica F4 0.493 Areia Grossa 0.6081 0.7661 Moderadamente selecionado -0.2135 Negativa 0.8199 Platicúrtica F5 0.813 Areia Grossa 1.195 1.03 Pobremente selecionado -0.4611 M. negativa 0.6983 Platicúrtica F6 0.919 Areia Grossa 1.057 0.8449 Moderadamente selecionado -0.2366 Negativa 1.082 Mesocúrtica G1 2.673 Areia Fina 2.722 0.4253 Bem selecionado -0.1659 Negativa 1.522 M. leptocúrtica G7 3.163 Areia M. Fina 3.181 0.4203 Bem selecionado 0.01867 Aproximadamente simétrica 1.051 Mesocúrtica G8 2.961 Areia Fina 2.913 0.4395 Bem selecionado 0.1356 Positiva 1.072 Mesocúrtica G10 2.829 Areia Fina 2.792 0.3457 M. bem selecionado 0.09834 Aproximadamente simétrica 1.333 Leptocúrtica G11 2.072 Areia Fina 1.95 0.4981 Bem selecionado 0.3151 M. positiva 0.8296 Platicúrtica H1 2.696 Areia Fina 2.726 0.3495 M. bem selecionado -0.1239 Negativa 1.483 Leptocúrtica H2 2.812 Areia Fina 2.778 0.381 Bem selecionado 0.02766 Aproximadamente simétrica 1.546 M. leptocúrtica H3 2.858 Areia Fina 2.813 0.3788 Bem selecionado 0.07267 Aproximadamente simétrica 1.227 Leptocúrtica H4 2.988 Areia Fina 2.956 0.3456 M. bem selecionado 0.1709 Positiva 0.8158 Platicúrtica I1 2.626 Areia Fina 2.681 0.3535 Bem selecionado -0.183 Negativa 1.228 Leptocúrtica I2 2.648 Areia Fina 2.699 0.3686 Bem selecionado -0.1614 Negativa 1.41 Leptocúrtica I3 2.691 Areia Fina 2.73 0.3772 Bem selecionado -0.143 Negativa 1.507 M. leptocúrtica I4 2.238 Areia Fina 2.192 0.8789 Moderadamente selecionado 0.1033 Positiva 0.8197 Platicúrtica J1 2.683 Areia Fina 2.715 0.3396 M. bem selecionado -0.07664 Aproximadamente simétrica 1.319 Leptocúrtica J2 2.772 Areia Fina 2.772 0.2783 M. bem selecionado 0.03707 Aproximadamente simétrica 1.355 Leptocúrtica J4 2.948 Areia Fina 2.887 0.4482 Bem selecionado 0.2055 Positiva 1.164 Leptocúrtica J5 3.817 Areia M. Fina 3.753 0.534 Moderadamente selecionado 0.2 Positiva 1.246 Leptocúrtica