Essa é uma das perguntas mais difíceis de responder, e o prazo dessa etapa acaba sendo decisivo na agenda de sua viagem. Tudo depende muito dos consulados, que nem sempre cumprem os prazos oficiais. E ainda por cima, ainda depende da demanda (quantidade de pessoas solicitando o visto americano) na época. Considerando o tempo de espera da entrevista no consulado atualmente de 10 dias úteis depois do pagamento da taxa MRV e o prazo de 10 dias úteis para emissão e entrega do passaporte com o visto após a entrevista, ficamos com 20 dias úteis. Se você não mora em cidade onde tem consulado/embaixada, ainda tem que considerar o tempo para essa viagem até a cidade mais próxima.
Reserve, portanto, pelo menos 30 a 40 dias para essa etapa do processo. Isso considerando condições
Existe uma OPORTUNIDADE para quem quer estudar inglês nos EUA com o visto de turismo. Segundo as regras para não-imigrantes, um visto de visitante tipo B (B-1 para negócios ou B-2 para turismo) pode ser utilizado para curtos períodos de estudo recreativo que façam parte de uma visita turística.
É ideal para quem pretende viajar e quer aproveitar a viagem para estudar inglês. Além de mais barato (não tem a taxa SEVIS), não precisa estar matriculado numa escola antes para solicitar o visto de turismo (não precisa do I-20). É, portanto, menos burocrático.
Para solicitar o visto B-2 o processo é o de inscrição geral de visto americano.
Falando de forma prática, se você optar por cursos de inglês de pequena duração e horário parcial (carga horária até 18 horas de aula por semana) pode aproveitar o visto de turismo! Lembrando que, normalmente, a imigração nos EUA concede ao turista um máximo de 6 meses de permanência no país.
9. Comprar a passagem aérea
Aqui não há mistério: você pode comprar direto nos sites das companhias aéreas ou em sites como o Decolar. A dúvida é: comprar antes ou depois de receber o visto? DEPOIS!
Recomendo fortemente que não marque sua viagem até que tenha recebido seu passaporte com o visto. Depois da entrevista no consulado, não há garantia de que seu visto será concedido. E mesmo que seja, pode haver atraso no processamento. Em alguns casos você pode ser requisitado a apresentar documentos que não foram apresentados na entrevista e tenha que passar por algum processo adicional. Por isso, a recomendação aqui é esperar até que o seu passaporte com o visto esteja em suas mãos para emitir as passagens aéreas.
Mas nada impede que, a partir do momento em que começar a pensar em fazer um intercâmbio nos EUA, comece a monitorar os sites de venda de passagens e fique atento às promoções das companhias aéreas. Inclusive, a propósito da melhor época para comprar passagens aéreas, tenho duas considerações a fazer.
Todo lugar tem alta e baixa estação. Na baixa estação os preços das passagens aéreas normalmente são menores. Segundo o site Skyscanner, essa diferença de valor chega até 28% entre a baixa e a alta temporada de turismo no país de destino.
Para os EUA, a maior parte das agências de turismo considera como baixa temporada os períodos compreendidos entre os meses de março a maio e de agosto a novembro. Ainda segundo o Skyscanner, agosto é o mês mais barato para viajar para os Estados Unidos.
Já li que o mês no qual é possível encontrar passagens aéreas mais baratas coincide com o início da baixa temporada de turismo no país de destino.
Já os profissionais do setor de turismo falam que, para garantir preços menores, a compra deve ser feita com a maior antecedência possível em relação à data da viagem. Por outro lado, já vi pesquisas que garantem que comprar com muita antecedência não é melhor negócio…
Já vi até estudos que mostram o momento ideal para encontrar passagens baratas; um deles indica 21 dias de antecedência, outro aponta entre 25 e 40 dias, e ainda um outro que fala em 56 dias antes do início da viagem.
Enfim, aqui, vale a dica: fique atento as promoções das companhias aéreas!
10. Contratar um seguro viagem
O seguro viagem é um item imprescindível para uma viagem tranquila! Imagina o transtorno que pode ser ficar doente ou se acidentar no exterior? Ainda mais nos EUA, cujo sistema de saúde é bem complexo e caro (muito caro)!
É claro que ninguém viaja pensando que pode se acidentar ou qualquer coisa desse tipo, mas imprevistos acontecem e pequenos problemas podem se tornar uma grande dor de cabeça ou um rombo no orçamento, caso você esteja sem cobertura alguma no exterior. Com um seguro viagem você fica tranquilo e tem assistência caso se acidente ou fique doente.
Em uma viagem para os EUA, onde não existe atendimento médico gratuito e qualquer ocorrência médica será cobrada a altos custos (até mesmo emergências), é importante considerar uma boa cobertura médica. Recomendo fortemente que você não economize nessas coberturas. Até porque, muitas vezes, a diferença de preço entre dois seguros de coberturas diferentes é mínima se compararmos os benefícios da assistência médica maior.
Para contratar o seguro viagem, considere como principal fator de decisão as coberturas das assistências médicas. E depois delas, acho importante considerar também as
equilíbrio entre o que você precisa e o que cabe no seu bolso.
Normalmente o que eu faço é, uma vez decidida a principal cobertura (médica e hospitalar), comparar o plano equivalente a ela de três seguradoras diferentes e escolher pelo melhor custo x benefício.
Para mim, a tranquilidade de viajar segurado não tem preço!
Aqui cabe outra dica: temos muitas opções de seguro viagem no mercado. Dos mais variados tipos e valores. O cardápio é enorme. Mas sou da opinião que antes contratar um seguro viagem conhecido e com experiência no mercado, do que entrar numa fria com uma seguradora desconhecida.