CAPÍTULO II MATERIAIS E MÉTODOS
1.2. QUOCIENTE DE ESTABILIDADE DOS IMPLANTES (I.S.Q.)
Ainda dentro desta técnica que utiliza o countersink ou escariador, os valores do quociente de estabilidade dos implantes situam-se entre 63 e 70 (Tabela V).
Tabela V. Valores do I.S.Q. (Implant Stability Quocient)
Coelho
n°1
Coelho
n°2
Coelho
n°3
Coelho
n°4
Coelho
n°5
Média ± d.p.
Técnica
com
escariador
63
67
70
63
66
65,8 ± 2,949
2. Técnica com o impactor
2.1. TORQUE DE INSERÇÃO
Com a técnica que utiliza o impactor continua a haver um aumento do Torque de inserção dos implantes à medida que se passa de R1 para R2 e de R2 para R3 (Tabela VI e anexos 2,4,6,8,10).
Tabela VI. Valores do Torque de inserção dos implantes
Coelho n°1 Coelho n°2 Coelho n°3 Coelho n°4 Coelho n°5 Média ± d.p. Técnica R1 2 2 1 1 2 1,6 ±0,547 com R2 4 4 3 3 2 3,2 ±1,505 impactor R3 6 6 7 7 5 6,2 ± 0,836
2.2. QUOCIENTE DE ESTABILIDADE DOS IMPLANTES (I.S.Q.)
Após a avaliação da estabilidade dos implantes com a técnica que usa o impactor os resultados foram registados e inseridos na tabela VII. Note-se o valor mais baixo apresentado no coelho n°1.
Tabela VII. Valores do I.S.Q. (Implant Stability Quocient)
Técnica com impactor Coelho
n°1
55 Coelho n°269
Coelho n°3 73 Coelhon°4
70 Coelho n°5 73 Média ±d.p. 68 ± 27,3873. Análise radiográfica
A análise radiográfica nesta fase, imediatamente após a colocação dos implantes, dá apenas uma indicação macroscópica e pouco objectiva para se inferir se há, ou não, aumento da densidade óssea em torno do módulo crestai dos implantes com a técnica que utiliza o impactor (ver anexos 11 a 20). Apenas com carácter exemplificativo observe-se a Figura 22 e 23 onde parece haver mais densidade óssea em torno do módulo crestai do implante onde se utilizou o impactor.
Figura 22 - Imagem radiográfica (anexo 17) do implante colocado no colo do fémur direito do 4o
Figura 23 - Imagem radiográfica (anexo 18) do implante colocado no colo do fémur esquerdo do 4° coelho (técnica que utiliza o countersink).
4. Análise comparativa entre as duas técnicas
Neste aspecto, deparamo-nos com algumas dificuldades que se prendem sobretudo com as limitações provocadas pelo reduzido tamanho da amostra utilizada neste trabalho. Observando as médias obtidas nas tabelas IV-VII, verificamos que existem valores muito afastados da média. Este facto é originado pelos valores apresentados na tabela IV relativos ao 1o e 5o coelho
sobretudo em R2 e R3. Por outro lado, também na Tabela VII o valor apresentado no coelho n° 1 faz com que o desvio padrão relativo a este grupo de resultados seja demasiado alto, dando por isso um resultado demasiado afastado da média. Por estes factos, e porque o tamanho da amostra nos parece demasiado pequeno, somos da opinião que não é possível obter-se, desta forma, resultados estatisticamente significativos.
CAPÍTULO IV
DISCUSSÃO
Misch13 refere que nos casos de baixa densidade óssea, o uso do countersink é
opcional, utilizando então a força do torque de inserção do próprio implante para o "mergulhar" no osso, tornando-o assim sub-crestal. Por outro lado, é possível que o uso dessa técnica seja falível, sobretudo em osso de baixa densidade uma vez que a força do torque de inserção pode levar a que o próprio implante quebre as espiras ósseas que lhe dariam estabilidade, impossibilitando a sua colocação ou diminuindo a sua estabilidade inicial14.
As técnicas que utilizam osteótomos para conseguir mais densidade óssea conferindo assim mais estabilidade aos implantes, já foram objecto de vários estudos6'1224
Mais recentemente, Nkenke E et ai.12, no seu estudo referem que os implantes
colocados em leitos de coelhos preparados com osteótomos têm um BIC (Bone Implant Contact) superior e isso leva também a uma maior estabilidade.
Tendo por base a utilização destas técnicas de condensação óssea, fazemos referência aos resultados da nossa cirurgia experimental que nos parecem ir de encontro com os mesmos princípios. De facto no que toca à estabilidade dos implantes, esta técnica que utiliza o impactor, deu resultados mais altos de I.S.Q.
do que aquela em que se utiliza o countersink ou escariador (ver tabela V e VII). Por outro lado, relativamente ao facto da técnica que utiliza o impactor, levar ou não a um aumento da densidade óssea ao nível do módulo crestai do implante, não nos foi possível avaliar mais pormenorizadamente este aspecto devido à data limite que nos foi imposta para a entrega deste trabalho de investigação, mas que será por nós desenvolvido num trabalho futuro.
Como se observa na tabela IV, com a utilização do countersink ou escariador, o torque de inserção dos implantes manteve-se semelhante dentro de cada terço do implante, com excepção para o 1o e 5o coelho onde talvez tenha havido
demasiada proximidade com a cortical (ver anexo 1, 9,12 e 20), e estes valores, sobretudo o R 3 e também o R2, tiveram uma subida acentuada (R3=11 e R3=10 e R2=7 e R2=5 respectivamente no 1o e 5o coelho - (Tabela IV e anexo 1 e 9).
Relativamente à estabilidade dos implantes nesta técnica que usa o countersink, é de notar que apesar do aumento do torque nos coelhos 1 e 5, esta manteve-se aparentemente inalterada tendo em conta a semelhança e proximidade com os valores apresentados pelos outros coelhos (Tabela V).
Nos casos em que se substituiu o countersink ou escariador pelo impactor, nota- se que, à semelhança com a técnica que usa o countersink, há um aumento do valor do torque à medida que o implante é inserido no osso, sendo um facto curioso a duplicação da média desse valor à medida que se passa de R1 para R2 e de R2 para R3 (Tabela VI).
Nota-se também que se não contabilizarmos os valores do torque dos coelhos 1 e 5 da tabela IV, há um ligeiro aumento global dos valores de R1, R2 e R3 nos outros coelhos (Tabela VI).
Na avaliação da estabilidade dos implantes colocados com a técnica que utiliza o impactor, devemos referir que comparativamente com os resultados homólogos da técnica convencional, estes são efectivamente mais elevados apesar de no 1o
coelho ter havido um pequeno contratempo com a chave que desaperta o transportador do implante (estava gasta), o que devido à insistência do cirurgião em desapertar o transportador fez com que o implante se desapertasse ligeiramente diminuindo assim a sua estabilidade (Tabela VII). Mesmo assim, nota-se que nos outros coelhos, há um acentuado aumento do valor do I.S.Q. comparativamente com a outra técnica.
Relativamente à análise radiográfica, apesar da qualidade de imagem não ser a melhor (anexo 12 e 16), observa-se que nos casos em que se utilizou o impactor há aparentemente maior densidade óssea em torno do módulo crestai do implante (ver anexos 11, 13, 15, 17 e 19).
Por outro lado, e seguindo o mesmo sentido auto-critico, somos também da opinião que relativamente à análise radiográfica efectuada, esta não apresenta nesta fase, uma relevância de destaque uma vez que os efeitos ósseos provocados por uma e outra técnica, apesar de parecerem evidentes, poderão ter maior relevância após o período de cicatrização.
Perante estes resultados que aparentemente tendem a ir de encontro com as nossas expectativas e até com os objectivos a que nos propusemos, sentimos que estes poderiam ter mais evidência se porventura o tamanho da amostra fosse maior.
Após a conclusão deste estudo experimental e na sequência da mesma linha de pensamento, somos de opinião que se torna evidente e até imperioso dar continuidade a esta investigação no sentido de observar e avaliar os resultados
após o período de osteointegração relativamente ás duas técnicas cirúrgicas referidas sendo, por isso, objecto de um trabalho futuro.
CAPÍTULO V
CONCLUSÕES
Dentro das limitações deste trabalho de investigação a análise dos resultados permite-nos concluir:
o A utilização do impactor na compressão óssea, sobretudo em osso de baixa densidade, para submergir o módulo crestai dos implantes, parece levar a um aumento do torque de inserção dos mesmos, assim como dos valores da sua estabilidade inicial quando comparado com a técnica que utiliza o countersink.
o Radiologicamente, parece haver mais contacto ósseo em torno do módulo crestai dos implantes nos casos em que foi utilizado o impactor.
o Devido aos resultados obtidos na cirurgia experimental, podemos considerar a técnica do impactor com potencial para a sua utilização clínica.
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ANEXO-1
10 11 [tuins] Selected I 27210037 sut_J_J
Remove Selected Torqut I 30 Nem Surgery Mode No. of turns: I 11.00 Average Values: 1/3 | ~ T " 2/3 \ - J - 3/3 11 Hide Dividers Edit Ports.-Gráfico representativo do torque de inserção do implante com técnica convencional, no colo do fémur esquerdo do coelho n° 1.
Anexo-2
9 10 11 12 13 14 15 16 [tuins] Selected I 27210038sur Remove Selected Torque I 30 Nem Surgery Mode No. of turns: I Ï G 7 5-" Average Values: 1/3 2/3 3/3 Hide Dividers Ed* Points..-Gráfico representativo do torque de inserção do implante com a técnica que utiliza o impactor, no colo do fémur direito do coelho n° 1.
ANEXO-3
[Nem] 30 20 - - 10 3.50 7.00 H 1 1 1 1 h H h 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 1B [turns] Selected 27210039sur Remove Selected Totque: I 30 Nem Surgery Mode No. of turns: I 1Õ5Õ Average Values: 1/3 | 1 2/3 | 3 3/3 | 6 Hide Dividers Edit Points...-Gráfico representativo do torque de inserção do implante com técnica convencional, no colo do fémur esquerdo do coelho n° 2.
ANEXO-4
[Nem] 30 20 - - 10 - - 2.50 - - r - - - r 4.75 H ^ - t - \ 1 1 1 1 h H 1 1 h 10 11 12 13 14 15 16 [turns] Selected 27210040.suJÚJÚ
Removo Selected Taque: I 30 Nem Surgeiy Modo No. of tuins: I TÕÕ~ Aveiage Values: 1/3 | T ~ 2/3 | ~ T ~ 3/3 r r - Hide Dividers Edit Points.-Gráfico representativo do torque de inserção do implante com a técnica que utiliza o impactor, no colo do fémur direito do coelho n° 2.