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Despesa administrativ a - outros impostos e tax as 37 5

Despesa administrativ a - multas indedutív eis 7 18

Despesa administrativ a - despesas legais e judiciais 418

Despesa financeira - juros tributários 1.923

3.434 Reconhecimento da redução de multa, despesas e juros:

Despesa administrativ a - multas indedutív eis (1 7 4)

Despesa administrativ a - despesas legais e judiciais (233)

Receita financeira - juros tributários (481)

2.546

Os valores totais desta adesão serão pagos em 180 parcelas a partir da data de requerimento do parcelamento e, até que os valores sejam devidamente consolidados pela Receita Federal do Brasil, conforme determina as regras do parcelamento, serão pagas parcelas mínimas mensais calculadas pela Companhia em função do valor total do débito.

2014 2013

48.524 49.893

Taxa do IAA - Instituto do Açúcar e do Álcool 3.168 3.258

INSS - Salário Educação 1.384 1.423

SAT - Seguro Acidente de Trabalho (i) 1.566

Demais débitos (i) 983

55.625 54.57 4

Circulante (5.150) (4.67 8)

Não circulante 50.47 5 49.896

IRPJ - Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e CSLL - Contribuição Social sobre o Lucro Líquido

22 Obrigações com a Cooperativa

2014 2013

Parcelamento Lei nº 1 1 .941 /2009 - Cooperativ a (i) 1 2.810 1 3.821 Parcelamento Lei nº 1 1 .941 /2009 - Arrepar (ii) 21.900 22.483

Mútuo financeiro (iii) 48.681 47 .569

83.391 83.87 3

Circulante (3.280) (3.7 7 7 )

Não circulante 80.1 1 1 80.096

(i) Parcelamento Lei nº 11.941/2009 – Cooperativa

A Companhia reconheceu em seu passivo a obrigação fiscal assumida através da Cooperativa, pela consolidação da adesão ao parcelamento da Lei nº 11.941/2009, homologada pela RFB – Receita Federal do Brasil em junho de 2011:

2014 2013

IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados 1 2.339 1 2.634

PAES - Parcelamento Especial - 7 04

PIS - Programa de Integração Social 47 1 483

1 2.81 0 13.821

(ii) Parcelamento Lei nº 11.941/2009 – Arrepar

Refere-se ao parcelamento do auto de infração lavrado pela RFB – Receita Federal do Brasil relativo à cobrança de imposto de renda da pessoa jurídica e contribuição social sobre o lucro líquido, por suposto ganho de capital contra a empresa denominada 1770 Participações S.A. que foi incorporada pela

empresa Arrepar Participações S.A., uma controlada da Cooperativa. A Cooperativa, na qualidade de controladora da Arrepar Participações S.A., devendo prover os recursos necessários para que esta pudesse fazer face ao débito, emitiu um Termo de Ratificação de Obrigações e Outras Avenças que foi assinado pela Cooperativa, cooperados e ex-cooperados em 28 de fevereiro de 2012 objetivando

contrapor a obrigação na proporção da respectiva participação nas operações sociais de cada cooperado na Cooperativa.

(iii) Mútuo financeiro

Corresponde a recursos disponibilizados aos cooperados para financiamento de suas operações, por meio de sobra de caixa obtido através de liminares em processos judiciais que pleiteiam a suspensão de exigibilidades, venda de ativos imobilizados e investimentos. Os valores são corrigidos mensalmente pela SELIC e os juros auferidos não são exigíveis no curto prazo.

23 Outras contas a pagar

2014 2013

Adiantamento de clientes 3 22

Adiantamento de div idendos (i) 6.489 6.489

Outras contas a pagar 231 225

6.7 23 6.7 36

(i) Refere-se a adiantamento de dividendos recebidos da investida União São Paulo S.A. Agricultura indústria e Comércio, sendo que o saldo será amortizado à medida da geração de lucros futuros distribuíveis.

24 Provisão para contingências

1º de abril

de 2012 Adições Reversões Reclassificação

Atualização

(-) Depósitos judiciais (306) 1 06 (200)

34.683 49 (490) 433 34.67 5

31 de março

de 2013 Adições Rev ersões

Atualização

A Companhia possui outras contingências passivas envolvendo questões tributárias em andamento, cujas avaliações, efetuadas por seus assessores jurídicos, são consideradas como de risco possível e cujas eventuais perdas financeiras foram mensuradas no montante de R$ 3.236 (2013 – R$ 8.725). Além desses, existem outros processos que não puderam ser mensurados com suficiente segurança. Em ambos os casos, nenhuma provisão para perdas foi registrada nas demonstrações financeiras individuais.

A Companhia possui, ainda, processo envolvendo riscos ambientais que de acordo com a opinião dos assessores jurídicos e da Administração, a probabilidade de ocorrência dessas demandas é possível, mas não provável. Em função do estágio em que se encontra o desfecho final dessas ações não pôde ser determinado no momento e, portanto, nenhuma provisão para perdas foi consignada nas demonstrações financeiras individuais.

25 Patrimônio líquido (a) Capital social

O capital social está representado por 244.524.000.000 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, totalmente integralizado.

Em Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária celebrada em 31 de julho de 2013, foi aprovado aumento de capital no montante de R$ 15.000.

(b) Reservas de lucros (i) Reserva legal

A reserva legal é constituída anualmente com destinação de 5% do lucro líquido do exercício, ajustado pela realização do custo atribuído líquido do imposto de renda e contribuição social diferidos e não poderá exceder a 20% do capital social. A reserva legal tem por finalidade assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízo e/ou aumentar o capital.

(ii) Reserva de integralidade do patrimônio líquido

É constituída nos termos do art. 24 do Estatuto Social da Companhia, que tem por finalidade propiciar recursos para atender as necessidades de capital de giro a qual não poderá exceder a 80% do valor do capital social.

Conforme ata da Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária realizada em 31 de julho de 2013, em razão de ajuste de exercício anterior, restou aprovada a retificação do saldo da reserva de integralidade do patrimônio líquido.

(c) Ajuste de avaliação patrimonial

É composto dos efeitos da adoção do custo atribuído para o ativo imobilizado em decorrência da aplicação do Pronunciamento Técnico - CPC 27 e Interpretação Técnica - ICPC 10 na data de transição (1° de janeiro de 2009), deduzido do respectivo imposto de renda e contribuição social diferidos e que vem sendo realizado mediante depreciação, alienação ou baixa dos ativos que lhe deram origem.

(d) Dividendos obrigatórios

De acordo com o art. 25 do Estatuto Social da Companhia, seus acionistas têm direito a um dividendo mínimo obrigatório de 1% sobre o lucro líquido do exercício, ajustados conforme as prerrogativas deste art. e ainda, observado o art. 197 da Lei das Sociedades por Ações.

26 Receita operacional

2014 2013

Açúcar 203.7 7 0 265.693

Etanol 212.809 1 7 7 .7 98

Energia elétrica 64.21 2 26.492

Outras v endas 2.982 2.562

Receita bruta de produtos 483.7 7 3 47 2.545

Impostos sobre v endas (20.353) (28.422)

Dev oluções e abatimentos (49)

463.37 1 444.1 23

27 Despesas operacionais por natureza

2014 2013

Variação nos estoques de produtos acabados (9.1 7 8) 1.7 14

Cana-de-açúcar 254.527 245.346

Matéria-prima e materiais de uso e consumo 30.21 2 15.630

Despesas com pessoal 53.890 48.7 25

Depreciação e amortização 1 4.939 14.150

Provisão para contingências 7 98 (548)

Manutenção e reparo de bens aplicados na produção 16.261 15.552

Serv iços prestados por terceiros 14.7 7 5 11 .664

Despesa com comercialização Cooperativ a 1 2.589 20.87 2

Provisão para perdas em estoque 199

Outros gastos 25.411 22.140

41 4.423 395.245

Classificadas com o: 2014 2013

Custo dos produtos vendidos 349.639 329.1 10

Despesas com v endas 18.47 5 27 .246

Despesas administrativ as e gerais 46.309 38.889

41 4.423 395.245

28 Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas

2014 2013

Resultado líquido com outras operações Cooperativ a (i) (27 ) (7 .667 )

Receita de v endas de imobilizado 124 483

Custo dos bens do ativ o baix ados (7 94) (1.293)

Outras 2.653 2.467

1 .956 (6.010)

(i) Refere-se a parcela que compete à Companhia no rateio de outras despesas e receitas operacionais da Cooperativa. Os valores são substancialmente compreendidos por contingências e despesas

extraordinárias.

29 Receitas financeiras

2014 2013

Juros sobre operações com a Cooperativ a 1 4.101 9.61 4

Juros sobre aplicações financeiras 3.924 5.396

Juros sobre atualização de créditos tributários 1 .665 1 .347

Juros sobre demais operações e descontos financeiros 528 57

Juros sobre conta-corrente mercantil 27 .005 1 8.624

Resultado com instrumentos financeiros deriv ativ os 1 0.206 1 .7 43

57 .429 36.7 81

30 Despesas financeiras

2014 2013

Juros sobre operações com a Cooperativ a (16.138) (1 3.1 26)

Juros apropriados sobre empréstimos e financiamentos (20.11 6) (16.367 )

Juros sobre conta-corrente mercantil (445) (43)

Juros sobre atualização de débitos tributários e contingências (5.360) (3.329)

Juros sobre demais operações (1 .342) (1 .507 )

Resultado com instrumentos financeiros deriv ativ os (13.7 60) (4.1 51) (57 .161 ) (38.523)

31 Variação cambial líquida

2014 2013

Variação cambial ativ a

Empréstimos e financiamentos 1 7 .182 30.449

Demais operações 7 7 24

1 7 .259 30.47 3

Variação cambial passiv a

Empréstimos e financiamentos (29.67 0) (42.7 60)

Demais operações (168) (1 .054)

(29.838) (43.814)

Variação cambial líquida (1 2.57 9) (13.341 )

32 Compromissos

(a) Compra de cana-de-açúcar

A Companhia possui compromissos de compra de cana-de-açúcar com terceiros para garantir parte de sua produção para os próximos períodos de colheita. A quantidade de cana-de-açúcar a ser adquirida é calculada com base em uma estimativa de colheita por área geográfica. O montante a ser pago pela Companhia será determinado ao término de cada período de colheita de acordo com a sistemática de pagamento da cana-de-açúcar adotado pelo Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo – CONSECANA-SP.

(b) Venda de energia elétrica

Os investimentos realizados para o projeto de cogeração de energia elétrica com capacidade instalada de 62.9 MW, permitiram à Companhia a celebração de um contrato de comercialização de energia elétrica de longo prazo no ambiente livre junto a uma grande distribuidora do setor que são renováveis a cada 5 anos. Como efeito, a Administração através de suas projeções internas estima uma realização provável de receita futura no horizonte de 10 anos (descontada a valor presente) de R$ 104.402.

33 Cobertura de seguros

A Companhia possui um programa de gerenciamento de riscos com o objetivo de delimitá-los,

contratando no mercado coberturas compatíveis com suas atividades. A Companhia adota a política de contratar cobertura de seguros para os bens sujeitos a riscos, considerando a natureza de sua atividade.

Em 31 de março de 2014, a Companhia apresentava as seguintes apólices de seguro contratadas com terceiros:

Bens segurados Riscos cobertos

Montante da cobertura

Seguro patrimonial (i)

Incêndio / raio / ex plosão / implosão de qualquer natureza / v endav al até fumaça / equipamentos eletrônicos / quebra de máquinas / queimadas em zona rural / ev entos em linhas de transmissão / alagamento / inundação / desmoronamento

1 50.000

Veículo e aeronav e Danos e roubo de casco / responsabilidade civ il 7 .7 7 5 1 57 .7 7 5

(i) O montante de R$ 150.0000 desta cobertura é compartilhado entre a Companhia, Açucareira Zillo Lorenzetti S.A. e Açucareira Quatá S.A..

34 Avais, fianças e garantias

Em 31 de março, a Companhia é avalista de seus principais fornecedores de cana-de-açúcar em operações de empréstimos e financiamentos conforme segue:

Operação 2014 2013

BNDES - FINAME 52.551 7 1 .140

Custeio Agrícola 40.7 32 28.320

Nota de crédito rural 11 5.7 61 64.340

209.044 163.800

A Companhia tem por política limitar referidos avais de fianças até o suportado pelo fornecimento da respectiva matéria-prima, não existindo necessidade de divulgação de qualquer estimativa contábil para eventuais perdas.

A Companhia também é avalista de suas partes relacionadas conforme segue:

2014 2013

Açucareira Zillo Lorenzetti S.A. 21 4.81 8 235.352

Açucareira Quatá S.A. 215.530 332.1 34

Companhia Agrícola Quatá 1 7 1.7 89 146.989

602.1 37 7 1 4.47 5

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